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Juíza suspende buffet de luxo do STF

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A juíza Solange Salgado, de Brasília, suspendeu a contratação de um buffet de luxo pelo Supremo orçado em R$ 481,7 mil, em ação movida pela deputada Carla Zambelli (PSL-SP).

Ela considerou o gasto desproporcional e com potencial de ferir a moralidade administrativa. O edital da licitação previa gastos de até R$ 1,1 milhão pelo serviço, que incluía pratos finos e bebidas como uísque, gin, vodca e vinhos premiados.

“O objeto do pregão em análise se aparta da finalidade para a qual o Supremo Tribunal Federal foi criado, pois a contratação do serviço de fornecimento de refeições visa atender a uma atividade-meio — que, portanto, deve existir tão somente no limite do indispensável para a efetiva realização da atividade-fim”, escreveu a juíza na decisão.

“Os itens exigidos destoam sobremaneira da realidade socioeconômico brasileira, configurando um desprestígio ao cidadão brasileiro que arduamente recolhe seus impostos para manter a máquina pública funcionando a seu benefício”, diz outro trecho da sentença.

O STF informou que vai recorrer da decisão por meio da Advocacia Geral da União.

Previdência, pacote anticrime e MPs na pauta do Congresso

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Previdência, pacote anticrime e MPs na pauta do Congresso, assuntos são prioritários para governo do presidente Jair Bolsonaro e terão andamento ao longo desta semana na Câmara e no Senado.

As atenções do governo de Jair Bolsonaro (PSL) estarão voltadas para o Congresso Nacional nesta semana devido à movimentação de matérias prioritárias da atual gestão federal. Está marcada para esta terça-feira (07/05/2019), a primeira reunião da comissão especial que vai analisar o texto da reforma da Previdência.

Também entram na pauta, o pacote anticrime do ministro Sergio Moro, e as medidas provisórias antifraude no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e de reestruturação do governo federal. Parlamentares recebem, ainda, o ministro da Educação, Abram Weintraub, para falar especialmente sobre o corte de verbas para universidades federais.

Pacote anticrime
O Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso vai apresentar, nesta segunda (06/05/2019), um relatório sobre o pacote anticrime que está em tramitação no Senado. Cinco conselheiros serão responsáveis pelo documento.

O pacote, sugerido pelo ministro da Justiça e da Segurança Pública, prevê diversas alterações no Código de Processo Penal.

Previdência
A terça-feira será o dia mais cheio. O destaque fica para o início dos trabalhos na comissão especial que vai analisar o mérito da reforma da Previdência na Câmara.

O grupo é composto por 49 membros e 49 suplentes de 25 partidos. Além dos líderes das siglas, o relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 6/2019), deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), e o vice-presidente da comissão, deputado Silvio Costa Filho (PRB-PE), estarão presentes na reunião.

Reestruturação do governo
O senador Fernando Bezerra (MDB-PE) promete apresentar, na mesma data, o relatório da Medida Provisória nº 870/2019, que criou a nova estrutura administrativa do governo federal. O relator, que é líder do governo no Senado, garantiu que o texto encaminhado pelo Planalto será alterado no Congresso, mas não antecipou como será seu parecer.

Desde janeiro, o presidente Jair Bolsonaro reduziu para 22 o número de ministérios, extinguindo algumas pastas, como as do Trabalho, da Segurança Pública, da Fazenda e do Esporte.

Combate a fraudes no INSS
Também na terça, está prevista a apresentação do parecer do deputado Paulo Eduardo Martins (PSC-PR) sobre a Medida Provisória nº 871/19, que pretende coibir fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A confirmação é do senador Izalci Lucas (PSDB-DF), que preside a comissão mista que analisa o texto.

Segundo Izalci Lucas, os integrantes do colegiado discutirão e votarão o relatório final no dia seguinte. Até o momento, Paulo Eduardo Martins não adiantou qualquer detalhe de seu parecer. Afirmou, contudo, considerar na elaboração do documento demandas de parlamentares e da sociedade.

A equipe econômica estima poupar R$ 9,8 bilhões já nos primeiros 12 meses após a aprovação da MP, que está em vigor desde sua publicação no Diário Oficial, mas só terá força de lei com o aval do Congresso.

Educação
Depois de declarações controversas e indicação de corte nos recursos repassados às universidades federais, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, deve participar de uma audiência pública na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), às 11h desta terça-feira. Parlamentares, especialmente os de oposição, devem pressionar o ministro a desbloquear a verba das instituições. Um pedido que já foi parar na Justiça.

Na sexta-feira (03/05/2019), o juiz Márcio de França Moreira, da 8ª Vara Cível do Distrito Federal, determinou que caberá à 7ª Vara Federal Cível e Agrária da Justiça Federal da Bahia julgar as ações que pedem o desbloqueio de verba das universidades federais brasileiras. O magistrado do DF entendeu que, como a primeira liminar sobre o assunto foi protocolada em Salvador, capital do estado nordestino, todos os processos devem ser juntados a ela e julgados por um único tribunal.

 

Com Bolsonaro, Silvio Santos dispara na audiência e alcança o topo dos assuntos mais comentados do Twitter

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O apresentador fez defesa da reforma da Previdência. Com Bolsonaro, Silvio Santos dispara na audiência e alcança o topo dos assuntos mais comentados do Twitter.

A entrevista com Jair Bolsonaro já ultrapassa a marca de 240 mil visualizações na página oficial do presidente no Youtube, fora as transmissões paralelas.

Ele abordou as recentes medidas econômicas de facilitação ao empreendedorismo; destacou a importância da reforma da Previdência e da reforma tributária.

De acordo com o portal Teleguiado, às 22h16, quando Silvio Santos apresentou o presidente, a audiência do SBT estava 12,6 pontos.

Com o bate-papo de mais de 30 minutos, a audiência subiu para 15,3 pontos.

O apresentador Silvio Santos recebeu em seu programa no SBT a autoridade máxima do executivo no Brasil, o Presidente da República Jair Bolsonaro. O objetivo era falar sobre a Reforma da Previdência, mas Silvio introduziu a conversa falando sobre a vida pessoal do presidente.

Uma das perguntas do apresentador foi quanto ao casamento do político com Michelle Bolsonaro. A primeira-dama, que virou estrela após a posse do presidente, é a terceira mulher da vida do marido. “A primeira esposa é essa que tá com você?”,questionou Silvio.

Em sua resposta, Bolsonaro brincou ao cogitar uma separação de Michelle, com quem tem uma filha, Laura. “Eu fui casado uma vez, aí depois tive uma união estável e agora eu tô na segunda e última esposa, né? Agora chega. Se der errado, então o errado sou eu”, disse ele.

SILVIO DETONA DECISÃO DE BOLSONARO

Aliado do ex-capitão reformado, Silvio surpreendeu em determinado momento da participação de Bolsonaro ao criticar uma de suas principais promessas de campanha: facilitar o porte de armas para civis. O presidente, defensor de critérios menos rígidos para a aquisição do objeto, tentou convencer o apresentador.

