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Identidade Digital: documento único será emitido no 2º semestre

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Conhecido na legislação como Documento Nacional de Identidade (DNI), documento vai funcionar inicialmente apenas em tablets e smartphones.

Em breve você poderá andar com um documento de identificação no seu smartphone: a Identidade Digital, que será disponibilizada para tablets e smartphones funcionando como documento único com validade em todo o território nacional.

Em um primeiro momento, o documento de Identidade Digital será emitido apenas para tablets e smartphones, sendo totalmente digital. Com o passar do tempo, seu número será incorporado aos documentos de identidade estaduais e ganhará uma versão física com chip. A Identidade Digital terá um número próprio, composto por nove dígitos, e também pode mostrar números de outros documentos, como CPF.

Inicialmente, especulava-se que apenas eleitores cadastrados na base de dados da Justiça Eleitoral poderiam emitir o documento, mas não será o caso: todos os brasileiros poderão emitir a Identidade Digital. Para isso, o programa Identificação Civil Nacional vai começar a coletar dados biométricos de cidadãos a partir do segundo semestre de 2019 para aqueles que ainda não estão com essas informações cadastradas junto à Justiça Eleitoral.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está à frente da emissão da Identidade Civil Nacional, e tem a responsabilidade de gerenciar os bancos de dados com informações biométricas e biográficas de cidadãos, bem como emitir a Identidade Digital e certificar outros órgãos para realizar essa emissão. Além de ter uma infraestrutura capaz de coletar a biometria de todos os brasileiros, o TSE será responsável por armazenar e enviar esses dados para os órgãos que serão capacitados para sua emissão.

Assim como o CPF, a Identidade Digital poderá substituir alguns documentos, e terá como principal característica a segurança. O documento usa dados biométricos únicos de cada cidadão, garantindo que ninguém tente se passar por outra pessoa.

O documento será gerado e pode ser autenticado por meio de um processo de verificação de chaves de segurança em um servidor protegido. Os dados que forem exibidos na tela dos smartphones são protegidos por uma criptografia de ponta, o que aumenta a segurança na hora de verificar as informações.

O aplicativo também apresenta uma opção de gerar um QR Code, garantindo que ele não seja copiado, já que será gerado um código diferente para cada acesso ao aplicativo.

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral

5G Brasil – Anatel apresenta modelo de licitação

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5G Brasil
5G in Brazil concept, 3D rendering isolated on white background

Faixa de frequência 5G Brasil acima de 6 Ghz entrou nas concessões, mas preços ainda não foram definidos

5G Brasil – Conectar e integrar aparelhos de todo o tipo em altas velocidades e baixíssimo tempo de espera, denominado latência. Essa é a promessa do 5G. No entanto, isso só será possível se as faixas que transmitirão a conexão ultrarrápida forem viabilizadas.

E na última quinta-feira (04), os técnicos da Anatel (Agência Nacional das Telecomunicações) concluíram o modelo de como será a licitação do 5G no Brasil. O processo que deve ocorrer em março de 2020.

O impasse para a transmissão de dados está nas faixas de frequência. Por “transportarem” quantidade significativa de informações, algumas dessas delas ficam congestionadas — seja por outras tecnologias ou interferências.

Levando esse fenômeno em consideração, é razoável escolher uma determinada faixa ao invés de outra, para que serviços sejam melhor oferecidos ao consumidor. É o que acontecerá com o 5g.

De acordo com Abraão Balbino da Silva, superintendente da Anatel, as faixas de frequência que vão a leilão para a quinta geração de banda larga móvel são as de 700 Mhz, 2.3 Ghz, 3.5 Ghz, e 26 Ghz.

A inclusão da faixa de 26 Ghz é a grande novidade — e uma prova para tirar as promessas acerca do 5G do papel. Leonardo Euler, presidente da agência, já havia divulgado que as outras três entrariam no leilão para torná-lo mais atrativo.

O modelo de concessão ainda deve ser submetido à consulta pública e, para vigorar, terá que ser aprovado pelo conselho da Anatel. Só aí os preços a serem cobrados serão estabelecidos. Eles dependerão dos modelos de negócio que o 5G possibilitará. Diferente do 3G e 4G, que são ofertados apenas por operadoras, a inovação poderá ser ofertada tanto por elas, quanto por outros agentes.

Possibilidades

Abraão citou três exemplos de serviços, atualmente inviáveis, que só poderão deslanchar com o 5G: videogame sem console, carros que dirigem sozinhos e cirurgias à distância.

A nova rede permitirá que consoles de videogames não sejam mais necessários. Você precisa apenas do controle. Todo o resto estará na internet e em tráfego instantâneo. Essa realidade é tão inevitável que o Google já apresentou o Stadia, uma plataforma que permite executar os jogos via streaming. E com um poder de processamento maior do que os já tradicionais consoles Xbox One e Playstation 4.

O controle dos dispositivos da sua casa também estará unificado e na palma da mão, inclusive os carros autônomos. Eles conversarão entre si para controlar o tráfego sem intervenções humanas, pelo menos as diretas. Outra revolução se dará na saúde. A telemedicina permitirá que um médico, em outro continente, realize uma cirurgia em um paciente no Brasil sem que a sensibilidade do complexo procedimento seja afetada.

Esse tipo de tecnologia exigirá uma altíssima capacidade de transferência de dados, então a indústria busca faixas de frequência que efetivamente deem conta do recado. Recorreram àquelas acima de 6 Ghz (ondas ou bandas milimétricas). “As bandas milimétricas são as que habilitam toda essa loucura tecnológica mais visionária que eu falei”, completou o superintendente.

Porém, ainda sejam vantajosas, essas altas frequências desafiam as operadoras. O raciocínio é simples: quanto maior a faixa, mais antenas de transmissão são necessárias.

Se tratando de ondas milimétricas, não estamos falando de torres gigantes separadas por quilômetros, mas sim em distâncias curtas, de metros. Ou seja, as empresas vencedoras do leilão terão que instalar mais antenas, posicionadas tanto em espaços públicos quanto internos.

Bolsonaro na marcha dos prefeitos

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Bolsonaro arrasa em discurso, é chamado de Mito e Aplaudido de Pé pelos prefeitos

https://www.youtube.com/watch?v=17JKag6yeCY&feature=share

O Presidente Jair Bolsonaro abandonou o discurso escrito e falou com a emoção ao participar da Sessão Solene de Abertura da XXII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios

DE LIBERAIS E CONSERVADORES

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Vamos considerar as perspectivas política e econômica. A política trata de relações de poder, com o consequente conflito político e choque de interesses.

A teoria política, entre outras possíveis categorias, caracteriza o liberal e o conservador. Ambos são defensores da democracia e das liberdades individuais.

O conservador é cético: estabelece a dúvida sistêmica e questiona utopias, sendo cauteloso com a condução da realidade. Tende a ser conservador nos costumes, acatando a maioria, sem cercear liberdades individuais, já que estas configuram a base de seu pensamento, como no pensamento liberal! E, como tal, o conservador é capaz de contribuir para as transformações empiricamente demostradas, ou aceitas pela maioria. Já o liberal político se vincula prontamente à mudanças, mesmo de ideias, sem que estejam manifestas na realidade, ou mesmo presentes na maioria.

Como estabelecido na teoria política, conservadores e liberais se diferenciam quanto às relações de poder, mas não quantos às liberdades individuais e democráticas, que ambos preservam e só existem por meio dessas. Por outro lado, a teoria econômica, entre outras possíveis categorias, caracteriza o liberalismo econômico.

O liberal na economia é adepto das mudanças, da inovação, da competitividade, etc, e plenamente favorável à economia de mercado, com mínima interferência do Estado. Assim, podemos ter conservadores na política sendo liberais na economia, sem o menor conflito de interesse. É evidente que os discursos de Bolsonaro se enquadram nessas conceituações, sem que um exclua o outro.

Há uma questão teórica que todo especialista deve saber: o conservadorismo político não exclui o liberalismo econômico. Todo conservador, sendo cético, considera que a liberdade possível é a do indivíduo, a começar pelo pensar! Para tudo o mais haverá restrições. Por isso a prevalência do princípio da maioria, nas relações de poder!

DA CANALHICE DOS ESCRAVAGISTAS CONTEMPORÂNEOS

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closeup of pencil on calculator with coins

Dizer que a nova previdência “aumenta o tempo de serviço e diminui benefício de pobre” revela: ou ignorância; ou canalhice! O atual sistema é uma flagrante pirâmide de transferência de renda: os mais pobres sustentam os mais ricos!

Os mais ricos se aposentam antes, pois podem pagar mais, ou são funcionários públicos. Na atualidade, a mulher pobre, para ter a integralidade do benefício, já trabalha 61,7 anos, descontando 8%. Pela nova previdência, irá trabalhar 5 meses a mais, pagando 7,5%. O homem pobre já trabalha 65 anos, descontando 8%. Pela nova presidência, irá pagar 7,5%.

Na nova previdência, o teto máximo de benefício será igual para todos, sejam trabalhadores privados ou funcionários públicos. Quem quiser receber próximo ao salário de quando ativo, descontará até 22%. As gerações têm envelhecido em tendência centenária! Basta se informar para elucidar: não é uma questão político-ideológica; é uma questão matemática!

Não haverá condições de pagar a aposentadoria das gerações futuras, nem tão pouco as gerações futuras aceitarão pagar a aposentadoria dos pais! Estamos diante do desemprego em massa e de um choque de gerações! Pontos específicos da proposta do governo podem até ser melhorados, mas no sentido de eliminar a injustiça histórica e atender nossos filhos e netos!!

Qualquer outro argumento é a mais pura canalhice! E a canalhice reside em condenar as futuras gerações à escravidão! Não seria nem o caso de saber o motivo, já que hoje, estão pouco se lixando para os pobres!

Primeiro ser humano registrado em uma fotografia

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Fotografia

Um homem anônimo supostamente engraxava os sapatos e acabou se tornando um marco histórico

Fotografia – Em 1838, Louis Daguerre, tirou de sua sacada o que provavelmente é o primeiro registro de um ser humano em foto. A imagem feita da rua Boulevard du Temple, em Paris, mostra uma silhueta do que deve ser um homem, por conta de suas roupas, no canto esquerdo inferior.

