Travesti Comunista e Feminista prega a destruição da família: Veja o vídeo

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Travesti Comunista
Travesti Comunista Amanda Palha Queremos destruir a família

Travesti Comunista e Feminista, Vitor Zaparoli Borgheresi, que usa o nome social de Amanda Palha e fez um vídeo em 16 de outubro de 2019, nele a Travesti Comunista faz uma defesa da radicalização política para a destruição da família.

Ele já tentou uma vaga de deputado federal na Câmara dos Deputados, nas eleições de 2018, pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB) de São Paulo.”

Sempre que os movimentos LGBT e os movimentos feministas são acusados de terem como um de seus objetivos a destruição do conceito tradicional de família, logo a turma parte para a defensiva.

Argumentam então que, na verdade, só querem que as “suas formas de família” também sejam aceitas na sociedade.

Assim, passam a acusar os conservadores de lunáticos conspiracionistas e preconceituosos.

Entretanto, qualquer um que tenha estudado umas poucas obras de integrantes dos movimentos feministas e LGBT sabe que tudo não passa de conversa fiada, e que os reais objetivos por trás dessas agendas são, na verdade, objetivos políticos.

Dessa vez, há uma novidade nesse cenário: um vídeo que prova definitivamente que não há teoria conspiratória alguma nas preocupações conservadoras e que mostra uma Travesti Comunista e feminista, que admite abertamente que esses movimentos que tem por objetivo a destruição da família.

vídeo publicado pelo canal Boitempo no YouTube é protagonizado pela Travesti Comunista Amanda Palha e é intitulado “O movimento LGBT e o fim da família”. Nele, a Travesti Comunista faz uma defesa da radicalização política para a destruição da família e ainda condena os que ficam na defensiva pois os que assim o fazem “não são ameaça”.

Amanda se descreve assim:

“Travesti, feminista e comunista, é educadora popular e atua há sete anos em associações filiadas à hoje conhecida Amotrans (Articulação e Movimento de Travestis e Transexuais de Pernambuco).

Está, atualmente, como Coordenadora da Comissão de Cidadania, Direitos Humanos e Participação Popular de Pernambuco. É uma das autoras do dossiê “Marxismo e lutas LGBT” da edição 33 da revista Margem Esquerda , que lançada durante o seminário. ”

O vídeo pode chocar muitos e parecer uma novidade, mas não há nada no discurso de Amanda que não tenha sido dito há pelo menos 50 anos, incluindo a defesa da promiscuidade e, com o fim da família, o incesto.

O discurso não passa de um eco do livro da feminista canadense-americana Shulamith Firestone, Dialética do Sexo, de 1970.

Nela, Firestone trata o incesto como um “tabu” e defende que a família é na verdade uma relação de propriedade em que o homem “possui” a mulher e os filhos, e que os filhos só não fazem sexo com suas mães por as enxergarem como “propriedade do pai.”

Assim, a única maneira de o ser humano ser verdadeiramente livre, seria acabando com a família tradicional.

 

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