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Chega ao DF aparelho que detecta embriaguez por sensor

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O iBlow foi adquirido pela Polícia Rodoviária Federal para auxiliar as fiscalizações regionais de tolerância zero no trânsito

Andre Borges/Esp. Metrópoles

Um novo equipamento ganhou a atenção das redes sociais pela agilidade em detectar se o motorista fez ingestão de bebidas alcoólicas antes de assumir a direção do veículo. A gravação (veja abaixo) mostra que, em questão de poucos segundos, os policiais conseguem identificar a alcoolemia pelo hálito exalado pelo condutor. Batizado de iBlow, o equipamento está nas ruas do Distrito Federal e, desde o último sábado (18/05/2019), tem auxiliado a Polícia Rodoviária Federal (PRF) a retirar das ruas quem insiste na mistura criminosa álcool e direção.

A corporação conta com seis equipamentos e pretende adquirir outros. De toda forma, a nova tecnologia não pretende retirar de cena o bafômetro tradicional. O aparelho com sensor eletroquímico identifica células etílicas e pretende, na verdade, agilizar o trabalho das autoridades de trânsito no combate à alcoolemia. Segundo a PRF, os resultados do teste são extremamente confiáveis​.

A novidade despertou o interesse do governador Ibaneis Rocha (MDB), que sinalizou vontade em conhecer melhor a engenharia. “Já convoquei uma reunião com Alírio [Neto, diretor do Detran-DF]  porque vamos traçar ações para a modernização das fiscalizações de trânsito. Nossa meta é trazer para cá o que há de mais tecnológico e ajudar na segurança da população do Distrito Federal”, disse o emedebista.

A ressalva do titular do Palácio do Buriti é a legalidade das operações, visto que nenhum indivíduo pode ser obrigado, por qualquer autoridade, a criar involuntariamente provas que o incrimine direta ou indiretamente. “Temos essa preocupação e teremos de observar com responsabilidade as questões legais”, ponderou. No entanto, a PRF garante que o equipamento só é usado quando autorizado previamente pelo condutor.

Cada iBlow custa em média R$ 2,7 mil – pouco menos do valor da multa de quem é flagrado ao dirigir alcoolizado: R$ 2.934,70. À reportagem, o Detran-DF afirmou ter conhecido e testado o aparelho há quase 4 anos. “O órgão não descarta a possibilidade de avaliar a aquisição desse tipo de aparelho”, disse, por meio de nota. No entanto, não há previsão para a compra pelo GDF.

Simulação 
Para analisar a eficácia do medidor, foram realizadas duas aferições: antes e depois do consumo de cerveja. Antes da ingestão, o aparelho sinalizava a cor verde quando se aproximava do hálito do repórter Matheus Garzon. Logo após um copo da bebida, contudo, imediatamente a luz vermelha sinalizou o uso. Ao assoprar o bafômetro, o índice de alcoolemia chegou a 0,35% (acima do que é considerado embriaguez, 0,33%).

Confira o vídeo da simulação:

“Economia e agilidade”
De acordo com o inspetor Genaro Mendes, do Núcleo de Operações da PRF-DF, uma das principais razões para a compra do novo bafômetro é a economia de tempo para os motoristas. “O etilômetro tradicional demora 53 segundos para dar o resultado, mesmo que seja negativo. O novo modelo mostra em 6 segundos se há ou não álcool. Isso reduz o transtorno para aqueles condutores responsáveis que não bebem antes de dirigir”, disse.

Outro ponto positivo apontado pelo inspetor é o custo. Enquanto o bafômetro utilizado tradicionalmente no Brasil desde 2003 custa entre R$ 11 e 15 mil, o novo modelo é vendido por cerca de R$ 3 mil. “Além da disparidade de preço, cada bocal utilizado no exemplar convencional custa R$ 1. Será uma grande redução de custos”, calcula.

Segundo Genaro Mendes, outras sete corporações, como Santa Catarina e Goiás, também estão usando o novo bafômetro em pequena escala. A tendência, diz, é equipar todas as viaturas do Distrito Federal. “Vamos comprar mais. No último sábado (18/05), eles foram utilizados na BR-040 e o retorno dos agentes foi extremamente positivo”, relata.

 

O inspetor lembra, no entanto, que um equipamento não substitui o outro. A utilização do iBlow é apenas para que seja feita uma triagem. Quem não bebeu é liberado rapidamente, enquanto os outros são conduzidos para uma fiscalização mais detalhada.

“O novo aparelho serve para apontar quem está ou não alcoolizado. Como o sopro é feito a uma certa distância, geralmente é apontado um grau de alcoolemia menor. Sabendo que o motorista está alcoolizado, utilizamos o bafômetro tradicional para ter um resultado mais pormenorizado”, explica.

Vítima do álcool
Conhecida nacionalmente pela luta por mais rigor nas regras de trânsito, a deputada federal Christiane Yared (PR-PR) acredita que toda forma de modernização pode servir para coibir a presença de motoristas embriagados nas estradas.

A congressista teve um filho morto, em 2009, nas ruas de Curitiba (PR) pelo então deputado estadual Carli Filho (PSB), que assumiu ter feito uso de bebidas alcoólicas antes do acidente fatal. Desde então, a parlamentar direciona a vida para criar leis mais duras contra quem comete infrações ao dirigir.

“Tudo que é criado para modernizar vem para ajudar. Com a minha história, eu vejo como uma verdadeira esperança o surgimento de equipamentos melhores para combater crimes ao volante. Além desse, está chegando o ‘drogômetro’ [que detecta uso de narcóticos no sangue], já que muitas pessoas até deixaram de beber, mas passaram se viciar em drogas, afirmou.

A parlamentar disse ainda que, “nesses acidentes, geralmente morre quem está saindo da igreja, da faculdade, da casa de amigos. O criminoso geralmente é quem sempre fica na melhor. Não dá para baixar a guarda, e qualquer chance que conseguirmos para salvar uma única vida é válida”.

Esquerda se junta em ação contra Bolsonaro

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Esquerda
Esquerda

Esquerda Sórdidos representantes de dez partidos socialistas, entre eles PSDB, PSOL, PDT, PT e Cidadania, além da OAB, UNE e CUT se reuniram na noite desta segunda-feira, 20, em São Paulo.

Para organizar o lançamento do movimento Direitos Já, Fórum pela fictícia “Democracia” esquerdista. O objetivo é formar uma quadrilha contra o governo Jair Bolsonaro, o pacote anticrime e a reforma da previdência.