A pessoa está parada com o corpo inclinado e, provavelmente, está tendo seus sapatos engraxados.

Esse último fato, deve ter sido o que possibilitou que sua Fotografia ficasse tão bem marcada na foto. Com o tratamento atual, até se consegue enxergar mais pessoas nos cantos, entretanto, nenhuma ficou tão clara como o homem engraxando seus sapatos. Por que?

As câmeras primitivas, como a de Louis Daguerre. necessitavam de uma exposição de longa duração para conseguir captar a imagem. Cerca de dez minutos devem ter sido necessários para conseguir a foto que vemos agora e durante todo o tempo, o homem ficou parado porque estava tendo seus sapatos engraxados. E, por essa razão, conseguiu ser o primeiro ser humano registrado.

O trabalho de Daguerre também revela outros aspectos interessantes, por exemplo, como era o planejamento urbano da cidade e suas arquiteturas antes de Napoleão III, décadas depois, mudar a aparência de Paris.

O seu valor particular Fotografia está na sua raridade. Devido ao alto tempo de exposição, era incomum fotos de cidades, pois ela tinham muito movimento. Retratos de pessoas específicas eram bem mais comum. De qualquer jeito, o marco é relevante e singular. Quem será esse homem anônimo que por coincidência acabou capturado em uma foto tão relevante?

Facebook abrigava 74 grupos cibercriminosos

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Spam, phishing e dados de cartões roubados estão entre os itens e serviços comercializados impunemente na plataforma

Não bastasse o seu envolvimento na disseminação de desinformação e conteúdo ofensivo, o Facebook agora também ajuda – indiretamente – a espalhar spam, phishing e fraudes em cartões de crédito. Segundo um relatório publicado nesta sexta-feira, a gigante das redes sociais também possibilita que criminosos vendam uma variedade de serviços de cibercrime em sua principal plataforma.

Uma equipe de pesquisadores da Talos, divisão de segurança da Cisco, passaram os últimos meses reunindo uma lista de 74 grupos do Facebook cujos membros prometem realizar uma série de atividades antiéticas, se não ilegais. Alguns grupos funcionavam como bazares de compra, venda ou troca de dados de cartões roubados e credenciais de contas hackeadas. Outros serviam como fóruns para promover a venda de ferramentas de spam e phishing. No todo, cerca de 385 mil usuários integravam essa rede de ciberquadrilhas.

De acordo com o relatório, localizar esses grupos é muito fácil – basicamente qualquer pessoa com uma conta na rede social consegue. “Uma pesquisa simples por grupos que contêm palavras-chave como ‘spam’, ‘carding’ ou ‘CVV’ normalmente retornará vários resultados. E claro, ao entrar em um ou mais desses grupos, os algoritmos do próprio Facebook vão sugerir grupos semelhantes, fazendo com que novas redes criminosas sejam ainda mais fáceis de encontrar.”, afirma o documento.

A Talos relata ainda que tentou derrubar esses grupos individualmente através da funcionalidade de relatório de abuso do Facebook. “Embora alguns grupos tenham sido removidos imediatamente, outros tiveram apenas postagens específicas removidas. Eventualmente, por meio do contato com a equipe de segurança do Facebook, a maioria dos grupos maliciosos foi rapidamente removida, mas novos continuaram a aparecer, e alguns ainda estão ativos na data da publicação [do relatório].”

Uma rede de cibercrimes

O estudo desta sexta-feira deixa claro que alguns dos grupos que a Talos estudou estavam oferecendo descaradamente serviços ilegais. Uma captura de tela de um grupo mostra a venda de dados de cartão de crédito de um usuário do Facebook por apenas US$ 7. Para cartões com proteção verificada pela Visa, o custo era de US$ 15.

Outras capturas de tela mostram aos usuários dados de cartão de crédito, incluindo números de código de segurança (CVV) e endereços de e-mail expostos em brechas no banco de dados, além de serviços para a criação de identidades falsas. Na maioria das vezes, os vendedores buscam pagamento em criptomoedas.

Williams considera que o Facebook está enfrentando uma batalha difícil, para livrar sua plataforma de grupos de cibercrime. “Esses usuários são dedicados ao Facebook”, disse em uma entrevista. “É muito parecido com a tentativa de matar baratas. Se você matar 10 delas, provavelmente existem mais 20.”

Um porta-voz do Facebook divulgou uma nota que diz: “Esses grupos violaram nossas políticas contra spam e fraudes financeiras e as removemos. Sabemos que precisamos ser mais vigilantes e estamos investindo pesado para combater esse tipo de atividade”. A companhia confirma que os grupos foram deletados depois de identificados, e os usuários que os gerenciavam foram bloqueados de criar novos grupos na rede social.

5G: entra em operação nos EUA

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O mundo começou a experimentar as redes 5G de telefonia celular em operação comercial. E quem teve a honra de apresentar a novidade ao mundo foram os norte-americanos. A operadora Verizon colocou para funcionar suas primeiras redes 5G em regiões de Chicago e de Minneapolis. Os primeiros consumidores a terem acesso às redes já conseguiram navegar na internet com velocidades próximas de 1 Gigabit por segundo. Mas, para conseguir acesso, os consumidores precisam ter em mão um aparelho compatível. No caso dos Estados Unidos, o único aparelho capaz de se conectar às redes 5G é o Moto Z3, devidamente equipado com um módulo chamado de MOD – que se acopla ao aparelho e oferece a conexão 5G. Vocês, que acompanham o Olhar Digital, puderam ver um aparelho como esse no final do ano passado, durante um evento que falava de 5G, e que contou com nossa cobertura no Havaí. Ainda esse ano, a operadora Verizon vai levar o 5G a mais 30 cidades do país. Aliás, a Verizon resolveu se antecipar ao lançar suas redes hoje. Originalmente, essa lançamento só ia acontecer na semana que vem. Mas, ao que tudo indica, os norte-americanos resolveram passar a perna nos coreanos. Acontece que a partir desta sexta-feria, o 5G comercial também chega à capital da Coreia do Sul, Seul. Por lá, o que muda é o aparelho: os coreanos vão acessar as redes 5G usando o Galaxy S10 5G, que já dá acesso à nova tecnologia, sem precisar de um acessório, como o Motorola. Como a gente disse no início, a chegada do 5G é um marco para a história da tecnologia. E esse novo capítulo acabou de começar.

Quem são os escritores que classificaram nazismo como esquerdista

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A suposta polêmica envolvendo a classificação do nazismo e fascismo como ideologias de esquerda, na declaração do ministro Ernesto Araújo, causou um escândalo internacional na mídia de esquerda em geral. Até mesmo “especialistas” da TV estatal alemã reagiram em protesto.

Nazismo – Mas tanto especialistas da TV alemã como os contratados pela grande mídia brasileira não representam muita coisa perto dos grandes nomes que já se debruçaram sobre o nazismo. Acadêmicos e jornalistas de esquerda reagem diante da dificuldade de classificar seus inimigos da pior forma, o que os deixa confusos e perplexos.

Já filósofos e sociólogos de obras atemporais e renome mundial, como Eric Voegelin, Fredrich Hayek, T. S. Eliot, Thomas Sowell, entre outros, são bem menos suspeitos.

Saiba o que disseram os principais pensadores que pesquisaram a fundo o nazismo

Eric Voegelin: “no curioso apoio que foi dado pela grande burguesia aos movimentos fascistas e nacional-socialista – conexões que frequentemente levou a suposição precipitada de que esses movimentos eram ‘capitalistas’ ou ‘reacionários’.” (Fonte: Hitler e os Alemães)

T.S. Eliot: “O fascismo e o comunismo são meras variações da mesma doutrina: e igualmente simples variantes do atual estado de coisas.” (Fonte: T.S. Eliot, A Imaginação Moral do Século XX)

F.A. Hayek: “fascismo e comunismo são meras variantes do mesmo totalitarismo que o controle centralizado da atividade econômica tende a produzir.” (Fonte: O Caminho da Servidão)

F.A. Hayek: “Poucos estão prontos a admitir que a ascensão do nazismo e do fascismo não foi uma reação contra tendências socialistas do período precedente, mas resultado necessário dessas mesmas tendências. (Fonte: O Caminho da Servidão)

Ivor Thomas (ex membro do partido trabalhista britânico): “sob o ponto de vista das liberdades humanas fundamentais, há pouca escolha entre comunismo, socialismo e nacional-socialismo. Todos eles são exemplos do estado coletivista ou totalitário. Na sua essência, socialismo pleno não é apenas o mesmo que comunismo, mas dificilmente se diferencia do fascismo. (Fonte: Liberal Fascism)

Max Eastman (amigo de Lênin e entusiasta comunista): “ao invés de melhor, o stalinismo é pior que o fascismo, mais cruel, bárbaro, injusto, imoral, anti-democrático, e sem a atenuante de qualquer esperança ou escrúpulo, de sorte que seria correto defini-lo como super-fascista” (Fonte: Liberal Fascism)

F.A. Voigt: “o marxismo levou ao fascismo e ao nacional-socialismo, porque, em essência, marxismo é fascismo e nacional-socialismo.” (Fonte: Liberal Fascism)

Peter Drucker (alemão): “O completo desmoronamento da crença na possibilidade de alcançar a liberdade e a igualdade por meio do marxismo obrigou a Rússia a trilhar o mesmo caminho que a Alemanha, rumo a uma sociedade totalitária e de valores puramente negativos, não econômica, sem liberdade nem igualdade. Isso não quer dizer que comunismo e fascismo sejam essencialmente a mesma coisa. O Fascismo é o estágio atingido depois que o comunismo se revela uma ilusão, conforme aconteceu tanto na Rússia stalinista como na Alemanha pré-hitlerista.” (Fonte: Liberal Fascism)