Para isso, ele citou os Estados Unidos. “Lá a posse e o porte (de arma) são liberados”,disse Bolsonaro, que viu Silvio prontamente discordar. “Isso aqui vai virar um faroeste. Nos Estados Unidos quando um cara faz um negócio qualquer ele vai pra cadeia e fica. Aqui, não”, destacou o apresentador.

O presidente Jair Bolsonaro ao lado de Silvio Santos (Foto: Reprodução/Instagram)
O presidente Jair Bolsonaro ao lado de Silvio Santos (Foto: Reprodução/Instagram)

Bolsonaro continuou citando a assinatura do decreto que facilitou a posse no início do mandato. “Mas já foi assinado o decreto, Silvio, facilitando a posse de arma de fogo, não é porte!”, esclareceu ele, deixando Silvio surpreso. “Mas para o porte de arma eu dependo do Parlamento”, esclareceu o presidente.

Antes inflexível, Silvio mostrou que poderia ceder quanto ao assunto. “Se eu tiver uma arma em casa e ouvir um ruído é claro que eu não vou sair de cueca pra pegar o cara… Eu vou pegar a arma, lógico”, disse ele. “Estamos começando a nos entender”, comemorou Bolsonaro.

APRESENTADOR FALA DE FAUSTÃO

O apresentador Silvio Santos, dono do SBT, não tem receio de citar apresentadores de emissoras concorrentes em seu programa. Nem mesmo Fausto Siva, que concorre diretamente com ele a audiência do público nas noites de domingo, escapa dos comentários.

Em suas já conhecidas conversas com Fabiano Wicher, diretor de seu programa, Silvio se revoltou por um breve momento e “expulsou” ele, o mandando para a Globo. “Seu diretor, o senhor não tem jeito mesmo. Vai para a Globo, vai para a Globo trabalhar com o Faustão”, iniciou.

Na sequência, ele acabou colocando o apresentador da Globo na conversa na tentativa de convencer o funcionário a mudar de emissora. “Faustão tem um negócio legal, ele dá pizza para quem trabalha com ele”, disse o apresentador, que arrancou risadas da plateia.

O objetivo agora é censurar os juízes

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O objetivo agora é censurar os juízes, depois de abrir um inquérito sigiloso e inconstitucional para amordaçar cidadãos que criticam o STF nas redes sociais, Dias Toffoli criou um grupo de trabalho no CNJ, aquele soviete inventado pelo PT, para “avaliar os parâmetros para o uso adequado das redes sociais” por juízes.

Para o presidente do Supremo e do CNJ, a liberdade de expressão dos juízes deve ser congruente com a “preservação da imagem institucional do Poder Judiciário” e “o mau uso das redes sociais pode impactar a percepção da sociedade em relação à integridade” dos magistrados.

Lei Rouanet: Artistas tem que prestar contas!

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Osmar Terra, responsável hoje pelo Ministério da Cidadania, que inclui a Secretaria de Cultura, fala sobre as mudanças recentes na Lei Rouanet: Artistas tem que prestar contas!

‘Enquanto tenta acalmar os ânimos da classe artística com as mudanças na Lei Rouanet, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, não foge de outras polêmicas envolvendo a sua pasta, que agrega os antigos ministérios da Cultura, Esporte e Desenvolvimento Social.

Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o ministro disse que “não é porque é artista que não precisa prestar contas”, que o deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP), um de seus maiores críticos, “quer nomear todo mundo no ministério” e que ele recebeu do presidente Jair Bolsonaro “liberdade de dizer não às indicações até do vice-presidente”, tanto que demitiu um apadrinhado do general Hamilton Mourão.

Sobrou até para a reforma da Previdência. “O maior programa de combate à pobreza não é a Bolsa Família nem o BPC, é a aposentadoria do trabalhador rural. Não pode mexer”. Sobre não ter reajuste para o Bolsa Família este ano, afirma: “Para que reajuste? O 13º já é um up”. A seguir os principais trechos.

A classe artística reagiu à redução do teto da Lei Rouanet de R$ 60 milhões para R$ 1 milhão. A atriz Ingrid Guimarães disse ao jornal O Estado de São Paulo que “quando a lei acabar, a cultura vai parar nesse país”.

Quem é Ingrid Guimarães?

A atriz…

Ah, sim. De todos os projetos culturais aprovados pela Lei Rouanet, 85% não têm mais de R$ 1 milhão e 95% usam, no máximo, R$ 6 milhões. Hoje, poucos artistas e espetáculos tinham acesso superior a isso. Qual a razão para ser R$ 60 milhões? Não estamos limitando a doação. Estamos estabelecendo um limite na captação. O valor vai circular pelo País, sair do circuito Rio-São Paulo e disseminar pelo Nordeste, Sul, Norte. No Nordeste, onde tem 26% da população, há menos de 4% de incentivos da Lei.

A classe artística diz que está sendo criminalizada pelo governo. Como o senhor responde?

Estamos fazendo um pente-fino nas contas. Tinha muita prestação de contas ruim. Tem gente que morreu sem prestar conta. Mas isso é dinheiro público e tem de ter o mínimo de controle. Não posso dizer que só porque é artista não precisa prestar conta.

O que o senhor já identificou?

Tem um musical que arrecadou R$ 13 milhões, cobriu toda a despesa e faturou R$ 15 milhões livres. Qual foi o benefício para a população? Eles pagaram caro para assistir. Ah, mas vão dizer que tem 10% de gratuidade. Isso não funciona. Esses ingressos grátis estavam nas mãos de ONGs que nem sei quais são. Tinha uma que trocava o ingresso por lata de leite condensado.

Houve descuido das gestões anteriores?

Não estou dizendo que os ministros anteriores tiveram culpa, mas estava mal amparado. Estamos tentando dar uma modernizada, democratizá-la. A gente quer que a prefeitura faça um cadastro único, convide as pessoas e dê transporte para leva-las à peça de teatro e depois as leve de volta.

O deputado Alexandre Frota (PSL-SP) é um dos seus maiores críticos e defende a volta do Ministério da Cultura…

O problema do Alexandre é que ele quer nomear todo mundo no ministério. Ele apresentou nomes para todos os cargos. Até atendi um que achei o currículo interessante. Mas para os outros cargos eu busquei técnicos. Quem vai responder depois sou eu e não o deputado. Acho que o Alexandre tem certa inexperiência na prática política. Ele nunca foi político. Respeito o trabalho dele e acho que ele é importante na cultura, mas o ministério é responsabilidade minha.

Também há um movimento para o Esporte voltar a ser ministério. Teme o esvaziamento da sua pasta?

Os ministérios (Cultura, Esporte e Desenvolvimento Social) foram unificados, mas o operacional continua o mesmo. Não reduzimos orçamento.

