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A esquerda como ela é ou o progresso dos espíritos de porco

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As últimas semanas revelaram tudo que faltava para mapear o comportamento recente da esquerda brasileira.

Ser de esquerda não é mais pertencer a um partido político, é quase um estado de espírito permanente, uma inteligência artificial programada, uma nova espécie de vodu conceituai misturado com novela das oito e arrogância acadêmica.

1) A esquerda conseguiu derrubar o decreto das armas. Segundo eles, isso foi apenas para nos salvar de nós mesmos. Afinal, uma vez que qualquer cidadão comum pegue uma arma legalizada e registrada, ele automaticamente matará toda sua família, vai atirar nos vizinhos, nos amigos da sinuca e, com sorte, ao fim da matança desenfreada, dará um tiro na própria cabeça. Para um esquerdista convicto, um fuzil na mão de um vagabundo não traz problema algum, pois trata-se da ferramenta de sobrevivência de uma vítima social. O problema é o 38 legalizado na cintura de um pagador de impostos.

2) A esquerda e seus amigos do centrão, auxiliados pelo imperador Nhonho 1, querem destruir a Laja Jato, libertar Nine Fingers e tirar Moro do Ministério da Justiça. Por quê? Para acabar com a malvadeza da elite privilegiada, claro!!! Para proteger os pobres do genocídio capitalista yankee! A esquerda sabe que o Brasil nunca existiu e nunca existirá sem o comando divino da alma mais pura e honesta desse país. Portanto, eles usarão todo o dinheiro que roubaram, todos os sistemas que aparelharam e sua influência na velha política para tentar retomar o poder. Vale tudo na tentativa de salvar a “democracia” dos companheiros, até mesmo recrutar hackers internacionais, MAVs de aluguel, imprensa e uma gama de criminosos amigos.

3) Para um esquerdão convicto o importante é ser do contra, sempre, mesmo que seja contra medidas favoráveis à população. Por exemplo, os caras viajam para Europa e Estados Unidos para comprar produtos eletrônicos mais baratos. Vivem reclamando dos preços de celulares, tablets e games no Brasil. Eis que pela primeira vez surge um presidente disposto a cortar as taxas desses produtos, para que mais gente tenha acesso a eles. O que o esquerdista revolucionário faz? Reclama nas redes sociais, grita que o governo fascista quer acabar com a indústria nacional. Resumindo: O esquerdista quer que os preços dos celulares e demais itens tecnológicos continuem como estão: caríssimos, longe da população mais humilde. E dane-se você, ‘bolsominion’.

4) Doze anos após a Lei do Saneamento Básico entrar em vigor no Brasil, apenas 45% do esgoto gerado no país passa por tratamento. Ou seja, os outros 55% são despejados na natureza, de acordo com estudo do Instituto Trata Brasil divulgado em 2018. Talvez isso não seja um problema para a extrema esquerda, que votou contra a MP do Saneamento Básico, que permitia à iniciativa privada atuar no setor e melhorar a situação de quem vive na merda, literalmente. Dá para acreditar?

O que a esquerda quer, então?

Simples… Desarmamento da população, regulamentação da imprensa e das mídias sociais, fim da prisão em segunda instância, demissão de Sérgio Moro, golpe parlamentar, liberação do aborto, taxas sindicais obrigatórias, descriminalização de todas as drogas (incluindo o crack), desencarceramento em massa das “vítimas” da sociedade, ideologia de gênero nas escolas, criação de mais empresas estatais, intervenção do Estado em todas as áreas da sociedade, pagamento de dívida histórica, cotas, Lula livre, fim do conceito biológico humano.

E o que a esquerda não quer?

Reforma da Previdência, Reforma Tributária, acordos comerciais e tecnológicos com Estados Unidos e Israel, crucifixo, bíblia, endurecimento das leis, posse de armas, baixar tarifas e impostos, cristãos ocupando cargos no governo, privatizações, livre mercado, liberdade intelectual, família… não quer NADA que venha da direita, seja ela conservadora, liberal ou da ala mais positivista.

A esquerda é como o personagem Dick Vigarista em sua corrida maluca. Ela segue sua agenda e quer apenas o poder, não importa o resto. E, nesse caso, nós somos o resto.
Ser de esquerda é odiar sem pestanejar tudo que não seja alinhado à esquerda, é sentir-se superior à lógica humana, é usar qualquer meio possível para derrotar seus adversários, ainda que o adversário maior seja o povo, a ordem, e o senso comum.

Será necessário usar a inteligência como nunca antes para destruir de vez a hidra vermelha. O povo está fazendo sua parte, mas apenas manifestações populares não bastam. Inteligência, senhores… Ou o Brasil será sequestrado outra vez.

Um abraço ao grande General Heleno.

Allan Pitz

A lista suja da OIT é fajuta, porque a OIT é fajuta

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O governo brasileiro teve uma vitória importante na Conferência Anual da OIT (CUT internacional), em Genebra. Os sindicalistas de toga e sem toga estão tiriricas.

Apesar da pressão dos sindicalistas de toga e sem toga, o Comitê de Normas da OIT – Organização Internacional do Trabalho, finalizou a análise do caso brasileiro, com simples recomendações de praxe, sem concluir que houve afronta à Convenção 98 — que trata das negociações coletivas entre trabalhadores e empresários.

A reforma trabalhista flexibilizou a negociação, tirando poder das centrais sindicais — que, por isso, queriam incluir o Brasil na lista suja da OIT de países que descumprem os compromissos firmados com a entidade.

Os sindicalistas de toga e sem toga não conseguem ganhar nem na Internacional Cutista. 

Relembre os fatos:

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicou que a OIT incluiu o Brasil na lista suja nos últimos dois anos por “viés político”.

Segundo a CNI, não foi apontada qualquer incompatibilidade da reforma trabalhista vigente no Brasil com a Convenção de 98 da entidade.

“A conclusão, novamente mostrando perfeita harmonia da lei à Convenção 98, serve para mostrar que os questionamentos feitos contra o modelo de negociação trazido na reforma eram frágeis, inconsistentes e sem base em caso concreto algum”, disse o presidente do Conselho de Relações do Trabalho da CNI, Alexandre Furlan.

A CUT e outras centrais sindicais vão à OIT denunciar os governos de Jair Bolsonaro

Os sindicalistas vão reclamar da reforma da Previdência de Bolsonaro.

Eles também pretendem criticar o acordo firmado com os EUA para uso comercial da Base de Alcântara, no Maranhão. Alegam que as comunidades quilombolas não foram ouvidas.

Gente na cúpula do Itamaraty defende a saída do Brasil da OIT.

Rolou um barraco na OIT, em Genebra, depois que o ministro do Trabalho, Helton Yomura, reagiu corajosamente contra a inclusão do Brasil na “lista suja” da organização — uma manobra da CUT, em conluio com a esquerda internacional, contra a reforma trabalhista.

Yomura disse que a OIT, dominada por sindicalistas, corria o risco de se tornar “irrelevante” e afirmou que “os sindicatos brasileiros vão ter de trabalhar muito mais” depois da reforma que diminuiu sobremaneira o seu fluxo de caixa e aumentou a liberdade dos trabalhadores para fazer negociaçōes coletivas sem o cabresto das centrais sindicais.

A excelente fala de Yomura fez a esquerda internacional subir nas tamanquinhas. Acusaram a reforma trabalhista de ser um retrocesso. Nos bastidores, contudo, ficaram assustados com a reação do ministro.

A conclusão final da comissão de “peritos” que analisa o caso brasileiro sai na quinta-feira. Mas que se dane a OIT. A cúmplice da CUT é irrelevante há muito tempo.

Jair Bolsonaro criticou o IBGE e disse que os números atuais sobre desemprego no país são uma “farsa”.

Rafael Diez de Medina, chefe de estatísticas e diretor do Departamento de Estatísticas da OIT, reagiu.

A tal lista suja da OIT, na qual a CUT enfiou o Brasil, é composta por:

Bolívia, Camboja, Eritreia, Haiti, Honduras, Moldávia, Samoa, Sérvia, Ucrânia, Argélia, Bahrein, Belarus. Botswana, El Salvador, Geórgia, Grécia e Japão…

Evidentemente, trata-se de uma lista fajuta. Onde está a Venezuela, por exemplo? E Cuba? E o Congo?

A lista é fajuta, porque a OIT é fajuta.

Como a CUT uniu vigarice ideológica e politicalha para colocar o Brasil na lista suja da OIT

A CUT tentava sabotar o Brasil em Genebra, junto à Organizacão Internacional do Trabalho, por causa da reforma trabalhista. Agia nos bastidores para incluir o país na short list da entidade, a lista suja dos países que não respeitam os direitos dos trabalhadores — em especial, no capitulo que trata das negociações coletivas. Um absurdo evidente porque, com a reforma, o Brasil ampliou os temas que podem ser objeto de negociação entre trabalhadores e empregadores. O que a reforma fez foi tirar o poder espúrio que as centrais sindicais detinham.

A pouca vergonha foi tamanha que o Grupo de Países da América Latina e do Caribe criticou a forma como o Brasil foi incluído na lista e a utilização política a que a OIT se prestou.

Essa utilização foi muito além da vigarice ideológica. Passou pela politicalha mais rasteira: a fim de angariar apoio para sabotar o Brasil, a CUT e os seus aliados na OIT prometeram votos para reeleger a australiana Sharan Burrow, oriunda do Partido Trabalhista do seu país, secretária-geral da Confederação Sindical Internacional.

O ministro do Trabalho deve enviar uma carta à OIT, expressando a sua insatisfação, mas não basta. O Brasil tem de se retirar da organização, como forma de protesto contra a bandalha promovida pela CUT — e só voltar quando tirarem o país da lista suja.

O lulismo encolheu com Sergio Moro

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Sergio Moro “conseguiu levar o debate no Senado para o campo dialético, e a discussão acabou sendo sobre quem é contra ou a favor da Lava Jato, quem quer soltar bandido, o que favorece muito a sua posição.

Ficou claro que o interesse do PT é apenas soltar o ex-presidente Lula, e com isso perde-se a capacidade de contestar o ministro Sergio Moro. Apesar dos apelos dos partidos de oposição, os petistas não conseguiram discutir o tema de maneira genérica, colocando sempre em questão as condenações de Lula”.

A soltura de Lula estava programada para a semana que vem, no STF. O desempenho de Sergio Moro no Senado deve ter atrapalhado os planos.

A avaliação dos lulistas, “é que a audiência de Moro na CCJ apenas serviu de palanque à tese do ministro da Justiça.