Eduard Heimann (um dos líderes do socialismo alemão, 1941): “O hitlerismo proclama-se tanto democracia autêntica quanto socialismo autêntico, e a terrível verdade é que, de certa forma, suas pretensões são verídicas – apenas num grau infinitesimal, sem dúvida, mas de qualquer modo suficiente para servir de base a essas fantásticas distorções. O hitlerismo chega mesmo a se definir o protetor do cristianismo, e o mais terrível é que esse grosseiro equivoco consegue ainda causar alguma impressão. Mas um fato se destaca com perfeita clareza em toda essa confusão: Hitler jamais pretendeu representar o verdadeiro liberalismo. O liberalismo tem a honra de ser a doutrina mais odiada por Hitler.” (Fonte: Liberal Fascism)

Hitler (discurso de fevereiro de 1941): “basicamente, nacional-socialismo e marxismo são a mesma coisa”

Thomas Sowell: “A noção de que comunistas e fascistas se configuram em polos ideológicos não é verdadeira nem em teoria e muito menos na prática. Comparando-se, de um lado, as semelhanças e as diferenças entre dois movimentos totalitários e, do outro, o conservadorismo, há muito mais semelhanças entre esses dois sistemas totalitários e suas respectivas agendas, incluindo a agenda ‘progressista’, do que com as agendas da grande maioria dos grupos conservadores. Por exemplo, entre os itens que compunham a agenda dos fascistas na Itália, assim como dos nazistas na Alemanha, temos (1) controle governamental sobre salários e horas de trabalho, (2) impostos mais altos sobre os ricos, (3) limites governamentais sobre os lucros, (4) controle governamental sobre os cuidados com a população de idosos, (5) esvaziamento do papel da religião e da família nas decisões pessoais e sociais e (6) estabelecimento de métodos de engenharia social para alterar a natureza das pessoas, geralmente desde a primeira infância.” (Fonte: Os Intelectuais e a Sociedade)

Goldberg: “A noção, bem plantada no evangelho marxista, de que o fascismo ou o nazismo eram os braços armados da reação capitalista caiu junto com o Muro de Berlim. (…) Os nazistas subiram ao poder explorando uma retórica anticapitalista na qual indiscutivelmente acreditavam. Além disso, o nazismo também enfatizava muitos dos temas ‘progressistas’ em outros lugares e épocas: a primazia da raça, a rejeição do racionalismo, uma ênfase no orgânico e holístico – que incluía ambientalismo, alimentos saudáveis e exercícios – e, mais que tudo, a necessidade de “transcender” noções de classe. Por esses motivos, Hitler merece ser firmemente posto na esquerda porque, antes de mais nada, e acima de tudo, ele era um revolucionário.” (Fonte: Liberal Fascism)

Goldberg: “A revolução Francesa foi a primeira revolução totalitária, a mãe do totalitarismo moderno e o modelo espiritual que inspirou três revoluções: a fascista italiana, a nazista alemã e a comunista russa.” (Fonte: Liberal Fascism).

Fonte: Relação publicada por André Porciúncula

OS MORTOS SEM SEPULTURA DA COMISSÃO DA FARSA

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No dia 12 de janeiro de 2010 — publiquei a lista de todas as pessoas que foram assassinadas pelos terroristas de esquerda. Cheguei a 119. O Clube Militar fala em 120. Que fossem apenas duas, pouco importa: suas respectivas mortes e seus respectivos nomes tinham de estar na lista da Comissão da Verdade. Por que não estão? Pelo visto, essa turma não leva a sério aquela história de que a morte de qualquer homem nos diminui. Eles não se sentem diminuídos nem com mais de 100.

E que se note: entre os 434 mortos “do bem” (os assassinados pelas esquerdas, pelo visto, são “mortos do mal”), há uma pessoa que já se sabe estar, felizmente, viva. Trata-se de Dirce Machado da Silva. A relação elaborada pelas esquerdas inclui, por exemplo, os que morreram de arma na mão no Araguaia. Antes que prossiga, uma questão de princípio: não deveria ter morrido uma só pessoa depois de rendida pelo Estado. Ponto final. Não há o que discutir sobre esse particular.

Mas o que é que os livros de história, boa parte da imprensa e, agora, a Comissão da Verdade escondem de você, leitor? Apenas a… verdade! As esquerdas alegavam até outro dia que o Regime Militar, ao longo de 21 anos, havia matado 424 pessoas — número agora ampliado para 434. É um total provavelmente inflado. Mortos comprovados eram 293 (agora não sei). Os outros constavam como “desaparecidos” e se dava de barato que tenham sido eliminados por agentes do regime. Havia casos em que a vinculação com a luta política não estava comprovada. E, como já lembrei, estão na lista os mortos do Araguaia, que estavam lá para matar ou morrer. Que corpos tenham sumido, é evidente, é inaceitável. Que pessoas tenham sido executadas depois de rendidas, idem. Adiante.

O que não se diz é que o terrorismo de esquerda matou nada menos de 119 pessoas, muitas delas sem vinculação com a luta política. Quase ninguém sabe disso. Consolidou-se ainda outra brutal inverdade histórica, segundo a qual as ações armadas da esquerda só tiveram início depois do AI-5, de 13 de dezembro de 1968. É como se, antes disso, os esquerdistas tivessem se dedicado apenas à resistência pacífica.

Neste primeiro post sobre as vítimas dos terroristas de esquerda, listo apenas as pessoas mortas antes do AI-5: nada menos de 19. Em muitos casos, aparecem os nomes dos assassinos.

Se vocês forem procurar, muitos homicidas estão na lista dos indenizados do Bolsa Ditadura, beneficiados por sua suposta “luta em favor da democracia”. Ou, então, suas respectivas famílias recebem o benefício, e o terrorista é alçado ao panteão dos heróis. Os casos mais escandalosos são os facinorosos Carlos Marighella e Carlos Lamarca. Quem fez a lista dos assassinados pela esquerda é o grupo Terrorismo Nunca Mais. “Ah, lista feita pelo pessoal ligado os militares não vale!!!” E a feita pela extrema esquerda? Vale? Ademais, as mortes estão devidamente documentadas. Seguem os nomes das 19 pessoas assassinadas antes do AI-5 e, sempre que possível, de seus algozes. Em outros posts, os outros 100 nomes.

Ah, sim: PARA AS VÍTIMAS DA ESQUERDA, NÃO HÁ INDENIZAÇÃO. Como vocês sabem, elas não têm nem mesmo direito à memória. Foram apagados da história pela Comissão da Verdade, que é de mentira.

AS VÍTIMAS DAS ESQUERDAS ANTES DO AI-5

1 – 12/11/64 – Paulo Macena, vigia – RJ
Explosão de bomba deixada por uma organização comunista nunca identificada, em protesto contra a aprovação da Lei Suplicy, que extinguiu a UNE e a UBES. No Cine Bruni, Flamengo, com seis feridos graves e um morto.

2 – 27/03/65 – Carlos Argemiro Camargo, sargento do Exército – Paraná
Emboscada de um grupo de militantes da Força Armada de Libertação Nacional (FALN), chefiado pelo ex-coronel Jeffersom Cardim de Alencar Osório. Camargo foi morto a tiros. Sua mulher estava grávida de sete meses.

3 – 25/07/66 – Edson Régis de Carvalho, jornalista – PE
Explosão de bomba no Aeroporto Internacional de Guararapes, com 17 feridos e 2 mortos. Ver próximo nome.

4 – 25/07/66 – Nelson Gomes Fernandes, almirante – PE
Morto no mesmo atentado citado no item 3. Além das duas vítimas fatais, ficaram feridas 17 pessoas, entre elas o então coronel do Exército Sylvio Ferreira da Silva. Além de fraturas expostas, teve amputados quatro dedos da mão esquerda. Sebastião Tomaz de Aquino, guarda civil, teve a perna direita amputada.

5 – 28/09/66 – Raimundo de Carvalho Andrade, cabo da PM, GO
Morto durante uma tentativa de desocupação do Colégio Estadual Campinas, em Goiânia, que havia sido ocupado por estudantes de esquerda. O grupo de soldados convocado para a tarefa era formado por burocratas, cozinheiros etc. Estavam armados com balas de festim. Andrade, que era alfaiate da Polícia Militar, foi morto por uma bala de verdade disparada de dentro da escola.

6 – 24/11/67 – José Gonçalves Conceição (Zé Dico), fazendeiro – SP
Morto por Edmur Péricles de Camargo, integrante da Ala Marighella, durante a invasão da fazenda Bandeirante, em Presidente Epitácio. Zé Dico foi trancado num quarto, torturado e, finalmente, morto com vários tiros. O filho do fazendeiro que tentara socorrer o pai foi baleado por Edmur com dois tiros nas costas.

7 – 15/12/67 – Osíris Motta Marcondes, bancário – SP
Morto quando tentava impedir um assalto terrorista ao Banco Mercantil, do qual era o gerente.

8 – 10/01/68 – Agostinho Ferreira Lima, Marinha Mercante – Rio Negro/AM
No dia 06/12/67, a lancha da Marinha Mercante “Antônio Alberto” foi atacada por um grupo de nove terroristas, liderados por Ricardo Alberto Aguado Gomes, “Dr. Ramon”, que, posteriormente, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN). Neste ataque, Agostinho Ferreira Lima foi ferido gravemente, vindo a morrer no dia 10/01/68.

9 – 31/05/68 – Ailton de Oliveira, guarda penitenciário – RJ
O Movimento Armado Revolucionário (MAR) montou uma ação para libertar nove de seus membros que cumpriam pena na Penitenciária Lemos de Brito (RJ) e que, uma vez libertados, deveriam seguir para a região de Conceição de Jacareí, onde o MAR pretendia estabelecer o “embrião do foco guerrilheiro”. No dia 26/05/68, o estagiário Júlio César entregou à funcionária da penitenciária Natersa Passos, num pacote, três revólveres calibre 38. Às 17h30, teve início a fuga. Os terroristas foram surpreendidos pelos guardas penitenciários Ailton de Oliveira e Jorge Félix Barbosa. Foram feridos, e Ailton morreu no dia 31/05/68. Ainda ficou gravemente ferido o funcionário da Light João Dias Pereira, que se encontrava na calçada da penitenciária. O autor dos disparos que atingiram o guarda Ailton foi o terrorista Avelino Brioni Capitani.