O governo tem força para barrar a volta dos ministérios?

Mas por que o Congresso vai recriar os ministérios? Não há argumento, já que não está diminuindo recurso, não diminuiu a estrutura operacional. Essa tentativa de recriar as pastas é o pensamento de alguns, é o lobby corporativo.

O que o senhor identificou no pente-fino do programa Bolsa Atleta?

Isso ainda está em andamento. Mas todos os programas que têm incentivos têm rolos. Não quer dizer que todo mundo faça. Aliás, 98% não fazem, mas 2% fazem. Então temos de ter mecanismos de controle mais detalhados.

Assim como a Lei Rouanet, pode haver mudanças no Bolsa Atleta (o programa patrocina atletas de alto rendimento em competições)?

Estamos estudando isso, não significa que vá ter. A forma como acontece favorece o desvio, então o estudo que estamos fazendo é sobre o formato da concessão. A gente quer que uma pessoa pegue o recurso incentivado e que aquilo tenha algum resultado.

O governo teme que o Congresso não aprove o 13° para os beneficiários do Bolsa Família?

O deputado que não aprovar vai ficar sujeito à pressão dos beneficiários do Bolsa Família. O 13º vai ser um aumento global no final do ano de 8,3%, o que é acima da inflação. A partir de junho também vamos começar a colocar R$ 48 a mais para o jovem do Bolsa Família que esteja fazendo curso técnico. Eu peço ao Paulo Guedes (ministro da Economia) para, em vez de cortar o Sistema S, colocar para me ajudar a fazer a capacitação dos jovens nem-nem (nem trabalham nem estudam).

O 13º compensa o reajuste que não teve este ano?

Para que precisa de reajuste? O 13º já é um up. A partir do ano que vem sim, vai ter 13º e o reajuste.

A recuperação da economia ainda está acanhada…

Eu confio muito no Paulo [Guedes] e é muito importante essa liberdade que Bolsonaro nos deu de montar as equipes. Ele não pediu cargos, não loteou e deu liberdade total para escolher sem interferência de partido político. Tirando as pressões corporativas, temos liberdade para agir.

Mas o senhor tinha no ministério o general Marco Aurélio Vieira, indicado pelo vice Hamilton Mourão para a secretaria de Esportes. Por que demitiu?

Ele estava jogando para voltar o Ministério do Esporte para ele ser o ministro. Não tenho nada contra ele. E não há nada contra militares também porque ele saiu e eu botei outro militar no cargo.

O general Décio Brasil, que assumiu a vaga, é indicação de quem?

Eu conversei com [o deputado federal] Luiz Lima (PSL-RJ), que falou muito bem dele.

Foi indicação do Luiz Lima?

Não. Foram sugestões do setor. Ele está disposto a trabalhar em equipe. E qualquer cargo público é assim. Tem de ter a experiência de convívio.

O senhor avisou ao vice-presidente que iria demitir o apadrinhado dele?

Eu expliquei ao Mourão. Eu tinha liberdade de dizer não às indicações até do vice. O presidente não me impôs nada. Eu tinha achado bom o nome indicado por ele. Mas depois, no andar da carruagem, ele foi numa direção diferente. Aí, ou você toma uma atitude ou perde a autoridade.

O senhor defendeu que a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC) não fosse tratado na reforma da Previdência?

No passado, convenci o presidente Michel Temer [de quem foi ministro] a deixar o BPC fora da reforma e defendi o mesmo para Paulo [Guedes] e Rogério [Marinho]. Disse que não deveria entrar e que, se entrasse que fosse de uma maneira que não tenha perda. E isso já está acertado.

A aposentadoria rural também?

A rural também não pode mexer. O maior programa de combate à pobreza não é a Bolsa Família nem o BPC, é a aposentadoria do trabalhador rural. É ela que mantém uma família no sertão. E o impacto é gigantesco, de R$ 110 bilhões por ano. O Bolsa Família é de R$ 30 bilhões. Tem de ser fiscalizado, mas não pode acabar e nem fazer redução abrupta.

No ano passado, o senhor defendeu os caminhoneiros. Como o senhor viu a decisão do Bolsonaro de intervir nos preços de combustíveis da Petrobras?

Estava começando a ter aumentos quase diários. Fica impossível o caminhoneiro trabalhar. Ele inicia uma viagem, faz contrato de frete e chega lá o preço tá diferente. O presidente se preocupou em perguntar por que era assim e se não tinha como ser diferente.

Sergio Moro pretende reforçar o controle nas fronteiras

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O ministro Sergio Moro pretende reforçar o controle nas fronteiras brasileiras e vai apresentar à equipe econômica uma proposta de R$ 53,5 milhões para a compra de equipamentos, registra O Globo.

“Na lista, há desde itens mais simples, como aparelhos eletrônicos, até uma aeronave a ser usada para vigiar os limites de Rondônia, rota dos traficantes de drogas que saem da Bolívia.”

O plano também prevê a instalação de escritórios em órgãos como Receita Federal, Polícia Federal e Polícia Rodoviária.

“É fundamental fortalecer a fiscalização nas fronteiras”

O coordenador-geral de Combate ao Crime Organizado do Ministério da Justiça, Wagner Mesquita, conversou com O Globo sobre o plano.

“Para enfraquecer as organizações criminosas, é fundamental fortalecer a fiscalização nas fronteiras. Não adianta só fazer ações em mercados consumidores de drogas e esquecer que o que dá sustentação e poder econômico [das quadrilhas] é o grande volume de drogas e armas que entram pelas fronteiras.”

 

Moro inaugura centro de inteligência de combate ao crime organizado

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Em Brasília, o ministro Sergio Moro e o secretário de Operações Integradas, Rosalvo Ferreira Franco, inauguraram nesta sexta-feira o Centro Integrado de Inteligência Nacional.

Com o objetivo de ampliar a troca de informações entre forças policiais, o centro de inteligência vai reforçar o combate ao crime organizado e ao tráfico de armas e drogas.

“Uma das principais medidas tomadas pela pasta foi a criação da Seopi – Secretaria de Operações Integradas”, disse Moro.

“Nós estamos aprofundando essa política, com a criação desses Centros de Inteligência, um para cada região. [Neste ano] Foi inaugurado o Centro do Nordeste, que teve um papel extremamente relevante na crise do Ceará.

Nós recebíamos informes diários, ao a cada fato novo, que orientavam as ações policiais de repressão e prevenção no estado.”

PGR pediu para STF enviar 290 investigações à 1ª instância

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Em um ano, Raquel Dodge da PGR pediu para STF enviar 290 investigações à 1ª instância.

De políticos atingidos pela restrição do foro privilegiado à primeira instância. Os requerimentos decorrem de novo entendimento do Supremo Tribunal Federal, que mantém a prerrogativa apenas para investigações sobre crimes que ocorreram durante o mandato de parlamentares. Dentre os pedidos de Raquel, estão manifestações pelo envio dos processos às Justiças Federal, Estadual e Eleitoral.

