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Abraham Weintraub: Tem que saber matemática, biologia e não linguagem gay

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Abraham Weintraub
"Tem que saber matemática, biologia, e não linguagem gay"

Quem educa são os pais, eles fazem a diferença dentro de casa. A escola ensina a ler e escrever”, disse Abraham Weintraub

Abraham Weintraub em uma reunião com o presidente Bolsonaro na terça-feira (07), o ministro da Educação, falou sobre as mudanças promovidas no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) já em 2019, observando que em 2020 não será diferente.

Para Abraham Weintraub, o Enem não trará mais conteúdos ideológicos como nos anos anteriores, mas sim objetivos, focados nas matérias exigidas ao longo do ensino fundamental e médio, tais como português e outras.

“Quero que o Enem selecione as melhores pessoas para a gente e para a sociedade. Tem que saber matemática, biologia, química e não linguagem gay”, exemplificou o ministro.

Weintraub elogiou a edição passada do Enem, que não apresentou erros técnicos ou críticas significativas quanto ao conteúdo, lembrando também das cinco universidades federais que foram criadas em 2019, um feito inédito na história do país.

“[Bolsonaro] é o presidente que mais criou novas Universidades em um ano de governo, com sua maioria na região do Nordeste. Tivemos um excelente Enem, sem polêmica, sério e com um maior índice de participação”, disse ele.

Por fim, Abraham ressaltou que “quem educa são os pais, eles fazem a diferença dentro de casa. A escola ensina a ler e escrever. Ainda verei no Brasil o melhor engenheiro, o melhor cientista entre os melhores do mundo”, finalizou.

Lula em desespero, pede que PT invista nos evangélicos

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Lula em desespero
Lula em desespero, pede que PT e Gleisi Hoffmann invista nos evangélicos

Lula em desespero, teria orientado o PT a investir na comunidade evangélica. De acordo com o “pastor Daniel Elias, da Assembleia de Deus no Rio e que participa do movimento do PT, admite que a articulação enfrenta dificuldades.”

O Partido dos Trabalhadores, orientado pelo ex-detento Lula, está trabalhando na tentativa de criação de núcleos evangélicos nos estados.

A principal ideia do PT é ter o apoio de cristão fiéis para alavancar o partido.
O partido está tramando essa jogada a pedido do ex-presidente Lula, segundo a Folha de São Paulo.

O condenado Lula em desespero, defende que pastores sabem como falar e o ‘povo’ os escuta.
Porém a iniciativa petista está fadada ao fracasso, pois a maioria dos religiosos são apoiadores fiéis do presidente Jair Bolsonaro.

Mais uma tentativa desesperada da esquerda, para tentar levar o Brasil novamente ao fundo do poço.

“O grupo ligado à direita chegou primeiro e fidelizou, usando a linguagem do crente, citando a Bíblia. Embora haja evangélicos que não gostem de Bolsonaro, eles estão calados”, ele afirmou.

Petistas avaliam que com as cúpulas das igrejas, as conversas “estão fadadas ao fracasso”, porque a “maioria se alinhou a Bolsonaro”. “Mas é possível abrir diálogo com as bases”, “principalmente aos que vivem nas periferias”, mostrando que “há valores em comum com a sigla.”

Imagina o cenário das últimas eleições. Certamente que o povo evangélico foi determinante na vitória de Bolsonaro. Sim, os evangélicos são a bola da vez para quem possui algum projeto político de poder.

Bolsonaro tem a missão de governar para todos os brasileiros. Sejam da direita ou da esquerda. Bolsonaristas, petistas, psolistas ou simpatizantes das ideias de Ciro, Amoêdo, Marina e outros derrotados no ano passado.

E no âmbito da religião não é diferente. Estamos num tempo em que o país precisa crescer, e agora qualquer polarização se configura num atraso de vida considerando que a campanha eleitoral já acabou há meses.

Pensando nessa perspectiva de projeção político-eleitoral, o insistente Partido dos Trabalhadores se articula para tentar com que a agenda gramsciana avance pelas portas da comunidade evangélica.

Você imagina Jesus defendendo a ditadura de Maduro? Imagina-o chamando o Lula de “preso político”? Ou mesmo o Senhor chamando o grupo de guerrilheiros da ALN de “heróis na luta pela democracia”?

O que Gleisi Hoffmann tem a dizer aos cristãos nos dias atuais? Que a fé cristã está alinhada com os ideais de mundo que negam a célula mater da sociedade como estrutura essencial na construção de um país livre? Que estabelecem a sexualidade multifacetada como um padrão normativo na sociedade?

Consegue imaginar, caro leitor, a Benedita da Silva unificando os seus pares e a verdade num mesmo discurso?

Sabe o versículo bíblico muito utilizado por Bolsonaro em campanha? Creio que se este for lido neste evento, os cristãos verdadeiros que possam estar presentes no evento terão muito trabalho na área de libertação.

Gilmar Mendes concedeu 620 habeas corpus

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gilmar mendes

Gilmar Mendes é imbatível. Ele foi o que mais concedeu habeas corpus em decisões monocráticas nos últimos dez anos. O ministro acha que as prisões se tornaram um espetáculo no Brasil e defende a concessão de habeas corpus em determinados casos. Ele assinou, sem levar o caso a Plenário, 620 HCs.

Quem é que precisa de um juiz de garantias para se livrar da cadeia?

Dias Toffoli e suas decisões contraditórias

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Dias Toffoli

O Brasil vai precisar de dez anos para se recuperar de um ano de Dias Toffoli.

1) Dias Toffoli reverteu a jurisprudência vigente e proibiu a prisão logo após condenação em segunda instância. A decisão do plenário levou à soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de outros condenados pela Lava Jato.

2) O STF impôs outras derrotas à Lava Jato. São exemplos a decisão de que crimes comuns (como corrupção) ligados a crimes eleitorais (caixa dois) devem ser processados na Justiça Eleitoral e a questão processual da ordem das alegações finais, que causou a anulação de sentenças.

3) Dias Toffoli abriu em março o controverso inquérito das fake news, para apurar ameaças a integrantes da corte. Ele designou, sem sorteio, o ministro Alexandre de Moraes para presidir o inquérito. Nesse inquérito, Moraes censurou matérias dos sites da revista Crusoé e O Antagonista que falavam de uma menção de Marcelo Odebrecht ao presidente do Supremo.

4) Toffoli atendeu a um pedido do senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, e suspendeu, com uma decisão individual, todas as investigações do país que usaram dados bancários e fiscais fornecidos pelo antigo Coaf e pela Receita sem autorização prévia da Justiça.