10 – 26/06/68 – Mário Kozel Filho, soldado do Exército – SP
No dia 26/06/68, Kozel atua como sentinela do Quartel General do II Exército. Às 4h30, um tiro é disparado por um outro soldado contra uma camioneta que, desgovernada, tenta penetrar no quartel. Seu motorista saltara dela em movimento, após acelerá-la e direcioná-la para o portão do QG. O soldado Rufino, também sentinela, dispara 6 tiros contra o mesmo veículo, que, finalmente, bate na parede externa do quartel. Kozel sai do seu posto e corre em direção ao carro para ver se havia alguém no seu interior. Havia uma carga com 50 quilos de dinamite, que, segundos depois, explode. O corpo de Kozel é dilacerado. Os soldados João Fernandes, Luiz Roberto Julião e Edson Roberto Rufino ficam muito feridos. É mais um ato terrorista da organização chefiada por Lamarca, a VPR. Participaram do crime os terroristas Diógenes José de Carvalho Oliveira, Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Edmundo Coleen Leite, José Araújo Nóbrega, Oswaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra Andrade e José Ronaldo Tavares de Lima e Silva. Ah, sim: a família de Lamarca recebeu indenização. De Kozel, quase ninguém mais se lembra.

11 – 27/06/68 – Noel de Oliveira Ramos, civil – RJ
Morto com um tiro no coração em conflito na rua. Estudantes distribuíam, no Largo de São Francisco, panfletos a favor do governo e contra as agitações estudantis conduzidas por militantes comunistas. Gessé Barbosa de Souza, eletricista e militante da VPR, conhecido como “Juliano” ou “Julião”, infiltrado no movimento, tentou impedir a manifestação com uma arma. Os estudantes, em grande maioria, não se intimidaram e tentaram segurar Gessé que fugiu atirando, atingindo mortalmente Noel de Oliveira Ramos e ferindo o engraxate Olavo Siqueira.

12 – 27/06/68 – Nelson de Barros, sargento PM – RJ No dia 21/06/68, conhecida como a “Sexta-Feira Sangrenta”, realizou-se no Rio uma passeata contra o regime militar. Cerca de 10.000 pessoas ergueram barricadas, incendiaram carros, agrediram motoristas, saquearam lojas, atacaram a tiros a embaixada americana e as tropas da Polícia Militar. No fim da noite, pelo menos 10 mortos e centenas de feridos. Entre estes, estava o sargento da PM Nelson de Barros, que morreu no dia 27.

13 – 01/07/68 – Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen, major do Exército Alemão – RJ
Morto no Rio, onde fazia o Curso da Escola de Comando e Estado Maior do Exército. Assassinado na rua Engenheiro Duarte, Gávea, por ter sido confundido com o major boliviano Gary Prado, suposto matador de Che Guevara, que também cursava a mesma escola. Autores: Severino Viana Callou, João Lucas Alves e um terceiro não identificado. Todos pertenciam à organização terrorista Colima – Comando de Libertação Nacional.

14 – 07/09/68 – Eduardo Custódio de Souza, soldado da PM – SP
Morto com sete tiros por terroristas de uma organização não identificada quando de sentinela no Deops, em São Paulo.

15 – 20/09/68 – Antônio Carlos Jeffery, soldado da PM – SP
Morto a tiros quando de sentinela no quartel da então Força Pública de São Paulo (atual PM) no Barro Branco. Organização terrorista que praticou o assassinato: Vanguarda Popular Revolucionária. Assassinos: Pedro Lobo de Oliveira, Onofre Pinto, Diógenes José Carvalho de Oliveira, atualmente conhecido como “Diógenes do PT”, ex-auxiliar de Olívio Dutra no Governo do RS.

16 – 12/10/68 – Charles Rodney Chandler, capitão do Exército dos Estados Unidos – SP
Herói na guerra com o Vietnã, veio ao Brasil para fazer o Curso de Sociologia e Política, na Fundação Álvares Penteado, em São Paulo/SP. No início de outubro de 68, um “Tribunal Revolucionário”, composto pelos dirigentes da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), Onofre Pinto (Augusto, Ribeiro, Ari), João Carlos Kfouri Quartin de Morais (Maneco) e Ladislas Dowbor (Jamil), condenou o capitão Chandler à morte, porque ele “seria um agente da CIA”. Os levantamentos da rotina de vida do capitão foram realizados por Dulce de Souza Maia (Judite). Quando retirava seu carro da garagem para seguir para a faculdade, Chandler foi assassinado com 14 tiros de metralhadora e vários tiros de revólver, na frente da sua mulher, Joan, e de seus três filhos. O grupo de execução era constituído pelos terroristas Pedro Lobo de Oliveira (Getúlio), Diógenes José de Carvalho Oliveira (Luis, Leonardo, Pedro) e Marco Antônio Bráz de Carvalho (Marquito).

17 – 24/10/68 – Luiz Carlos Augusto, civil – RJ
Morto, com um tiro, durante uma passeata estudantil.

18 – 25/10/68 – Wenceslau Ramalho Leite, civil – RJ
Morto, com quatro tiros de pistola Luger 9 mm durante o roubo de seu carro, na avenida 28 de Setembro, Vila Isabel, RJ. Autores: Murilo Pinto da Silva (Cesar ou Miranda) e Fausto Machado Freire (Ruivo ou Wilson), ambos integrantes da organização terrorista Colima (Comando de Libertação Nacional).

19 – 07/11/68 – Estanislau Ignácio Correia, civil – SP
Morto pelos terroristas Ioshitame Fujimore, Oswaldo Antônio dos Santos e Pedro Lobo Oliveira, todos integrantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), quando roubavam seu automóvel na esquina das ruas Carlos Norberto Souza Aranha e Jaime Fonseca Rodrigues, em São Paulo.”

– Leonel Farah

O BNDES precisa ser revisto

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O PT utilizou o BNDES para realizar empréstimos a governos autoritários, por motivações políticas. Hoje estamos vendo o resultado: calotes, pagos pelos brasileiros. É a velha política mais uma vez transferindo dinheiro dos mais pobres para os mais ricos. Dessa vez para o exterior.

O Estado brasileiro não deveria possuir bancos, e muito menos os utilizar para emprestar recursos públicos a juros subsidiados para grupos empresariais envolvidos em escândalos de corrupção ou para outros países. Especialmente enquanto os brasileiros sofrem com altos impostos, juros elevados e uma péssima infraestrutura.

O BNDES precisa ser revisto e, aproveitando o corpo técnico e qualificado, ser transformado em uma agência de análise de projetos, especialmente de infraestrutura.

Dessa forma o BNDES poderia auxiliar municípios, estados e governo federal em suas decisões de investimento, funcionando assim com mais transparência, solidez fiscal e sem financiar empresas amigas do governo e ditaduras. – João Amoêdo 30

FOTOGRAFIA BRASILEIRA PERDE O GRANDE GERVÁSIO BATISTA

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Gervásio Batista

por Orlando Brito

Gervásio Batista – Tenho o doloroso dever de comunicar a perda de um dos profissionais de imagem mais admiráveis e notáveis do fotojornalismo brasileiro: Após de anos a derrotar vários achaques da idade, chegou a hora da partida do querido amigo, aos 97 anos.

Baiano, Gervásio começou na profissão em Salvador ainda rapazola. A convite do lendário Assis Chateaubriand, de O Cruzeiro, mudou-se para o Rio. Depois, transferiu-se para a revista Manchete, Adolpho Bloch. Tornou-se também uma lenda da fotografia, numa bela carreira no jornalismo que construiu clic a clic, com fotos que marcaram a história do Brasil. Depois, trabalho com os presidentes Tancredo Neves e José Sarney.

Gervásio Batista brilhou em todas as coberturas que fez, fotografando fatos e personagens. Viagens à Amazônia, ao país e mundo inteiro, de concurso de misses a conflitos sociais e políticos. Por exemplo, a importante foto que fez do Presidente Juscelino Kubitschek com o chapéu de feltro em frente ao Congresso, na epopeica era da inauguração de Brasília. E também da sequência da atriz Vanja Orico sendo presa por soldados no Centro do Rio quando pedia passagem para a manifestação contra o regime militar, em 1968.

Nos últimos anos, o querido Gervásio mora no Espaço Sênior, no Bairro de Vicente Pires, em Brasília, caprichosamente cuidado pelos gestores da casa, Jucilene e Luiz, a quem, aliás, devoto aqui os meus agradecimentos. Gervásio Batista era sempre visitado. Com os amigos Hermínio Oliveira, Sérgio Lima, André Dusek, Eugênio Novaes e outros tantos jornalistas íamos com frequência estar com ele.

Meus mais sinceros sentimentos e minhas maiores homenagens. Gervásio parte para outro plano no Universo, mas deixa aqui no nosso planeta um casal de filhos — Selma e Júlio — um sem fim de admiradores, amigos e um trabalho referencial para a fotografia brasileira.

Gervásio Baptista posa para foto durante a guerra do Vietnã

Jordan Peterson desbanca balela marxista de patriarcado hodierno.

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Será que na maioria das sociedades, os homens e as mulheres não tiveram os mesmos direitos?

Ideologia

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É por essas e outras que não se dá para levar a sério pessoas que defendem firmemente tipos de espectros políticos.

Primeiramente, a oposição pode estar fazendo um bom governo, porém o indivíduo vai buscar de alguma forma falar mal e torcer para que dê errado.

Segundo, o político e seu partido que comete barbáries, é protegido pelo indivíduo cegamente com unhas e dentes.

Terceiro, o indivíduo menospreza familiares e amigos pelos seus ideais políticos.

Tudo isso dito, se passa pelo Brasil inteiro, um alienado que late como rottweiler nas suas redes sociais tentando expor de alguma forma não ideias, mas sua existência, como: “ei, estou aqui!”. O Brasil precisa evoluir muito no cenário letrado, e enquanto escolhermos partidos e políticos como times de futebol, muito progresso positivo será perdido.

