
Mais de 10 pessoas por dia saíram das Agências do Trabalhador com carteira assinada no Distrito Federal em 2026. Entre 1º de janeiro e 28 de abril, o sistema público de intermediação de mão de obra somou mais de 1,3 mil contratações, consolidando um ritmo de recuperação do mercado que vem se intensificando nos últimos meses.
O avanço não ocorre isoladamente. Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam queda consistente na taxa de desemprego no DF, acompanhada de crescimento das ocupações formais. Em comparação com 2025, o índice recuou dois pontos percentuais — movimento que se traduz em cerca de 136 mil pessoas a mais empregadas.
Na prática, a engrenagem passa por uma estrutura que vem sendo ampliada. Hoje, Brasília conta com 16 Agências do Trabalhador, além de unidades móveis que circulam pelas regiões administrativas e participam de ações itinerantes, como o programa GDF Bate à Sua Porta. Desde 2019, foram abertas três novas unidades físicas e uma móvel, expandindo a capilaridade do serviço.
O fluxo diário ajuda a dimensionar essa operação: são, em média, 380 encaminhamentos por dia para processos seletivos e cerca de 700 vagas ofertadas diariamente. As agências funcionam como uma ponte entre empresas e candidatos, mas também acumulam outras funções, como orientação profissional e acesso a benefícios sociais, a exemplo da concessão de cestas básicas.
O atendimento pode ser feito tanto presencialmente quanto online. Para disputar uma vaga, o trabalhador precisa cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou comparecer a uma das unidades, abertas de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Mesmo quando não há uma vaga imediata de interesse, o cadastro permanece ativo: o sistema cruza automaticamente o perfil do candidato com novas oportunidades que surgem no mercado.
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