A iniciativa acontece a poucos dias de manifestação pró-governo, marcada para o próximo domingo, e num momento em que a oposição organizada dos partidos de esquerda e de centro-esquerda ainda é tímida no Congresso.

Lideranças de 10 partidos de oposição e outras entidades durante reunião em apartamento em São PauloLideranças de 10 partidos de ESQUERDA e outras entidades durante reunião em apartamento em São Paulo

A quadrilha foi organizada pelo escritor Fernando Guimarães, do PSDB, e pelo advogado Marco Aurélio Carvalho, do PT.

O movimento começou como um grupo de WhatsApp que ultrapassou 200 integrantes de vários partidos. Segundo eles, a ideia agora é lançar um manifesto e organizar um ato no Tuca, o teatro mantido pela PUC em São Paulo. Ainda não existe uma data fechada para isso.

Entre os cerca de 40 convidados Esquerda, estavam políticos como o ex-ministro Aloizio Mercadante, o ex-prefeito Fernando Haddad e o vereador Eduardo Suplicy, todos do PT; o ex-ministro da Justiça José Gregori, o ex-senador José Aníbal e o vereador tucano Daniel Anneberg, pelo PSDB; o candidato derrotado do PSOL à Presidência, Guilherme Boulos, o presidente do PV, José Pena; José Gustavo, porta voz da Rede; além de lideranças do PDT, Cidadania, PSOL e PCdoB e dirigentes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), UNE e do movimento negro.

“Uma mistura dessas só vi nas Diretas-Já”, disse Gregori, ao encontrar Suplicy no elevador. Os convidados que chegavam ao evento recebiam um broche onde se lia “Direitos Já”. Garrafas de vinho tinto e branco faziam companhia a sanduíches.

Os planos de união não evitaram, porém, algumas reações mais ásperas. Durante sua fala, o advogado Celso Antonio Bandeira de Mello afirmou que Bolsonaro foi eleito “devido à influência dos Estados Unidos” e que, neste sentido, era preciso ter consciência de quem está “do outro lado”.

O tucano André Franco Montoro se irritou e interrompeu o advogado. “Não vamos começar com teoria da conspiração aqui. O governo foi legitimamente eleito. Se for assim, vou me levantar e vou embora”, criticou ele, que acabou permanecendo no encontro.

Tesoureiro nacional do PT, o deputado estadual Emídio de Souza disse estar disposto a abrir mão de bandeiras do partido, como as campanhas contra a reforma da Previdência e pela liberdade do ex-presidente Lula em nome da unidade. “A Educação pode ser um ponto que nos una mais.

Se não nos unificar a Previdência e a campanha Lula Livre, vamos procurar o que nos une.”

OAB quer derrubar Pacote Anticrime

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Como esperado, OAB ataca e quer derrubar o Pacote Anticrime de Sérgio Moro

A Ordem dos Advogados do Brasil entregou ontem (20/05) a Rodrigo Maia um estudo que manifesta “expressa oposição” aos principais pontos do pacote anticrime de Sergio Moro propostos para vencer a impunidade.

A OAB quer derrubar, por exemplo, a prisão em segunda instância e a prisão em primeira instância por homicídios dolosos após condenação pelo Tribunal do Júri.

A entidade também se manifestou contra:

  • a restrição dos embargos infringentes (recursos na própria segunda instância);
  • a ampliação do conceito de legítima defesa por policiais;
  • a restrição das hipóteses de prescrição;
  • endurecimento de regras para progressão de regime;
  • pena maior para o crime de resistência (opor-se a uma prisão);
  • criação do confisco alargado (perda de bens de criminosos);
  • acordo penal (confissão do crime para evitar processo); e
  • gravação de conversa entre advogado e cliente preso.

Esta é a cara dos que representam a ‘Justiça’ no Brasil. No âmbito federal, o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, critica e pede o fim da maior operação deflagrada contra esquema de corrupção do país, a Lava Jato e já pediu a cassação do presidente eleito democraticamente, Jair Bolsonaro. Quanto ao Toffoli, nem se fala.

No âmbito estadual, o presidente da OAB- RJ declara guerra contra medidas de combate à criminalidade que assola o estado e se dispõe contra o pacote anticrime elaborado pelo ministro da Justiça e ex-juiz federal, Sergio Moro.

Representando a decisão da maioria dos magistrados do estado do Rio, Luciano Bandeira, de 48 anos, vai estar à frente da entidade pelo próximo triênio e já deu provas a que veio.

Criticou a iniciativa do governador Wilson Witzel (PSC) de permitir que policiais abatam criminosos que barbarizam o Rio de Janeiro portando fuzis e disse estar preocupado com o pacote anticrime anunciado pelo governo Bolsonaro.

Em relação a todos esses pontos, a OAB diz que houve “unanimidade das críticas dos pareceristas e associações que aportaram seus estudos”, “com indicação praticamente consensual pela rejeição das propostas”.

259 pessoas já morreram ao tirar selfie

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Sem calcular os riscos do local da foto, foram registrados afogamentos, quedas e ataques de animais silvestres

O Instituto de Estudos Políticos, Econômicos e Sociais (Eurispes) divulgou um relatório nessa segunda-feira (20/05/2019) e informar que 259 pessoas morreram nos últimos seis anos enquanto tentavam tirar uma selfie. Os dados recolhidos pela organização datam entre outubro de 2011 e novembro de 2017.

Ainda segundo o instituto, a faixa etária com maior incidência foi entre 20 e 29 anos, com 106 vítimas. Em seguida, aparecem jovens de dez a 19 anos, contabilizando 76 mortes. Esses dois grupos etários representam 70,3% do total de pessoas que morreram por causa de uma selfie.

Das 259 vítimas, 153 são homens e 106 são mulheres. O estudo ainda mostra que, em 84% dos óbitos, as pessoas não calcularam bem os riscos do local onde tiravam a foto.

Segundo o relatório, 70 pessoas se afogaram, 51 foram vítimas de acidentes relacionados a meios de transporte, 48 caíram de lugares altos, 48 foram queimadas, 16 eletrocutadas, 11 atingidas por armas de fogo e oito foram vítimas de ataques de animais silvestres.