A Igreja Católica e sua Síndrome de Estocolmo

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Para tudo tento encontrar uma solução lógica, mas algo que devemos sair da lógica para entender é o posicionamento da Igreja Romana perante o Comunismo. Hoje parece até que a Igreja virou uma seção da Internacional Socialista. Como pode uma religião propagar um pensamento que se saísse vitorioso acabaria com ela própria e com todos os preceitos sociais que lhe são importantes, como a família por exemplo?
Há 72 anos era travada a guerra civil espanhola, os comunistas colocaram fogo em duzentas igrejas e fuzilaram mais de mil padres, além de colocarem porcos dentro de templos, usar os mesmos como curral de outros animais e fazerem sexo em cima de altares.
Quando Francisco Franco ganhou a guerra colocou a igreja no seu devido lugar, construindo as igrejas destruídas e punindo os agressores.
Se o comunismo tivesse ganhado na Espanha não existiria mais a Igreja católica em toda península, pois com certeza a “aberração revolucionária ” teria chegado a Portugal.
Hoje, comunistas estão no poder na Espanha, querem exumar os ossos de Franco e os jogar numa vala comum. A Igreja apoia e chama Franco de ditador. isso é traição ou neurose.

– Antonio Correia

O que é o conservadorismo?

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Os conservadores são maus? O conservadorismo é retrocesso, é ser arcaico? O conservadorismo impede o progresso?
Se você se identifica como conservador ou anda meio perdido, em algum momento já deve ter escutado as ditas comparações exemplificadas acima, que claramente são falsas afirmações, como é típico nos progressistas, que tem como único objetivo criminalizar socialmente o pensamento conservador.
O conservadorismo, como definiu muito bem o filósofo Roger Scruton, advém do conhecimento de que as coisas admiráveis são facilmente destruídas, embora não sejam facilmente criadas. É a condição de querer preservar as heranças positivas deixadas por nossos antepassados na sociedade. O reconhecimento de que há coisas benignas que devem ser conservadas e coisas “malignas” que devem ser combatidas. Conservadorismo está implícito na rejeição de propostas com soluções utópicas, governos autoritários que tendem a tomar decisões contrárias à cultura, instituições e tradições sociais de um povo. O Conservador defende que muitas das nossas tradições e costumes surgiram a partir da necessidade natural do ser humano de se relacionar, como resposta e garantia das gerações posteriores para que ainda possamos nos desenvolver, nada de toda aquela canalhice de “construção social”, o que temos aqui é o argumento de “predisposição”, tome como exemplo a família e suas obrigações morais hoje e ontem.
Em especial nos dias de hoje, o conservadorismo pode ser considerado um ideal que precisa mais do que nunca de pessoas autênticas, que saibam que ser conservador não se resume em somente conservar políticas benéficas, mas também promover mudanças prudentes.

“Aquele que nos combate, fortalece nossos nervos e aguça nossas habilidades. Nosso oponente é nosso colaborador” – E.Burke

– ConservativeLord

Governos FHC e Lula são continuidades – PT e PSDB

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Dez coisas que você não sabia sobre a relação entre PT e PSDB

O texto abaixo saiu no Spotniks.com, um site de notícias de economia e política e mostra como a relação entre PT e PSDB sempre foram de proximidade e não de distanciamento.

Vale a pena para entender a relação dos dois partidos

PT e PSDB são os irmãos Karamazov da política nacional. Nas últimas décadas, ambos os partidos travaram duelos apaixonados e transformaram o debate público brasileiro num imenso caldeirão, um Fla-Flu. De um lado os azuis, do outro os vermelhos. De um lado o tucano, do outro a estrela. De um lado o professor, do outro o operário.

O que poucas pessoas sabem é que há mais coisas em comum entre o Partido dos Trabalhadores e o Partido da Social Democracia Brasileira do que julga nossa vã filosofia. PT e PSDB nasceram no mesmo lugar, no coração da esquerda paulistana, com concepções políticas e econômicas muito parecidas, e com duas figuras históricas – Lula e Fernando Henrique Cardoso – que não teriam ascendido sem o outro. E tudo isso nunca foi negado por seus criadores. Pelo contrário.

“NÓS ESTAMOS QUE NEM DOIS JOGADORES DE FUTEBOL, SOMOS AMIGOS, SOMOS ATÉ IRMÃOS E ESTAMOS JOGANDO EM TIMES DIFERENTES”, JÁ DISSE LULA SOBRE A RELAÇÃO ENTRE OS PARTIDOS.

“NOSSAS DIFERENÇAS COM O PT SÃO MUITO MAIS EM RELAÇÃO À DISPUTA DE PODER DO QUE SOBRE IDEOLOGIA”, JÁ ASSUMIUFERNANDO HENRIQUE CARDOSO.

De fato, é muito difícil desassociar a história de ambos. O sociólogo francês Alain Touraine, de esquerda, ex-professor e amigo pessoal de Fernando Henrique, chegou a afirmar que o futuro do Brasil seria a união dos partidos. Em 2004, Touraine disse que os governos de FHC e Lula faziam parte de um mesmo projeto. E tal cenário é assumido por seu pupilo. Para FHC, há uma massa política atrasada no país e a polarização entre PT e PSDB serve para tirá-lo desse atraso.

“OS DOIS PARTIDOS QUE TÊM CAPACIDADE DE LIDERANÇA PARA MUDAR ISSO SÃO O PT E O PSDB. EM ALIANÇA COM OUTROS PARTIDOS. NO FUNDO, NÓS DISPUTAMOS QUEM É QUE COMANDA O ATRASO”, DISSE.

Aqui, 10 coisas que você não sabia sobre a relação entre os dois partidos que mais pediram o seu voto nos últimos tempos.

1) LULA JÁ GARANTIU ELEIÇÃO PARA FERNANDO HENRIQUE CARDOSO. E LOGO NA ESTREIA DOS DOIS NA POLÍTICA PARTIDÁRIA.

 

Foi em 1978.

Fernando Henrique Cardoso era o príncipe dos sociólogos, um membro ativo da comunidade acadêmica paulistana que havia deixado a universidade para abraçar a vida pública. Era sua estreia de gala, o candidato de esquerda na corrida ao Senado pelo maior estado do país, a nova aposta do MDB.

Lula era o sapo dos operários, um líder do movimento sindical que tinha “ojeriza” à política partidária. Convencido por alguns amigos, abriu uma exceção para a candidatura do sociólogo do Morumbi. Pediu em troca sua adesão às bandeiras econômicas dos sindicatos, prontamente atendidas. Tal qual FH, era sua primeira vez nas corridas eleitorais. E a meta era clara: somar o máximo de votos possíveis para Fernando Henrique Cardoso.

Como conta o próprio Lula:

“ACONTECE QUE EM 78, PRIMEIRO ANO DAS GREVES DO ABC, O MDB ESTAVA LANÇANDO SUA CHAPA DE SENADORES. ALGUMAS PESSOAS, ALGUNS JORNALISTAS CUJOS NOMES NÃO VOU DIZER, QUERIAM QUE A GENTE APOIASSE CLÁUDIO LEMBO, DA ARENA. FUI APRESENTADO A FERNANDO HENRIQUE CARDOSO. AÍ FOMOS PARA A CAMPANHA. FUI REPRESENTAR FERNANDO HENRIQUE CARDOSO EM VÁRIOS COMÍCIOS.”

Lula levou FHC às portas de fábrica e rodou com ele pelo interior do estado. Era o príncipe e o sapo unidos em torno da criação do mesmo reino – a maior figura daquilo que viria a ser o PSDB com a maior figura daquilo que viria a ser o PT. Num palanque do MDB, com artistas e figuras ilustres da esquerda paulistana, o líder operário irritou-se com a festividade. Virou-se para Ulysses Guimarães e esbravejou:

“O TRATO É QUE IRIA PEDIR VOTOS SÓ PARA O FERNANDO HENRIQUE CARDOSO. TODO MUNDO SABE QUE SOU O PRINCIPAL CABO ELEITORAL DO FERNANDO HENRIQUE CARDOSO. AGORA QUEREM QUE EU PEÇA VOTOS TAMBÉM PRO MONTORO. EU NÃO VOU PEDIR. SE NÃO ME DEIXAREM FAZER O QUE EU QUERO, EU DESÇO E LEVO O PALANQUE TODO COMIGO, E VAMOS FAZER O COMÍCIO EM OUTRO LUGAR.”

Era o início de tudo. Fernando Henrique acabaria eleito primeiro suplente do senador Franco Montoro e, quatro anos depois, quando Montoro virou governador, assumiu a vaga, dando princípio à carreira política que o levaria ao cume do poder nacional. Sem o apoio de Lula em seus primeiros passos, nada disso seria possível.

2) EDUARDO SUPLICY, LULA E FHC JÁ DIVIDIRAM UMA CASA DE PRAIA EM UBATUBA

 

Na década de setenta, Fernando Henrique Cardoso tinha uma casa de praia em Picinguaba, Ubatuba, litoral norte de São Paulo. Em 1976, entre as indas e vindas de sua vida acadêmica dentro e fora do país, deixou o imóvel nas mãos de um amigo de longa data que conhecia desde os tempos de garoto – um sujeito chamado Eduardo Matarazzo Suplicy.

“EM 1976, ALUGUEI UMA CASA EM PARATY E FUI CONHECER PICINGUABA. O FERNANDO HENRIQUE CARDOSO TINHA UMA CASA LÁ, QUE ACABOU ME EMPRESTANDO POR SEIS MESES QUANDO ELE FOI PARA A FRANÇA. O FILHO DA CASEIRA ME MOSTROU UM TERRENO, ONDE ACABEI CONSTRUINDO MINHA CASA, DOIS ANOS DEPOIS”,CONTA SUPLICY.

Um ano depois, o fundador do PSDB abriria as portas para o fundador do PT e sua esposa – Lula e Marisa – passarem um final de semana no imóvel. Lula ficou extasiado com a paisagem. Só reclamou dos mosquitos.