O grupo reconhece que a bancada que apoia Moro e a Lava Jato tem, hoje, força suficiente para blindar o ex-juiz.

O longo depoimento desta quarta-feira, dizem, foi um importante indicativo de que qualquer empreitada contra o ministro pode ser frustrada.”

Ficou nítida a intenção de ‘vingar’ Lula. Para o militante, provas não têm importância, daí esta politização do caso das supostas mensagens.”

Como é natural na democracia, e logo numa das Casas do Congresso, o ministro teve de ouvir críticas pesadas, principalmente de petistas, como os senadores Paulo Rocha, Humberto Costa e Rogério Carvalho, dos quais se recusou a responder a uma ou outra pergunta, por estarem fora do devido tom.

O depoimento do ministro Sergio Moro não foi um extenso declaratório.

O ex-juiz também apresentou estatísticas para afastar a ideia de conluio com procuradores. Das 45 ações nas quais deu sentenças, o MP recorreu em 44. A oposição corre o risco de ficar falando só para convertidos.”

Até os lulistas reconhecem que o escândalo das mensagens roubadas à Lava Jato encolheu.

Depois da sabatina de Sergio Moro no Senado, parlamentares de oposição disseram à Folha de S. Paulo que “não há elementos suficientes para bancar um pedido de CPI contra ele”.

“Moro repetiu com gosto o título de um artigo de um professor de Harvard que dizia: ‘O escândalo que encolheu’.

A não ser que apareçam coisas verdadeiramente graves, o escândalo, como apresentado pelo site Intercept e pela oposição, está realmente esvaziado”.

Em Guaratinguetá, Jair Bolsonaro disse que Sergio Moro é “um patrimônio nacional” e que não viu “nada de anormal até agora” no conteúdo das mensagens vazadas do ministro.

Em sua audiência na CCJ do Senado, Moro afirmou que não tem apego ao cargo e que, se for constatada alguma irregularidade, poderá deixar o posto.

Questionado sobre a fala, o presidente respondeu, segundo a Folha: “Eu também não tenho apego ao meu cargo. Qualquer ministro é livre para fazer o que bem entender. O Sergio Moro é um patrimônio nacional, não é do presidente da República”.

Sergio Moro disse o seguinte sobre o site de Glenn Greenwald:

“Fiquei com a impressão [de] que eles queriam uma busca e apreensão para posar como mártires da imprensa frente ao malvado governo do presidente Jair Bolsonaro e do ministro Sergio Moro”.

E acrescentou que a anulação das prisões e condenações da Lava Jato é o “sonho de consumo” de envolvidos na operação.

Randolfe Rodrigues criticou o fato de Sergio Moro ter aceitado virar ministro no governo Bolsonaro.

Em resposta, Sergio Moro reafirmou que foi para o Ministério da Justiça para continuar a sua luta contra a corrupção, porque “como juiz, meu trabalho esteve constantemente ameaçado por viradas de mesa”.

“Quem é o culpado? O policial que descobre o fato, o juiz que julga o processo ou aqueles que receberam e pagaram propina neste esquema de corrupção?”

O senador petista Paulo Rocha ainda relembrou que o atual ministro da Justiça participou do julgamento sobre seu envolvimento no mensalão.

“Quanto à ação penal 470 [a do mensalão], eu atuei apenas como um auxiliar dentro do STF. Quem profere a decisão é o STF. Eu nem me recordo se o senhor foi absolvido ou condenado. Foi absolvido? Então eu não sei do que o senhor está falando. O senhor foi absolvido. Havia um conluio para condená-lo e o senhor foi absolvido?”, perguntou Moro.

Moro disse que suspeitas chegavam todo dia a ele como juiz e que seu papel era encaminhá-las ao Ministério Público ou à polícia para investigação.

“Quando se recebe uma notícia-crime, se remete ou ao MP ou à polícia. Não se remete notícia-crime para o advogado de defesa, até porque é fato que vai ser investigado. Essa pergunta contém lá uma indução de que aquilo seria dica. Não é dica nenhuma, é o repasse de uma notícia-crime”, afirmou.

Renan Calheiros, notório defensor de Lula, foi obrigado a baixar a bola diante de Moro

Apesar das inúmeras tentativas de apertar Sergio Moro, Renan Calheiros não conseguiu nada além de respostas que demonstram a atuação normal de um juiz.

O senador quis saber se ele havia homologado delações antes da lei de 2013 que a regulamentou. Moro respondeu que sim, com base em outras leis que previam a colaboração.

Calheiros perguntou se ele mantém o apoio às 10 medidas contra a corrupção. O ministro disse que na época que foram apresentadas, tinha algumas divergências.

Questionado sobre uma suposta central de grampos de Rodrigo Janot, Moro disse que não tinha contato com o ex-procurador-geral nem atuou em delações negociadas por Marcello Miller.

Finalmente, sobre Luiz Fux, Moro disse tratar-se de “um grande ministro, assim como vários outros.”

Fim.

“Aquecimento Global é MITO”

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aquecimento global

Aquecimento global: “Todos já nos deparamos com imagens de ursos polares caminhando por pedaços flutuantes de gelo: vítimas emblemáticas do aquecimento global que está derretendo os polos, símbolos da ameaça ao planeta representada por nossa produção de energia. Sobretudo do dióxido de carbono que as fábricas e automóveis emitem.

Aquecimento global: Ouvimos mais e mais gritos pedindo a imposição de limites e o fim do desperdício para salvarmos não apenas os ursos polares, mas também os planetas e nós mesmos.

No discurso político e na imprensa, tempestades e enchentes geralmente são mostradas como sinais do apocalipse, acompanhadas por pedidos para que se salve o meio-ambiente e se respeite a Mãe Natureza. Somente as catástrofes parecem chamar nossa atenção e raramente se fala que o aquecimento global tem alguns benefícios, como o aumento na produção de grãos em regiões anteriormente congeladas da Rússia e Canadá. Tampouco ouvimos falar que as pessoas geralmente morrem de frio, não de calor. Vozes isoladas criticam o alarmismo do aquecimento global, considerando-o uma tese pseudocientífica cujo verdadeiro objetivo é conter a modernização econômica e o crescimento dos livres mercados, e aumentar o poder do Estado sobre o indivíduo.

Mais dúvidas do que convicções

Não sou climatologista e sempre tive dificuldades para tirar conclusões a partir desses argumentos. Daí me encontrei com Judith Curry em sua casa, em Reno, Nevada. Curry é climatologista. Ela chefiava o Departamento de Ciências Atmosféricas do Instituto da Tecnologia da Geórgia até desistir do mundo acadêmico para poder se expressar com independência. “O livre pensar e a climatologia se tornaram coisas incompatíveis”, diz ela. Você quer dizer que o aquecimento global não é verdade?, pergunto. “Existe um aquecimento, mas não entendemos exatamente as causas”, diz ela. “O fator humano e o dióxido de carbono contribuem para o aquecimento, mas quanto é uma questão de intenso debate científico”.

Curry é uma acadêmica, não uma analista política. Ao contrário de muitos oráculos no jornalismo e na política, ela nunca dá sua opinião sem provas. E ela tem dados para corroborar suas opiniões. Ela me diz, por exemplo, que entre 1910 e 1940 o planeta se aqueceu durante um episódio climático que lembra o nosso. O aquecimento não pode ser atribuído às indústrias, diz ela, porque na época as emissões de dióxido de carbono provocadas pela queima de combustíveis fósseis eram pequenas. Na verdade, diz Curry, “quase metade do aquecimento observado no século XX se deu na primeira metade do século, antes do aumento nas emissões de dióxido de carbono”.

Portanto, fatores naturais tinham de ser a causa. Nenhum dos modelos climáticos usados pelos cientistas que hoje trabalham para as Nações Unidas é capaz de explicar este aquecimento anterior. Os modelos tampouco são capazes de explicar o resfriamento repentino que ocorreu entre 1950 e 1970, criando uma onda alarmista que pregava o início de uma nova era do gelo. Eu me lembro das capas de revistas do fim dos anos 1960 e começo dos 1970 retratando o planeta prestes a entrar numa era de frio mortal. De acordo com um grupo de cientistas, estávamos enfrentando um cenário de apocalipse ambiental – mas o oposto do atual.

Mas o nível dos oceanos não está subindo, contra-argumento, causando erosão no litoral e ameaçando inundar centros populações ao nível do mar e ilhas desabitadas inteiras? “Sim”, responde Curry. “O nível do mar está subindo, mas isso está ocorrendo desde os anos 1860; ainda não observamos nenhum aumento acelerado na nossa época”. Aqui mais uma vez temos de cogitar a hipótese de que as causas para o aumento nos níveis dos oceanos são, na maior parte, naturais, o que não surpreende ninguém, de acordo com Curry, porque “a mudança climática é um fenômeno complexo e incompreendido, com vários processos nele envolvidos”.

Culpar as emissões de dióxido de carbono pelos humanos talvez não tenha base científica, continua ela, mas “algumas pessoas ficam mais tranquilas acreditando que dominamos o assunto”. Ela diz que “nada incomoda mais os cientistas do que a incerteza”.

Isso explica por que Curry abandonou o mundo acadêmico das pesquisas com financiamento governamental. “A climatologia se transformou num partido político de tendências totalitárias”, acusa ela. “Se você não apoia o consenso da ONU de que o aquecimento global é causado pelos seres humanos, se você expressa o menor ceticismo, você é um negacionista, uma marionete de Donald Trump, um quase-fascista que deve ser excluído da comunidade científica”. Hoje em dia, a climatologia “oficial” só aceita dados que reforçam sua hipótese de que a Humanidade está por trás do aquecimento global. Aqueles que ousam demonstrar algum interesse pelas causas naturais da variação climática – como ventos solares ou oscilações terrestres – são desprezados pela comunidade científica, na melhor das hipóteses.

A retórica dos alarmistas, vale a pena dizer, usa cada vez mais “mudanças climáticas” em vez de “aquecimento global”, e “mudanças climáticas” podem significar qualquer coisa. Essa mudança se deu em 1992, quando as Nações Unidas ampliaram o escopo de sua preocupação ambiental para incluir toda mudança que a atividade humana possa estar causando, abrangendo tantas coisas que poucas das atividades humanas são capazes de escapar a essa ideia.