5) Dias Toffoli propôs um ‘pacto republicano’ entre os três Poderes, com vistas a aprovar as reformas, começando pela da Previdência. O texto, costurado com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, com os quais Toffoli mantém bom diálogo, travou nos escaninhos do Planalto.

6) Chamado de maldito nas redes sociais, Dias Toffoli, causou revolta ao derrubar o decreto do governo federal que reduzia gastos para a obtenção do DPVAT. Segundo ele, o decreto foi a forma que o Ministério da Economia encontrou para “esvaziar” uma decisão do Supremo.

7) A decisão de Toffoli que resultou no pedido de impeachment tem relação com o antigo Coaf, rebatizado de Unidade de Inteligência Financeira (UIF). Em outubro de 2019, Toffoli exigiu que o Banco Central enviasse cópias dos relatórios produzidos pela UIF nos últimos três anos contendo dados sigilosos de 600 mil pessoas. Em novembro, após negar o pedido do procurador-geral Augusto Aras, ele decidiu recuar da decisão junto ao BC.

8) A decisão do prefeito Marcelo Crivella em retirar livros com conteúdo considerado inadequado na Bienal foi embarreirada pelo ministro do STF. Atendendo a um pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, Toffoli classificou a medida como uma “censura genérica”.

9) Acusado de receber R$ 600 mil das empresas Odebrecht para financiar sua campanha de 2010 e 2012, o ex-ministro das Cidades do governo de Michel Temer, Bruno Araújo, teve seu inquérito arquivo pelo chefe dos ministros do STF. Toffoli afirmou que “o presente inquérito perdura por prazo significativo, com prorrogações sucessivas, sem que tenham aportado nos autos elementos informativos que se possa considerar elementos de corroboração às declarações dos colaboradores, ou provas outras”.

10) Em julho de 2018, Dias Toffoli se colocou contra a determinação do então juiz federal Sergio Moro no caso José Dirceu. O ministro retirou a obrigação do uso da tornozeleira eletrônica por parte de Dirceu e o liberou para viajar para fora do país, conversar com outros condenados no mesmo caso que ele e se mudar para outra cidade.

11) Após a negativa da Polícia Federal para que Lula fosse ao velório e ao enterro do irmão, o presidente do Supremo autorizou à ida do petista ao local. Apesar da autorização, Luís Inácio não chegou a tempo de se despedir do irmão.

12) Investigado pela Receita Federal, juntamente com a mulher, o ministro Gilmar Mendes teve um pedido atendido por Dias Toffoli. O magistrado solicitou que a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da República apurassem a existência de irregularidades na investigação. Toffoli enviou um ofício ao ministro da Economia, Paulo Guedes.

13) Em dezembro de 2018, Toffoli determinou que ex-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, não fosse transferido para uma prisão comum ao final do seu mandato. Alvo de uma operação da Lava Jato, Pezão foi suspeito de ter participado de um esquema envolvendo o ex-governador Sérgio Cabral.

14) Três meses antes de decidir a favor de Pezão, Toffoli suspendeu uma ação da Lava Jato contra o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega. Além do ex-ministro, outras nove pessoas foram denunciadas pelos crimes de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

Moro vice de Bolsonaro é o desejo de metade dos brasileiros

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Moro

Moro, é o melhor avaliado auxiliar de Bolsonaro. Sua aceitação junto à opinião pública é melhor do que a do próprio presidente.  Para 45,6% dos brasileiros, o vice na chapa de Jair Bolsonaro em 2022 deve ser o ministro Sergio Moro (Justiça).

As pesquisas mostram que se houvesse eleições para presidente hoje, Moro venceria a disputa no segundo turno contra qualquer que fosse o adversário, inclusive Bolsonaro.

Mas Moro insiste em dizer que não é candidato e não será candidato, porque deseja continuar na carreira do Judiciário.

Parece, realmente, que a mosca azul não o picou. Mesmo assim, o próprio Bolsonaro diz agora que gostaria de tê-lo como vice, formando uma chapa “imbatível” para 2022.

Certamente será uma chapa poderosa, sobretudo se a economia for bem até lá, se o PIB crescer mesmo 2,5% e o desemprego cair.

Antes dele fazer Moro vice em 2022, Bolsonaro terá uma outra decisão importante a tomar em relação ao ministro da Justiça. Em novembro de 2020, o ministro Celso de Mello se aposentará no STF, e Bolsonaro havia prometido essa vaga a Moro.

Se ele não indicar o ex-juiz da Lava Jato para a vaga, que é o que Moro deseja há muito tempo, o presidente estará empurrando o ministro para um caminho que ele não gostaria de trilhar: o da política. Nesse caso, será que Moro se contentará com a vice?

Como o mundo dá muitas voltas, precisamos aguardar os próximos passos de Bolsonaro, O primeiro round dessa batalha passa por 2020, com a sucessão no STF. Ou Moro fica na Justiça ou fica na política.

A pesquisa foi divulgada divulgada nesta segunda feira (30).

Outros 16% acreditam que Bolsonaro deve manter no posto o atual vice-presidente, general Hamilton Mourão.

A pesquisa foi realizada por 2.222 entrevistas via telefone de 14 a 18 de dezembro.

A margem de erro de 2 pontos percentuais.

Veja os números da pesquisa:

Quem deve ser o vice de Bolsonaro em 2022? – pesquisa estimulada (em %)

Sergio Moro – 45.6%

Hamilton Mourão – 16,40%

Luciano Hang – 4,4%

Augusto Heleno – 2,7

Marco Feliciano – 2,2%

Luiz Phelippe de Órleans e Bragança – 1,6%

Não sabe – 12, 20%

Nenhum – 14,9%

DPVAT – Dias Toffoli suspende redução de 85,4%

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Dpvat

Desconto concedido por Bolsonaro no valor do DPVAT passaria a vigorar a partir de 1º de janeiro

DPVAT  – O ministro Dias Toffoli, presidente do STF, suspendeu a redução dos valores a serem pagos na contratação do DPVAT, concedido pelo presidente Jair Bolsonaro e que passaria a a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2020.

Após proposta da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) aprovou na semana passada uma redução de 67,7% e de 85,4% no valor do DPVAT de 2020 para carros e motos, respectivamente.

No caso dos carros, o novo valor a ser pago seria de R$ 5,23, enquanto os proprietários de motos passariam a pagar R$ 12,30. A redução drástica dos valores também se observava nas demais categorias: o preço para ônibus com frete seria de R$ 10,57; para ônibus sem frete, de R$ 8,11, e para caminhões, R$ 5,78.