O balanço foi divulgado pela Procuradoria-Geral da República.

Segundo a PGR, em fevereiro, ‘com o início da nova legislatura, os declínios ganharam novo impulso’. “Para dar celeridade e garantir o cumprimento da decisão do STF, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, nos últimos três meses defendeu o envio de 97 casos a outras instâncias. São processos relacionados a parlamentares que perderam o foro por não terem sido reeleitos ou porque passaram a ocupar outros mandatos. O procedimento adotado é o envio de petição ao relator a fim de que seja reconhecida a incompetência da Suprema Corte para o processamento do feito com posterior envio à nova instância competente para conduzir a investigação”.

“Além das manifestações de declínio, também foram apresentados recursos nos casos em que a decisão do relator determinou o envio à instância diferente da indicada pela PGR. Foi o que aconteceu, por exemplo, no caso envolvendo os ex-senadores Romero Jucá e Valdir Raupp, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, os administradores da NM Engenharia e da NM Serviços Luiz Maramaldo e Nelson Maramaldo, e o executivo Fernando Reis, da Odebrecht Ambiental. Em fevereiro de 2019, com a perda de foro dos investigados, o ministro Edson Fachin determinou o envio do inquérito para o Rio de Janeiro. No entanto, na avaliação de Raquel Dodge, as investigações referentes ao pagamento de vantagem indevida pelas empresas NM Engenharia e Odebrecht Ambiental a políticos do MDB devem ser conduzidas pela 13ª Vara Federal de Curitiba”, diz a PGR.

De acordo com a Procuradoria-Geral da República, entre ‘os investigados cujos casos receberam manifestação da procuradora- geral para que sejam encaminhados à primeira instância, estão os ex-senadores Aécio Neves (JF de Minas Gerais) e Gleisi Hofmann (JF de São Paulo), atuais deputados federais’.”Também foi declinada investigação contra o senador Marcelo Castro por fatos cometidos quando ele era deputado federal. O parlamentar aparece nas colaborações dos executivos da J&F Joesley Batista, Ricardo Saud e Demilton Antônio de Castro como beneficiário de uma propina de R$ 1 milhão como contrapartida no fornecimento de apoio à candidatura de Eduardo Cunha para a Presidência da Câmara dos Deputados. A lista inclui ainda Dario Berguer, Lindberg Farias, Eliseu Padilha, Alfredo Jacob, Ronaldo Carletto e Luiz Carlos Caetano”.

“No caso de Aécio Neves, colaboradores apontam que o então senador da República, na campanha das eleições de 2014, teria solicitado doações no valor de R$ 6 milhões, em beneficio próprio e de aliados políticos. Segundo os depoimentos, as doações foram efetuadas de maneira dissimulada, com o propósito de ocultação, em função de influência política que o parlamentar exerceu, como governador de Minas Gerais, sobre seu partido e no Congresso Nacional, para favorecimento de empreitadas e projetos do Grupo Odebrecht. Quanto à Gleisi, investigações apontaram a participação dela, quando era senadora, em esquema de pagamento de propinas em valores milionários para diversos agentes públicos, entre 2009 e 2015, por meio de organização criminosa, no âmbito do antigo Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão”, diz a PGR.

Somente na Lava Jato, segundo a PGR, ‘foram declinadas 36 investigações em 2019 e outras 34 em 2018. No último mês, a PGR enviou ao STF pedidos de declínio de competência para a primeira instância de inquéritos para o Distrito Federal de parlamentares que não foram reeleitos’. “Esses procedimentos envolvem os ex-senadores Romero Jucá e Eunício de Oliveira. De acordo com a procuradora-geral, as investigações contra o ex-senador Romero Jucá pelo recebimento de propina pela conversão em lei das Medidas Provisórias 470/2009 e 472/2009 devem ser conduzidas pela Justiça Federal no DF. Para ela, também é competência da Seção Judiciária do DF as apurações das condutas de Jucá e do também ex-senador Eunício Oliveira, pelo recebimento de propina pela conversão em lei da MP 613/2013”.

Crise financeira faz GDF suspende todos novos gastos públicos

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Secretário de Fazenda reuniu demais gestores do Executivo para anunciar corte nas despesas. “Não tem outro remédio”, disse André Clemente

Diante de uma crise financeira, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem apertado cada vez mais o cinto. Em reunião nesta sexta-feira (03/05/2019) com o secretariado, presidentes de estatais e autarquias, o secretário de Fazenda e Planejamento, André Clemente, anunciou que qualquer gasto só poderá ser efetuado com autorização da pasta. Além disso, confirmou o contingenciamento de mais R$ 600 milhões no orçamento, totalizando R$ 1,2 bilhão paralisado nos cofres locais.

“Todos os novos gastos públicos estão suspensos. Serão feitos somente depois de uma análise muito intensa dessa nova realidade econômica e de preferência com substituição de gastos antigos. Estamos revendo as despesas, cancelando aquilo que não tem pertinência com nosso plano de governo. O risco é muito grande, mas estamos fazendo de tudo para que os secretários sejam sensibilizados com a nova realidade econômica e que não haja a descontinuidade das políticas públicas essenciais”, declarou Clemente.

Durante a reunião, o secretário afirmou que todas as áreas sofreram cortes, inclusive Saúde, Educação e Segurança. Ele admite que é uma solução dura, mas, conforme alegou, não há outra forma para garantir o equilíbrio das contas. “Por isso, a austeridade fiscal neste momento. Visando aumentar a receita e contingenciar o gasto. Não tem outro remédio”, frisou.

Segundo o responsável pela área econômica do GDF, os recursos serão disponibilizados de acordo com a necessidade de cada setor. Isso porque, além da ameaça da retirada da arrecadação anual de R$ 680 milhões do imposto de renda recolhido pelos salários pagos com o Fundo Constitucional (FCDF), o governo sofreu com a frustração de R$ 360 milhões na arrecadação dos primeiros quatro meses do ano. No período, os cofres públicos recolheram R$ 7,9 bilhões.

Diante desse cenário, explicou Clemente, o GDF precisa fazer o arrocho para não ultrapassar os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Hoje, a proporção dos gastos de pessoal em relação à receita corrente líquida é de 43,48%. A perda do imposto de renda do FCDF gera um aumento de 0,93%. A frustração da receita impacta em 0,69% e um eventual pagamento da terceira parcela pesa 3,77%. Juntos representam 5,56% e elevam os gastos do DF com pessoal para 49,04%. Uma marca acima do limite legal.

Na avaliação do gestor, a liminar concedida pelo STF contra a sentença do TCU é um alívio, mas não é a solução do problema. Até a decisão do mérito, o Distrito Federal está na “zona de risco”.