“Política, dinheiro e fama”

As pesquisas científicas deveriam se basear no ceticismo, na reflexão constante a respeito das ideias consagradas: ao menos foi o que aprendi com meu menor, o maior filósofo da ciência do nosso tempo, Karl Popper. O que levou os climatologistas a traírem a própria essência de sua vocação? A resposta quem dá é Curry: “política, dinheiro e fama”. Os cientistas são seres humanos, com motivações humanas; hoje em dia, o financiamento público, os prêmios e as promoções acadêmicas são dados para os ambientalmente corretos.

Entre os climatologistas, explica Curry, “uma pessoa não pode gostar muito do capitalismo e do desenvolvimento industrial e deve defender o globalismo em detrimento das nações”. Pense diferente e você será ostracizado. “A climatologia está se tornando uma ciência cada vez mais dúbia, servindo a um projeto político”, reclama ela. Em outras palavras, “a carroça política está na frente dos cavalos da ciência”.

É assim muito tempo na ciência ambiental, diz ela. A controvérsia quanto ao aquecimento global teve início em 1973, durante a crise do petróleo, que despertou o medo, sobretudo nos Estados Unidos, de que o petróleo fosse acabar. A indústria nuclear, diz Curry, se aproveitou da situação para defender a energia nuclear como a melhor alternativa e começou a subsidiar movimentos ecológicos hostis ao carvão e petróleo – e tem feito isso desde então. Assim nasceu a narrativa do aquecimento.

A NASA exerceu um papel na propagação da narrativa. Depois de encerrar as expedições lunares, a NASA estava à procura de uma nova missão, por isso criou alguns modelos climáticos improvisados que se atêm sobretudo às emissões de dióxido de carbono porque é um fato fácil de isolar e porque “é algo que está sujeito ao controle humano”, observa Curry. Apesar de ser apenas um entre vários fatores que causam as variações no clima, o dióxido de carbono foi aos poucos se transformando no maior vilão da história. Forças burocráticas nas Nações Unidas que defendem um governo mundial – governo da ONU, óbvio – passaram a apoiar essa linha de pesquisa. Daí os cientistas foram convocados e receberam incentivos para provar que tal projeto científico era cientificamente necessário, lembra Curry. A ONU criou o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) em 1988 para promover essa pauta e, desde então, climatologistas – um grupo cada vez mais visível e próspero – adotaram essa fé.

Em 2005, conversei com Rajendra Pachauri, engenheiro ferroviário indiano que se tornou climatologista e virou diretor do IPCC, órgão que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2007, sob seu comando. Pachauri me disse, sem nenhum constrangimento, que, na ONU, ele só contratava climatologistas que estivessem convencidos de que as emissões de dióxido de carbono explicavam o aquecimento global, eliminando todos os outros. Esse conluio extraordinário é o que permite aos políticos e analistas dizerem que “a ciência afirma que” o dióxido de carbono é o culpado pelo aquecimento global ou que existe um “consenso entre os cientistas” quanto ao aquecimento – o que significa que nenhum estudo posterior é necessário, algo que não faz nenhum sentido, já que a pesquisa científica se baseia não no consenso, e sim em visões contraditórias.

Acordo de Paris e outros tratados

Curry é cética quanto a quaisquer resultados positivos que possam surgir de tratados ambientais – sobretudo do Acordo de Paris, assinado em 2016. Segundo os termos do acordo, as nações signatárias – entre as quais não estão os Estados Unidos, que se retirou o pacto – se comprometeram a reduzir as emissões de gases do efeito estufa para estabilizar a temperatura do planeta ao nível atual. Mas, como explica Curry, mesmo que todos os países respeitassem o compromisso – o que é improvável – a redução da temperatura em 2100 seria de insignificantes 0,2 graus. E isso supondo que as previsões dos modelos climatológicos estejam corretas. Se houver um aquecimento menor do que o previsto, a redução na temperatura causada pela limitação nas emissões de gases será ainda menor.

Desde que o Acordo de Paris foi assinado, nenhum governo tomou medidas sérias. A saída dos Estados Unidos do pacto não é o único problema; a Índia está ignorando o acordo e a França “não cumpre seus objetivos de redução na emissão de gases ano após ano”, como admite Nicolas Hulot, ambientalista francês e ex-ministro do Presidente Emmanuel Macron. O acordo não pode ser levado a cabo e não gera nenhuma sanção – uma condição imposta por muitos governos que de outro modo não o assinariam.

Continuamos vivendo uma realidade contraditória: por um lado, ouvimos dizer que não existe ameaça maior à Humanidade do que os níveis de dióxido de carbono da atmosfera; por outro, nada acontece para realmente solucionar essa suposta ameaça. A maioria dos economistas sugere que o único incentivo eficiente para que se reduza as emissões de gases do efeito estufa seria a criação de um imposto mundial sobre o carbono. Nenhum governo parece disposto a aceitar tal medida.

Há uma crise apocalíptica envolvendo o aquecimento global ou não? “Sempre nos disseram que estávamos próximos do ponto a partir do qual seria impossível voltar atrás – que, por exemplo, o derretimento da calota polar no Ártico era o início do apocalipse”, diz Curry. “Mas esse derretimento, que teve início há décadas, não está provocando nenhuma catástrofe”. Os ursos polares se adaptam e se mudam para outros lugares e nunca foram tão numerosos; eles são ameaçados menos pelo derretimento e mais pela urbanização e desenvolvimento econômico da região polar, diz ela.

No último ano, aproximadamente, o planeta começou a resfriar”. Embora “ninguém saiba se isso vai ou não durar ou se isso será capaz de pôr a hipótese do aquecimento global em cheque”. De acordo com Curry, a ruptura dramática da camada de gelo não se daria por causa do derretimento provocado pelo aquecimento global, e sim por “erupções vulcânicas na região antártica, erupções essas que quebram o gelo e que não podem ser previstas”. Os climatologistas não falam sobre essas erupções porque seus modelos teóricos não respondem pelo imprevisível.

Curry, então, recomenda passividade? De jeito nenhum. Para ela, a pesquisa deve ser diversificada a fim de abranger o estudo das causas naturais das mudanças climáticas e não se ater obsessivamente ao fator humano. Ela também acredita que, em vez de perdermos tempo com tratados inúteis e debates estéreis, seria melhor nos prepararmos para as consequências das mudanças climáticas, sejam elas um aquecimento ou resfriamento. Apesar da balbúrdia em torno de eventos climáticos extremos, diz ela, furacões geralmente provocam menos danos hoje do que nos séculos passados porque os sistemas de alarme e os planos de evacuação melhoraram. Essa seria a abordagem correta.

O pragmatismo de Curry talvez não gere elogios entre os ambientalistas e os analistas progressistas, embora ninguém realmente questione a validade das pesquisas dela ou dos dados robustos que ela menciona a respeito de uma realidade absurdamente complexa. Se bem que nem a realidade nem a complexidade geram paixões como as dos mitos, e é por isso que o trabalho de Judith Curry é tão importante hoje em dia. Ela é uma caçadora de mitos.

Farsa da Camada de Ozônio e do gás CFC dos desodorantes

https://www.youtube.com/watch?v=3_GPLlJv6x0

Sempre um petista na contramão!

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O PDT de Ciro Gomes apresentou ao STF uma ação para derrubar a medida provisória de Jair Bolsonaro que simplifica a abertura e fechamento de empresas.

Para azar do governo, foi sorteado como relator Ricardo Lewandowski, um dos ministros mais antiliberais em matéria econômica.

Humberto Costa (PT) tenta criar constrangimento propondo questão de ordem para que Simone Tebet defina o “status do depoente”, se testemunha ou depoente”.

A presidente da CCJ rebateu, destacando que se Sergio Moro se ofereceu espontaneamente a ir AO Senado.

Antes do início da audiência na CCJ com Sergio Moro, senadores petistas gravam vídeos em tom de festa.

O porta-voz informal de Gilmar Mendes não aprovou os últimos vazamentos do Intercept. Pois mostram claramente a manipulação.

Na próxima vez, é melhor combinar diretamente com ele.

Os presidentes dos partidos de oposição – PT, PSB, PCdoB, PSOL e PDT – emitiram uma nota contra o relatório da reforma da Previdência.

Mesmo com as alterações, a oposição considera que a proposta “continua transferindo para os mais pobres e para os trabalhadores o ônus da crise econômica e os problemas do sistema de previdência”.

O PT continua mostrando que ainda não absorveu a derrota para Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais, em outubro do ano passado.

O PSOL pediu uma liminar ao STF para proibir Wilson Witzel de estimular policiais a abaterem bandidos nas favelas do Rio.

O partido diz que as declarações do governador tem levado a ações abusivas da PM, que já matou 434 pessoas no primeiro trimestre. Preferem policiais sendo mortos?

O senador petista Paulo Rocha ficou chateado quando Marcos do Val disse que há muitos investigados no Congresso.

Depois de interromper o colega pedindo que ele dissesse os nomes, virou para Renan Calheiros e deu um sorrisinho.

Relembre:

O PT, que cresceu e chegou ao poder empunhando a bandeira da ética, da moralidade, etc. e tal, votou em peso pelo golpe do Coaf. Dos seus 55 deputados federais, 53 votaram a favor da manobra, visando a enfraquecer Sérgio Moro. Apenas um votou pela manutenção do órgão sob o guarda-chuva do Ministério da Justiça e outro absteve-se.

Os petistas são assim. Não sabem ganhar, como foi muito bem demonstrado pelo resultado dos 13 anos que ficaram no poder, período em que não implantaram nenhuma política pública própria, nada mesmo de um projeto diferente do que já vinha sendo feito na política brasileira. Deram seguimento até ao roubo dos cofres públicos, com o agravamento da sistematização dessa corrupção, por meio de amplos esquemas que além do do enriquecimento pessoal contemplavam também o financiamento do projeto de perenização no poder do partido. Não sabem ganhar e não se conformam nunca em perder. O PT sempre agiu desse jeito nas situações em que as intenções partidárias ou do governo deles não prevalece. Nesses últimos meses, trabalhando duro e recebendo agressões terríveis da esquerda, os brasileiros conseguiram com a maior paciência desmontar parte do desastre econômico, ético e político que vinha sendo construído pelo governo petista. Como se diz no popular, foi tirado o bode da sala. Pois o PT quer colocar novamente o bode para dentro. É claro que numa condição política e social que já não é boa, essa radicalização pode prejudicar muito a democracia e a convivência entre os brasileiros. Mas quando é que a esquerda se preocupou em preservar o mínimo de respeito pela opinião contrária da maioria? Só fazem isso quando é do interesse deles e mesmo assim só de fingimento. Quando são contrariados pela realidade, quebram pro pau. Não deixa de ser uma forma de terrorismo. Mas foi desse jeito que eles conseguiram esse poder perigosíssimo para a democracia brasileira, que precisa ser desmontando, apesar de toda essa birra.