A Seguradora Líder, única administradora do Dpvat, reclamou no Supremo que a medida seria uma maneira de burlar decisão do próprio tribunal, que neste mês suspendeu a medida provisória (MP 904/2019) que havia extinguido o seguro. Isso porque os valores estabelecidos seriam “irrisórios” e insuficientes para manter os serviços prestados.

Toffoli concordou com os argumentos, destacando que, a seu ver, a única motivação para o CNSP e a Susep promoverem a redução nos valores foi a decisão do Supremo, pois caso contrário não haveria razão para o ato, uma vez que não fosse a atuação do tribunal o Dpvat não mais existiria a partir de 1º de janeiro.

O ministro escreveu que a alteração do ato normativo referente ao Dpvat por parte do Conselho Nacional de Seguros Privados configura “subterfúgio da administração para se furtar ao cumprimento da eficácia da decisão cautelar proferida pelo Plenário do STF na ADI nº 6.262/DF”, na qual foi suspensa a extinção do seguro.

“Por essas razões, entendo que a Resolução CNSP nº 378/2019 esvazia a providência cautelar deferida por essa Suprema Corte nos autos da ADI nº 6.262/DF, razão pela qual compreendo ser o caso de sua suspensão”, concluiu Toffoli.

O presidente do STF determinou a notificação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Advocacia-Geral da República sobre a suspensão da redução dos valores do Dpvat.

Neste mês, o advogado-geral da União, André Mendonça, disse que não pretendia recorrer da liminar do Supremo que impediu a extinção do Dpvat, levando em consideração que a decisão foi tomada de forma unânime pelo plenário da Corte.

Luciano Hang diz: Havaiana já ensinou muito mais que Paulo Freire

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Luciano Hang

Luciano Hang o dono das lojas Havan, fez uma publicação que ajuda a entender o motivo pelo qual ele é um dos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro mais criticados pela oposição. Inclusive teve uma das suas estátuas-símbolo incendiadas nesta madrugada

“Paulo Freire era admirador de Karl Marx, elogiava Che Guevara e dizia que a família é opressora. A boa e velha havaiana já ensinou muito mais que Paulo Freire”, escreveu Luciano Hang em suas redes sociais.

O dono da Havan aproveitou para elogiar o ministro da educação, que também é um forte crítico do atual patrono da educação brasileira. “Parabéns ministro, Abraham Weintraub, por continuar fazendo importantes mudanças na nossa educação. Fora Paulo Freire”, completou Luciano.

Curtindo suas segundas férias em menos de um ano de trabalho, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, correu às redes para agradecer as palavras do aliado. “Muito obrigado pelo apoio e pelas palavras”, comentou o ministro.

Estátua da Havan de Luciano Hang é incendiada

Nesta madrugada (31/12/19), uma das estátuas da liberdade da Havan, réplicas da original localizada nos Estados Unidos, foi incendiada. Embora ainda não se saiba o motivo do incêndio, a hipótese de ataque criminoso não está descartada.

Réplicas da estátua da liberdade é a marca registrada da rede de Lojas Havan, cujo dono é Luciano Hang. Pois bem, nas primeiras horas desse 31 de dezembro, a estátua da Havan de São Carlos, interior de São Paulo, foi consumida pelo fogo.

Segundo o corpo de bombeiros, ainda não se sabe as causas do incêndio.

A suspeita se deve justamente por causa da militância de Luciano Hang em prol do governo e suas críticas contundentes à esquerda, inclusive ao ex-presidente Lula. Esta semana o empresário mandou divulgar uma faixa em um avião, com a frase “Lula cachaceiro, devolve o meu dinheiro”. O próprio petista reagiu, dizendo que iria processar o mandante do protesto.

 

“Quer ter vida intima? é só não roubar, matar, estuprar, traficar…

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Damares Alves

Nós enquanto Estado cuidaremos da integridade física e da ressocialização de quem esteja em sua tutela. O equipamento público NÃO É MOTEL!

Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, criticou a visita íntima dos presos, especialmente dos menores, os quais ficam detidos em unidades socioeducativas mantidas pelo governo.

Segundo a ministra, o “o equipamento público não é motel” para oferecer esse tipo de oportunidade.

“Uma coisa que vou rever: não aceito visita íntima para meninos. Qual a idade da namorada que vai lá transar com ele? Vou enfrentar isso. Mamãe Damares vai mandar bola, livro, arroz e feijão. Camisinha e lubrificante, não”, disse Damares.

A declaração da ministro foi durante uma entrevista para o Estado. Na ocasião, ela foi questionada sobre os planos da sua pasta para 2020. Entre eles está a construção de mais 62 unidades socioeducativas, segundo a ministra, com recurso de R$ 100 milhões da Petrobrás.

“O dinheiro dos leilões, das estatais, das vendas, parte irá para as nossas unidades. Acho que consigo construir todas em três anos e também fazer uma parceria público-privada para ajudar em programas nas unidades”, disse ela.

Em uma das suas redes sociais, Damares Alves foi mais enfática ao criticar a visita íntima aos jovens infratores. A medida foi autorizada pela ex-presidente Dilma Rousseff em 2012 e beneficia menores casados ou com união estável.

Para Damares, a detenção tem como objetivo a reeducação social, algo que não inclui a chance de manter relações sexuais dentro das unidades socioeducativas. “Quer ter vida intima? é só não roubar, matar, estuprar, traficar… Nós enquanto Estado cuidaremos da integridade física e da ressocialização de quem esteja em sua tutela. O equipamento público NÃO É MOTEL!”, escreveu a ministra.

Apesar de toda a popularidade, Damares, que também é pastora, pedagoga e advogada, descarta, hoje, ser candidata: “Sou candidata a uma rede numa casinha em Aracaju (SE)”. Durante a conversa, a ministra chorou mais de uma vez ao falar de momentos polêmicos de sua gestão e diz como transformou o episódio do “Jesus na goiabeira“, narrado por ela no início do governo, para explicar a série de estupros que sofreu entre os 6 e 8 anos de idade.

Porte de armas: Bolsonaro depende do Congresso para ampliar medida

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Porte de armas

“Porte de armas de fogo e os devidos Registros de Armas, cresceram 50% no corrente ano, levando-se em conta o mesmo período de 2018. Segundo ‘especialistas’, o número de mortes deveria aumentar no Brasil, mas na prática caiu 22%. Dependo do Parlamento para ampliar o direito à posse/porte para mais cidadãos”, escreveu o presidente.