Grileiros armados extorquiam vítimas no DF

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Grupo chegava a emitir boletos para ter o controle das pessoas que pagavam “mensalidades” em assentamento de São Sebastião

PCDF/Divulgação

Grileiros presos em operação da Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente e à Ordem Urbanística (Dema) da Polícia Civil tinham práticas semelhantes à de milicianos que atuam no Rio de Janeiro. Armados, construíam barricadas nas entradas de um assentamento de São Sebastião, ameaçavam e extorquiam as vítimas. E ainda emitiam boletos para que elas pagassem taxas caso quisessem permanecer em área pública.

A nova fase da operação Grito da Terra foi deflagrada na manhã desta segunda-feira (20/05/2019). A ação dá sequência à investida da última sexta-feira (17/05/2019), quando sete pessoas foram presas. Um homem está foragido.

De acordo com a polícia, o grupo era tão articulado que chegava a emitir boletos de pagamento para ter o controle das pessoas que pagavam as “mensalidades”. Os criminosos diziam que os valores eram taxas correspondentes a cada lote ocupado no assentamento de São Sebastião.

A primeira fase da operação ocorreu em abril deste ano. Na ocasião, o homem considerado pela Polícia Civil como um dos maiores invasores de terras públicas do Distrito Federal foi preso em São Sebastião. Alexandre Luiz Xavier de Almeida (foto principal), 49 anos, é apontado como líder da quadrilha investigada pela PCDF e considerado “um criminoso de altíssima periculosidade”.

Além de Alexandre, outros quatro integrantes da associação criminosa foram presos no fim de abril. O líder do grupo responde por homicídio, tráfico de drogas e roubo nos estados de Minas Gerais e Goiás.

Após a primeira fase da operação, as vítimas da quadrilha procuraram a delegacia. Segundo elas, com a prisão de Alexandre, outros integrantes do grupo assumiram a liderança, retornaram ao Assentamento Grito da Terra Aguilhada, localizado na região do Pinheiral, em São Sebastião, intensificando as extorsões e ameaças.

Os criminosos atuavam de maneira semelhante à de milícias, com uso ostensivo de armas e construções de barricadas nas entradas do assentamento para que permanecessem ali apenas daqueles que aceitavam as regras por eles impostas e efetuavam os pagamentos exigidos como uma espécie de mensalidade pelos lotes“

Mariana Araújo Almeida, delegada-chefe-adjunta da Dema

Ainda de acordo com a Dema, todos os investigados são de alta periculosidade e já se tornaram réus pelos crimes de parcelamento irregular do solo, dano ambiental, extorsão majorada continuada, coação no curso do processo, corrupção de menores e associação criminosa armada.

No Distrito Federal, o grupo é investigado por envolvimento em roubos. Os criminosos também são  suspeitos de praticar crimes nos Estados de Goiás e Minas Gerais, onde estão envolvidos em um homicídio.

Memória
O grupo liderado por Alexandre Luiz Xavier de Almeida atuava principalmente em São Sebastião. Os acusados extorquiam os moradores da região do Pinheiral, sob o argumento de que as terras, que são públicas e localizadas na Área de Proteção Ambiental do Rio São Bartolomeu, lhes pertenciam.

De acordo com a delegada Mariana Araújo Almeida, trata-se de um acampamento vinculado a alguns movimentos de luta pela reforma agrária. “Os suspeitos se diziam líderes, tomavam frente da situação e expulsavam as pessoas do local”, disse.

“Eles não atuavam com a venda de lotes, mas no assentamento de grupos relacionados a eles e depois passavam a extorquir pessoas ao cobrar taxas aleatórias para que os moradores pudessem permanecer ali”, acrescentou a delegada.

As investigações apontam que cerca de 200 pessoas ocupavam a área e as taxas mensais variavam de R$ 50 a R$ 100. A delegada Fernanda Lopes, da Dema, responsável por conduzir as investigações, explicou que a maior parte dos componentes do grupo tem diversas passagens por outros crimes.

Queda de 21% dos assassinatos

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Rio de Janeiro - Campanha contra homicídios de jovens negros pinta centenas de silhuetas de corpos no chão do Largo da Carioca (Fernando Frazão/Arquivo Agência Brasil)

O primeiro mês do governo de Jair Bolsonaro registrou queda em oito dos nove crimes monitorados pelo Sinesp

Em janeiro, os assassinatos caíram 21%.

Segundo os dados oficiais, do Sinesp, eles passaram de 4536 em janeiro do ano passado para 3.600 em 2019.

Sergio Moro disse para o Estadão que ainda é cedo para fazer um diagnóstico completo dessa queda, mas a expectativa é de que ela seja constante.

Além dos homicídios (queda de 21%), caíram 21%, também latrocínio (12%), estupro (11%), furto de veículo (14%) roubo de carga (27%) e roubo de veículo (23%).

A maior queda foi nos roubos a bancos: 43%.

 

JUÍZES DEVERIAM DESCER DO OLIMPO, DIZ JANAINA

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Caro leitor,

Você pode gostar ou não da atuação política de Janaina Paschoal.

Pode concordar ou não com as suas opiniões e visão de mundo.

Mas é impossível não reconhecer a objetividade e a contundência de suas críticas.

Campeã de votos na última eleição, correligionária de Jair Bolsonaro, a autora do pedido de impeachment que derrubou Dilma Rousseff não poupa ninguém.

Duvida?

Veja o que ela diz sobre os ministros do STF:

“Os ministros são agentes públicos como outros quaisquer. Eles também precisam dar satisfação. Às vezes, os ministros reagem como se fossem intocáveis, inalcançáveis, acima de quaisquer autoridades. Isso não é verdade. Eles estão sujeitos a fiscalizações e críticas de outros agentes públicos.” (…) “Um jornalista que escreve uma matéria pode receber críticas. Mas os magistrados querem se colocar num Olimpo que não é real. Não pode ser real.”

Janaina não se furta a analisar o governo Bolsonaro e a compará-lo aos do PT.

E emenda: os bolsonaristas são melhores do que os petistas.

O petista não consegue ver a realidade. Tem uma dificuldade enorme de reconhecer erros. Ele constrói uma realidade paralela e acredita nela de maneira cega. Mas o que estamos vendo agora é menor. Nos tempos do PT, isso acontecia bem mais. Tenho convivido com o pessoal de agora. É diferente. E são menos numerosos. As pessoas que apoiaram o Bolsonaro e têm um nível intelectual diferenciado conseguem fazer uma crítica, quando veem algo errado. No PT, mesmo as pessoas com nível acadêmico, com grau de instrução diferenciado, não conseguiam fazer crítica. Era mais assustador. Entre os bolsonaristas, não há ninguém muito fechado. Se aparecer algo errado, as pessoas vão reconhecer. Não é o mesmo grau de fanatismo.