Moro: “Existe um grupo criminoso organizado, cujo objetivo é anular os processos”

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Sergio Moro, nesta quarta-feira, às 9 horas, vai ao Senado.

Ele será interrogado na CCJ por investigados e réus da Lava Jato, reunidos na bancada do IntercePT, a maior do Congresso Nacional…. Parece piada, mas não é.

Sergio Moro, em entrevista a Ratinho, disse:

“Eu não tenho as mensagens. Não posso falar sobre. Mas acho que todos nós devemos nos preocupar com isso. Trata-se de um ataque contra as instituições e à Justiça. Não fui só eu que fui alvo. Também ocorreu com procuradores e jornalistas. É um ataque orquestrado. A polícia está investigando com autonomia, mas a gente não está falando de um adolescente. Existe um grupo criminoso organizado, cujo objetivo é obstaculizar as investigações e anular os processos (…).

Estamos trabalhando muito, mesmo diante de reações até criminosas contra o nosso trabalho.”

A nova peça de propaganda de Glenn Greenwald contra a Lava Jato é ainda mais amadora que as anteriores.

Para compreender o que houve, é preciso colocar as frases em ordem cronológica – respeitando os horários de cada diálogo – e não em blocos separados, como faz Glenn.

A manipulação beira o ridículo de juntar, numa hipotética conversa, diálogos ocorridos em novembro de 2015, junho de 2016 e abril de 2017.

Existe um nome para isso.

A ex-procuradora regional da República Ana Lúcia Amaral, em entrevista à Folha de S. Paulo, desmontou o engodo do IntercePT:

“O que veio até agora não é nada. O que veio à tona não diz que o juiz fez incluir uma parte na denúncia, ‘escreva assim, escreva assado, atribua tal crime ao acusado’. Nem que o MP sugeriu no despacho ‘diga assim, assim’… Está muito claro que isso nunca aconteceu.”

“Parece que o maior interessado, o grande beneficiário, é a defesa do ex-presidente Lula, porque ninguém veio com uma conversa estranha envolvendo outro réu, outro processo.

Houve sempre uma narrativa de que o ex-presidente Lula foi condenado sem provas. Como não deu para apagar as provas, ‘vamos arranjar uma nulidade’. Sempre foi o grande caminho para você acabar com uma operação. ‘Invente uma nulidade aí’. E salva-se todo mundo. Este país não suporta muita legalidade…”

“Fernando Henrique Cardoso denunciou publicamente a tramoia para tirar Lula da cadeia por meio do vazamento criminoso de mensagens roubadas à Lava Jato.

E o que fez o IntercePT? Pescou no balaio do hacker um diálogo entre Moro e Dallagnol sobre o próprio FHC. É uma tentativa nojenta de intimidar qualquer um que questione os vazamento. Quem garante que os vazadores vão vazar tudo, sem escolher seus alvos? Quem garante que eles não vão poupar seus apoiadores?”

 

“A privatização chega aos presídios. O que você acha?”

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“A dificuldade para lidar com o ritmo crescente da população carcerária fez governadores em início de mandato declararem que pretendem repassar para a iniciativa privada pelo menos uma parte da gestão prisional. É o caso de Carlos Massa Ratinho Junior (PSD), no Paraná, que ainda não definiu que modelo vai seguir.

Mas foi quando João Doria (PSDB), em São Paulo, deixou clara a pretensão de partir para a terceirização que acendeu o sinal da possibilidade de expansão desse setor – hoje restrito à atuação de sete empresas e responsável por menos de 2% das penitenciárias do país. No território paulista está quase um terço dos presidiários brasileiros e nenhuma unidade por lá tem gestão privada.

A administração prisional privada divide opiniões: enfrenta resistências, mas também é apontada como solução. A discussão passa por desvendar os reais custos para manter um preso e avaliar se é mais caro ou barato do que a gestão pública. A verdade é que faltam dados para discutir se é um sistema eficiente.

Hoje não se sabe nem quantas pessoas estão presas no Brasil. Os dados mais recentes são de 2016, quando o levantamento do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) indicou 726 mil presidiários. Especialistas consultados pela reportagem apontam que, atualmente, o número pode estar na faixa de 900 mil pessoas – há dez anos eram 473 mil. Ou seja, a massa carcerária dobrou em uma década, aumentando em um ritmo bem maior do que o restante da população.

A quantidade de vagas não cresceu na mesma proporção – intensificando a superlotação. A capacidade total dos 2,6 mil presídios brasileiros é de menos de 400 mil vagas. E os dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) indicam que há pelo menos 143 mil mandados de prisão em aberto – são pessoas que estão em liberdade, mas podem ser presas a qualquer momento, inchando ainda mais o ambiente carcerário.

A ideia de confinar gente, sem considerar adequadamente as estruturas, não se mostrou muito eficaz. As condições precárias abriram margem para o desenvolvimento de facções criminosas, que passaram a oferecer algum tipo de segurança e de conforto em troca de fidelidade e mão de obra.

O flanco para a gestão privada surgiu a partir da falta de agilidade do poder público para lidar com problemas do cotidiano, como reparos nos prédios. Em um local de confinamento, com predisposição à violência, a interrupção do abastecimento de água ou energia elétrica tem potencial para iniciar um motim, colocando em risco a vida de presidiários e funcionários.

A atuação das empresas no setor começou tímida há duas décadas e vem se intensificando nos últimos anos. A maior parte já atuava no setor de segurança patrimonial e/ou transporte de valores e percebeu um novo nicho de mercado. Ao detectar o movimento, até o BNDES montou uma estrutura para dar suporte à gestão prisional, que está em fase de desenvolvimento de um projeto-piloto.

Modelos de participação privada na administração prisional são variados

Dentro da iniciativa, há modelos mais complexos e de longo prazo, como a Parceria Público-Privada (PPP), em que a empresa constrói e depois administra o presídio. Mas a maior parte dos sistemas em funcionamento é por cogestão, sempre sob o comando do governo – que tem o poder legal das execuções penais. Nesse caso, a empresa fica responsável por áreas administrativas e fornecimento de produtos e serviços. Mesmo dentro desse sistema há variações: em alguns estados os agentes penitenciários são funcionários públicos e em outros o trabalho é feito pelos chamados agentes de ressocialização, contratados pela iniciativa privada.

A partir da consulta a secretarias estaduais, empresas e entidades do setor

Atualmente, oito estados contam com empresas na gestão prisional. São 32 unidades, que concentram 22,5 mil presos (o que representa 0,2% da população carcerária brasileira). O valor cobrado mensalmente oscila de R$ 2,4 mil a R$ 5,5 mil por presidiário. Entre os motivos da variação está a gama de serviços ofertados (por exemplo, em alguns lugares estão incluídas as refeições diárias e em outros o trabalho equivalente ao dos agentes penitenciários). A faixa de custo se aproxima, em muitos casos, do desembolso registrado no sistema 100% estatal.

Com a semelhança nos valores, a avaliação se desloca para critérios de qualidade de cada modelo. O presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Gestão Prisional, Jeferson Furlan Nazário, alega que basta visitar uma unidade com gestão privada para perceber a diferença. Segundo ele, há mais presos trabalhando e estudando, e os projetos de ressocialização, além das condições mais dignas, conferem mais chances de reintegração à sociedade. Contudo, não há estudos ou indicadores que permitam comparar se os presídios com gestão privada ou os integralmente públicos são mais eficientes.

O professor Sandro Cabral, coordenador do mestrado em Políticas Públicas do do Instituto Insper (SP), pesquisa a atuação de empresas em presídios há mais de uma década e realizou um experimento para tentar chegar a uma resposta. Ele comparou duas penitenciárias que foram construídas com o modelo arquitetônico e na mesma época, nas cidades baianas de Valência e Teixeira de Freitas. Uma foi repassada para à gestão privada e outra ficou no sistema 100% público. Segundo Cabral, os resultados da administração empresarial foram mais eficientes. “Eu não morro de amores por presídios privados. Eu sou cientista e vou lá é mensuro”, comentou.

Mas nem tudo são flores.

Uma das sete empresas do setor é alvo de muitas críticas, especialmente por causa de episódios violentos, que resultaram em mais de uma centena de mortes em Manaus (confira reportagem especial sobre o caso). Para Cabral, a situação no Amazonas não reflete o tipo de trabalho que é desempenhado pelas empresas em outros estados. Ele reforça, inclusive, que o modelo só funciona se houver também um rígido controle do Estado, com acompanhamento de todas as práticas e cobrança por resultados positivos.

A Pastoral Carcerária, estrutura da Igreja Católica que acompanha a situação prisional, preferiu não dar entrevista sobre a gestão privada de presídios. Mas um relatório publicado pela entidade em 2014 questiona a mercantilização do sistema, afirmando que a atribuição deve ser exclusiva do poder público, até como forma de não lucrar com a penalização das pessoas. Aliás, um dos motivos que conteve a expansão da gestão privada em vários estados foi o entendimento – pelo Ministério Público e por outras estruturas de controle – de que a execução penal é uma atribuição exclusiva do poder público.

Valor por preso depende da base de serviços prestados

Para o representante das empresas, parte da rejeição ao modelo vem do fato de que os valores gastos mensalmente ficam bastante expostos, ao contrário da despesa no sistema público, que acaba camuflada na folha de pagamento dos servidores. Nazário inclusive contesta a ideia de que o custo pode ser menor na estrutura estatal, alegando que vários itens, como a previsão futura de despesas previdenciárias, deixam de ser computados.

Ele destaca que os valores praticados pela iniciativa privada poderiam ser ainda menores, caso fosse possível ganhar escala – ou seja, ampliar a base de serviços e de atendidos e, com isso, reduzir o preço unitário. Num cenário hipotético, considerando os agentes de segurança e as cinco refeições diárias (os itens mais caros da conta), Nazário avalia que o valor mensal poderia se aproximar de R$ 3,2 mil por preso em caso de ampliação da base de atuação. Ele também enfatiza que as empresas conseguem empregar tecnologias, com mais facilidade, como escaneamento corporal, drones, sensores, bloqueadores de celular e até cães treinados.

O Paraná foi o primeiro estado brasileiro ter uma penitenciária com gestão privada.

O sistema foi considerado modelo e foi estudado, além de reproduzido em outros lugares. Atualmente, só a alimentação distribuída nos presídios paranaenses é terceirizada. Contudo, o governo estadual analisa a possibilidade de dividir com empresas a gestão de presídios paranaenses.”