O presidente Jair Bolsonaro pediu neste domingo (29) que o Congresso Nacional aprove a ampliação da posse e do porte de armas no país.

Em postagem na rede social Twitter, ele relacionou o crescimento no registro de armas de fogo à diminuição do número de mortes.

Bolsonaro deixou Brasília na tarde de sexta-feira (27) para passar o recesso de fim de ano na capital baiana. Ele afirmou que a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, não viajou com ele porque deve passar por uma pequena cirurgia nos próximos dias.

Desde que assumiu a Presidência, Jair Bolsonaro editou oito decretos de Porte de armas e Registro de armas

Em recesso na Bahia, o presidente Jair Bolsonaro não descansa de seu projeto de armar a população. Neste domingo 29, o presidente usou sua conta no Twitter para dizer que precisa da ajuda do Congresso para ampliar o direito à posse e ao porte de armas no Brasil.

O presidente comemorou o aumento de 50% nos registros de armas de fogo em 2019 em comparação com 2018 e disse que o número de mortes caiu 22%. Usando aspas, Bolsonaro deu um tom irônico ao post ao dizer que o aumento nos registros não significou aumento no número de mortes.

“Segundo “especialistas”, o número de mortes deveria aumentar no Brasil, MAS na prática caiu 22%”, escreveu Bolsonaro.

Esse ano, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3723/19, que regulamenta as atividades de atiradores esportivos, caçadores e colecionadores. O texto aguarda votação do Senado.

Desde que assumiu a presidência, o presidente Jair Bolsonaro editou oito decretos de armas. O último, o decreto 10.030 publicado em setembro, regulamenta o uso de armas de fogo pelo Exército.

Especialistas no assunto questionam um dos pontos do decreto: a automática liberação da aquisição de armas de fogo – de uso permitido ou de uso restrito – por todo e qualquer membro das Forças Armadas ou da polícia, sem comprovação de antecedentes criminais.

O decreto 9.844, de 25 de junho, facilita a concessão de Registro de armas e porte de arma no país, incluindo o direito de compra de fuzil. O de número 9845, da mesma data, concede benefício para que produtores rurais possam circular com arma em toda a extensão da propriedade.

O primeiro decreto editado por Bolsonaro, ainda em janeiro, o 9685, permitiu a compra de até quatro armas e ampliou o direito à posse (manter a arma em casa).

Homem armado evita massacre durante tiroteio em igreja no Texas

A polícia foi chamada por volta das 10h da manhã (horário local) deste domingo, a West Freeway Church of Christ (Igreja de Cristo em West Freeway), na periferia da cidade de Fort Worth, cidade vizinha a Dallas.

O tiroteio foi capturado em transmissão ao vivo do culto no Youtube, mas o vídeo não está mais disponível. Em vídeo que circula nas redes sociais, é possível ver o momento em que o atirador abre fogo e os fieis, armados, logo reagem e atiram contra ele, que cai no chão.

Lulinha: A evolução patrimonial no governo do PT

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Lulinha

Lulinha e o roteiro do milagre: De biólogo com cargo no Zoológico de São Paulo a empresário milionário, ele se tornou em curtíssimo tempo no governo petista um fenômeno dos negócios.

Quando provocado, Lula reagia invariavelmente com seu cinismo invencível: ‘Que culpa tenho eu, se meu filho é o Ronaldinho dos negócios?’.

Desde 2006, são públicas as suspeitas de que Lulinha, o primogênito de Lula, e seus sócios receberam milhões de reais de grandes empresas, que, em troca, foram beneficiadas por medidas do governo do petista.

Só do grupo Oi/Telemar, um dos eventuais beneficiados, as empresas ligadas a Lulinha receberam 132 milhões de reais; no total, essas empresas receberam 287 milhões de reais, segundo dados da Receita.

As suspeitas envolvendo as empresas de Lulinha e seus sócios com as operadoras Oi e Telemar ganham solidez e consistência. Até os pardais desconfiavam do assombroso crescimento patrimonial do ‘fenômeno’. Agora, as suposições tomam forma e se concretizam em mais um escândalo que abala a família petista.

Os defeitos pessoais e as limitações humanas dos homens públicos, inevitáveis e recorrentes como as chuvas de verão, não matavam a política. Hoje, no entanto, assistimos ao advento da pornopolítica. A vida pública, com contadas exceções, transformou-se num espaço mafioso, numa avenida transitada por governantes corruptos, políticos cínicos e gangues especializadas no assalto ao dinheiro público.

O bolivarianismo tupiniquim, estrategicamente implantado por Lula, rendeu bons resultados aos seus líderes: muito poder e muito dinheiro. E é disso que se trata.”

Essa é parte da distribuição de Renda que o ex-presidente LULA defendeu para a DILMA. DOZE senadores, 49 deputados e 3 governadores, todos do PT, já foram INCRIMINADOS na Delação Premiada do ex-diretor da PETROBRAS, PAULO EDUARDO COSTA, PRESO e apavorado com o risco de pegar mais de QUARENTA anos de Cadeia.

Esse governo por meio de seus POLÍTICOS roubava mais de 3% de TODOS os contratos sob sua responsabilidade, desde 2003 até os dias de hoje! Só a refinaria ABREU E LIMA, em PERNAMBUCO, teve preço final de R$ 40 BILHÕES, implicando numa PROPINA de R$ 1 BILHÃO E 200 MILHÕES.

A PF (Polícia Federal) apura se empresas fantasmas pertencentes aos filhos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram usadas para lavar dinheiro de propina. As investigações apontam que os irmãos organizavam pagamentos ilegais em um grupo de troca de mensagens chamado “Lulets”.

Uma das empresas, a Flexbr Tecnologia LTDA é registrada no nome de Sandro Luis Lula da Silva, não tem funcionários e nem registros de pagamentos, compra de materiais ou equipamentos.

Chamou atenção dos investigadores que, mesmo inativa, a empresa tinha grande movimentação bancária. Entre 2012 e 2016, a empresa recebeu R$ 533 mil de outras empresas da família do ex-presidente, como a G4 Entretenimento e Tecnologia Digital, cujo proprietário é Fábio Luis Lula da Silva, e a L.I.L.S Palestras e Participações, que têm o ex-presidente como dono. Também houve repasses do Instituto Lula.

De acordo com as investigações, 87% da arrecadação da Flexbr foi transferida para as contas de Sandro Luis e de outro filho adotivo de Lula. Na avaliação da Operação Lava Jato, as empresas eram utilizadas apenas para lavar recursos oriundos de propina.