Infraestrutura
Por outro lado, o Palácio do Buriti pretende liberar recursos para obras estratégicas de infraestrutura a fim de resolver os problemas da população e gerar empregos. Nesse sentido, Clemente disse que pretende priorizar a liberação de R$ 500 milhões para obras emergenciais e de drenagem, principalmente no caso de Vicente Pires, onde o executivo distrital vai injetar emergencialmente R$ 150 milhões.

Para viabilizar as obras, o DF tem apenas R$ 200 milhões em caixa. Além disso, o secretário de Fazenda pretende usar tais recursos para conseguir operações de crédito e financiamentos. “A cidade está derretendo. Precisa de infraestrutura. E nós vamos buscar a realização dessas obras porque elas geram muitos empregos imediatos”, pontuou Clemente.

Ministra defende uso de armas para defesa em propriedades rurais

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura) declarou que concorda com o presidente Jair Bolsonaro sobre a possibilidade de o proprietário rural se defender com armas de fogo em caso de invasão à sua propriedade.

“Concordo que você deva fazer a defesa legítima da propriedade. Por que uns têm o direito de invadir e você que está lá dentro não pode se defender? Eu acho que é uma coisa que eu não descartaria. Todos têm que ter o direito de ampla defesa. Os dois lados. Quem está dentro da propriedade que é invadida têm que se defender”, disse.

Bolsonaro já anunciou que enviará à Câmara dos Deputados um projeto de lei que amplia para toda a propriedade rural o direito à posse de arma pelo proprietário.

Caso a área seja invadida e a arma seja utilizada, esse proprietário responderia pelo ato, mas não seria punido, a medida é uma promessa de campanha.

Chanceler compara Bolsonaro a Jesus Cristo

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Ernesto Araújo citou trecho do Evangelho que diz que “a pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular” e chegou até a chorar

O chanceler Ernesto Araújo

O chanceler Ernesto Araújo

Em discurso na cerimônia de formatura dos novos diplomatas do Instituto Rio Branco, o chanceler Ernesto Araújo elogiou o presidente Jair Bolsonaro, comparando-o a Jesus Cristo, e se emocionou diversas vezes, chegando até a chorar. Em referência ao presidente da República, que estava presente na cerimônia, Araújo citou trecho do Evangelho que diz que “a pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular”. No Evangelho a pedra angular simboliza Jesus Cristo.

“A pedra que os órgãos da imprensa rejeitaram, a pedra que os intelectuais rejeitaram, que os especialistas rejeitaram… Essa pedra tornou-se a pedra angular do edifício do novo Brasil”, completou o chanceler.

Citando a homenageada da turma de 30 formandos do Instituto Rio Branco, Aracy Guimarães Rosa, Araújo disse que “diplomacia não significa ficar em cima do muro, nem ficar assistindo em cima do muro esperando ver quem ganha e aí aderir ao vencedor”. “Diplomacia precisa ter sangue nas veias”, disse.

Ainda fazendo menção à Aracy, que no período nazista salvou a vida de dezenas de judeus, Araújo disse que se solidariza aos que sofrem perseguição política atualmente “na Venezuela e em todos os lugares do mundo”.

Ao se dirigir aos formandos, o ministro de Relações Exteriores afirmou que o governo luta por renovação e que Bolsonaro admitiu os diplomatas nessa “causa” de maneira inédita. Também orientou os formandos a “pensarem” e “não terceirizarem informações aos meios de comunicação”.

“Nenhum presidente da República valorizou mais o papel do Itamaraty do que o senhor, nenhum teve visão mais clara sobre o papel da política externa para a transformação nacional”, elogiou o chanceler ao dirigir-se a Bolsonaro.

Araújo contou que, recentemente, Bolsonaro enviou a seguinte mensagem: “Enquanto não faltar água no mar, não deixaremos de lutar”. Ele frisou que esse sentimento do presidente o anima. “Temos a oportunidade única de mudar o Brasil e transformá-lo em uma grande nação.”

Venezuela

Sobre a crise no país vizinho, o chanceler afirmou que o Brasil ajudou “de maneira decisiva a criar uma marcha irreversível de democracia na Venezuela”. Também lamentou pessoas que, segundo ele, torcem a favor “da tirania e do cinismo” no país vizinho apenas por torcer contra o governo Bolsonaro, mencionando entre essas pessoas setores da imprensa.

Depois do evento, Araújo afirmou aos jornalistas que o líder opositor venezuelano Juan Guaidó não foi derrotado no último dia 30 ao convocar a população para pressionar Nicolás Maduro. A interpretação de Araújo foi que houve “avanço” no processo e que a pressão diplomática dos países do Grupo de Lima já fez efeito no país vizinho.

“No Grupo de Lima, hoje, nós queremos deixar muito claro o fato de que o que aconteceu no dia 30, no dia 1º, não é de forma nenhuma uma derrota desse ímpeto pela liberdade, pela democracia. Ao contrário, isso exige que a comunidade internacional continue trabalhando, como vem trabalhando”, disse.

O ministro afirmou que os países que apoiam o autoproclamado presidente interino da Venezuela se esforçam para não deixar ser criada uma narrativa, “que seria falsa”, de um retrocesso no processo. Ele enfatizou que houve “um avanço” e que é preciso discutir novos elementos de pressão diplomática sobre a Venezuela.

Argentina

Araújo negou que o presidente Jair Bolsonaro apoie a reeleição de Mauricio Macri na Argentina, mas destacou que há uma preocupação do chefe do Planalto com uma eventual eleição de Cristina Kirchner no país vizinho.

“Apoio acho que não é bem a questão. Acho que é simplesmente esse nosso compromisso com achar uma pauta, já temos uma pauta muito intensa com o governo Macri”, disse o ministro após almoço com diplomatas formando do Instituto Rio Branco, no Itamaraty.

Ele destacou que Bolsonaro deixou bem claro sua “preocupação” com um retorno de um regime anterior na Argentina. O chanceler afirmou ainda que o governo brasileiro espera desenvolver a relação “independentemente do governo” daquele país.

Parlamentares querem investigar perfis falsos nas redes sociais

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Parlamentares colhem assinatura para CPI alinhada a inquérito do STF

Deputados e senadores pretendem criar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito para investigar perfis falsos nas redes sociais usados para ofender autoridades, na mesma linha do inquérito do STF.

A criação da CPMI conta com o apoio de ministros do Supremo, que acreditam que a comissão poderia arcar com o ônus de medidas da Corte.

A ementa de criação da CPMI é do deputado Alexandre Leite, do DEM, que disse ao Estadão que a ideia da comissão teve a anuência de Rodrigo Maia.

“As milícias virtuais foram utilizadas para atacar a honra do Judiciário, da Câmara dos Deputados e até do presidente Rodrigo Maia. Desde a eleição, estamos acompanhando esses grupos usando de fake news para disseminar ódio e desinformação”, afirmou Leite.