PT: “O maior escândalo de corrupção da história do mundo”

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“Não há como separar as decisões tomadas no âmbito da Lava Jato das circunstâncias que a circundavam”. “Estava-se diante do maior escândalo de corrupção da história do mundo, ao que se tem notícia.

Estavam envolvidos todos os partidos que representavam a coalizão que administrava o país há mais de dez anos e com todas as implicações que isso significa, justamente depois do que já se sabia do mensalão.

Mais do que isso, houve sinais divulgados ao público de inúmeras tentativas de se tentar barrar a operação.

Não estávamos na ocasião, como não estamos hoje, em um ambiente de normalidade institucional (…).

Se o bem maior era a República e o bem da nação, eticamente não se exigiria outra coisa de um virtuoso que não a de proteger o resultado da Operação Lava Jato, dentro das regras vigentes; a punição dos envolvidos e sua retirada da vida pública, após o devido processo legal. Que, aliás, foi o que ocorreu, com a prisão de empreiteiros e políticos de diferentes partidos, que, ao que parece, ainda lutam para reverter esse resultado e voltar às velhas práticas no poder.”

A Odebrecht lembra o “amplo período de prosperidade”, entre 2008 e 2015, quando o faturamento saltou de R$ 40 bilhões para R$ 132 bilhões.

A prosperidade, azeitada com dinheiro público em amplo esquema de corrupção, foi acompanhada de um endividamento assustador, de R$ 18 bilhões para R$ 110 bilhões.

Ou seja, o gigante nacional cresceu à base de esteroides e murchou quando a Lava Jato cortou o suprimento.

Segundo o porta-voz da Presidência, Bolsonaro espera que Montezano adote medidas como a devolução de recursos que estão no banco ao Tesouro Nacional.

Com a substituição de Joaquim Levy por Gustavo Montezano, Bolsonaro quer que novo presidente do BNDES abra ‘caixa-preta’ do banco e identifique onde foi investido o dinheiro enviado a obras de infraestrutura em Cuba, Venezuela e outros pelo PT.

“A gente não sabe nem de que computador saiu. Aquilo lá pode ter sido feito a qualquer momento por qualquer um”

A frase é de Paulo Bernardo, durante oitiva na CPI do BNDES, mas ele não estava se referindo obviamente ao vazamento de supostas mensagens do Telegram de procuradores da Lava Jato.

O ex-ministro estava se referindo às planilhas do departamento de propina da Odebrecht. Ele é acusado de embolsar cerca de R$ 50 milhões em troca de apoio à aprovação de linha de crédito para obras em Angola.

Lula, o avalista do petrolão

1 – O esquema do PT com o Banco Schahin era idêntico ao do Banco Rural.

2 – O Banco Schahin fez vários empréstimos fictícios para o PT.

3 – Um desses empréstimos, em nome de José Carlos Bumlai, o laranja do Lula, foi usado para pagar o chantagista que ameaçava denunciar o envolvimento do próprio Lula no assassinato de Celso Daniel.

4 – Quando estourou o mensalão, o Banco Schahin foi acionado para quitar 60 milhões em dívidas da campanha de Lula, em 2006.

5 – A contrapartida foi o contrato com a Petrobras para o navio-sonda Vitória 10.000.

6 – O mensalão, administrado por Delúbio Soares, foi substituído pelo petrolão, administrado por João Vaccari Neto.

7 – O petrolão cresceu e se tornou o maior esquema de corrupção de todos os tempos, financiando as duas eleições de Dilma Rousseff, em 2010 e em 2014.

Lula, foi o “principal articulador e avalista das nomeações”.

“Era o garantidor do esquema maior montado para abastecer os partidos, agia nos bastidores para nomeação de agentes públicos em cargos chaves para a organização criminosa.”

“O petrolão e o mensalão são a mesma coisa. Desde 2004, o petrolão financiava o mensalão”.

Pedro Corrêa, denunciou o envolvimento direto de Lula com o Petrolão.

Os dois tiveram vários encontros para discutir a divisão de propina das empreiteiras.

Num desses encontros, “o PP cobrava mais espaço no esquema de propina da Petrobras. Lula teria dito a Corrêa que Paulinho, apelido de Paulo Roberto Costa, indicado pelo ex-presidente, estava atendendo bem o partido da base aliada”.

Outro episódio:

“Corrêa e João Pizzolatti foram ao escritório do advogado Luiz Eduardo Greenhalgh. Quando chegaram lá, encontraram Marcos Valério. Greenhalgh e Valério queriam que Pedro Corrêa e Pizzolatti os ajudassem a fechar uma operação de compra e venda de petróleo com Paulo Roberto Costa. De acordo com Corrêa, Lula interferiu para que a transação saísse”.

“Agora é o momento de Levy explicar por que não abriu a caixa-preta do BNDES”

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A CPI do BNDES quer que Joaquim Levy dê explicações sobre a caixa-preta do BNDES.

“Agora é o momento para ele explicar por que não abriu a caixa preta do BNDES. A missão dele era mostrar os empréstimos internacionais, para os países da América e da África, para a JBS também”, disse o deputado José Nelto, líder do partido na Câmara.

O petista Paulo Bernardo será ouvido nesta segunda-feira pela CPI do BNDES na Câmara dos Deputados.

A presença do ex-ministro do Planejamento e das Comunicações atende a um requerimento da deputada Paula Belmonte, do Cidadania.

A CPI investiga suspeitas de irregularidades no BNDES entre 2003 e 2015.

Levy foi aconselhado pelo amigo Armínio Fraca a deixar o cargo depois que Jair Bolsonaro disse que sua cabeça estava a prêmio, por causa da nomeação de Marcos Pinto, que trabalhou para o governo do PT.

Bolsonaro já não estava satisfeito com o presidente do BNDES, que não abriu a caixa-preta dos contratos da era petista, como queria o presidente da República.

Além disso, Levy demorou para se desfazer da carteira de ações da BNDESPar e resistia a devolver ainda este ano até RS 126 bilhões de empréstimos do Tesouro Nacional ao banco.

BNDES expõe em seu site a lista dos maiores tomadores de recursos do banco.

Lidera o ranking a Petrobras, seguida da Embraer, Norte Energia e Vale. Em quinto lugar, aparece a Odebrecht.

Fernando Haddad foi ao Twitter neste domingo defender Marcos Barbosa Pinto, que ontem pediu demissão da diretoria da área de Mercado de Capitais do BNDES.

“Reconhecimento: Marcos Barbosa Pinto, pivô da demissão de Levy do BNDES, me assessorou na formatação de 2 projetos de lei: Prouni e PPP. Sua contribuição técnica foi inestimável para o sucesso destas iniciativas. Bozo não conseguiria conviver com tanto talento!”, disse o petista.

-PINTO REALMENTE AJUDOU MUITO O PT A AFUNDAR O BRASIL.

Paulo Guedes disse antes de Joaquim Levy ser demitido, para devolver o quanto antes os recursos que o Tesouro emprestou para o banco.

“Levy, por favor, despedale, tem que devolver”, disse, sem especificar quanto nem quando pretende ter os recursos de volta.

 

Entre a ORCRIM e a Lei, Moro escolheu a lei

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“As mensagens roubadas à Lava Jato não mostram uma ilegalidade: elas mostram a luta intransigente pela legalidade.”

O PROBLEMA NÃO É O CONTEÚDO, NÃO É NADA. MAS A FORMA DE INTERCEPTAR AUTORIDADE FEDERAL, ISSO É GRAVE, A FORMA, PIOR QUE TORTURA E AINDA FAZ PUBLICAÇÃO, VIRA CELEBRIDADE E ESTA GANHANDO COM O CRIME, SÓ NO BRASIL…

“Ficou evidente a obsessão de Moro pela apuração da verdade”, diz advogado de réus da Lava Jato

Luís Carlos Dias Torres, advogado de réus da Lava Jato, afirmou que em sua experiência “nunca houve comprometimento da imparcialidade” de Sergio Moro nos casos em que atuou.

“E toda vez que procurei o Dr. Sérgio Moro para despachar, sempre fui recebido com atenção e respeito. Nunca precisei do Telegram do juiz Sérgio Moro para poder falar com ele”, disse.

Testemunhos desta envergadura nos fazem acreditar nos operadores do direito. Por outro lado vejam os representantes da OAB como tem se comportado, vergonha nacional.

O juiz federal Roberto Wanderley Nogueira disse que as conversas vazadas entre Deltan Dallagnol e Sergio Moro foram obtidas de modo ilícito e que por isso não justificam “tamanho burburinho” na imprensa.

Acho que a ABIN está demorando demais em pedir auxílio para Israel no sentido de descobrir os responsáveis pelo crackeamento dos supostos diálogos entre os membros da lava jato.

A juíza Gabriela Hardt, que condenou Lula, “tem dito que se for alvo de divulgação ilegal de suas mensagens vai processar criminalmente o responsável”.

“O fundamento, na avaliação da juíza, está claro na lei 9.296/96 que trata das interceptações”.

Entre a ORCRIM e a lei, Moro escolheu a lei

Fernando Gabeira diz a proximidade entre juiz e procurador “acontece muito no cotidiano do combate ao crime comum. Um juiz teme muito mais favorecer, pela inércia, a uma organização criminosa do que à promotoria”.

As mensagens roubadas à Lava Jato mostram só isso: Sergio Moro não favoreceu a organização criminosa.

As mensagens roubadas à Lava Jato “tendam a minar o ingresso de Moro no STF, elas fortalecem eleitoralmente seu nome, quando seu capital político já apresentava alguma erosão.

Moro perde como magistrado, ganha como político.”

Quem realmente perde é o Brasil, se as mensagens roubadas forem usadas pelo STF para soltar os bandidos.

Será que o STF terá a coragem e desfaçatez de soltar todos os criminosos da lava jato?

A Lava Jato corre o risco de ser demolida, com a soltura de Lula e de seus comparsas.

Jair Bolsonaro pode tentar impedir esse golpe, indicando para a PGR um procurador próximo da turma de Curitiba

O advogado Kakay, disse que, embora seja amigos de ministros do STF e os receba em casa, nunca tratou de processos fora da corte.

“Tenho o WhatsApp de alguns ministros que são meus amigos pessoais, mas nunca trato de processo dessa forma. Isso é excrescência, é crime. Uma coisa nunca antes vista”, afirmou, aludindo ao suposto conteúdo das mensagens roubadas.

Kakay é um pândego. kkkkkkkkkkkkkkkkk

Sergio Moro vai ao Senado na quarta-feira.