Fábio Luis, o Lulinha, comandava o esquema e os outros irmãos apenas recebiam os repasses. As negociações teriam sido feitas em um grupo de troca de mensagens específico, batizado de “Lulets”. As investigações apontam que os filhos do ex-presidente conversavam na plataforma sobre movimentações financeiras e emissão de notas fiscais das supostas empresas fantasmas.

Para os delegados, as conversas demonstram que Lulinha controlava a empresa em nome do irmão. Ele também seria o responsável pelo recebimento de propina das empresas telefônicas e empreiteiras e repassava parte do montante para os irmãos.

Outro lado

A defesa de Fábio Luis Lula da Silva disse que nada de irregular foi apurado nas empresas e que a Lava Jato “transforma fatos cotidianos em feitos espetaculares” por ele ser filho de um ex-presidente.

A Oi afirma que é a principal interessada no esclarecimento de eventuais atos que possam lhe ter gerado prejuízo.

O Instituto Lula diz que adquiriu serviços da Flexbr Tecnologia, em 2014, para a triagem de documentos que fazem parte da história do ex-presidente Lula.

 

Edson Fachin autoriza a ideologia de gênero em escola

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Edson Fachin

Edson Fachin – Inclusão da ideologia de gênero nas escolas é uma das principais militâncias do movimento LGBT

Edson Fachin, ministro do Supremo Tribunal Federal em decisão monocrática sobre a suspensão de lei municipal que impede ideologia de gênero numa escola pode abrir precedente e efeito cascata em várias escolas do País.

O caso em questão é sobre uma lei de Blumenau (SC), que vedou “inclusão de expressões relacionadas a ideologia, identidade e orientação de gênero em qualquer documento complementar ao Plano Municipal de Educação e nas diretrizes curriculares”.

O tema polêmico já rendeu embates entre conservadores e liberais no Congresso Nacional e ainda causa repercussão nacional, especialmente pela existência do movimento Escola Sem Partido, o qual visa impedir que pautas políticas e morais sejam utilizadas como elementos de doutrinação nas salas de aula.

A decisão do ministro Edson Fachin foi resultado da sua análise à Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 462. O tema é tão polêmico que o próprio ministro Edson Fachin, na esteira da sua decisão, indicou que o STF deve levar a plenário a ADI 5668, na qual o movimento LGBTIQ+ questiona a falta de reconhecimento do Plano Nacional de Educação para o tema.

Tudo indica, no entanto, que o Ministério da Educação não irá se posicionar de forma favorável à inclusão da agenda de gênero nas escolas. Em vez disso, é mais provável que o atual ministro, Abraham Weintraub, facilite a implantação das regras do Escola Sem Partido visando combater esse tipo de conteúdo na sala de aula.

Suposta professora incentiva alunas a se masturbarem: “Têm que quebrar esse tabu”

Quando se fala em “Escola Sem Partido”, muitos ainda não se deram conta da urgência que tem essa proposta, a qual visa proibir que professores utilizem a sala de aula como espaço de doutrinação ideológica, quer sobre questões políticas ou de natureza moral.

Mais um caso que exemplifica essa realidade nas escolas do Brasil chegou ao conhecimento do movimento Escola Sem Partido. Se trata de um momento onde supostas professoras conversam com seus alunos sobre o tema masturbação.

Na ocasião também aparece uma mulher que parece ser a apresentadora Mariana Weickert, como entrevistadora. Por causa da baixa qualidade das imagens, no entanto, não foi possível confirmar se tratar realmente da celebridade, até porque a própria página da Escola Sem Partido não informou a origem do vídeo.

Contudo, o diálogo sobre masturbação com os menores ficou bastante claro, assim como a natureza da apologia feita à prática para os jovens. “Envergonhada, aluna diz que acha feio. Professora responde: ‘Meninas, vocês têm que quebrar esse tabu… A sensação da masturbação é gostosa. Por isso que os meninos fazem”, publicou a Escola Sem Partido.

O conteúdo foi fortemente criticado pelos internautas da página, obviamente não em reação ao tema masturbação, mas ao fato de que adultos que não são responsáveis pela educação moral e sexual dos menores estarem lhes incentivando a prática.

A maior parte da população, que é conservadora, acredita que temas pertinentes à sexualidade, o que naturalmente envolve a moralidade aprendida por crianças e adolescentes, é competência da família, precisamente dos pais, e não deve ser discutido no ambiente escolar. Assista abaixo:

Posse de armas bate recorde e assassinatos caem 22%

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posse de armas

Aumento da posse de armas e a queda do número de assassinatos favorece a tese do governo Bolsonaro

Posse de armas bateu recorde de novas armas de fogo registradas em um só ano sob o governo de Jair Bolsonaro: foram 44.181 entre janeiro e novembro de 2019, alta de 24% em relação a todo o ano passado. Ocorre que neste mesmo período o número de crimes violentos caiu 22,6%.

Este é o maior número de autorizações para posse — isto é, para ter uma arma em casa — concedidas pela Polícia Federal desde 2010, segundo estatísticas inéditas obtidas pelo GLOBO com base na Lei de Acesso à Informação (LAI).

O levantamento diz respeito apenas a registros para pessoas físicas, excluindo, por exemplo, aquisições de órgãos públicos e empresas de segurança e também dos CACs (colecionadores, atiradores e caçadores), cujo registro é feito pelo Exército.

A queda do número de assassinatos associada ao aumento do registro de armas contraria a principal narrativa dos desarmamentistas, a de que quanto maior o número de armas, maior seria a violência. Neste caso, o resultado no ano de 2019 mostra o contrário.

O general Hamilton Mourão declarou que considera os aumentos recentes de posse de armas registradas são insuficientes para a população brasileira. De acordo com dados do exército, a quantidade de armas registradas alcançou a marca de um milhão este ano, após uma série de decretos assinados por Bolsonaro que flexibilizaram as regras para posse de armas.

Mourão afirmou que “questão de arma é questão de livre arbítrio das pessoas, desde que elas se enquadrem no que prevê a legislação. Nós temos 220 milhões de habitantes, um milhão de armas tá pouco. Tem que ter mais”. A população brasileira atual estimada pelo IBGE é de 210 milhões de habitantes. O general também comentou sobre a imprecisão dos dados, considerando as armas que estão “nas mãos dos bandidos e não estão contadas”.

Ainda é cedo para avaliar os efeitos da facilitação da posse de armas a longo prazo. Todavia, 2019 já apresenta indicativos favoráveis ao governo e os que defendem que armas nas mãos da população de bem significa mais segurança, e não o contrário.