Questões que a greve dos “estudantes” elucidou

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Na última quarta-feira (15), milhares de pessoas foram as ruas protestar em prol da educação. Não pude deixar de notar algumas curiosidades:

1. Aparentemente a educação está bem pior do que pensávamos, dado a quantidade grotesca de erros básicos de português no cartazes.

2. MST e CUT formam o grosso da classe estudantil brasileira.

3. Por algum motivo, o protesto não poderia ser realizado no domingo, os “alunos” e “professores” extremamente preocupados com a qualidade do ensino decidiram realizar numa quarta-feira e perder aula.

4. Numa prova de que a matemática também não é o forte desse pessoal, resolveram protestar contra o “corte de 30%” de Bolsonaro mas ficaram quietos no corte de 47% de Dilma. Não aprenderam que 47 é maior que 30.

5. Muitos ficaram indignados com Bolsonaro por chamar os “manifestantes de massa” de manobra e de “idiotas úteis”. Disseram que não são nada disso e logo em seguida continuaram o protesto servindo de massa de manobra para sindicatos e fazendo o papel de idiotas úteis para políticos petistas.

6. E para provar que não são idiotas úteis à serviço de políticos, carregavam faixas pedindo “Lula Livre”.

7. Aliás pediram tanto a soltura de Lula que deu a impressão que o protesto era para pedir que ele fosse solto para receber aulas de português.

8. Nenhum cartaz apresentou soluções para gerar receita para a educação. Na verdade pediam também o fim da reforma da previdência. Os “brilhantes intelectuais” não sabem algo que toda dona de casa sabe: dinheiro não é infinito.

9. O Brasil passar 16 anos figurando nos últimos lugares do ranking mundial da educação não mereceu passeatas. O contingenciamento de 3,5% feito no governo Bolsonaro, merece.

10. Por algum motivo, os estudantes e professores caminhavam de mãos dadas com os mesmos políticos de esquerda que colocaram a educação na situação vergonhosa que se encontra hoje.

Talvez se dermos uma olhada no significado de “idiota útil”, esse protesto faça mais sentido: “Idiota útil, por definição, é aquela pessoa idiota demais para saber a quem está sendo útil.”

A educação brasileira precisa realmente ser salva. Ser salva das mentes por trás destes protestos.

O Facebook escuta nossas conversas para segmentar anúncios?

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O Facebook não é exatamente uma rede social que se gaba por sua alta privacidade.

Muitas teorias da conspiração que podem ser encontradas na internet dizem respeito ao Facebook. As mais famosas falam sobre a rede social escutar constantemente o que falamos para que anúncios sejam segmentados. Há alguns relatos que garantem que isso, de fato acontece, além de vários vídeos no Youtube de pessoas que dizem que estamos sendo vigiados a todo o momento.

Muitos usuários desconfiam de sua segurança desde 2017, quando o escândalo Cambridge Analytica veio a público. O próprio Mark Zuckerberg já admitiu, durante a conferência de desenvolvedores do Facebook, que eles não tinham “a mais forte reputação de privacidade.”

A rede social nega que ouve conversas para segmentar anúncios. Zuckerberg chegou a dizer diante do Congresso americano que a empresa não se dedica à prática. Especialistas e analistas dizem que o Facebook não precisa de nossas conversas para direcionar anúncios de forma eficaz. No entanto, a teoria da conspiração persiste, com pessoas compartilhando suas experiências.

Como é o caso de Carl Mazur, um fotógrafo de Utah, que se assustou após ver um anúncio de lentes de câmera da marca Rokinon aparecendo em seu perfil. Isso porque 20 minutos antes, o quiroprata de Mazur mencionou a marca durante uma sessão.

Ele sempre ouviu histórias sobre a rede social escutando conversas por meio dos microfones dos smartphone, mas nunca deu muita importância para o assunto. O anúncio do equipamento fotográfico fez com ele reconsiderasse. “Foi aí que eu comecei a acreditar”, disse Mazur, acrescentando que nunca havia pesquisado ou comprado lentes Ronikon antes. “Pensei em como isso era estranho.”

Mazur ainda disse que depende do Facebook e de outras redes sociais para promover seu trabalho. Depois que o anúncio da lente da câmera apareceu, ele começou a ver a rede social de Mark Zuckerberg mais como um negócio, do que um local para encontrar os amigos.

Algumas alternativas

Mesmo com todos os relatos, isso parece não atingir a reputação da rede social, que hoje conta mais de 2,38 bilhões de pessoas conectadas todos os meses. Analistas dizem que, pouco a pouco, os rumores de conspiração e espionagem podem mudar a maneira como usamos a plataforma. Se estivermos preocupados com o fato do Facebook estar ouvindo nossas conversas, podemos parar de compartilhar alguns de nossas dados pessoais, desta forma, ele não conseguirá segmentar anúncios com tanta precisão.

“Se mais usuários começarem a sentir que estão sendo vigiados por meio de áudio, eles mudarão seus comportamentos”, disse Jennifer Grygiel, professora assistente de comunicação da Universidade de Syracuse. “Portanto, mesmo que seja falso, isso pode afetar a maneira como eles usam aplicativos e seus smartphones e como esses usuários garantem sua própria privacidade.”

Os usuários, por exemplo, podem desligar seus telefones se estiverem em um evento, em uma conversa particular ou em uma sessão de terapia, sugeriu Grygiel. Eles também podem ser mais cautelosos e compartilhar menos informações ou desativar sua localização, o que privaria o Facebook de oportunidades de aprender mais sobre você. Eles também poderiam ativar bloqueadores de anúncios, o que afetaria a receita da plataforma.

O Facebook não é o único

No início deste mês, descobriu-se que a Amazon mantinha versões em texto de conversas que os usuários tinham com seus dispositivos Echo, mesmo depois que as gravações foram excluídas.

O público já está desconfortável com o modo como o Facebook e outros gigantes de tecnologia os acompanha pela internet. Aproximadamente 68% dos consumidores dizem que rastrear o que se faz na internet para segmentar anúncios é antiético, de acordo com uma pesquisa encomendada pela empresa de segurança cibernética RSA no início deste ano.

Ainda assim, o Facebook continua a alimentar preocupações entre alguns usuários de que a rede social poderia estar ouvindo-os como um Big Brother da vida real. “A imagem de privacidade do Facebook coloca esse véu de preocupação, que será difícil de retirar”, disse Tim Bajarin, presidente da empresa Creative Strategies. “Eles vão ter de fazer muito para provar que estão protegendo a privacidade das pessoas”.