Major Olímpio declarou:

“Se tem alguém que não precisa de blindagem é o Moro. Nossa certeza é a de que ele está 100% amparado na lei, é um dos últimos símbolos da Justiça.”

Ana Lúcia Amaral, procuradora regional da República aposentada, comentou na Folha de S. Paulo:

“Dos meus 21 anos de Ministério Público Federal, sempre falei com juiz, pois ele é o primeiro que deveria convencer para a causa que propunha. Seja cível ou criminal.

Muitas conversas foram bem duras, mas tinha que obter o resultado buscado na ação.

Chega de hipocrisia e inveja do talento alheio.”

Fernando Gabeira, em sua coluna, observa que Gilmar Mendes achou um escândalo a relação de proximidade entre Moro e Dallagnol, procurador da Lava Jato.

Mas se esquece de que também foram vazadas conversas suas com Aécio e com o governador do Mato Grosso que estava para ser preso.

“Viver, na era digital, é muito perigoso.”

 

Ex-presidente do STF diz: “In Moro, I trust”

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Carlos Velloso, ex-presidente do STF, defendeu a permanência de Sergio Moro no Ministério da Justiça.

“A quem interessa [a saída de Moro]? Dr. Pedro Aleixo, que foi vice-presidente da República, um jurista mineiro de grande porte e envergadura, diante de questões como essa, indagava: ‘Cui prodest?’ A quem interessa? A quem interessa que Moro deixe o ministério? Os homens de bem não devem pensar assim. Moro foi um bom juiz. Um juiz severo, mas garantidor das garantias individuais. É meu modo de ver. In Moro, I trust.”

A quem interessa ? Aos gatunos de plantão.

Para Carlos Velloso, ex-presidente do STF, o que há por trás do vazamento de mensagens privadas de Sergio Moro com procuradores é uma tentativa de desacreditar a Lava Jato.

“A operação Lava-Jato esclareceu a ocorrência de monumental corrupção na administração pública, especialmente na Petrobras”, disse Velloso.

“Agentes públicos e do poder econômico em conluio se apropriaram de bilhões de reais de dinheiro público. Homens poderosos do poder econômico e do poder público estão presos ou estão sendo processados. Há acordos de delação premiada que escancaram essa corrupção. Muito dinheiro público roubado está sendo recuperado. Quem estaria por trás dessa articulação contra Sérgio Moro e a força-tarefa da Lava-Jato? É fácil responder. Sem dúvida existe campanha para desacreditar a operação Lava Jato, mediante meios ilegais, ilícitos, como ocorreu.”

É óbvio que há muitos interessados em acabar com a Lava Jato. Os que estão por trás da espionagem das autoridades são aqueles que não querem ser pegos.

Sem consciência: “GARIS SOFREM LESÕES COM LIXO MAL-EMBALADO”

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Profissionais, que correm 25 km por dia, estão expostos a cortes por cacos e furos de agulhas

Nos últimos cinco anos, Carlos Gomes dos Santos, 33, sofreu vários acidentes de trabalho: teve um corte profundo na perna, outro no dedo da mão, foi atropelado por uma moto e perfurado duas vezes por seringas hospitalares usadas.

E esse “trabalho sujo”, como muitos assim enxergam, é de alto risco por conta da falta de compreensão e de educação, principalmente da população, que deveria embalar melhor seus dejetos e contribuir para a garantir a segurança desses profissionais.

De acordo com a Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), os acidentes envolvendo garis na capital são constantes. Os profissionais acabam se ferindo com objetos cortantes e pontiagudos, como cacos de vidro, lâminas, pedaços de espelho, latas de alimentos em conserva, espetos de churrasco, lâmpadas fluorescentes e seringas hospitalares usadas.

Nesse último caso, por haver risco de contaminação, o gari fica seis meses afastado do trabalho, em tratamento, e quem perde é a própria população.

“Não tem como a gente evitar os riscos. A todo instante, a gente está na rua e pode acontecer um imprevisto, tanto pegando o lixo dos moradores como também riscos no trânsito”, disse Carlos Santos, que cortou a perna com um pedaço de espelho quebrado que colocaram em um saco preto.

“No que eu peguei o saco e saí correndo atrás do caminhão, ele bateu na minha perna e me cortou. Levei dez pontos”, conta o gari.
Ele também afirma que foi atropelado por uma moto e, há poucos dias, cortou um dedo da mão e levou cinco pontos.

“Fui perfurado duas vezes com seringas hospitalares colocadas em sacos de lixo. Não colocam as seringas da maneira correta, dentro de garrafas, mas numa sacola, de qualquer maneira”.

Os garis chegam a atingir velocidade de 7 km/h correndo atrás dos caminhões em movimento para depositar o lixo. “é preciso a cooperação dos outros motoristas no trânsito. Infelizmente, muitos reagem com impaciência, não levando em consideração a importância do trabalho realizado pelos garis”, informou a SLU.

Em alguns casos, os garis feridos com seringas são obrigados a tomar coquetel anti-HIV. Muitos não informam acidentes de trabalho com medo de perder o emprego.

Responsáveis

A segurança dos profissionais da limpeza da capital é de responsabilidade da Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), de empresas terceirizadas e da própria população, segundo o órgão.

Proteção

As empresas terceirizadas são obrigadas a oferecer equipamentos de proteção individual, como luvas, calçado e vestimenta. (que não protege contra vidro e seringa)

Cheiro forte de dejetos incomoda só os outros

Com o passar do tempo, Santos disse não se incomodar tanto com o cheiro forte do lixo. “Agora, para minha esposa, quando eu chego em casa, o cheiro já a incomoda bastante. Quando entramos no ônibus, voltando do trabalho, ficamos até sem graça de sentar perto do pessoal. Mesmo quando tem assento disponível, preferimos ficar em pé, perto da porta, para não incomodar as pessoas”, disse.

Funcionário que se acidenta com seringa é afastado

O gari que se acidenta com seringa descartável, que pode estar contaminada, e encaminhado para o serviço de saúde e fica seis meses afastado do trabalho para tomar uma série de medicações e vacinas.

De acordo com a chefe do departamento de políticas sociais e mobilização da Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), Ana Paula da Costa Assunção, os acidentes mais comuns são com cacos de vidro e seringas.

“São feitas campanhas orientando a população sobre o correto acondicionamento dos resíduos”, disse, lembrando que os garis recebem equipamentos de proteção individual.

“A luva não consegue garantir totalmente a segurança, principalmente quando se trata de seringas e vidro”, alertou.

Como condicionar o lixo corretamente

1 – Acondicione vidros e itens pontiagudos ou cortantes em garrafas PET lacradas ou em embalagens longa vida;

2 – Pressione as tampas das latas de alumínio para dentro antes de descartá-las;

3 – Quebre espetinhos de churrasco e, se possível, vede-os em caixas de sapato;

4 – Não jogue fora líquidos no lixo comum, principalmente os tóxicos e ácidos;

5 – Descarte lâmpadas fluorescentes somente em locais apropriados, como lojas que as recebem;

6 – Informe que há vidros no saco de lixo ou entregue a embalagem nas mãos do gari;

7 – Evite jornal para envolver materiais cortantes;

8 – Use sacos de lixo reforçados para que não se rompam e espalhem materiais nas ruas;

9 – Quem faz uso de insulina deve guardar as agulhas usadas em garrafas, que devem ser lacradas antes do descarte;

10 – Coloque garrafas de vidro intactas ‘em pé’ em uma caixa de papelão ou as descarte em pontos de coleta seletiva.

O que é a gordura no fígado e porque você precisa tanto se preocupar

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“A gordura no fígado já atinge mais de 30% da população mundial e tem se tornado cada vez mais comum entre pessoas sedentárias ou que não seguem uma dieta balanceada”

“Pouco conhecida e sem sintomas claros, a esteatose hepática não alcoólica atinge mais de 30% da população mundial, mas a maioria não sabe que sofre com ela.”

“De maneira geral, os pacientes só descobrem o problema – conhecido popularmente como gordura no fígado – quando realizam exames de sangue ou de imagem que investigam outras doenças.

Assim, são pegos de surpresa e orientados a mudar radicalmente seus hábitos para evitar que o quadro evolua para cirrose ou câncer, por exemplo.

>> Carne branca também aumenta o colesterol ruim

De acordo com a médica Bianca Della Guardia, coordenadora do Grupo Médico Assistencial de Doenças Hepáticas do Hospital Albert Einstein, o problema é grave e se caracteriza pelo acúmulo excessivo de gordura (lipídios) nas células do fígado, órgão que se situa no lado superior direito do abdome e exerce mais de 500 funções no organismo.

Além disso, o problema tem se tornado cada vez mais comum em pessoas sedentárias ou que não seguem uma dieta balanceada.
Mas a má alimentação e a falta de exercícios não são os únicos responsáveis pelo desenvolvimento da gordura no fígado. Fatores como obesidade, hipertensão arterial, diabetes tipo 2 e resistência à insulina também podem influenciar no aparecimento da esteatose hepática não alcoólica e estimular a evolução do problema para outras doenças.

Em grande parte dos casos de grau leve, a evolução não ocorre e a condição permanece equilibrada por muito tempo, sem influenciar na rotina do paciente. Só que isso não é motivo de descuido porque o acúmulo de gordura no órgão de forma moderada ou grave aumenta a chance do desenvolvimento de uma fibrose hepática em alguns pacientes e até de doença hepática terminal (cirrose) ou câncer no fígado em outros.

Transplantes

Segundo a médica, nem sempre há tempo de reverter esses quadros e os pacientes precisam entrar na fila do transplante como uma tentativa de combater o problema.

“Grande parte dos transplantes de fígado que realizamos [no Hospital Albert Einstein] chegam a nós como quadros de esteatose hepática avançada”, afirma Bianca.
Ainda segundo a especialista, não existem medicamentos aprovados para o tratamento da doença. Por isso, os pacientes que detectam a gordura no fígado ainda em estágio inicial têm maiores de chances de evitar o avanço do problema.

Para isso, a orientação é realizar caminhadas, corridas ou outros exercícios frequentemente. Além da atividade física, a alimentação também deve ser saudável com restrição no consumo de carboidratos refinados, produtos com alta carga glicêmica e gorduras saturadas. Vícios como tabagismo também precisam ser abandonados.

No entanto, essa detecção precoce da doença é difícil devido à falta de sinais evidentes. “Como não há sintomas específicos no início do aparecimento, é preciso focar na prevenção e na adoção de hábitos saudáveis”, finaliza Bianca.