A queda de 22,6% do número de mortes violentas foi divulgada pelo Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Rede Globo recebeu R$ 10,2 bilhões no governo PT

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A Rede Globo, entre os anos de 2003 e 2016 recebeu R$ 10,2 bilhões de publicidade federal. Neste período governaram Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Os gastos divulgados pela Folha de São Paulo referem apenas a verba publicitária de órgãos federais destinados às emissoras de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Brasília e Recife.

Sem contar os valores pagos para as afiliadas como a de Rio Grande do Sul e Santa Catarina, do Grupo RBS, que receberam R$ 63,7 milhões neste mesmo período.

Ou a afiliada da Bahia, Rede Bahia, que recebeu R$ 50,9 milhões de verbas federais destinadas à publicidade durante os 12 anos de governo do PT.

Outras afiliadas também receberam dinheiro federal, como a TV Tem que transmite a programação da Globo para o interior de São Paulo que recebeu R$ 8,5 milhões.

Foram distribuídos  bilhões para veicular comerciais estatais em TVs abertas durante os governos de Lula e Dilma, desse valor as TVs da Rede Globo conseguiram R$ 10,2 bilhões.

Os dados sobre os gastos públicos federais com publicidade passaram a ser divulgados desde 2000. Entre os anos 2000 e 2016 o Grupo Globo recebeu R$ 10,2 bilhões da União.

Antes, vale a pena verificar os dados de 2000 a 2016, todos oficiais e os últimos disponíveis a respeito de publicidade estatal federal. Para resumir, o Grupo Globo recebeu R$ 10,2 bilhões da União nesse período.

Essas informações foram publicadas há pouco mais de 1 ano, em 5 de julho de 2017, numa reportagem com apuração de Mateus Netzel. Eis os valores recebidos pelas empresas do Grupo Globo.

Seguro DPVAT: Graças à Marina, fraudes bilionárias podem continuar

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Seguro DPVAT

Jair Bolsonaro assinou o fim do seguro DPVAT, alegando que o SUS já arca com despesas similares. Seguro vinha sendo alvo de milhares de golpes

A extinção do pagamento do Seguro DPVAT a partir de 2020, por meio de Medida Provisória (MP), gerou polêmica sobre os custeios dos acidentes de trânsito, mas chama a atenção para um sistema que era alvo de fraudes. São milhares de esquemas envolvendo funerárias, hospitais públicos e advogados. Todos de olho no seguro que chega a R$ 13.500 para familiares de vítimas.

Essa situação foi nítida em dois momentos depois da queda de um avião que decolou do Aeroporto Carlos Prates e caiu no Bairro Caiçara, Região noroeste de BH, no dia 21 de outubro. O prêmio do Seguro Contra Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) das vítimas foi alvo de várias tentativas de cooptação.

Morreram quatro pessoas e duas ficaram gravemente feridas, ainda internadas no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII. Enquanto os corpos de motorista e passageiro atingidos pela aeronave eram reconhecidos por familiares, no Instituto Médico Legal (IML), esses eram abordados por agentes funerários que ofereciam seus serviços sem custos, apenas com uma procuração para o saque do DPVAT. Com isso, um sepultamento que custaria R$ 2 mil a R$ 5 mil, poderia zerar o benefício de R$ 13.500.

Os mesmos agentes de funerárias e de escritórios ditos de advocacia abordavam e sondavam os familiares para certificar se tratava-se de acidente automobilístico, que dá direito ao saque. Neste caso, a captação de clientes, que é vedada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), se dá também para captar o recurso do seguro para vítimas com invalidez.

O detalhe é que qualquer pessoa pode requerer o seguro diretamente na Seguradora Líder, que é a administradora nacional do seguro. O seguro DPVAT pagou mais de 289 mil indenizações em 2019.

Milhares de Fraudes contra o Seguro DPVAT 

http://https://youtu.be/K3y7MPPBSpM

http://https://www.youtube.com/watch?v=o9XwUFaYE54

http://https://www.youtube.com/watch?v=Ept30Zc5iPo

Marina Silva comemora

Partidos de esquerda, no entanto, discordaram da medida do governo, alegando que os atendimentos no Serviço Único de Saúde ficarão prejudicados com o fim do seguro, visto que parte da arrecadação do mesmo é destinada para esse destino.

Um dos partidos que entraram com recurso contra a decisão de Bolsonaro foi a Rede, da ex-candidata à presidência Marina Silva. Como resultado, o Supremo Tribunal Federal derrubou o decreto presidencial, fazendo retornar o seguro obrigatório.

Marina Silva, por sua vez, comemorou o retorno da taxa obrigatória em sua redes social: “Vitória da REDE! O STF deu parecer favorável à ação da Rede Sustentabilidade contra a Medida Provisória do presidente Bolsonaro que extinguia o DPVAT”, escreveu ela.

A reação dos internautas foi quase unânime em criticar a ex-senadora. “Vitória da corrupção vc quis dizer????”, escreveu uma seguidora, compartilhando a informação de uma matéria revelando que o “Seguro Obrigatório DPVAT faturou R$42,2 bilhões nos últimos 11 anos, de acordo com a própria entidade, e seus ricos proprietários botaram no bolso 12% desse total, ou sejam, R$5,06 bilhões”.

“Que comemoração estúpida! Quer dizer que com a Vitória da Rede eu tenho que pagar a DPVAT mais o seguro privado? Vocês cada dia mais longe dos interesses e necessidades das pessoas”, criticou outro internauta.

 

Juiz de Garantias causa muitos problemas, diz Moro

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Juiz de Garantias: "O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, apontou "problemas"

Juiz de Garantias: “O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, apontou “problemas” na criação do juiz de garantias, proposta sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no projeto anticrime. De acordo com a medida, um juiz deverá conduzir a investigação criminal, em relação às medidas necessárias para o andamento do caso, mas o recebimento da denúncia e a sentença ficarão a cargo de outro magistrado. A pasta havia sugerido a Bolsonaro vetar esse item do projeto.

O presidente, no entanto, manteve o texto do Congresso nessa parte. “O MJSP se posicionou pelo veto ao juiz de garantias, principalmente, porque não foi esclarecido como o instituto vai funcionar nas comarcas com apenas um juiz (40% do total); e também se valeria para processos pendentes e para os tribunais superiores, além de outros problemas”, diz nota de Moro.

Apesar disso, o texto final sancionado pelo presidente tem avanços para a legislação anticrime no País, afirmou o ministro.”

