Incêndios na Amazônia: Grupo usou WhatsApp para planejar.

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Incêndios na Amazônia

Incêndios na Amazônia: Grupo usou WhatsApp para planejar incêndios, Ricardo Salles afirmou neste domingo que Jair Bolsonaro determinou a abertura de “investigação rigorosa” para apurar um conluio entre agricultores, sindicalistas e grileiros para incendiar as margens da BR-163, rodovia que liga o Pará ao Mato Grosso.

Incêndios na Amazônia: O ministro do Meio Ambiente publicou no Twitter uma reportagem do Globo Rural que relata que o grupo com mais de 70 pessoas combinou no WhatsApp de incendiar o local.

A intenção dos criminosos, segundo a reportagem, era mostrar a Bolsonaro que eles apoiam suas ideias de “afrouxar” a fiscalização do Ibama.

A pedido do Ministério Público de Novo Progresso, no Pará, a Polícia Civil já ouviu algumas pessoas ligadas ao grupo, mas até agora ninguém foi preso.

Pecuarista lança suspeita sobre Instituto Chico Mendes

A reportagem do Globo Rural sobre o conluio para incendiar as margens da BR-163, no Pará, traz a declaração de uma pecuarista que disse ter visto carros do ICMBio sendo usados para atear fogo na região.

“Esse povo, se eles veem você, eles já vêm armado, já manda você parar, já toma seu celular. Você não pode fazer nada. As caminhonetes que eles andam fazendo esse terror todo, está escrito ICMbio. O presidente Bolsonaro tá certo quando diz que essas ONGs estão botando fogo,” disse a pecuarista identificada como Nair Brizola.

Moro diz que PF vai investigar grupo que usou WhatsApp para planejar Incêndios na Amazônia

No Twitter, Sergio Moro confirmou que a Polícia Federal vai investigar o conluio entre agricultores, sindicalistas e grileiros para incendiar as margens da BR-163, como relatado em reportagem do Globo Rural.

“Sim, fui contatado hoje mesmo pelo PR @jairbolsonaro sobre o fato e solicitando apuração rigorosa. A Polícia Federal vai, com sua expertise, apurar o fato. Incêndios criminosos na Amazônia serão severamente punidos.”

Bolsonaro autoriza envio das Forças Armadas para Amazônia

Jair Bolsonaro autorizou no domingo o envio das Forças Armadas para o Amazonas para atuar no combate a queimadas na região.

O despacho assinado pelo presidente incluiu também o envio de tropas para o Mato Grosso e o Acre.

Ação das Forças Armadas na Amazônia

O general Fernando Azevedo e Silva, ministro da Defesa, afirmou que as ações das Forças Armadas para combater os Incêndios na Amazônia começam na tarde de sábado em Rondônia.

Segundo o ministro, o efetivo atual das Forças Armadas na região Norte é de 44 mil homens.

“A demanda que existe até o momento, a primeira operação que estamos fazendo é no estado que já pediu, Rondônia. Temos efetivo suficiente para isso lá. E já estamos com aeronaves lá”, disse.

‘Não há motivos para nos sentirmos ameaçados’, diz comandante do Exército

O comandante do Exército, Edson Leal Pujol, afirmou que não há motivos para o Brasil se sentir ameaçado na controvérsia sobre Incêndios na Amazônia.

O antecessor de Pujol no cargo, Eduardo Villas Bôas, disse ter identificado na fala de Emmanuel Macron sobre o assunto um ataque direto à soberania do Brasil.

“A França é um país de tradição de liberdade e de democracia. Certamente não há motivo para nós nos sentirmos ameaçados”, disse o comandante do Exército.

“Para que um país entre em um conflito armado tem que haver uma razão muito forte e tem que ter aceitação da sociedade, do Congresso. (…) Não basta um mandatário de uma nação querer”, acrescentou o general.

Ministro da Educação chama Macron de “calhorda oportunista”

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, foi ao Twitter no domingo chamar Emmanuel Macron de “calhorda oportunista”.

“A França é uma nação de extremos. Gerou homens como Descartes ou Pasteur, porém também os voluntários da Waffen SS Charlemagne. País de iluministas e de comunistas. O Macron não está a altura deste embate. É apenas um calhorda oportunista buscando apoio do lobby agrícola francês”, disse.

Weintraub afirmou ainda que a França é um país que “amamos odiar ou odiamos amar” e que os franceses “elegeram um governante sem caráter”.

“Os franceses elegeram esse Macron, porém, nós já elegemos Le Ladron, que hoje está enjauladon. Ferro no cretino do Macron, não nos franceses.”

PSL debate CPI das ONGs

O PSL quer propor uma CPI que apure a atuação de ONGs no Brasil.

A bancada do partido na Câmara já prepara os termos de um requerimento para pedir assinaturas.

O objetivo da comissão, relata a Folha, é rebater a oposição, que tenta articular uma CPI para investigar a atuação do governo Jair Bolsonaro na crise de Incêndios na Amazônia.

“A floresta não está pegando fogo como o pessoal está dizendo”

Jair Bolsonaro afirmou sábado que os incêndios na Amazônia se restringem aos locais desmatados.

“Agora, a floresta não está pegando fogo como o pessoal está dizendo. O fogo é onde o pessoal desmata”, afirmou.

