A mídia brasileira é de esquerda?

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Se ainda existia alguma dúvida sobre a orientação ideológica da mídia brasileira, a vitória de Jair Bolsonaro, tiraram a imprensa do armário, mostrando seu viés de esquerda (progressista) e anti-conservador.

Mas apesar dessas evidências, mostrando o viés ideológico de esquerda, vão jurar que a Globo e a Folha de São Paulo, por exemplo, são “de direita” e “conservadoras”.  Esse engano decorre de alguns aspectos.  Primeiro – e o mais relevante – é a confusão em relação ao próprio termo “esquerda”. Há um desconhecimento do que é “ser de esquerda” nos dias atuais. Hoje, “ser de esquerda” não necessariamente é ser contra o sistema econômico capitalista e a favor da socialização dos meios de produção nos moldes soviéticos.

Esse é um conceito ultrapassado da década de 50.

Em linhas gerais, “ser de esquerda” atualmente é:

1) ter uma visão coletivista da sociedade.

2) posar de defensor de “minorias” em nome de mais intervenção e CONTROLE do Estado na vida política, econômica, cultural e até comportamental da nação.

3) defender majoritariamente pautas anti-conservadoras, tais  como feminismo, ideologia de gênero, livre imigração, demonização das polícias, defesa do aborto e ataques à família tradicional e ao cristianismo, inviabilizado qualquer oposição de pensamento a esses temas.

Não é à toa que todos esses movimentos, financiados com o dinheiro de George Soros (veja aqui), concordam majoritariamente com todas essas pautas. Chega-se ao cumulo da contradição do casamento insano entre o movimento feminista com Islamismo radical.

Além disso, é perfeitamente possível um jornalista ser de esquerda e ser contra a corrupção petista; ou ser de esquerda e ser contra o PT. Ou não temos diferentes grupos de poder dentro da própria esquerda? Prova disso é a quantidade de partidos de esquerda existente nos Brasil: PT, PSOL, Rede e PSDB (sim, PSDB!) e etc., divergindo na forma de atuação e às vezes até em ideias.

Para comprovar o viés de esquerda da grande mídia, basta ler uma notícia factual e verificar a quantidade de adjetivos para demonizar qualquer pessoa ligada a pautas conservadoras ou liberais. Basta verificar quantas vezes não aparece o termo “radical” ou “ultraconservador” para se referir a Bolsonaro, Trump ou a Ives Gandra Filho. O problema não é o uso de adjetivações em textos opinativos, mas em reportagens factuais que teoricamente deveriam ser isentas. No entanto, muitas vezes, a opinião é passada sorrateiramente nas entrelinhas da reportagem dando aquele ar de “isenção” do jornal.

Outra dica para perceber o viés de esquerda da mídia é verificar a demonização contra policiais, e a vitimização a favor de terroristas, bandidos e black blocs exercida por boa parte do jornalismo. As evidências são tantas que até existe uma página (“Caneta Desesquerdizadora” ) para apontar como as notícias são manipuladas e distorcidas a favor de pautas de esquerda.

Mas a maior evidência para provar o viés de esquerda da imprensa adveio mesmo de três nomes: Donald Trump, Bolsonaro e Ives Gandra Filho. Nesses casos, a torcida ficou evidente. E por que será que esses três nomes foram capazes de tirar a imprensa do armário? Ou, de outra forma: por que a imprensa não gosta deles?

Bolsonaro: Todo mundo fica dizendo que Bolsonaro não faz acordo, ele não tem habilidade para fazer coalizão, ele não junta gente em torno do seu governo, não junta porque não faz corrupção, o Bolsonaro não rouba e nem deixa roubar e esse é o motivo da crise do congresso com o Bolsonaro. Ele não quer fazer, então ele tem sido vítima das suas virtudes e não dos seus defeitos.

Trump: incomoda porque passa por cima da ditadura politicamente correta e toma ações que contrariam totalmente o establishment americano (políticos, poderosos empresários e mídia). Por exemplo, Trump é a favor de Israel, valoriza a polícia e tem tomado ações para conter a imigração ILEGAL e o terrorismo. Nem é preciso dizer que a pauta da esquerda (e dos globalistas) passa pela dissolução das fronteiras nacionais e a vitimização do terrorismo islâmico como “consequência” da opressão ocidental.

Por fim, Ives Gandra Filho incomoda porque valoriza a família e o Cristianismo, talvez as duas maiores forças de resistência às ideologias de esquerda.

Nada mais fácil do que tirar as dúvidas:

1) A presença de 800 jornalistas na folha de pagamento da CUT foi admitida por dirigentes da entidade ao ? Jornal do Brasil? de 5 de maio de 1993.

2) Eleições sindicais não revelam a influência dos sindicatos sobre os associados, mas – por definição – a influência dos associados sobre os sindicatos. Nos sindicatos de jornalistas, há 20 anos toda chapa que se apresenta é de esquerda, maciça a sua votação, mínimo o número de abstenções. Dizer que isto não prova a hegemonia esquerdista é fazer-se de cego.

O resultado é que a própria esquerda, jamais satisfeita com a quota leonina que já lhe pertence, sente-se insultada e intimidada quando, por descuido ou coincidência, sua rede de fiscais deixa passar algum artigo assinado que longe das páginas de noticiário, onde a assepsia é impecável, diga contra ela algo de substancial.

 

 

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