Moro disse na quarta-feira (25) que não é o “projeto dos sonhos”, mas contém avanços. Em outra postagem, Moro respondeu uma publicação do ministro do STF Alexandre de Moraes, que também participou da elaboração do projeto. Moro disse que é um “excelente texto” e que “apesar do juiz de garantias, há avanços”.

Não posso sempre dizer ‘não’ ao Parlamento, pois estaria fechando as portas para qualquer entendimento”, disse o presidente. A declaração ocorre um dia depois de sancionar a proposta de deputados e senadores, com a manutenção do juiz de garantias.

“Para Bretas, “juiz de garantias” afeta o processo penal”

“O juiz que atua na força-tarefa Lava Jato no Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, comentou na quarta-feira (25), pelas redes sociais, a sanção da lei anticrime. De acordo com o magistrado, o “processo penal brasileiro perderá eficiência e celeridade com a adoção do chamado ‘juiz de garantias'”. A declaração ocorre após o presidente Jair Bolsonaro sancionar na última terça-feira o trecho previsto na lei anticrime, apesar da sugestão de veto do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.”

 

 

Gleisi Hoffmann atua com política da histeria

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A histérica Gleisi Hoffmann, presidente do PT, teve um 2019 bastante agitado.

Gleisi Hoffmann, logo no início do ano participou da posse do ditador Nicolás Maduro, a petista tomou sozinha a decisão de ir até a Venezuela. A presidente do PT disse, em nota, que sua presença no país será “para mostrar que a posição agressiva do governo Bolsonaro contra a Venezuela tem forte oposição no Brasil e contraria nossa tradição diplomática”.

Quem não gostou da ideia no partido preferiu ficar quieto para não polemizar com a chefe.

A despeito de um movimento de uma ala de dirigentes petistas para destroná-la da presidência do PT, Gleisi foi reconduzida ao posto por ordem de Lula, que não queria Fernando Haddad no comando do partido. A pressão por Haddad presidente, no entanto, contraria o desejo de Lula de que Gleisi Hoffmann continue à frente da sigla.

Lula escolheu Gleisi para “animar a tropa“. E foi o que ela fez.

“Quero a Gleisi.”

Lula, na cadeia, disse a Jaques Wagner e Humberto Costa que Gleisi Hoffmann tem de ser reeleita presidente do PT.

Em 2019, a deputada ficou livre para falar e fazer as barbaridades de sempre.

Acusou Sergio Moro de corrupção e pediu a prisão do ex-juiz.

Gleisi Hoffmann, reeleita neste domingo presidente nacional do PT, afirmou em seu discurso que a liberdade de Lula “não é a que nós queríamos”.

“Nós queremos a anulação da sentença de Moro. Aliás, queremos a prisão de Sergio Moro pelas barbaridades ele que praticou.”

Disse que o ministro da Justiça levou um “bandido” para a Presidência da República, em referência a Jair Bolsonaro.

Gleisi Hoffmann

Enquanto os venezuelanos passavam fome, criticou a ajuda humanitária oferecida ao país.

Enquanto os confrontos nas fronteiras elevam a tensão na Venezuela, Gleisi Hoffmann usou o Twitter neste sábado para atacar a ajuda humanitária oferecida ao país:

“Dias tristes nos esperam na América Latina com essa intervenção fantasiada de ajuda na Venezuela. Sofreremos por essa posição do Brasil de se submeter aos interesses dos EUA. Não serão eles a viver os efeitos desse conflito.”

Na Câmara, defendeu a proposta que aumenta a farra com o nosso dinheiro, aprovou uma PEC que pode facilitar mais farras com dinheiro público. Em um intervalo de minutos, o plenário votou em dois turnos o texto que pode turbinar as campanhas de 2020 com emendas parlamentares.

Com bonezinho da CUT, protestou na Esplanada contra o governo Bolsonaro e pediu a soltura de Lula. E festejou, é claro, quando o STF revogou a prisão após condenação em segunda instância — decisão que tirou o chefão de Gleisi da cana e abriu caminho para que outros 148 mil criminosos sejam libertados.

Gleisi Hoffmann defendeu a nova manobra do STF com o argumento de que, além de Lula, outros 148 mil criminosos também serão libertados.

É exatamente do que o Brasil precisa: de 148 mil criminosos nas ruas.

Novas complicações surgiram no horizonte da presidente petista.

Em depoimento à Polícia Federal, Antonio Palocci afirmou que a Odebrecht repassou R$ 2 milhões a Gleisi, via caixa 2, na campanha de 2010, quando foi eleita senadora pelo Paraná. Segundo Palocci, a Odebrecht teria repassado R$ 2 milhões a Gleisi, via caixa 2. A OAS, de Léo Pinheiro, mais R$ 800 mil. E a Camargo Corrêa, R$ 1 milhão em um acordo que teria como objetivo enterrar a Operação Castelo de Areia no STJ.

Com Lula solto, Gleisi disse que o partido adotaria retórica “radical” contra o governo: “Tem que ser um discurso ofensivo, para falar com o povo que está sofrendo”.

Ela defendeu, ainda, que o PT lançassse as bases daquilo que ela chamou de “a mais firme oposição” ao governo Bolsonaro:

“Não é um discurso de moderação, é um discurso radical contra a retirada de direitos.”

É a política da histeria. Agite bem e quem sabe o Lula vem.

Governo Bolsonaro trabalha em defesa das famílias

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governo Bolsonaro

O governo Bolsonaro tem a promessa de defender os valores da família. Em 2019, continuou dando declarações contra a ideologia de gênero e a favor da definição tradicional de família. Veja o que o Governo Bolsonaro fez em defesa da família em seu primeiro ano de mandato:

A principal conquista se deu no começo do ano, quando o governo Bolsonaro criou o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Por sua vez, dentro da estrutura da pasta foi instituída Secretaria da Família. O órgão criou programas e campanhas com objetivo de fortalecer vínculos familiares, como o Observatório Nacional da Família e o selo Empresa Amiga da Família.

Boa parte dos programas e projetos ainda são incipientes e dependem de tempo para terem sua efetividade julgada. Ainda assim, há uma mudança de paradigma: pela primeira vez na história, o governo brasileiro tem um órgão especialmente dedicado a pensar em políticas públicas para fortalecer a família.

O país também levou à Organização das Nações Unidas (ONU) a sua visão sobre a defesa da família. O Brasil defendeu nos fóruns internacionais a remoção de certas expressões usadas em documentos oficiais da ONU que remetem à ideologia de gênero e à defesa do aborto.