O que o Facebook diz sobre isso

Parte do problema, dizem os especialistas, é que os consumidores não entendem completamente como seus dados estão sendo usados pela empresa para exibir anúncios. Cerca de 74% dos adultos dos EUA que usam o Facebook não sabiam que a rede social mantém uma lista de seus interesses e características para a segmentação de anúncios.

Um porta-voz da rede social disse que eles estão trabalhando para fornecer às pessoas informações mais precisas sobre o motivo pelo qual estão vendo um anúncio, além de lançar ferramentas que prometem transparência para os usuários. O Facebook possui uma ferramenta que pode ser utilizada para o usuário saber o motivo de estar vendo aquele anúncio. Mesmo assim, algumas informações estão incompletas.

O Facebook ainda divulgou recentemente que está trabalhando em diversas melhorias na rede social, incluindo aperfeiçoamento de seus recursos de segurança. Segundo pesquisa do Datafolha, no Brasil a rede social está perdendo usuários, sendo que a queda foi diretamente atribuída aos escândalos de privacidade em que a plataforma esteve envolvida. Será que eles vão conseguir diminuir a desconfiança dos usuários? Difícil saber.

“Bons motoristas” terão multas leves e médias anuladas pelo Detran-DF

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Benefício será implantado nos próximos meses e valerá para condutores que não tiverem penalidades por determinado período de tempo

Michael Melo/Metrópoles
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal(Detran-DF) quer implementar, nos próximos meses, uma série de medidas que afetarão a vida dos milhares de condutores da capital. Uma das principais novidades é premiar os “bons motoristas” com um benefício: anular multas leves ou médias. A iniciativa valerá para quem não tiver infrações por um determinado período, ainda a ser definido pelo órgão. Em vez da penalidade em dinheiro, a pessoa receberá uma advertência por escrito.

“Vamos premiar os bons motoristas. Quem estiver sem multa por um período e cometer uma infração leve ou média receberá uma notificação”, revelou o novo diretor-geral do Detran, Alírio Neto. O prazo mínimo para o benefício ainda está sendo definido. O bônus será apenas para o primeiro tropeço, ou seja, a reincidência terminará em multa no bolso do condutor.

O órgão também pretende cobrar tratamento psicológico de condutores flagrados na Lei Seca que forem comprovadamente alcoólatras. A ideia é implantar mais uma etapa para a recuperação da carteira. “Psiquiatras e psicólogos vão orientá-los para tratamento toxicológico ou de alcoolemia. Se a pessoa não se cuidar, terá mais dificuldade para recuperar o direito de dirigir”, afirmou Alírio.

“Não é um tentativa de punir o dependente químico, mas ajudá-lo a buscar o tratamento correto. Também vamos criar um projeto para ajudar as vítimas de acidentes graves a recuperar a confiança no trânsito”, acrescentou o diretor-geral do Detran-DF.

Velocidade
Outra novidade é que o departamento fará o mapeamento das vias que hoje têm mudança brusca de velocidade. Nessas pistas, os primeiros pardais nos trechos com menor velocidade serão trocados por barreiras eletrônicas nos pontos de desaceleração.

Outra mudança no horizonte é a implantação de um sistema eletrônico para a população avaliar os serviços prestados. Atualmente, os postos de atendimento do Detran, segundo Alírio, são alvo de reclamações recorrentes da população.

Obras
Pela estimativa do GDF, as mudanças ganharão as ruas dentro dos próximos seis meses. A nova gestão do Detran também buscará uma parceria com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) para a realização de pequenas obras a fim de melhorar a fluidez do trânsito e corrigir distorções viárias. O Detran entraria com os recursos, enquanto a outra autarquia seria a executora dos projetos.

A renúncia de multas leves e médias para bons condutores vai na contramão do movimento do DER para intensificar a fiscalização nas rodovias. Ao contrário do Detran, a autarquia lançou uma gratificação para os agentes de trânsito reforçarem a fiscalização nas horas de folga. A participação no programa é voluntária. A cada cota de sete horas trabalhadas, o funcionário ganhará R$ 300.

Na pista legal
Segundo o especialista em trânsito Márcio de Andrade, a premiação para os bons condutores tem lastro legal no Artigo 267 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). De acordo com o texto, o órgão executivo de trânsito pode transformar em advertência escrita multas leves e médias para condutores que não sejam reincidentes na mesma infração nos 12 meses anteriores ao fato.

Acho interessante a iniciativa, porque você está premiando aquele que dirige com cuidado. A pessoa que não comete infração de trânsito não promove risco à de segurança na via“

Márcio de Andrade, especialista em trânsito

Por outro, ressalta Andrade, não há previsão no CTB de qualquer mecanismo para a cobrança de tratamento de motoristas pegos na Lei Seca. Mesmo assim, o especialista avalia positivamente a medida.

“O Estado poderá dar um certo apoio à pessoa que nem sabe que é dependente química, que acha que bebe socialmente, mas acaba sendo dependente e nem se dá conta. Socialmente, isso é benéfico; e, para o Trânsito, melhor ainda. Resta saber se, juridicamente, a proposta é viável”, diz.

Militares com movimentação nervosa “Tramoia aqui não Maia” o povo nos escolheu !

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Brazil's President-elect Jair Bolsonaro marches during an event to celebrate the 73rd anniversary of Brazilian Paratrooper Infantry Brigade in Rio de Janeiro, Brazil November 24, 2018. REUTERS/Ricardo Moraes
“Acham mesmo que eles aceitariam deixar o poder por conta de manobra política de político corrupto? Sem nenhuma palavra? Nenhuma ação?”
Que ilusão achar que conseguirão o impeachment de um governo integrado por militares e eleito pelo povo.
Não passa pela cabeça das pessoas que os militares deixaram de dar um “golpe militar” várias vezes durante os últimos anos, quando o povo implorava nas ruas pela intervenção.

Lembram da saída da Dilma e das greves dos caminhoneiros? O povo pedia pro exército assumir o poder e eles ficaram calados, sem mexer um dedo, deixando o caldeirão ferver para ver se o povo aprendia em quem NÃO VOTAR.
Eles podiam ter pego o poder à força naquela época, mas isso não seria bom economicamente por conta de sanções de outros países. Ninguém queria um país quebrado igual a Venezuela, mas eles sabiam que aquela indignação seria transformada em votos e que a porta seria aberta democraticamente.