Alcoolismo

Pessoas viciadas em bebidas alcoólicas se encaixam no grupo de risco para uma esteatose hepática específica ao álcool e, para esses casos, o tratamento exige a exclusão total das bebidas.

Dicas para prevenir a gordura no fígado

– Restrinja o consumo de carboidratos refinados, os de alta carga glicêmica e as gorduras saturadas. Substitua esses alimentos por azeite de oliva, peixes, frutas e verduras.

– Procure manter o peso dentro dos padrões ideais para sua altura e idade.

– Esteja atento à medida da circunferência abdominal, que não deve ultrapassar 88 cm nas mulheres e 102 cm nos homens.

– Pratique atividade física regular.

– Beba com moderação e esporadicamente.

– Procure um médico para fazer seus exames periódicos de sangue e de imagem.”

Lula revela ligações com dono da Globo (Veja o Vídeo)

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Deixem Lula falar que ele aos poucos vai revelando como eram as suas relações promíscuas no exercício do poder.

Em entrevista concedida para a imprensa militante, no último dia 13 de junho, empolgado, o presidiário fanfarrão relatou os encontros teve com os ‘barões’ da grande imprensa nacional.

“O coitado do Zé Dirceu cansou de jantar com o Roberto Civita (dono da Editora’ Abril)”, conta Lula.

Na sequência ele diz o seguinte:

“O João Roberto Marinho (dono da Rede Globo) vivia conversando com o Palocci, com o Guido Mantega, com o José Dirceu, conversava comigo e conversava com a Dilma”.

Sob os olhares dos entrevistadores, dois medíocres jornalistas militantes, que não ousaram perguntar qual o teor dessas conversas que envolviam os ministros da Fazenda e da Casa Civil e o próprio presidente e que eram frequentes, como demonstra a própria narrativa de Lula, o presidiário avançou e fez a seguinte revelação:

“eu era candidato a reeleição e nós chamamos o João Roberto Marinho para conversar sobre o papel do O Globo na campanha (…)”.

Em seguida, Lula prossegue, relata sobre a prensa dada no dono da Globo, como se tudo isso fosse algo absolutamente normal.

É efetivamente um presunçoso, desonesto e psicopata, quem não consegue ver mal nenhum em sua conduta obscena e despudorada.

Por essa e outras razões que Lula deve realmente se sentir um injustiçado, afinal tudo que roubou foi por uma causa.  O projeto criminoso de poder do PT.

Veja o vídeo:

Membros do Min. da Defesa e do Judiciário querem enquadrar The Intercept na Lei de Segurança Nacional

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“Membros do Ministério da Defesa e do Judiciário querem enquadrar The Intercept na Lei de Segurança Nacional, segundo Alexandre Garcia”

Nesta quarta-feira (12), o ministro da Defesa, General Fernando Azevedo e Silva, recebeu 29 jornalistas para falar sobre como estão trabalhando as Forças Armadas.

Entre os presentes estava o jornalista Alexandre Garcia, que também participou da EXPOJUD, evento que reuniu aproximadamente 500 membros do poder Judiciário.

Garcia garante que tanto entre os membros do Ministério da Defesa, quanto entre os membros do Judiciário, há um consenso de que não há nada de anormal nas conversas vazadas pelo The Intercept.

A preocupação primária é com os vazamentos em si. Nesse sentido, em ambos os círculos, haveriam pessoas justificando o enquadramento dos responsáveis pelo vazamento na Lei de Segurança Nacional.

-A lei hoje em vigor foi sancionada em 1983 pelo último presidente militar João Batista Figueiredo (1979-1985), já num período de abertura política. Além de definir crimes contra a ordem política e social, a legislação atribui à Polícia Federal a responsabilidade por apurar quem desafia essa lei.

Em 2000, uma onda de invasões de prédios públicos promovida pelo MST (Movimento dos Sem Terra) passou a ser combatida com a prisão e o indiciamento de integrantes do movimento com base na Lei de Segurança Nacional.

Em maio daquele ano, nove agricultores militantes no Paraná foram detidos e também acusados de outros crimes como porte ilegal de arma, formação de quadrilha, desobediência, resistência à prisão e incitação ao crime.

Duas semanas antes desse episódio, dois líderes do MST em Mato Grosso já haviam sido enquadrados também com base na Lei de Segurança Nacional.

-Pela Lei de Segurança Nacional, os autores dos crimes de invasão dos celulares podem ser condenados a uma pena de três a dez anos de prisão.

O jornalista falou sobre a questão em vídeo publicado no youtube. Veja o vídeo:

Vai dar ruim pra quem mexer com a Lava Jato

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A deputada Bia Kicis usou o Twitter neste sábado para comentar o vazamento de mensagens entre Sergio Moro e integrantes da Lava Jato.

Moro diz não reconhecer autenticidade de novos diálogos vazados

“O Ministro da Justiça e Segurança Pública não reconhece a autenticidade e não comentará supostas mensagens de autoridades públicas colhidas por meio de invasão criminosa de hackers e que podem ter sido adulteradas e editadas. Reitera-se a necessidade de que o suposto material, obtido de maneira criminosa, seja apresentado a autoridade independente para que sua integridade seja certificada.”

Mourão: “Guerra cibernética atinge em cheio o governo”

“Estamos vendo aí a guerra cibernética atingindo em cheio nosso governo”, disse.

“[A Rússia] hackeia, interfere nas comunicações, interfere na internet, ela entra dentro da CIA para apoiar o Assad, entra na Venezuela para apoiar o regime do Maduro. Ou seja, age como hooligan no cenário internacional. Temos ameaças que perpassam todos os países do mundo.”

Lava Jato tem o apoio de eleitores de Bolsonaro

Pesquisa da XP mostra que as revelações das mensagens roubadas não derrubaram o apoio dos eleitores de Jair Bolsonaro à Lava Jato.

Entre os entrevistados que votaram no presidente, 63% dizem que a Lava Jato não cometeu excessos.

Para 13%, a força-tarefa cometeu excessos, mas o resultado valeu a pena – mesmo índice de quem reconhece abuso. Outros 12% não souberam responder.

O showzinho da ORCRIM

Depois do interrogatório de Lula sobre o triplex, em 10 de maio de 2017, Sergio Moro sugeriu que a Lava Jato emitisse uma nota oficial para rebater o “showzinho” da defesa.

É o que consta de uma mensagem roubada à Lava Jato.

A mensagem foi enviada às dez da noite. Lula havia acabado de participar de um showzinho para cinco mil militantes petistas, reunidos em Curitiba – e não um showzão, como se previa. No palco, Lula havia acusado a Lava Jato de fabricar mentiras para condená-lo e anunciado que estava se “preparando para voltar a ser candidato a presidente da República”.

A estratégia da defesa de Lula sempre foi essa: alegar que Sergio Moro e a Lava Jato o perseguiam apenas para impedir sua candidatura. Ao sugerir que a Lava Jato emitisse uma nota oficial, esclarecendo os fatos, Sergio Moro evidentemente tentava evitar que o julgamento saísse do terreno das provas e fosse contaminado pela batalha política.

O showzinho da ORCRIM continua.

“Talvez vcs devessem amanhã editar uma nota esclarecendo as contradições do depoimento com o resto das provas ou com o depoimento anterior dele”, teria escrito Moro ao procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, segundo transcrição publicada pelo advogado petista Glenn Greenwald e não reconhecida pelo ministro.

É um crime muito grave mesmo (risos).

“Produto de crime”, diz associação de juízes do Paraná sobre mensagens roubadas

A Associação Paranaense dos Juízes Federais, manifestou, em nota, “intenso repúdio pela invasão criminosa das telecomunicações de vários magistrados brasileiros, especialmente os que foram ou são responsáveis pela condução de processos penais da chamada operação Lava Jato e outras dela decorrentes ou concomitantes”.

“Os dados apresentados na mídia a nada servem porque susceptíveis a manipulação do conteúdo. São produto de crime; indignos de crédito”, afirmou a entidade.

Modesto Carvalhosa: ‘É falacioso e cínico dizer que MP não pode se comunicar com juiz’

“É inaceitável a ideia ora disseminada pelos corruptos e seus aliados de que o juiz não pode se comunicar com os membros do MP”, escreve Carvalhosa, que chama de “falacioso e cínico” o uso desse argumento.

“GREVE GERAL” MAIS UM ATO FRACASSADO DE VANDALISMO

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A “greve geral” está sendo um fiasco, um fracasso total. Uns gatos pingados tentando criar confusão para atrapalhar o país. Ninguém mais leva a sério essas pautas esquerdistas.

O PT é o partido que mais tem aposentadorias especiais, enquanto finge atuar pelos mais pobres. É uma quadrilha de privilegiados e marginais que querem viver à custa do povo trabalhador.

E a ficha do povo já caiu faz tempo.

Sob o pretexto de protestar contra a reforma da Previdência, trabalhadores de diversas categorias estão sendo convocados para uma greve geral nesta sexta-feira (14). Também fazem parte das reivindicações temas como maior geração de empregos formais, retomada do crescimento da economia, contingenciamento na educação e até um desagravo ao ministro da Justiça, Sergio Moro.

Por trás dessa movimentação estão as centrais sindicais, partidos políticos, entidades estudantis e opositores ao governo de Jair Bolsonaro (PSL). Segundo os movimentos, a prioridade é que os trabalhadores “cruzem os braços” a partir da madrugada de sexta com manifestações sendo utilizadas como complemento à paralisação.

Entre as centrais, estão na articulação a CUT, CTB, Força Sindical, CGTB, CSB, UGT, Nova Central, CSP- Conlutas e Intersindical. E elas não estão sozinhas. Ainda em maio, a Executiva Nacional do PT publicou resolução com estratégias para a oposição ao governo Bolsonaro, que incluem protestos e mobilizações, como as greves gerais.

Quem está por trás da greve? Ora, os vagabundos de sempre! Os motivos? Os mesmos de décadas: ferrar o Brasil, boicotar reformas necessárias, atacar gente séria para defender bandidos. Os métodos? Aqueles que conhecemos bem: terrorismo, violência, fechar vias em dia útil, quebrar coisas, atear fogo. Eis algumas reações nas redes sociais:

MBL Brasil: onde sindicato faz greve pra pobre continuar se aposentando aos 65 anos e ganhando salário mínimo enquanto o patrão se aposenta 10 anos mais cedo ganhando 5 vezes mais. Fora que sindicato apoia o político picareta lá em Brasília que vai se aposentar ganhando R$ 30 mil. É muita palhaçada. Milhões de desempregados e a esquerda tem a incrível ideia de uma greve para ninguém trabalhar. Que picaretagem.

