É muita história para boi dormir, ainda mais em ano eleitoral. No meio do buchicho o principal partido na corrida presidencial: o PL.
Quando o assunto é Brasília a especulação ganha proporções mirabolantes.
Em 2023, um acordo foi construído pela cúpula do PL Nacional (Valdemar da Costa Neto e Michelle Bolsonaro), sem contar com a participação da presidente do PL-DF, deputada Bia Kicis, para apoiar a candidatura de Celina Leão ao governo. Até aí, estamos em 2023.
Hoje, no meio de um crise política causada pelo Banco Master, no qual Ibaneis Rocha está como alvo principal, ainda não temos a mínima noção do tamanho do estrago que se avizinha. Nada está decidido.
Após a saída de Ibaneis, Celina assume o GDF e baixa um decreto que proíbe as nomeações por 60 dias, também mantêm os cargos na vice-governadoria sem espaço para negociações. Um gesto simples que impede qualquer tipo de “toma lá da cá” como alguns sugerem.
Por último, Izalci se lançar sozinho como pré-candidato ao GDF, não significa impedir Michelle de apoiar a Celina. Pelo contrário. Izalci apoiou publicamente a campanha de Arruda. Durante a janela partidária, procurou vários partidos em busca de ser o vice dele.
Em reunião do diretório declarou que sairia do PL. Portanto, existe uma dúvida razoável sobre a sua candidatura. Ela é séria ou é para enfraquecer a candidatura de Celina? A verdade é que Izalci está desgastando o seu próprio partido, sozinho.
Todo o cenário político do DF pode mudar e o eleitor sabe disso. Assim como sabe também que as mentiras fazem parte desse jogo. Mas nada melhor que um dia após o outro, uma pesquisa de opinião no meio e um reviravolta para deixar todo mundo de queixo caído.
Aguarde!
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