Já eleitos, eles mexeram em tudo, são provocativos, sabem quais assuntos acertam o tendão de Aquiles dos poderosos e eles fazem o que? Falam! Mexem no vespeiro mesmo…

Pra quem ainda não entendeu, comece a perceber como eles agem; primeiro eles mudam as coisas com medidas provisórias, mostrando o que deve ser feito, depois deixam os opositores rasgarem a própria máscara e mostrarem quem está a favor do povo e quem está com medo de ser engolido pelas mudanças.

Acham mesmo que eles aceitariam deixar o poder por conta de manobra política de político corrupto? Sem nenhuma palavra? Nenhuma ação? Apenas iriam em suas salas buscar seus pertences e voltariam para casa chorar em suas camas porque o projeto de mudar o Brasil foi boicotado por deputados?

Me dá um único motivo para os militares esquecerem o patriotismo que os move, guardarem suas bandeiras, encaixotarem suas medalhas de bravura e aceitarem serem escorraçados do poder?
Santa inocência.

Texto publicado por Bolsonaro no whatsapp.

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Que poder, de fato, tem o presidente do Brasil? Indaga o texto de autoria anônima compartilhado por Bolsonaro no WhatsApp.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, compartilhou, nesta sexta-feira (17), em diversos grupos de WhatsApp um texto de “autor desconhecido” que fala sobre a influência nociva do establishment no governo do Brasil.

O texto diz que Bolsonaro está “sofrendo pressões de todas as corporações, em todos os poderes” e afirma que o País “está disfuncional”.

Ao compartilhar o texto, o presidente escreveu a seguinte mensagem:

– Um texto no mínimo interessante. Para quem se preocupa em se antecipar aos fatos sua leitura é obrigatória.

– Em Juiz de Fora (06/set/2018), tive um sentimento e avisei meus seguranças: “essa é a última vez que me exporei junto ao povo. O Sistema vai me matar”.

– Com o texto abaixo cada um de vocês pode tirar suas próprias conclusões…

Jair Bolsonaro.

Procurado pelo Estadão sobre o texto, o presidente respondeu através do seu porta-voz. O general Otávio Rêgo Barros declarou:

“Venho colocando todo meu esforço para governar o Brasil. Infelizmente os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o país de volta ao trilho do futuro promissor. Que Deus nos ajude!”

TEXTO APAVORANTE – LEITURA OBRIGATÓRIA

Temos muito para agradecer a Bolsonaro.

Bastaram 5 meses de um governo atípico, “sem jeito” com o congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o Brasil nunca foi, e talvez nunca será, governado de acordo com o interesse dos eleitores. Sejam eles de esquerda ou de direita.

Desde a tal compra de votos para a reeleição, os conchavos para a privatização, o mensalão, o petrolão e o tal “presidencialismo de coalizão”, o Brasil é governado exclusivamente para atender aos interesses de corporações com acesso privilegiado ao orçamento público.

Não só políticos, mas servidores-sindicalistas, sindicalistas de toga e grupos empresariais bem posicionados nas teias de poder. Os verdadeiros donos do orçamento. As lagostas do STF e os espumantes com quatro prêmios internacionais são só a face gourmet do nosso absolutismo orçamentário.

Todos nós sabíamos disso, mas queríamos acreditar que era só um efeito de determinado governo corrupto ou cooptado. Na próxima eleição, tudo poderia mudar. Infelizmente não era isso, não era pontual. Bolsonaro provou que o Brasil, fora desses conchavos, é ingovernável.

Descobrimos que não existe nenhum compromisso de campanha que pode ser cumprido sem que as corporações deem suas bênçãos. Sempre a contragosto.

Nem uma simples redução do número de ministérios pode ser feita. Corremos o risco de uma MP caducar e o Brasil ser OBRIGADO a ter 29 ministérios e voltar para a estrutura do Temer.

Isso é do interesse de quem? Qual é o propósito de o congresso ter que aprovar a estrutura do executivo, que é exclusivamente do interesse operacional deste último, além de ser promessa de campanha?

Querem, na verdade, é manter nichos de controle sobre o orçamento para indicar os ministros que vão permitir sangrar estes recursos para objetivos não republicanos. Historinha com mais de 500 anos por aqui.

Que poder, de fato, tem o presidente do Brasil? Até o momento, como todas as suas ações foram ou serão questionadas no congresso e na justiça, apostaria que o presidente não serve para NADA, exceto para organizar o governo no interesse das corporações. Fora isso, não governa.

Se não negocia com o congresso, é amador e não sabe fazer política. Se negocia, sucumbiu à velha política. O que resta, se 100% dos caminhos estão errados na visão dos “ana(lfabe)listas políticos”?

A continuar tudo como está, as corporações vão comandar o governo Bolsonaro na marra e aprovar o mínimo para que o Brasil não quebre, apenas para continuarem mantendo seus privilégios.

O moribundo-Brasil será mantido vivo por aparelhos para que os privilegiados continuem mamando. É fato inegável. Está assim há 519 anos, morto, mas procriando. Foi assim, provavelmente continuará assim.

Antes de Bolsonaro vivíamos em um cativeiro, sequestrados pelas corporações, mas tínhamos a falsa impressão de que nossos representantes eleitos tinham efetivo poder de apresentar suas agendas.

Era falso, FHC foi reeleito prometendo segurar o dólar e soltou-o 2 meses depois, Lula foi eleito criticando a política de FHC e nomeou um presidente do Bank Boston, fez reforma da previdência e aumentou os juros, Dilma foi eleita criticando o neoliberalismo e indicou Joaquim Levy. Tudo para manter o cadáver procriando por múltiplos de 4 anos.

Agora, como a agenda de Bolsonaro não é do interesse de praticamente NENHUMA corporação (pelo jeito nem dos militares), o sequestro fica mais evidente e o cárcere começa a se mostrar sufocante.

Na hipótese mais provável, o governo será desidratado até morrer de inanição, com vitória para as corporações. Que sempre venceram. Daremos adeus Moro, Mansueto e Guedes. Estão atrapalhando as corporações, não terão lugar por muito tempo.

Na pior hipótese ficamos ingovernáveis e os agentes econômicos, internos e externos, desistem do Brasil. Teremos um orçamento destruído, aumentando o desemprego, a inflação e com calotes generalizados. Perfeitamente plausível. Claramente possível.