3) LULA E FERNANDO HENRIQUE CARDOSO QUASE CRIARAM UM PARTIDO POLÍTICO

 

No final da década de 1970, Fernando Henrique e Lula participaram de uma reunião no ABC paulista, com intelectuais e dirigentes sindicais, para discutir o que fazer diante da iminente redemocratização no país. Nesse espaço, discutiram a criação de um partido socialista. Mas a ideia não foi pra frente. Como conta o sociólogo Francisco Weffort, fundador do PT e posteriormente ministro do governo FHC:

“APESAR DAS MUITAS AFINIDADES, PREVALECEU A DIVERGÊNCIA. DAQUELE GRUPO, UNS SAÍRAM PARA CRIAR O PT E OUTROS, ANOS DEPOIS, O PSDB.”

Segundo Eduardo Suplicy, que reuniu Lula e Fernando Henrique diversas vezes em sua casa para discutir o futuro do país e a possível criação de uma nova legenda, ela só não nasceu pelo conflito de liderança entre os dois:

“CADA UM AVALIAVA QUE SERIA O LÍDER MAIOR DA ORGANIZAÇÃO QUE SE FORMASSE. TINHAM DIFICULDADE DE ACEITAR A LIDERANÇA UM DO OUTRO, E FICAVA MUITO DIFÍCIL PARA AMBOS FICAR NO MESMO PARTIDO”, CONTA.

Por muito pouco, PT e PSDB não se tornaram um único partido.

4) OS POLÍTICOS DE PT E PSDB SE CONFUNDEM COM A HISTÓRIA DA ESQUERDA BRASILEIRA

 

A história dos principais caciques tucanos se confunde com a história dos principais caciques petistas. Juntos, ajudaram a construir a esquerda brasileira.

Fernando Henrique Cardoso sempre foi um estudioso do marxismo, por influência de Florestan Fernandes. Na década de 50, auxiliava a edição da revista “Fundamentos”, do Partido Comunista Brasileiro. Também integrava um grupo de estudos dedicado à leitura e discussão da obra O Capital, de Marx. Em 1981, ao lado de Eduardo Suplicy, ingressou numa lista da Polícia Federal. Era tratado como comunista pela ditadura.

O economista José Serra foi uma das principais lideranças estudantis de seu tempo, presidente da UNE e um dos fundadores da Ação Popular, grupo de esquerda que revelaria os petistas Plínio de Arruda Sampaio e Cristovam Buarque. Serra é amigo pessoal e conviveu por anos no exílio com a economista petista Maria da Conceição Tavares, uma das principais influências intelectuais do Partido dos Trabalhadores e referência particular de Dilma.

O tucano Aloysio Nunes, vice de Aécio Neves na última eleição, foi membro da Ação Libertadora Nacional (ALN), organização guerrilheira liderada por Carlos Marighella – era seu motorista e guarda-costa. Aloysio realizou inúmeros assaltos à mão armada em nome da revolução socialista.

Alberto Goldman, ex-governador tucano de São Paulo, teve uma educação marxista. Foi membro do clandestino PCB durante a ditadura.

José Aníbal, uma das figuras mais proeminentes do PSDB paulista, foi amigo de adolescência de Dilma Rousseff, com quem estudava matemática depois das aulas, e seu parceiro na Organização Revolucionária Marxista Política Operária, também conhecida como POLOP. Aníbal foi um dos fundadores do PT, antes de ser presidente do PSDB.

Juntos, eles fundariam os dois partidos políticos mais relevantes do país.

5) NAS ELEIÇÕES DE 1989, O PSDB APOIOU LULA CONTRA COLLOR

 

O recém formado PSDB, criado por dissidentes de esquerda do MDB, lançou o senador Mario Covas candidato à presidência em 1989. Covas alcançou pouco mais de 7 milhões de votos no primeiro turno e terminou a corrida na quarta colocação. O que pouca gente se lembra é que o PSDB apoiou Lula no segundo turno – o PMDB, de Ulysses Guimarães, tentou seguir o mesmo caminho, mas acabou rejeitado pelo Partido dos Trabalhadores. Os tucanos, por outro lado, foram acolhidos. Em almoço com o prefeito de Belo Horizonte eleito pelo PSDB, Pimenta da Veiga, Lula ouviu do tucano:

“EU TENHO TAMBÉM A ALEGRIA DE SABER QUE, PELA PRIMEIRA VEZ, AQUI SE REÚNEM REPRESENTANTES DE TODAS AS FORÇAS PROGRESSISTAS DO PAÍS, NESTA TARDE, NESTE ALMOÇO. EU ESTOU CERTO QUE ISSO TERÁ DESDOBRAMENTOS. E ACHO QUE DEVE SER ASSIM, PORQUE O BRASIL DESEJA MUDANÇAS EM PROFUNDIDADE. E SÓ ESSAS FORÇAS PROGRESSISTAS PODEM FAZER ESSAS MUDANÇAS.”

Lula perderia a eleição para Collor em poucas semanas.

6) “LULA, VENHA CONHECER A CASA ONDE VOCÊ UM DIA VAI MORAR”

 

Em 1993, o Brasil passou por um plebiscito sobre a forma e o sistema de governo do país. De um lado, o PT articulava a formação de uma Frente Presidencialista. De outro, o PSDB defendia a implementação do parlamentarismo. Numa conversa informal, Lula e FHC chegaram a conversar sobre um plano em que o operário se tornaria presidente e o sociólogo primeiro-ministro.

Em 1998, como revela numa conversa com o ex-senador petista Cristovam Buarque, FHC recebeu Lula no Palácio do Alvorada e arriscou uma nova previsão.

“CRISTOVAM BUARQUE: EM NOVEMBRO DE 1998, ACOMPANHEI O LULA PARA VISITÁ-LO. QUANDO O SENHOR ABRIU A PORTA DO APARTAMENTO RESIDENCIAL NO ALVORADA, DISSE: “LULA, VENHA CONHECER A CASA ONDE VOCÊ UM DIA VAI MORAR”. FOI GENEROSIDADE OU PREVISÃO?

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO: NÃO CREIO QUE TENHA SIDO UMA PREVISÃO, MAS SEMPRE ACHEI UMA POSSIBILIDADE. E TAMBÉM UM GESTO DE SIMPATIA. EU DISSE AO LULA NAQUELE DIA: “TEMOS UMA RELAÇÃO DE AMIZADE HÁ TANTOS ANOS, NÃO TEM CABIMENTO QUE O CHEFE DO GOVERNO NÃO POSSA FALAR COM O CHEFE DA OPOSIÇÃO”. ERA UMA ÉPOCA MUITO DIFÍCIL PARA O BRASIL. EU DISSE LÁ, NÃO SEI SE VOCÊ SE LEMBRA: “ALGUM DIA NÓS PODEMOS TER DE ESTAR JUNTOS”. EU PENSAVA NUMA CRISE. E DISSE AO LULA: “NÃO QUERO NADA DE VOCÊ. SÓ CONVERSAR. É PARA VOCÊ TER REALMENTE ESSA NOÇÃO DE QUE NUM PAÍS, VOCÊ NÃO PODE ALIENAR UMA FORÇA”. LULA CONVERSOU COMIGO NO DIA DA POSSE. E FOI BONITA AQUELA POSSE… NA HORA DE IR EMBORA, O LULA LEVOU A MIM E A RUTH ATÉ O ELEVADOR. E AÍ ELE GRUDOU O ROSTO EM MIM, CHORANDO. E DISSE: “VOCÊ DEIXA AQUI UM AMIGO”. FOI SINCERO, NÃO É?”

Em 1999, Fernando Henrique relatou o quanto respeitava Lula. Numa conversa com Eduardo Suplicy, revelou que quando Lula aparecia na televisão falando mal dele, simplesmente desligava o aparelho.

“FICO TRISTE, PERCO ATÉ O HUMOR. PARA VOCÊS TEREM UMA IDEIA DO QUANTO EU GOSTO E ADMIRO O LULA. VOCÊ SABE, EDUARDO, O QUE EU FIZ COM LULA QUANDO ELE ESTEVE COMIGO NO ALVORADA, MOSTREI A ELE O MEU QUARTO E DISSE: “UM DIA ISSO AQUI VAI SER OS SEUS APOSENTOS”. A GENTE FAZ ISSO COM ADVERSÁRIO, NEM COM TODOS OS AMIGOS A GENTE FAZ ISSO. POIS EU MOSTREI A LULA AS DEPENDÊNCIAS DA RESIDÊNCIA OFICIAL EM QUE MORO. MOSTREI O MEU QUARTO.”

Em três anos, Lula viraria presidente. A profecia tucana se cumpriu.

7) FERNANDO HENRIQUE FEZ CAMPANHA SECRETA PARA LULA EM 2002

 

Nas eleições de 2002, FHC retaliou José Serra, candidato pelo PSDB à sucessão presidencial, por ataques feitos a Lula durante a campanha. Fernando Henrique disse também, em conversas reservadas, que foi um erro o ataque direto ao presidente do PT, o então deputado federal José Dirceu. Dirceu era o petista mais próximo de seu governo e a ordem era que se suspendesse imediatamente as críticas a ele. Seu puxão de orelha foi transmitido ao comando do marketing da campanha de Serra.

Com Lula eleito, FHC iniciou uma campanha secreta em sua defesa. A história é narrada no livro ”18 Dias — Quando Lula e FHC se uniram para conquistar o apoio de Bush”, escrito por Matias Spektor, doutor em relações internacionais pela Universidade de Oxford e colunista da Folha de São Paulo. Como conta Spektor:

“LULA DESPACHOU JOSÉ DIRCEU [QUE VIRIA A SER O CHEFE DE SUA CASA CIVIL] PARA OS ESTADOS UNIDOS E ACIONOU GRUPOS DE MÍDIA E BANQUEIROS BRASILEIROS QUE TINHAM NEGÓCIOS COM A FAMÍLIA BUSH. DISCIPLINOU AS MENSAGENS DE SUA TROPA E ABRIU UM CANAL RESERVADO COM A EMBAIXADA AMERICANA EM BRASÍLIA. LULA NÃO FEZ ISSO SOZINHO. OPERANDO JUNTO A ELE ESTAVA O PRESIDENTE BRASILEIRO EM FUNÇÃO – FERNANDO HENRIQUE CARDOSO. FHC ENVIOU SEU MINISTRO-CHEFE DA CASA CIVIL, PEDRO PARENTE, EM MISSÃO À CASA BRANCA PARA AVALIZAR O FUTURO GOVERNO PETISTA. O PRESIDENTE TAMBÉM INSTRUIU SEU MINISTRO DA FAZENDA, PEDRO MALAN, A CONSTRUIR UMA MENSAGEM COMUM JUNTO AO HOMEM FORTE DE LULA, ANTONIO PALOCCI.