Moro autoriza uso da Força Nacional para conter queimadas

Sergio Moro autorizou o envio da Força Nacional de Segurança Pública para Rondônia e Pará.

Na portaria, o ministro afirma que o uso dos militares tem “caráter episódico e planejado, nas ações de combate ao desmatamento ilegal da floresta Amazônica, nos locais de alertas de desmatamento identificados pelo sistema DETER/INPE”.

“Dói na alma” ver campanha contra soberania do Brasil, diz Bolsonaro

No Twitter, Jair Bolsonaro disse neste sábado que “dói na alma ver brasileiros não enxergando a campanha fabricada contra a nossa soberania na região” da Amazônia.

Junto com a mensagem, o presidente publicou o vídeo de uma entrevista em que o general Villas Bôas, ex-comandante do Exército, afirma que há “um déficit de soberania” nacional.

“Essa história de que a Amazônia pertence à humanidade é uma bobagem”

Em sua entrevista ao Estadão, Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, afirmou que cabe ao Brasil escolher o modelo de preservação da Amazônia.

“A Amazônia não é pulmão do mundo. Isso já foi dito e reconhecido. A Amazônia tem o seu ciclo fechado. Ela emite o que ela mesma consome. Agora, ela tem um papel importante de regulação hidrológica, das chuvas, a história dos ‘rios voadores’ que irrigam a agricultura no resto do Brasil. Tudo isso é verdade. Então, ela tem uma função importante para a questão climática aqui no Brasil. Ela é um patrimônio brasileiro. Essa história de que pertence à humanidade é uma bobagem. Nós temos soberania sobre a Amazônia. Somos nós que temos de escolher um modelo, que tem de ser viável economicamente, de proteção da nossa floresta. Somos nós que temos de escolher e somos nós que temos de implementar. Todo o cuidado com a Amazônia que inspira atenção do mundo inteiro é bem-vindo, mas a autonomia de fazer isso é da população brasileira.”

“Queria ver se fosse Marina Silva ou Zequinha Sarney para resolver este pepino”

Durante reunião nesta sexta-feira para tratar das queimadas na Amazônia, Jair Bolsonaro prestigiou o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles:

“Não teria melhor ministro aqui cuidando disso”, disse, segundo relatos ouvidos pelo Estadão.

“Queria ver se fosse aqui a Marina Silva ou o Zequinha Sarney para resolver este pepino. Imagina se eles estivessem na mesma situação.”

Reação de europeus a Incêndios na Amazônia é ‘desculpa’, diz Rodrigo Maia

Rodrigo Maia disse hoje à tarde que a ameaça de França e Irlanda de voltar atrás no acordo União Europeia-Mercosul por causa de Incêndios na Amazônia é “desculpa” para impedir o avanço das negociações.

“É direito deles, mas o Brasil não tomou nenhuma atitude concreta, de leis, de ação do governo, para meses depois eles não quererem cumprir o acordo”, declarou o presidente da Câmara.

Onyx: discurso sobre Incêndios na Amazônia é estratégia para impedir o crescimento do Brasil

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que países europeus usam o discurso ambientalista como forma de estabelecer barreiras à produção brasileira.

“Nós não podemos ser ingênuos. Os europeus usam questão do meio ambiente por duas razões: a primeira, para confrontar os princípios capitalistas. Porque desde que caiu o Muro de Berlim e fracassou a União Soviética, uma das vertentes para as quais a esquerda europeia migrou foi a questão do meio ambiente. E a outra coisa, para estabelecer barreias ao crescimento e ao comércio brasileiro de bens e serviços”, disse após participar de evento organizado pelo grupo Voto.

Segundo o ministro essa estratégia já foi usada no passado e as informações sobre a floresta usadas pelos países estrangeiros são exageradas. “Desmata, sim, mas não no nível e no índice que é dito. Além do que nós vamos esquecer que durante os anos 1980, 1990 e 2000 a febre aftosa foi usada como mecanismo de proteção para o mundo para evitar exportações de carne e grãos brasileiros?”, questionou.

“O Brasil cuida e muito bem do seu meio ambiente”, enfatizou. De acordo com Lorenzoni, os órgãos competentes têm se esforçado para conter o desmatamento. “A Polícia Federal, o Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis], todos estão cumprindo com o seu papel. Não há país no mundo que tenha a cobertura vegetal e florestal que o Brasil tem”, afirmou.

A realidade dos Incêndios na Amazônia!

Tiago Franz: “Moro na amazônia mato-grossense, transição com cerrado, há 31 anos. Agora, em agosto, estamos no período mais seco do ano. Após três meses sem chuva, a umidade relativa do ar é tão baixa que se iguala a do Saara. Desde que me entendo por gente eu vejo o cerrado queimar na época da seca. Essa semana, mesmo, foram dois grandes incêndios em áreas de mata e lavoura próximas da minha cidade: Nova Mutum. O fogo, muitas vezes, começa sozinho. O que eu não imaginava, todo esse tempo morando aqui, é que o culpado disso era o Bolsonaro.”

A NASA postou em seu site um artigo que mostra Incêndios na Amazônia ABAIXO da média história para o mês de agosto: https://t.co/icYjz4QBca  

O INPE mostra a mesma coisa.

Estamos observando uma massiva campanha de fake news, conduzida pela extrema-imprensa podre.

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