A hipótese nuclear é uma ruptura institucional irreversível, com desfecho imprevisível. É o Brasil sendo zerado, sem direito para ninguém e sem dinheiro para nada. Não se sabe como será reconstruído. Não é impossível, basta olhar para a Argentina e para a Venezuela. A economia destes países não é funcional. Podemos chegar lá, está longe de ser impossível.

Agradeçamos a Bolsonaro, pois em menos de 5 meses provou de forma inequívoca que o Brasil só é governável se atender o interesse das corporações. Nunca será governável para atender ao interesse dos eleitores. Quaisquer eleitores. Tenho certeza que esquerdistas não votaram em Dilma para Joaquim Levy ser indicado ministro. Foi o que aconteceu, pois precisavam manter o cadáver Brasil procriando. Sem controle do orçamento, as corporações morrem.

O Brasil está disfuncional. Como nunca antes. Bolsonaro não é culpado pela disfuncionalidade, pois não destruiu nada, aliás, até agora não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou. Ele é só um óculos com grau certo, para vermos que o rei sempre esteve nu, e é horroroso.

Infelizmente o diagnóstico racional é claro: “Sell”.

Autor desconhecido

Manifestantes nas ruas por Ideologia e não Educação

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Um grupo mascarado soltou fogos de artifício e rojões e incendiaram ônibus.

Em sua chegada a Dallas, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (15), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que os estudantes em manifestação contra o corte de verbas para a Educação são “massa de manobra” e “idiotas úteis”. Em sua opinião, eles são manipulados por uma minoria que comanda as universidades federais.

“É natural, é natural, mas a maioria ali é militante. Se você perguntar a fórmula da água, não sabe, não sabe nada. São uns idiotas úteis que estão sendo usados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo das universidades federais no Brasil”, disse.

Bolsonaro também criticou o discurso do corte na educação: “Na verdade não existe corte. O que houve é um problema que a gente pegou o Brasil destruído economicamente também, com baixa nas arrecadações, afetando a previsão de quem fez o orçamento, e se não tiver esse contingenciamento eu simplesmente entro contra a lei de responsabilidade fiscal. Então não tem jeito, tem que contingenciar”.

O presidente está certo. Não houve corte de 30%, conforme distorcido por parte da imprensa, e quando Dilma fez contingenciamento, não houve a mesma chiadeira.

É claro que não é pela educação que estavam nas ruas, e sim por ideologia, partidarismo e privilégios. Tanto que misturaram nas pautas a reforma previdenciária e até Lula Livre.

A manifestação, em suma, foi orquestrada pela extrema-esquerda, que controla nosso ensino público. E ela acaba justamente alimentando o bolsonarismo, que depende desse clima de guerra tribal contra comunistas.

Já os alunos, que precisam de menos doutrinação e melhor qualidade de ensino, ficam no meio desse tiroteio ideológico. Mas quem liga para os alunos?

Manifestantes são “idiotas úteis”

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Gleisi se aproveita

Com bonezinho da CUT, Gleisi Hoffmann está na Esplanada protestando contra o governo Bolsonaro e pedindo Lula Livre.

É o PT tentando se aproveitar dos cortes causados pela calamidade petista.

Manifestações em pelo menos 13 estados

Há manifestações na Bahia, no Ceará, no Espírito Santo, em Goiás, no Mato Grosso do Sul, em Minas Gerais, no Pará, no Paraná, na Paraíba, em Pernambuco, no Piauí, em São Paulo e no Distrito Federal.

A pauta da educação é só um pretexto para protestar contra a reforma da Previdência, contra Bolsonaro e, de quebra, pedir Lula Livre.

Bolsonaro diz que manifestantes são “idiotas úteis”

Em Dallas, Jair Bolsonaro disse a jornalistas, na frente do hotel onde ficará hospedado, que os manifestantes que estão nas ruas hoje são “massa de manobra” e “idiotas úteis”.

“É natural, é natural, mas a maioria ali é militante. Se você perguntar a fórmula da água, não sabe, não sabe nada. São uns idiotas úteis que estão sendo usados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo das universidades federais no Brasil.”

O que está por vir pode derrubar o Capitão

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Carlos Bolsonaro alerta para algo que “está por vir” e que pode “derrubar o Capitão”.

Janaina pede que Bolsonaro se afaste de seus filhos e de Olavo

Janaina Paschoal pediu a Jair Bolsonaro para afastar seus filhos e parar de ouvir Olavo de Carvalho:

“Parem de brigar entre si. É isso que eles querem. É assim que se fortalecem. Parem de brigar internamente! A briga com os verdadeiros opositores (que estão unidos) está só começando!

Afastem as teorias da conspiração da mente… Não houve um único grupo (ou pessoa) responsável pela vitória de Bolsonaro. Houve um povo cansado que se uniu e abraçou nossa única alternativa naquele momento. Caiam na real!

Uma peça perdida

Flávio Bolsonaro era para ser uma peça importante no Congresso, uma vez que é encarado por muitos em Brasília como “o mais sensato” dos três filhos do presidente.

Se não estivesse tão acuado em razão das denúncias envolvendo seu ex-assessor Fabrício Queiroz, não há dúvidas de que o senador estaria cumprindo um importante papel de articulador do governo entre os pares.

FHC é o mais letrado dos petistas!

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FHC

Janaina Paschoal comentou a frase de FHC sobre o impeachment de Jair Bolsonaro:

Muito curioso, quando eu pedi o impeachment de Dilma Roussef, com base em crimes graves, fartamente demonstrados, FHC saiu em defesa da ex-Presidente, diminuiu minha denúncia, mesmo confessando não ter lido… depois, serviu como testemunha de defesa de Lula em vários processos.

Agora, no nascedouro do governo Bolsonaro, ele diz aos sindicalistas, que o impeachment pode ser inevitável. E ainda tem quem diga que FHC era o líder da oposição ao PT!? FHC é o mais letrado dos petistas!”

FHC diz que impeachment, às vezes, é inevitável

Fernando Henrique Cardoso, num encontro com sindicalistas, foi questionado sobre a possibilidade de impeachment de Jair Bolsonaro.

Ele respondeu, segundo o Valor:

“Eu, a princípio, não sou favorável. O custo é alto. Mas, às vezes, é inevitável.”

Os tucanos e os pelegos já estão esfregando as mãos.

O azar do MEC

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“Num gesto de raro oportunismo, Centrão e oposição juntaram-se para arrastar o ministro Weintraub até o plenário da Câmara”, diz Josias de Souza.