ELES FIZERAM UMA DOBRADINHA PARA DIALOGAR COM O TESOURO DOS ESTADOS UNIDOS, O FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL E WALL STREET. FERNANDO HENRIQUE AINDA ORIENTOU RUBENS BARBOSA, SEU EMBAIXADOR NOS ESTADOS UNIDOS, A PRESTAR TODO O APOIO A LULA.”

Sem esse apoio, Lula certamente não conseguira a estabilidade internacional que teve. Não fosse FHC, sua história teria tomado outros rumos. E a do Brasil também.

8) O HOMEM FORTE DA ECONOMIA DO GOVERNO LULA ERA… UM TUCANO!

 

No início dos anos 2000, Henrique Meirelles deixou de lado uma vida bem sucedida como executivo do setor financeiro para candidatar-se a deputado federal por Goiás. Recebeu 183 mil votos e se tornou o deputado mais votado do estado. Seu partido era o PSDB. Com o sucesso eleitoral e o respeito do mercado financeiro, foi convidado por Lula para ser o primeiro presidente do Banco Central de seu governo, cargo que ocuparia por longos 7 anos. Meirelles ainda receberia as bençãos de FHC, antes de se desfiliar do PSDB e deixar o cargo que havia sido eleito. Lula telefonou para Fernando Henrique para avisar a escolha.

Em 2003, Marcos Lisboa, outro homem forte da economia do primeiro governo Lula, declarou que a equipe econômica do governo Fernando Henrique Cardoso merecia uma “estátua em praça pública” por ter promovido os acordos com os governos estaduais e municipais na negociação da dívida e também por ter criado a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Anos mais tarde, Fernando Henrique revelou comemorar as conquistas do governo Lula.

“EU TAMBÉM COMEMORO A MELHORIA NA DISTRIBUIÇÃO DE RENDA. A POLÍTICA DELE É A MINHA”, DISSE.

9) FERNANDO HENRIQUE CARDOSO EVITOU O IMPEACHMENT DE LULA EM 2005

 

Durante todo governo Lula, duas figuras construíram uma ponte entre o presidente operário e o ex-presidente sociólogo: os então ministros Antonio Palocci, da Fazenda, e Márcio Thomaz Bastos, da Justiça. Os encontros foram confirmados por ambos – Palocci confirmou que esteve pessoalmente com FHC “pelo menos cinco vezes”; Bastos disse ter conversado pessoalmente com o ex-presidente apenas uma vez, em junho de 2005, mas confirmou que os contatos por telefone eram muito frequentes. Lula sempre soube das conversas e, mais de uma vez, em momentos difíceis, sugeria a Palocci: “Vai conversar com Fernando Henrique”.

Em 2005, no auge do escândalo do Mensalão e com a pressão por impeachment, Lula orientou seus dois homens fortes para pedirem a FHC que aplacasse os ânimos da oposição. O tucano aceitou de prontidão. Na conversa com Thomaz Bastos, FHC concordou que um impeachment de Lula, à época uma ameaça real, “tornaria o país ingovernável”. Fernando Henrique dizia que não queria criar “uma cisão no Brasil”. Os tucanos acataram a ordem e a história do impeachment perdeu força.

10) NAS ÚLTIMAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS, PT E PSDB ESTAVAM COLIGADOS EM 999 DISPUTAS DE PREFEITURAS

 

PT e PSDB são tratados como antagonista no cenário político nacional, mas a verdade é que em pelo menos 999 cidades (o correspondente a 18% das 5.569 cidades brasileiras), os partidos fizeram parte da mesma coligação nas últimas eleições municipais. Só no estado de São Paulo, esse número foi de 54 municípios.

Em Schroeder, Santa Catarina, por exemplo, o prefeito eleito foi o tucano Osvaldo Jurck; seu vice foi o petista Moacir Zamboni. Em 149 casos, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as chapas que contaram com o PT foram encabeçadas por candidatos a prefeito pelo PSDB.

Tudo como se fossem feitos um para o outro.

DO PACTO COM O DIABO NA TERRA DO SOL E A CANDIDATURA DE PONCIUS PILATUS AO NOBEL DA PAZ!

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Em um País das Maravilhas Absurdas da Terra do Nunca Antes, havia uma ex-presidenta louca, expurgada do poder, de nome Dilmanta, que se revelou uma leitora assídua dos livros que nunca leu. E um dos últimos livros não lidos teria sido escrito pelo autointitulado bruxo Paulo Coelho.

Enquanto buscava assimilar o conteúdo por osmose reversa, dormindo com o livro sob sua cabeça, Dilmanta tomou conhecimento, por meio de um assessor, que o autor teria celebrado um pacto com o Diabo (doravante chamado KPTa) e, já naquele tempo, residiria em um castelo na França. Todavia, além de consumidora voraz de livros não lidos, Dilmanta já havia se revelado, também, cinéfila inveterada. Possivelmente, quando aterrorizava a vida de seus concidadãos como terrorista (anos depois passou a aterrorizar como presidenta), operando na clandestinidade, Dilmanta teria assistido o consagrado filme de Glauber Rocha: “Deus e o Diabo na Terra do Sol”.

Perspicaz como um poste, Dilmanta não tardou em associar as informações, passando a arquitetar um plano mais diabólico do que o projeto de poder cleptocrata da corrupção sistêmica que havia mantido em seu desgoverno. Após as últimas eleições ocorridas em seu país, convencida de que Deus era um nacional (possivelmente eleitor do candidato adversário, por ter sobrevivido à um atentado), Dilmanta, entre um rivotril e outro, vislumbrou a solução para perpetuação do seu projeto de poder falido, por meio do que considerava uma “revelação” infernal: estabelecer um pacto com o KPTa, tal qual Paulo Coelho!

Com base em sua experiência como terrorista, quando nada decidia e tudo que planejava dava ruim, consultou Zé Disseu, companheiro terrorista ideólogo estrategista das falcatruas PTralhas, que estabeleceu o conceito da operação que viria a se configurar na mais ampla conspiração universal de efeitos transcendentais “nunca antes” concebida: (i) precisaria deixar seu país natal, mesmo que fosse a “terra do sol” originária, pois era certo que estava sob intervenção divina direta e o KPTa, possivelmente, estaria operando na clandestinidade; (ii) precisaria encontrar uma outra “terra do sol”, para uma entrevista com o KPTa. Foi, então, que Dilmanta recebeu um convite para participar de auspicioso evento gastronômico, intitulado “Primeiro Foro Mundial do Pensamento Crítico”.

Evidente que se interessou, já que, como toda esquerda caviar dadivosa, qualquer pensamento crítico estaria direta e fundamentalmente relacionado ao estômago. A questão epistemológica que orientaria todo o debate seria: os coxinhas deveriam providenciar mortadela para os pobres, e para a esquerdopatia caviar? Foram convidados intelectuais internacionais renomados, como: Maconhela da Vila, Cristina Quiche, Mugica Xoxa, Bolos e um tal de Andrade, que ninguém sabia quem era (consta ser um poste, candidato derrotado à presidência, algo recorrente na Terra do Nunca Antes). Ao olhar o convite do evento, Dilmanta foi capaz, tão somente, de identificar uma bandeira com um sol. Sem saber de que país se tratava, foi informada que aquela era a bandeira da Argentina, onde se daria o evento.

Eis que das trevas fez-se as trevas mais profundas, sem a mínima luz no final do túnel! Seria a ocasião perfeita! A indicação da nova “terra do sol” pelo que julgou uma mensagem cifrada do KPTa, confirmava que sua “revelação” era verdadeira e perfeita! Não só a redenção de todas as esquerdas da América Latrina, como a revolução dos bichos, estariam garantidas! Deslumbrada e empolgada, nossa mulher-sapiens ensacou vento, junto com uma bola de folhagem de bananeira, uma mandioca (sabia que não serviriam nada no avião), uma figura oculta de um cachorro, jogou tudo na mala, e partiu determinada, com seu portunhol a tiracolo, para a terra de los hermanos!!! Poderia ter até ponderado que, embora não estivesse mais na terra de Deus, estaria na terra do Papa! Mas estava sob efeito do revotril, sem assessoramento e, por si só, incapaz de racionalizar sob os predicados de onisciência, onipotência e onipresença da Deidade!

Todavia, como em outro livro, também não lido (por quase ninguém), “A Vida Quer É Coragem – a Trajetória de Dilma Rousseff”, Dilmanta, que sempre se mostrou uma mulher-sapiens do grelo duro, acabou se revelando mais sapiens do que mulher: empoderou-se como a serpente do paraíso, e foi atentar o KPTa, colocando-o em uma sinuca de bico, diante da mídia internacional! As conjecturas malignas e intenções inconfessas da anti-heroína, sempre do lado errado da História, seriam: (i) se o KPTa não interviesse, seria prova de que não existia; ficando a PTralhada liberada para fazer o inferno na Terra; (ii) se o KPTa interviesse, estaria consumada a coalizão anti-neoliberal transcendental na América Latrina; o KPTa seria cúmplice da cleptocracia; sujeito a se tornar réu na lava-jato do juízo final; e, possivelmente, condenado à socializar o inferno com a PTralhada, até que um PTralha, vulgo Molusco, conhecido ladrão condenado, lhe tomasse o trono!