Doméstica é multada em R$ 10 mil por post no Facebook

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Ela usou a rede social para reclamar que dois médicos estavam conversando enquanto sua sobrinha aguardava para ser internada

A empregada doméstica Vera Lúcia Lopes, de 49 anos, foi processada por um médico de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Campo Grande (MS) após um post no Facebook. Por decisão do Tribunal de Justiça do estado, ela foi condenada a pagar R$ 10 mil.

Tudo aconteceu quando ela usou a rede social para reclamar que enquanto sua sobrinha aguardava para ser internada, dois médicos estavam conversando. “Por isso que as UPAs não funcionam. Enquanto os pacientes padecem, os médicos ficam batendo papo”, escreveu.

O conteúdo da postagem chegou ao médico, que recorreu à Justiça. Segundo ele, o teor da conversa com a outra médica era trabalho. Na decisão, a juíza Edi de Fátima Dalla Porto Franco escreveu que o “conteúdo extrapolou de modo grave e reprovável o direito de livre manifestação do pensamento”.

Em entrevista ao UOL, Vera desabafou. “De onde vou tirar esse dinheiro?”, disse. Segundo ela, o salário que recebe por mês é de R$ 1 mil. “No dia que fui ao tribunal, expliquei para a juíza.”

Sem dinheiro para contratar um advogado, a empregada doméstica vai procurar um defensor público e recorrer da decisão.

GRIFES CRIAM MAQUIAGEM EM FORMATO DE ITENS DE PAPELARIA

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Quem nunca pintou as unhas com corretivo líquido ou marcador de texto? A grife Moschino em parceria com a Sephora acaba de lançar uma linha de maquiagem totalmente inspirada em itens de papelaria.

Os pincéis são lápis, esponja iguais à borrachas, esmalte em formato de corretor líquido, iluminadores em embalagens de caneta grifa texto e batons como canetinhas coloridas estão entre os produtos.

Eles estão à venda nas lojas físicas e online da Sephora nos Estados Unidos.

Alimentos que queimam gordura: veja quais consumir

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Confira quais alimentos ajudam a queimar gordura e saiba quais consumir: confira a lista com 6 tipos de alimentos!

Para emagrecer, é fundamental ter uma alimentação balanceada, rica em legumes, verduras e frutas. Mas você sabia que alguns alimentos podem ajudar a acelerar a queima de gordura corporal?

Tudo Gostoso

Além do limão, veja quais alimentos ajudam a queimar gordura

Alimentos que ajudam a queimar gordura: veja quais consumir

 

Frutas vermelhas

Além de deliciosas, as frutas vermelhas são uma categoria consideravelmente grande com uma característica em comum: elas possuem muitos antioxidantes, especialmente nas cascas. Seu consumo melhora a irrigação dos tecidos do sistema circulatório, facilitando a queima de gordura. Alguns exemplos de frutas vermelhas são: morango, cereja, amora, framboesa e groselha.

Frutas cítricas

Conhecidas por serem ricas em vitamina C, as frutas cítricas são ótimas para a redução de absorção de gordura do organismo. Você pode aplicá-las em várias receitas ou até criar o hábito de consumir água saborizada com laranja ou limão, por exemplo.

Abacate

Se você já gostava de abacate, vai passar a amar! O abacate é fonte de gordura monoinsaturada, que colabora com a redução de células gordurosas. Use a fruta em vitaminas, saladas ou coma pura, mas não esqueça de incluir a fruta na sua alimentação!

Salmão

Rico em ômega 3, o salmão tem muitos benefícios para a saúde. Ele não só ajuda na redução de medidas com a aceleração do metabolismo, mas também regula a sensibilidade do organismo à insulina. Experimente combinar o peixe com outros alimentos da lista! Nossa dica é salmão ao molho de maracujá.

Iogurte

O iogurte é um alimento probiótico de baixas calorias que promove a regulação intestinal. Ele é rico em vitamina B12, cujo consumo está ligado à perda de peso. Existem diversas opções do mercado, inclusive para intolerantes à lactose, mas você também pode optar por uma produção caseira.

Chá verde

Se você têm o hábito de consumir chá, provavelmente já é fã do chá verde. Seu consumo ajuda a eliminar os radicais livres, acelera o metabolismo e eleva a temperatura corporal, funcionando como um termogênico e ajudando a queimar gorduras. Mas cuidado com a hora do chá: bebê-lo antes de dormir pode interferir no sono.

 

A indústria do empreendedorismo de palco irá destruir você?

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Palestras bonitas, termos em inglês, pessoal super engajado e microfones do tipo Madonna, muito Power-Point e nenhum negócio real para mostrar…

O empreendedorismo é a nova religião do homem moderno. Materialista e secular, ele substituiu os Santos do seu altar por fotografias de homens bem sucedidos; os seus Evangelhos são livros como “O sonho grande” e “A força do Hábito”. Ele acredita, de alguma maneira, que tudo aquilo irá aproximá-lo do seu objetivo principal: sucesso, fama e dinheiro…de preferência agora!

Quem visita as livrarias com certa regularidade percebeu que, nos últimos anos, a sessão dedicada ao empreendedorismo e aos negócios cresceu de uma maneira violenta. É espantoso: para onde quer que você olhe, eles estão lá. Obras que prometem os códigos da riqueza, os segredos da abundância, os cinco passos para o sucesso e como você aprenderá a pensar como o Steve Jobs.

Não tem como negar: o empreendedorismo veio para ficar e, com ele, o seu fenômeno mais recente: o empreendedor de palco.

Empreender se tornou auto-ajuda.

Se, antigamente, os livros, enormes e com suas setecentas páginas, cuspiam fórmulas, equações e cálculos que te ensinavam a lidar com o fluxo de caixa da sua empresa, hoje eles dizem: “Você irá chegar lá! Acredite, você irá vencer!”. A atividade empresarial foi reduzida à pura e pobre política do incentivo. E o motivo é simples: as pessoas compram o que elas querem ouvir. Geralmente, odiamos a verdade; principalmente quando ela diz que teremos que trabalhar duro e que as chances de vitória são mínimas.

O Brasil é um país que lê pouco. Em uma nação com 230 milhões de habitantes, um livro ser categorizado como best-seller ao vender quinze mil é uma piada. E, vamos ser sinceros? A vida aqui é dura. O governo nos atrapalha, a burocracia nos sufoca, os custos nos aleijam…tornar um negócio lucrativo e perene nesse país é uma proeza digna de um herói. E essa atividade drena cada pedacinho da nossa alma e do nosso ânimo.

É nesse momento que o empreendedor de palco cresce.

Geralmente o seu perfil é sempre o mesmo: alinhado e super-motivado, não precisa — necessariamente — de alguma formação universitária. As suas características são: mindset contagiante, energia positiva e proatividade.