Deputado Paulo Eduardo Martins: Imaginem como o Brasil estaria hoje se os sindicatos ainda tivessem os 4 bilhões do imposto sindical.

Leandro Ruschel: Hoje não há protesto popular. Há o uso de uma minúsucla minoria organizada pela esquerdalha para atazanar a vida do povo.

Vinicius Poit: Honestamente? Fazer greve “geral” contra a reforma da previdência? Ora, é muita irresponsabilidade! A reforma é necessária para retornarmos o equilíbrio fiscal! Quebraram o País e agora querem evitar que os ajustes necessários sejam feitos! Haja paciência! 

E eis aqui a real motivação dessa “greve geral” sindicalista:

 

Rodrigo Constantino

Twitter: a rede social que voltou com tudo

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Que tal criar um arroba novo e se jogar em 280 caracteres?

bigtunaonline/iStock

O Brasil está salvando o Twitter. Aliás, o que o brasileiro faz de melhor está salvando o Twitter: o meme.

De acordo com dados fornecidos pela rede social, devido à falta de anúncios, investimentos e usuários, o período de 2015 a 2017 não foi fácil para a plataforma.

Em 2018, o jogo virou e no primeiro trimestre a rede social apontou indícios de que estava recuperando a popularidade pelo mundo: 5 milhões de novos usuários, grande parte deles no Brasil. O resultado no fim do ano foi positivo e o Twitter voltou com tudo!

Atualmente, o Brasil é o segundo país no mundo em número de usuários, o que mostra que o Twitter conquistou os brasileiros. A plataforma agora é a terra dos memes. A tendência é tão forte que as contas de Instagram que apenas reproduzem prints de textos do Twitter não param de se multiplicar.

Eu voltei para o Twitter e após três posts já me sinto em casa. Se está em busca de algum motivo para o retorno, veja as contas hilárias que deixarão o seu dia melhor.
Para criar um @ novo e se jogar em 280 caracteres.

4. Padre Fábio de Melo é um ícone da comédia no Twitter.
Tweets by pefabiodemelo

E por incrível que pareça, os melhores memes do Twitter estão no Instagram.

Advogado dá carteirada e estaciona em vaga privativa no Buriti

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Apresentando como credencial a amizade com o governador, Celivaldo Eloi Lima de Sousa ocupa o estacionamento reservado para o alto escalão

Reprodução/ OAB-DFSem estar vinculado a qualquer cargo no Governo do Distrito Federal, o advogado Celivaldo Eloi Lima de Sousa ocupa – literalmente – espaços no Buriti exclusivamente destinados a integrantes do alto escalão.

Apresentando como credencial a amizade com o governador Ibaneis Rocha (MDB), ele é frequentador do Palácio do Buriti. E quando aparece por lá, utiliza, sem cerimônia, os espaços destinados a secretários e subsecretários que despacham no prédio.

Todas as vagas no Buriti são numeradas e a briga pelos estacionamentos é nervosa.

Nessa quinta-feira (13/06/2019), o advogado fez como de costume: chegou, apresentou-se e estacionou. Um dos vigias no local o advertiu que a vaga era privativa, mas ele deu de ombros e disse que quem estivesse incomodado o procurasse.

O histórico de Celivaldo no trânsito talvez ajude a explicar o comportamento do advogado. Em 2018, ele foi multado pelo menos três vezes por deixar o carro em local proibido. Uma vez no ParkShopping, outra na 516 Norte e, em uma terceira ocasião, no Setor Hoteleiro Norte. Neste último caso, o veículo só não foi recolhido porque não havia guincho disponível na hora do flagrante.

O outro lado

O advogado admitiu que frequenta o Palácio do Buriti, mas disse que as visitas são rápidas: “Até porque eu tenho que trabalhar, já que não ocupo nenhum cargo no governo”. “Quero dizer às pessoas que talvez estejam enciumadas que eu não estou no governo, não pretendo estar e não sou uma ameaça”, disse.

 

Moro ainda mais forte!

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Moro: “Não vou pedir desculpas por ter cumprido o meu dever”

Moro: “O viés político-partidário na divulgação dessas mensagens passa pela soltura de Lula”

“Me parece muito claro que existe um viés político-partidário na divulgação dessas mensagens, e na utilização dela. Uma passa pela soltura de um condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, que é o ex-presidente Lula, é uma pena. Ele foi condenado em mais de uma instância e por mais de um juiz de primeira instância. Sempre disse com muita clareza que para mim é muito triste ter proferido essa decisão. Isso me trouxe um grande peso, pessoal. Constantemente sou atacado por ter apenas cumprido o meu dever. Era o que a lei determinava e era o que as provas ali revelavam.”

Gilmar e os canibais

“Gilmar anunciou que será retomado no próximo dia 25, na imparcialíssima Segunda Turma do STF, o julgamento do HC da defesa de Lula que pede a suspeição de Sergio Moro no caso do triplex. O momento deve ter sido coincidência. Pelo jeito, o voto de Gilmar já está pronunciado e só falta agora ouvir os seus longos e gritados argumentos.

Moro não vai se demitir

“Não, eu me afastaria se houvesse uma situação que levasse à conclusão de que tenha havido um comportamento impróprio da minha parte. Acho que é o contrário. Agora estou em uma outra situação, estou como ministro da Justiça, não mais como juiz, mas tudo o que eu fiz naquele período foi resultado de um trabalho difícil. E nós sempre agimos ali estritamente conforme a lei. Qualquer situação, despido o sensacionalismo, está dentro da legalidade. Conversar com procuradores, conversar com advogados, isso é absolutamente normal.

Moro ainda mais forte!

Tem duas reportagens sobre as mensagens roubadas à Lava Jato e uma sobre seu propagador, Glenn Greenwald.

Ao contrário da Veja, que vê o desmoronamento de Sergio Moro,  tudo que foi publicado até agora, o barulho dificilmente irá além dos tambores dos conhecidos inimigos.

E, curiosamente, Moro parece estar saindo até mais fortalecido entre os que já o apoiavam. Para esses, as mensagens só realçaram seu papel de xerife contra a corrupção.

“Esse veículo não tem nenhuma transparência”, diz Moro sobre Intercept

“Por que não apresenta desde logo tudo? Se tem irregularidades mesmo, tão graves, apresenta tudo para uma autoridade independente que vai verificar a integridade do material. Aí, sim, se a ideia é contribuir para fazer Justiça, então vamos agir dessa forma. E não com esses mecanismos espúrios”, disse Moro sobre a divulgação das mensagens pelo site The Intercept.

O ministro disse ainda não temer novas publicações. “Sempre pautei o meu trabalho pela legalidade. Os meus diálogos e as minhas conversas com os procuradores, com advogados, com policiais sempre caminharam no âmbito da licitude. Não tem nada ali, fora sensacionalismo barato.”

“Essa interlocução é muito comum. Sei que tem outros países que têm práticas mais restritas, mas a tradição jurídica brasileira não impede o contato pessoal e essas conversas entre juízes, advogados, delegados e procuradores.”

A notícia-crime de Moro

Sergio Moro, em entrevista ao Estadão, explicou por que encaminhou a Deltan Dallagnol o nome de uma testemunha:

“A mensagem que dizem ser a mais delicada em relação a mim, o que é? É uma notícia-crime. Alguém informa que tem informações relevantes sobre crimes e eu repasso para o Ministério Público. Isso está previsto expressamente no Código de Processo Penal, artigo 40, e também no artigo 7 da Lei de Ação Civil Pública, que diz que ‘quando o juiz tiver conhecimento de fatos que podem constituir crime ou improbidade administrativa ele comunica o Ministério Público’. Basicamente é isso, eu recebi e repassei. Porque eu não posso fazer essa investigação.”

“As pessoas ouviam histórias verdadeiras, plausíveis e, às vezes, histórias fantasiosas. E, muitas vezes, em vez de levar ao Ministério Público, levavam a mim. O que a gente fazia? A gente mandava para o Ministério Público. Mandava normalmente pelos meios formais, mas, às vezes, existia uma situação da dinâmica ali do dia, naquela correria, e enviava por mensagem.”

Milhões de dólares para roubar mensagens da Lava Jato

O roubo das mensagens da Lava Jato custou milhões de dólares:

“Reservadamente, experientes investigadores da área de inteligência dizem acreditar que se trata de um trabalho feito por profissionais, à custa de muito dinheiro. Invadir telefones celulares e acessar dados de aplicativos de mensagens é algo difícil até para os órgãos oficiais de investigação. Normalmente, esse tipo de ação depende de tecnologias caríssimas, na casa dos milhões de dólares. Chegar ao autor das invasões é tarefa difícil. Alguns ataques não deixam vestígios, observa Evandro Lorens, diretor da associação que representa os peritos criminais da Polícia Federal. Ele diz ser imprescindível periciar os aparelhos dos alvos.”

“Não há um só momento em que se flagre uma combinação entre Deltan e Moro”

“O fato de o Intercept ter publicado o que diz ser a íntegra das conversas ajudou a confirmar a percepção de que os dois só têm conversas a respeito de procedimentos, e o que parece uma participação indevida do juiz Moro, na verdade é a discussão de decisões sobre as investigações, ou a comunicação de uma testemunha que havia revelado um crime.

Mesmo as conversas entre os dois, que não são diretamente ligadas a casos específicos, são sobre o combate à corrupção, e como ela está arraigada na sociedade brasileira. Afinal, a Força-Tarefa da Lava Jato existe para isso.”

Moro diz que não há motivo para anular processo de Lula

Sergio Moro, negou que o processo do triplex possa ser anulado por causa das mensagens roubadas à Lava Jato:

“Olha, se tiver uma análise cautelosa, se nós tirarmos o sensacionalismo que algumas pessoas interessadas estão fazendo, não existe nenhum problema ali. Foi um caso decidido com absoluta imparcialidade com base nas provas, sem qualquer espécie de direcionamento, aconselhamento ou coisa que o valha.”

Ele aproveitou para dar um cascudo em Gilmar Mendes:

“Existiam às vezes situações de urgência, eventualmente você está ali e faz um comentário de alguma coisa que não tem nada a ver com o processo. Isso não tem nenhum comprometimento das provas, das acusações, do papel separado entre o juiz, o procurador e o advogado. Não existe também nenhuma espécie, vamos dizer assim… Até ouvi uma expressão lá de que eu era ‘chefe da Lava Jato’. Isso é uma falsidade.”