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18 de outubro de 2019
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Telescópio Hubble é ficção científica

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Telescópio Hubble é Lançado pela Nasa, o Telescópio Espacial Hubble é um satélite artificial não tripulado que está na órbita baixa da Terra (590 km) desde 1990. Teve um custo de cerca de 2,5 bilhões de dólares.

Telescópio Hubble: As fotografias feitas por ele foram essenciais para a popularização da astronomia atual. Mas, em todos esses anos, apesar de ter feito fotos em alta resolução dos confins do Universo, não fotografou, por pelo menos, uma única vez, o próprio mundo em que orbita ou os “milhares” (cerca de 18 mil) de satélites que orbitam a Terra.

Com imagens nítidas e jamais vistas, o Telescópio Hubble revolucionou o programa de manipulação gráfica da NASA na divulgação de fotos de planetas, sistemas solares, nebulosas e galáxias mais distantes, assombrando o mundo científico.

Mas, diante de tudo isso que falam e divulgam sobre ele, o Telescópio Hubble não existe e muito menos está na órbita baixa da Terra fazendo fotos dos limites do Universo à distâncias inimagináveis daqui.

O Telescópio Hubble é somente o nome de um programa avançado de artes gráficas que os Estúdios Hollywoodianos da NASA desenvolveram para continuar enganando a maioria das pessoas do mundo.

Edwin Hubble, o astrônomo que deu nome ao Telescópio Hubble, admitiu em seu livro que geocentrismo não pode ser refutado, é apenas “indesejável” e que heliocentrismo é uma mera hipótese.

Quem realmente acredita que essa lata de lixo espacial, que pode ser feita de maneira similar no quintal da sua casa, usando diversos materiais comuns (papel alumínio, tampa de privada, tambor de máquina de lavar, antenas parabólicas de TV, lentes curvadas e painéis solares), está na órbita baixa da Terra fazendo imagens dos limites do Universo?

O Observatório Estratosférico Infravermelho de Astronomia (SOFIA) é um projeto conjunto da NASA e do Centro Aeroespacial Alemão para construir e manter um observatório aéreo. A NASA adjudicou o contrato para o desenvolvimento da aeronave, operação do observatório e gestão da parte americana do projeto para a Associação Universitária de Pesquisa Espacial (USRA) em 1996. O DSI (Deutsches SOFIA Institut) gerencia as partes alemãs do projeto que são principalmente ciência e telescópio relacionados. O telescópio SOFIA viu a primeira luz em 26 de maio de 2010. SOFIA é o sucessor do Kuiper Airborne Observatory.

SOFIA é baseado em um Boeing 747, avião de corpo largo que foi modificado para incluir uma porta grande na fuselagem traseira que pode ser aberta em voo para permitir o acesso do telescópio refletor ao céu. Este telescópio é projetado para observações de astronomia infravermelho na estratosfera em altitudes de cerca de 12 quilômetros (41.000 pés).

A capacidade de voo de SOFIA permite que ele se eleve acima de quase todo o vapor de água na atmosfera da Terra, o que bloqueia alguns comprimentos de onda infravermelha de atingir o solo. Na altitude de cruzeiro da aeronave, 85% da faixa de infravermelho total estará disponível.

A aeronave também pode viajar para quase qualquer ponto na superfície da Terra, permitindo a observação dos hemisférios norte e sul.

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