A imprensa marrom se apressou em difundir a ideia de que Dilmanta teria se baseado na frase do estadista Winston Churchill: “Se Hitler invadisse o inferno, eu faria uma referência favorável ao diabo na Câmara dos Comuns”. Qual nada! Churchill se referia ao ataque nazista à URSS! O “referencial teórico” da Dilmanta era Paulo Coelho, mesmo que não lido, e ela queria o reinado PTralha na Terra, em concorrência com o inferno! Essa ousadia toda de Dilmanta, considerada exposição midiática desnecessária, tratou de configurar o inferno astral do KPTa! Já esgotado por aturar os mandos e desmandos de Dona Marisposa, esposa do Molusco, atentando-lhe os ouvidos com a necessidade de obras, antes da chegada do marido, o “tinhoso” não sabia mais como proceder. Foi, então, que lançou um apelo às almas penadas dos intelectuais da esquerda engajada, sempre plenas de boas intenções (coisa que o inferno está cheio), para que propusessem uma solução mediada.

Evidente que a esquerda “cult”, capitaneada pelo Comandante Fidel, torceu o nariz, além de passar a apoiar a conspiração, tratando de promover um showmício, patrocinado pela Lei Ruimné (em francês, a pronúncia correta é Ruimnê), em apoio à revolução mundial dos bichos, com a arrecadação, na ordem de 1%, destinada às pulgas oprimidas da região do Himalaia, devido a pressão sofrida pela carga das mercadorias capitalistas transportadas pelos iaques. Atordoado pelo abandono e descaso da intelectualidade esquerdótica, o KPTa remeteu, imediatamente, uma mensagem à São Miguel Arcanjo, solicitando orientação celestial. Após um breve instante de duração eterna, que lhe pareceu mesmo a eternidade, chegou a resposta lacônica: “Poncius Pilatus”! Sem entender absolutamente nada, e acreditando que estava sendo submetido a uma vingança divina, o que iria determinar o universo em desencanto (a Divindade Suprema não poderia, jamais, nem ao menos pensar em se vingar), o KPTa convoca o ex-governador romano da Judeia e expõe a situação. Após ouvir atentamente, ainda atônito, como se quisesse ganhar tempo, Pilatus se vangloria: “Sataníssimo! Eu já participei, como juiz, de um julgamento semelhante, há 2 mil anos atrás!”. E, ao observar o ar de impaciência do KPTa, incrédulo, perguntou: “Mas é mesmo verdade que, desta vez, o povo não escolheu o ladrão?”.

O KPTa, aparentemente constrangido, como torcedor de time que cai para a segunda divisão, respondeu afirmativamente! Após recuperado da surpresa, e fazer um rápido cálculo político, Pilutus, então, pergunta: “Digníssimo Ronca-e-Fuça! Por acaso jogas sinuca?”. O KPTa, já contrariado, respondeu: “Claro que não! Tenho mais o que fazer!”. E Pilatus, com ar triunfal, responde: “Então, lave as mãos”! Após queimar alguns neurônios, cogitando sobre o dito (o que contribuiu para o comprometimento do meio ambiente infernal, devido ao aumento da temperatura), o KPTa brada exasperado: “Eureka”! Havia entendido a mensagem velada: tal qual desde o tempo de Pilatus, e por toda a eternidade, a Divina Providência proverá! Na luta do mal contra o mal, o KPta, que já olhava as vítimas da PTralhada com piedade, percebeu que o resultado lhe seria favorável e a ordem universal seria mantida! E é assim que o inferno, agora em um ambiente de paz, está de portas abertas para receber a PTralhada! “Moral” da história: se seu taco for pequeno, melhor nem pensar em jogar sinuca! Ah! Sim! Consta que, por ter promovido a paz no reino das trevas, Poncius Pilatus será indicado ao Nobel da Paz infernal! Como parte do plano que a PTralhada “pensa” ter celebrado com o KPTa, andam espalhando por aí que, no País das Maravilhas Absurdas, o indicado será o Molusco. Pode até ser, baseando tratar-se do País das Maravilhas Absurdas. Mas evidente que não ganha! Era só o que faltava a PTralhada querer concorrer com o inferno!

Então, antes do Molusco, o candidato do Coisa-Ruim! E, desde então e ainda hoje, lá das profundezas do magma que corre abaixo das terras altas e baixas da Terra do Nunca Antes, é possível ouvir o KPTa, com sua voz gutural cavernosa, gritar o slogan da campanha: O LULA TÁ PRESO, BABACA!

  • Fernando Amaro

A esquerda chega ao poder e, sempre, assalta o país, promove divisão na sociedade e o leva, inevitavelmente, à bancarrota.

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2/2/2017- São Paulo- SP, Brasil- O ex-presidende Lula recebe a visita de Fernando Henrique Cardoso, no Hospital Sírio Libanês, onde está inernada dona Marisa Letícia, que teve morte cerebral nesta quinta-feira (2). Foto: Ricardo Stuckert / Instituto Lula

Texto maravilhoso da Christina Fontenelle que nos convida a refletir sobre verdade e mentira nas construções da esquerda hipócrita e inconsequente.
Boa leitura!

Comparando-se o que hoje ocorre no país com o que houve em 1964 percebemos que, naquela época, não havia narrativa da imprensa e do parlamento contra a intervenção militar. Ao contrário há abundância de documentos e materiais jornalísticos que desmentem completamente a narrativa de golpe antipopular ou qualquer coisa que o valha. Entretanto, hoje, se lá do futuro olharmos para o que porventura a imprensa diga hoje sobre o impeachment, sobre a prisão de Lula, sobre a eleição e o governo de Bolsonaro, veremos que haverá sérias dificuldades em se provar que não tenha havido golpe nenhum com impeachment, que Lula seja realmente um criminoso que mereça estar na cadeia, que Bolsonaro e os militares voltaram ao poder, pelo voto, apesar de todas as tentativas de fraude, como pregam a esquerda e a imprensa.

A infinidade de provas que temos de que não tenha havido golpe nenhum, em 64, bem como do enorme apoio da imprensa, da sociedade e de boa parte do parlamento à intervenção dos militares são irrefutáveis e estão aí para quem quiser pesquisar. Já no futuro, quando se pretenda pesquisar sobre o que acontece hoje no país, caso não disponhamos mais de redes sociais, a narrativa única e vitoriosa será a da esquerda.
Quais são as lições que podemos tirar desse contexto? Várias. A principal delas, entretanto, é a reflexão sobre se há convivência possível entre a civilização ocidental, com seus valores cristãos e democráticos, e o comunismo (desde sua pregação até à existência de partidos políticos que representem essa ideologia).
Inconformados com a derrota em 64, a esquerda começou a luta armada e a prática de terrorismo para implantar, à força, o comunismo tão sonhado por seus membros. Derrotados, reuniram-se no exterior para propagar a revolução comunista no mundo todo. Nunca pararam. Nunca vão parar. Vemos isso hoje nos EUA, onde a esquerda infiltrou-se por todos os poros institucionais. Hoje, aqui no Brasil, novamente inconformados com a derrota, desta vez nos votos (apesar de inúmeras tentativas de fraude), infernizam o governo eleito, de modo a torná-lo inviável. Assim como fazem os comunistas nos EUA.
A esquerda chega ao poder e, sempre, assalta o país, promove divisão na sociedade e o leva, inevitavelmente, à bancarrota. Chegou a hora de refletirmos se há algum sentido em permitir que esse ciclo de intentonas comunistas se repita infinitamente. Comemorar a reação do povo e dos militares ao comunismo, em 1964, é importante, sim, porque nos leva à essa reflexão que realmente precisa ser feita. No meu ponto de vista, a única que deveria ser feita. Talvez um plebiscito resolvesse esse problema.

O Transtorno Obsessivo Compulsivo da Sra Míriam Leitão

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A jornalista Míriam Leitão foi militante do PCdoB sob o codinome “Amélia”. Era agente das facções criminosas que aterrorizaram o Brasil nos anos 60/70 para implantar aqui uma ditadura do proletariado, no contrafluxo da vontade e das necessidades do povo brasileiro. 

Por razões que só a psicologia explica, anualmente, ao aproximar-se o final do mês de março, ela se deixa dominar por um tipo de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) que a leva a contestar verdades históricas.

No corrente ano, a manifestação do TOC veio estimulada pelo apego à verdade e à liberdade expressado pelo Presidente Jair Bolsonaro por intermédio de citação bíblica (“Conhecereis a verdade e ela vos libertará”) e pela suspensão da ordem que impedia os militares de comemorar ostensivamente o dia em que a “Nação salvou a si mesma”, 31 de março de 1964.

Transtornada, ela acusa o Presidente de estar reabrindo as feridas que ela própria, baseada na premissa leninista de acusar os adversários do que você é e faz, jamais contribuiu para que cicatrizassem!

Míriam Leitão chama de triste o período em que os militares estiveram no poder, mas esquece de lembrar o ambiente e as intenções que o antecederam, assim como o mal que evitaram.

A guerra que se seguiu ao 31 de março de 1964 não pode ser creditada à iniciativa dos militares, mas ao inconformismo radical dos seus “kamaradas” de armas e de ideais.

Ela lembra, em sua última crise obsessiva, cassações, torturas, exílio, fechamento do Congresso, censura e AI-5, mas esquece que essas atitudes foram tomadas em consequência de atentados terroristas, ações de guerrilha rural e urbana, assaltos a bancos, ataques a quartéis, assassinatos e justicamentos, sequestros de embaixadores e de aeronaves de passageiros, trocas de reféns, entre outras ações extraídas das mentes insanas dos seus “kamaradas” e do “Mini Manual do Guerrilheiro Urbano”, de autoria do celerado Carlos Marighela, ainda hoje, livro de cabeceira de sanguinários terroristas islâmicos.

O TOC impede a Sra Míriam de enxergar que a porta da conciliação foi aberta por iniciativa do Regime Militar através da Lei da Anistia, aprovada pelo Congresso Nacional e pela qual todos deveriam passar, mas que ela e seus “Kamaradas” da luta armada teimam em manter fechada.

Encerro repetindo o que já escrevi em outra mensagem à jornalista: Dona Míriam, vá rever os seus valores, eles são a causa do seu mal!

General Paulo Chagas