Mindset, empoderamento, millennials, networking, coworking, deal, business, dead-line, salesman com perfil hunter…tudo isso faz parte do seu vocabulário. O pacote de livros é sempre idêntico e as experiências são passadas da mesma forma:

Você está a um único centímetro da vitória. Não pare! Se desistir agora, será para sempre. Tome, leia a estratégia do oceano azul. Faça mais uma mentoria, participe de mais uma sessão de coaching. O problema é que o seu mindset não está ajustado. Você precisa ser mais proativo. Vamos fazer mais um powermind? Eu consigo um precinho bacana para você…

O empreendedor de palco torna aquele grupo a sua empresa. Aquele coletivo passa a ser o seu curral e a sua clientela. O seu mercado é a esperança e o seu produto é a sua habilidade de, a cada novo vacilo, insistir que a força de vontade e aquele sentimentalismo barato serão a resposta para você.

Por não possuir, na maioria das vezes, experiências com o mundo real, esse tipo de cara se agrupará com tantos outros, para que seus produtos se tornem complementares. Eis que surgem os grupos de relacionamento, ou também chamados de powerminds. É um lugar onde pessoas com negócios reais vão tomar lições com sujeitos que nunca abriram um CNPJ…

Perceba que não é muito difícil reconhecer o embuste. Ao entrar em algum desses lugares, pegue uma folha de papel e a divida ao meio. Escreva de um lado: “Discurso emocional” e do outro “Discurso prático”. Anote a quantidade de vezes que ele passará conceitos e estatísticas validadas em negócios reais, versus o tempo que gastará falando sobre motivação e como você precisa trabalhar a sua força de vontade.

Hum, vamos ver o que eu aprendi hoje: que eu sou lindo, especial, que tudo dará certo e a minha empresa alcançará um enorme sucesso; basta eu adotar os 21 passos da prosperidade, que será vendido no próximo powermind…

E esse é um movimento, ao que me parece, sem volta. Até mesmo as maiores revistas de negócios do país adotaram esse estilo de empreendedorismo compromissado mais com o entretenimento do que com os resultados.Essa massa de gente que chegou até aqui atrás de auto-afirmação, ignorando o trabalho duro e as verdades que você só aprende atrás de um balcão de loja de materiais para construção, acaba moldando a maneira com que as revistas e jornais da área se comunicam. O resultado? Todo tipo de bizarrice.

O resultado de tudo isso é uma indústria que beira a esquizofrenia. Que dissociou completamente a atividade empreendedora dos negócios, da ralação, das contas e das noites mal dormidas. É gente que acha que abrir empresa é o substituto adulto para quando, adolescente, você fazia uma banda. Hoje os encontros para empreendedores mais se parecem com igrejas neo-pentecostais, com gente pulando, gritando, louvando ao Deus Mercado, para que tenham sucesso em suas empreitadas…agora, que empreitadas?

Quase não há negócio.

Eu vou dizer uma coisa para você, depois de oito anos no cenário de business-design, redação publicitária e marketing de conteúdo: de cada dez pessoas que entram por aquela porta, sete são o que eu chamo de “aprendedores compulsivos”. O resultado final é o que menos importa; o que eles querem é ler mais livros, acompanhar mais artigos e estar por dentro do que há de mais novo no cenário. Dois estão ali apenas pelo networking. Fazem dinheiro ligando as pontas, independentemente de qualquer cenário. É o “corretor imobiliário” do empreendedorismo, conhecendo gente que tem necessidade e ligando a outros. Um acabará empreendendo.

Isso é um encontro para empreendedores, chamado Business Mastery, aplicado pelo Tony Robbins. Aqui, o homem moderno demonstra o seu avanço razoável e espiritual sobre as antigas religiões bárbaras do planeta. O dinheiro é o novo Deus.

Desses “aprendedores”, boa parte terá, ao longo de dois ou três anos, memorizado todas essas palavras de incentivo, lido os livros e feito os treinamentos e, sem que tenha feito qualquer negócio, acabará se tornando mais um empreendedor de palco. Faturará com os seus treinamentos milagrosos, que servirão ao seu professor para que diga aos outros: “Estão vendo? Ele venceu! E venceu aqui dentro! Viu como falta muito pouco para que vocês cheguem no topo?!”. E a histeria se instaura.

Pouco a pouco, o modelo ideal de sucesso deixa de ser construir uma boa empresa, que serve aos seus clientes e à sociedade com ótimos produtos e soluções e passa a ser se tornar mais um desses caras, que vendem palestras e enchem congressos com mais e mais auto-ajuda barata. Por que? Porque é muito mais fácil…e, na maioria das vezes, rentável.

Tá. E o que tudo isso tem a ver comigo?

Se você está pensando em abrir um negócio ou entrar de vez na economia digital, oferecendo produtos ou serviços, ou até mesmo utilizar a internet como poder complementar a um negócio físico que você já possua, tome cuidado! Há uma indústria de falsas promessas e de prosperidade barata, que tentará te capturar.

O remédio para tudo isso? Esqueça a ideia de que há um caminho mais fácil. Empreender é difícil e envolve coragem, comprometimento e muitas noites sem dormir; aquela azia constante no estômago e a sensação de que tudo, de uma hora para a outra, irá desabar. E é exatamente isso que, não te matando, te tornará mais forte e pronto para encarar a vida.

Sem choro. Você sabe que livros são importantes, mas a maioria é puro lixo sentimental. Auto-ajuda barata, que só enriquece quem os vende. Você quer saber quais são os 20 passos para a prosperidade? Eu vou te dizer o primeiro: trabalhe duro. Entre uma xícara de café e outra, você irá aprendendo os outros 19.

Quando o assunto são negócios, prefira sempre a sabedoria do filósofo e Guru Rocky Balboa. E trabalhe. O sucesso vem bem depois, quando você estiver quase desistindo.

Um pouco da boa e velha sabedoria de antigamente, para destruir o mundo de faz de contas dos jovens empreendedores bacanas da Vila Olímpia de hoje em dia.

P.S: Quando esse texto foi criado, ele se utilizou da expressão “mastermind”. Era do meu desconhecimento que, no Brasil, tal expressão era uma patente constituída. Por conta disso, substituí o termo por um equivalente e me retrato quanto às turbações causadas ao titular do termo.

Autor: Ícaro de Carvalho

Fim dos likes? Teste do Instagram vai esconder curtidas

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Ao saber dessa notícia, a primeira reação das pessoas foi entender que o “Like” acabaria, mas não é isso que vai acontecer. Ferramentas de interação é a base de qualquer rede social, e o Instagram não é diferente. Abaixo, tentamos explicar os aspectos que levaram a esta mudança e as implicações para o futuro da plataforma.

Instagram vai esconder os likes da audiência geral — Foto: Divulgação/InstagramInstagram vai esconder os likes da audiência geral — Foto: Divulgação/Instagram

Instagram vai esconder os likes da audiência geral — Foto: Divulgação/Instagram

Quando a novidade estará disponível?

O Facebook ainda não se manifestou quanto a data para essa alteração entrar em vigor. No momento, os testes estão sendo conduzidos por usuários selecionados no Canará. Também não há previsão do recurso chegar ao Brasil até o momento.

