O primeiro país a aprovar o sufrágio feminino foi a Nova Zelândia – graças a um amplo movimento sufragista liderado pela ativista Kate Sheppard, que reuniu dezenas de milhares de assinaturas em petições ao governo.
Desde então, as mulheres vêm conquistando o direito ao voto no mundo todo. O último país a oferecer o direito foi a Arábia Saudita, em 2015 (por lá, só há eleições locais, já que o governo federal é uma monarquia absolutista). No Afeganistão, o voto feminino foi proibido após a volta do Talibã ao poder, em 2021.
Nas redes, no entanto, um movimento de influenciadores questiona e critica o voto feminino. A questão voltou a chamar a atenção em junho, quando o influenciador Paulo Figueiredo, ligado à família Bolsonaro, disse que as mulheres “votam, estaticamente, muito mal”. Você pode ler mais sobre esse fenômeno na reportagem da BBC Brasil, também disponível no YouTube.
Abaixo, você vê uma linha do tempo de como o voto feminino foi conquistado no Brasil e no mundo.