“Com sorte, o governo do capitão levará apenas um chacoalhão. Com azar, a administração Bolsonaro talvez assista ao nascimento de uma oposição extraparlamentar semelhante àquela que moeu Dilma Rousseff, triturou o petismo e criou a onda de insatisfação que transformou um deputado do baixíssimo clero num presidente da República capaz de cometer a burrice de terceirizar o Ministério da Educação a Olavo de Carvalho.”

Casa Civil desmente suspensão de cortes no MEC

A Casa Civil de Onyx Lorenzoni veio a público desmentir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, que disse que Jair Bolsonaro mandara suspender os cortes no MEC.

Segundo a pasta, o contingenciamento de verbas discricionárias no Ministério da Educação continua como antes.

A Casa Civil afirmou ainda, segundo a Folha, que o governo “está controlando as contas públicas de maneira responsável”.

Paulo Guedes também nega suspensão de contingenciamento no MEC

O Ministério da Economia divulga uma nota em que nega a suspensão do contingenciamento de verbas do Ministério da Educação, anunciado mais cedo pelo Delegado Waldir, líder do PSL na Câmara.

Diz a íntegra da curta nota:

“O Ministério da Economia esclarece que não houve nenhum pedido por parte da Presidência da República para que seja revisto contingenciamento de qualquer ministério.”

 

Terceirizando responsabilidades

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Um eventual fracasso da reforma previdenciária, segundo Vinicius Torres Freire, pode ser descarregado sobre Paulo Guedes:

No limite, Bolsonaro pode dizer que forças ocultas atrapalharam seu governo, terceirizando a responsabilidade.

O presidente já até ensaiou a jogada, dizendo que ‘no fundo não gostaria de fazer a reforma da Previdência’. Os militantes virtuais do bolsonarismo, por sua vez, acusam gente do governo de estelionato eleitoral, pois impediriam Bolsonaro de cumprir seu verdadeiro programa. Por ora, militares são o alvo. Amanhã, pode ser um economista.

Resta ver se combinou com o povo”

Jair Bolsonaro, segundo Ruy Castro, sabe o que está fazendo:

“Bolsonaro parece trabalhar contra si próprio, ao deixar que o Congresso derrube seus decretos, o Judiciário lhe faça cara feia e os militares se magoem com os insultos que recebem. Mas só parece. O que ele quer é que todos saiam da sua frente para que, dizendo-se incompreendido, possa governar com os filhos e ‘com o povo’, através das redes sociais.

Resta ver se combinou com o povo.”

Generais não são puxa-sacos, são francos!

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O senador Chico Rodrigues (DEM), vice-líder do governo no Senado, disse que não acredita em exoneração do general Santos Cruz.

As críticas ao militar, acrescentou ele, partem exclusivamente “daquele senhor que está com curto-circuito nos neurônios”, referindo-se a Olavo de Carvalho.

“Santos Cruz tem uma lealdade canina ao Jair Bolsonaro”, afirmou Rodrigues.

“O general é de uma franqueza ímpar com o presidente. O que alguns interpretam como ‘falar mal’ é, na verdade, franqueza. E o presidente reconhece isso. O Santos Cruz e o general Augusto Heleno são dois expoentes deste governo. O presidente não precisa de puxa-saco, precisa é de franqueza mesmo”, acrescentou. Generais não são puxa-sacos, são francos, curtos e grossos. 

 

Onyx: “Toda a equipe será integralmente mantida”

Onyx Lorenzoni garantiu que o general Santos Cruz não vai ser demitido:

“Toda a equipe será integralmente mantida.”

Ele tentou minimizar também a disputa entre militares e seguidores de Olavo de Carvalho:

“Essas coisas acontecem porque há um interesse em desestabilização. Nunca nos deram uma trégua, como pedimos na transição do governo. Esses episódio só têm um efeito: unem muito a equipe.”

Comissão aprova lei que obriga preso a pagar por despesas

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Aqueles que não têm condições financeiras terão que trabalhar. Em algumas circunstâncias, eles podem ser inscritos na dívida ativa

A Comissão de Direitos Humanos no Senado aprovou, nesta terça-feira (14/05/2019), um projeto de lei que altera a Lei de Execução Penal e passa a obrigar o preso ressarcir os gastos do Estado com sua manutenção na cadeia. Caso seja comprovada a impossibilidade de o detento quitar a dívida em cinco anos, a obrigação do pagamento pode ser extinta.

Entre outras sanções, o preso que tiver condições financeiras, mas se recusar a pagar ou a trabalhar, será inscrito na dívida ativa da Fazenda Pública. Além disso, o texto estabelece que o detento que não tenha condições de custear a estadia na cadeia trabalhe para cobrir os gastos. A matéria segue para votação final no plenário da Casa.

Em casos de presos provisórios, as quantias recebidas pelo Estado serão depositadas judicialmente, e deverão ser revertidas para o pagamento das despesas de manutenção somente no caso de condenação final.

Em caso de absolvição, os valores depositados serão devolvidos ao preso. O texto prevê que o condenado sem condições financeiras que ainda tiver restos a pagar por seus gastos seja perdoado da dívida ao ser colocado em liberdade.

A relatora do projeto, a senadora Soraya Thronicke (PSL-MS), citou como argumento a “aclamação popular” que o projeto tem. Ela se ancorou em uma enquete do portal e-Cidadania — canal de consultas populares do Senado— em que 45.937 pessoas declararam apoiar o projeto, enquanto 1.428 cidadãos se mostraram contra a medida.

“Não podemos ignorar que, por essa amostra, 97% da população brasileira quer que todo preso arque com seus custos. Eu escuto a voz do povo e, como sua representante neste Parlamento, não posso ser contrária a este projeto”, declarou, durante a audiência pública que debateu o projeto.

Para o ex-senador Waldemir Moka (PMDB-MS), autor do projeto, a matéria não fere a Lei de Execução Penal, já que o pagamento deve ser feito desde que não cause prejuízo à assistência familiar e despesas pessoais.

“Aquele que reúne condições econômicas, como, por exemplo, os condenados por corrupção, lavagem de dinheiro ou crimes financeiros, deve promover o ressarcimento”, escreveu em sua justificativa.

O texto chegou a ser analisado no plenário em 7 de maio, mas foi remetido à Comissão de Direitos Humanos a pedido do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Congressistas temiam que a imposição do pagamento levasse detentos a trabalhos forçados ou piorasse a situação dos condenados endividados na sua reintegração.