Qual o objetivo real por trás dessa mudança?

De acordo com o The Verge, um porta-voz não identificado pelo site afirmou que o objetivo principal é “tirar a pressão” de cima do usuário. O Instagram entende que a sua rede social deve ser um local para as pessoas se expressarem, e não um concurso de popularidade. Além disso, querem deixar o ambiente menos tóxico e competitivo.

Continuarei tendo acesso ao meu número de likes?

Sim, cada usuário saberá exatamente quantas curtidas uma foto ou vídeo recebeu, porém, isso não estará aberto para o público. Perguntado pelo site TechCrunch sobre como os influenciadores vão lidar com esta novidade, um porta-voz do Facebook afirmou que eles estudam uma maneira de fazer o usuário demonstrar o seu valor digital para possíveis marcas que queiram patrocinar o seu conteúdo.

Que outros recursos entrarão em fase de testes?

Durante o congresso F8, Adam Mosseri, líder do Instagram, anunciou outras possíveis ferramentas da plataforma que entrarão em testes, a maioria com o objetivo de combater o bullying na rede social de fotos. Um deles vai “cutucar” o usuário quando ele estiver escrevendo uma mensagem tóxica ou ofensiva de certa forma, antes de postar o comentário.

Outra ferramenta é o “Away mode”, que permite ao usuário encerrar todas as notificações do Instagram e deixar a sua conta “suspensa” sem precisar deletar, ideal para momentos em que estiver passando por um “período difícil”. Depois que conseguir superar essa fase, poderá voltar normalmente que todo conteúdo estará lá.

Além disso, novas funções vão dar mais controle para o usuário decidir como as pessoas em geral vão interagir com o seu perfil. Assim, poderá escolher quem pode enviar mensagem privada, por exemplo, ou ainda, quem pode comentar em suas postagens.

Segunda temporada de ‘O Mecanismo’- série sobre a Lava Jato

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A Netflix divulgou esta semana o trailer da segunda temporada da série O Mecanismo.

A continuação da série estreia na plataforma de streaming no dia 10 de maio.

Baseada em acontecimentos reais da operação Lava Jato, a trama aborda em oito episódios as investigações da Polícia Federal sobre o maior escândalo de corrupção do país.

A série é uma criação de José Padilha (diretor dos filmes Tropa de Elite 1 e 2) e Elena Soarez, a roteirista de Cidade dos Homens (2007) e Xingu (2011).

O bom elenco conta com nomes como Selton Mello, Carol Abras e Enrique Diaz.

A produção é baseada no livro Lava Jato: O Juiz Sergio Moro e os Bastidores da Operação que Abalou o Brasil, do jornalista Vladimir Netto, é uma criação de ficção e personagens da vida real ganharam novos nomes dentro da história (Dilma Roussef virou Janete Ruscov e Marcelo Odebrecht é Ricardo Brecht).

A série acompanha Marco Ruffo (Mello), um delegado aposentado da Polícia Federal que fica obcecado por um caso de corrupção envolvendo o doleiro Roberto Ibrahim (Diaz).

Junto com a aprendiz vivida por Carol Abras, Ruffo descobre o começo do grande mecanismo de corrupção, envolvendo políticos e empresas estatais e privadas.

Confira o trailer:

83,7% aprovam gestão compartilhada das escolas com a PMDF

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Em avaliação realizada pelo instituto Paraná, a maioria da população disse ser favorável ao modelo adotado em quatro colégios este ano.

O modelo de gestão compartilhada com a Polícia Militar, adotado em quatros escolas do Distrito Federal desde fevereiro de 2019, é aprovado por 83,7% dos brasilienses. Dos entrevistados, 13,2% disseram desaprovar a gestão da PM nas instituições públicas de ensino e 3,1% não opinaram. As conclusões são de pesquisa do Instituto Paraná divulgada nesta quarta-feira (01/05/2019).

Os dados referentes à gestão compartilhada são os que mais chamaram atenção na sondagem, por apresentarem a maior diferença entre favoráveis e contrários à iniciativa. O instituto ainda questionou os entrevistados sobre o Passe Livre Estudantil, qual deveria ser a principal prioridade do governador Ibaneis Rocha (MDB) e qual a avaliação da atual

De acordo com o instituto, 43,4% dos entrevistados aprovam a gestão do emedebista; enquanto 50,6% a desaprovam. Outros 6% não souberam responder.

Quando foi pedido que os brasilienses avaliassem a administração do governador, 3,4% a consideraram ótima; 20,8%, boa; 35,5%, regular; 17,8%, ruim; 20,4%, péssima e 2,2% não opinaram.

O levantamento ainda mostra que 66,9% dos entrevistados acreditam que a principal prioridade do GDF deve ser a saúde pública.

O segundo ponto mais votado no ranking é a segurança pública, com 9,4%. A educação vem em terceiro na lista de prioridades entre as oito áreas citadas, com 7,5% dos apontamentos.

Passe Livre
Com a abordagem de políticas públicas, a pesquisa ainda questionou os brasilienses sobre o que pensam das mudanças previstas no Passe Livre Estudantil.

O Executivo encaminhou à Câmara Legislativa uma proposta de reformulação e restrição do benefício. Inicialmente, o governo chegou a pedir a extinção da gratuidade, mas, diante da pressão popular, recuou e agora trabalha para limitar o grupo de beneficiados.

Na avaliação da Paraná Pesquisas, 50,1% dos entrevistados concordam com a concessão do benefício apenas para alunos da rede pública de ensino. Outros 46,7% discordam e 3,2% não opinaram.

A maior parcela dos que discordam tem entre 16 e 24 anos, com 58,1%. Nessa faixa etária, 39,7% é a favor da limitação. Os que mais aprovam, 56,4%, têm 60 anos ou mais.

O Paraná Pesquisas entrevistou 1.542 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 22 e 26 de abril. A avaliação está registrada no Conselho Regional de Estatística das 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª regiões com o número 3122/19. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais.

Juíza corta ecumenismo de Lula

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Juíza Carolina Lebbos negou um pedido de Lula para receber visitas religiosas fora da agenda prevista para os demais presos que estão na carceragem da Polícia Federal em Curitiba.

A defesa queria que o Lula pudesse receber não só um padre, mas diversos outros sacerdotes pelo menos uma vez por semana — os demais recebem a visita uma vez por mês.

Responsável por supervisionar a prisão, Lebbos observou que, no caso de Lula, não havia “visitas religiosas”, mas “visitas de religiosos” — no ano passado, ele recebeu padres, pastores, monges, pais de santo e rabino.

“Não se pode, a pretexto da garantia ao atendimento religioso, buscar burlar o regime de visitação existente no estabelecimento prisional […]  O regime de ‘visitas de religiosos’ verificado configurava evidente violação à isonomia em relação aos demais detentos do estabelecimento prisional”, escreveu a magistrada.