Veja em mais detalhes tudo o que o governo Bolsonaro fez em defesa da família no ano de 2019:

”Família” entra em nome de ministério, e secretaria é criada para cuidar do assunto
O antigo Ministério dos Direitos Humanos virou, em 2019, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH). Bolsonaro indicou a líder evangélica Damares Alves para a pasta.

Além disso, a Secretaria Nacional da Família foi criada, sob comando da advogada Angela Gandra. Ela entrou no governo com a proposta de promover “a projeção social e econômica da família, o equilíbrio família-trabalho e a solidariedade intergeracional”. Sua secretaria atua de forma transversal dentro do ministério, construindo parcerias com outras secretarias e órgãos do governo em pautas de defesa da família.

“Edificar uma sociedade à margem da família seria realmente um contrassenso, pois esse é o alicerce inicial do processo de desenvolvimento pessoal, capaz de tornar um ser humano seguro de si”, disse a secretária no começo do ano.

Segundo ela, a proposta da Secretaria da Família é “diametralmente oposta” à ideia de intromissão do Estado na esfera privada. “O foco na família significa oferecer as bases para que a família possa consolidar-se internamente, sem que políticas públicas orientem suas decisões de forma pragmática e, na maioria das vezes, paternalista e ineficiente.”

Desde a metade de 2019, o Brasil tem se posicionado contra o uso de expressões como “educação sexual”, “gênero” e “serviços de cuidado sexual e reprodutivo” em documentos oficiais da Organização das Nações Unidas (ONU).

Durante reuniões da 41.ª sessão ordinária do Conselho de Direitos Humanos (CDH) da ONU, a delegação brasileira manifestou o desejo de alterar frases que contivessem esses termos. A defesa da vida e do fortalecimento da família motivaram o posicionamento, segundo o Itamaraty.

Quando o Brasil foi reeleito para o CDH, em outubro, o governo voltou a falar na defesa do direito à vida e no fortalecimento dos vínculos familiares como pautas importantes de seu novo mandato no órgão internacional, junto com o bem-estar das crianças, das mulheres e dos idosos.

Além da atuação na ONU, no âmbito diplomático, o governo ordenou em julho que os passaportes brasileiros voltassem a ser impressos com os termos “pai” e “mãe” no lugar de “genitor 1” e “genitor 2” – expressões incluídas no documento a partir de 2014.

Selo premia empresas “familiarmente responsáveis”

O governo criou o Selo Empresa Amiga da Família (SEAF), uma certificação para “fomentar e reconhecer a adoção de práticas organizacionais de equilíbrio entre trabalho e família pelas empresas brasileiras, tanto privadas quanto públicas”. Um dos critérios para a concessão do selo em defesa da família é, por exemplo, a qualidade do tratamento a mulheres gestantes ou com filhos recém-nascidos.

Segundo o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, os principais objetivos do selo são “sensibilizar as empresas acerca dos impactos negativos da ausência de práticas organizacionais voltadas ao equilíbrio entre trabalho e família”, divulgar boas práticas e dar reconhecimento público a empresas que implementam práticas “familiarmente responsáveis”, isto é, favoráveis às famílias – como licenças-maternidade generosas, por exemplo.

Segundo Angela Gandra, secretária da Família, o governo quer garantir que mães possam voltar ao emprego depois de ter um filho. “Hoje, há empresas em que a mulher sabe que vai ter o filho, vai pegar a licença-maternidade e não vai volta”, diz a secretária. Além disso, a ideia é que as empresas tenham mais estrutura para as mães, como salas de amamentação.

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos lançou alguns programas com o objetivo de fortalecer relacionamentos familiares. Segundo Angela Gandra, “é preciso investir em políticas que visem ao alinhamento familiar, não interferindo nas famílias, mas fazendo com que a família reflita, se conscientize, tenha informação para pensar melhor o seu relacionamento e, assim, melhorar a sociedade”.

Um dos programas foi o Reconecte, que tenta diminuir os problemas relacionados ao uso excessivo de aparatos tecnológicos dentro do ambiente familiar. No dia 8 dezembro, o ministério tentou emplacar um dia de “detox” (desintoxicação) digital, propondo aos brasileiros ficar sem usar a internet durante um dia. A iniciativa teve pouca repercussão social.

O governo Bolsonaro também lançou o “Famílias Fortes”, programa de prevenção ao uso abusivo de álcool e drogas, para famílias com adolescentes de 10 a 14 anos. Com o combate ao uso dessas substâncias, o programa espera reduzir a violência entre pais e filhos e melhorar o rendimento escolar de jovens.

Outro programa é o “Acolha a Vida”, que visa prevenir o suicídio e a automutilação entre jovens. Um dos objetivos é orientar as famílias sobre sinais de comportamento suicida entre crianças e adolescentes. O programa também dá capacitação para educadores, conselheiros tutelares, profissionais de saúde, psicólogos, bombeiros e profissionais de comunicação. O objetivo é que saibam lidar com a questão.

Criação do Observatório Nacional da Família

O governo Bolsonaro instituiu em abril de 2019 o Observatório Nacional da Família (ONF), que tem a proposta de “incentivar o desenvolvimento de estudos e pesquisas relacionados à temática da família”.

Um dos objetivos das pesquisas do observatório será fornecer dados estatísticos e conhecimento científico para outros programas do governo. Por exemplo, no âmbito do programa “Acolha a Vida”, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos pretende obter dados para identificar fatores que influenciam a automutilação e o suicídio entre jovens.

O observatório também quer ser um centro de diálogo entre pesquisadores nacionais e internacionais que se dedicam a pesquisas sobre família, além de “monitorar políticas públicas, programas e ações promovidos pela sociedade civil no domínio da família”.”

Ibaneis Rocha reduz alíquotas do IPVA no DF

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A lei foi sancionada pelo governador Ibaneis Rocha. Carros pagam 3% e motos, 2% do valor atualizado pela tabela Fipe. Lei vale até 2023

Ibaneis Rocha reduz alíquotas do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e publicada na terça-feira (24/12/2019), Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Até 2023, o tributo terá redução de meio ponto percentual.

No próximo ano, o valor dos automóveis será calculado de acordo com a tabela de preços médios da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), a Tabela Fipe.

Para todos os tipos de carros e utilitários, o percentual que será aplicado para definir o valor do imposto será de 3%, contra 3,5 % de 2019. As motos, triciclos e quadriciclos pagarão 2% no lugar dos 2,5% praticados este ano.

A ideia era que a medida entrasse em vigor já no IPVA deste ano, mas mesmo após a vitória nas urnas, Ibaneis Rocha (MDB) não conseguiu que o então governador Rodrigo Rollemberg (PSB) propusesse a redução durante a mudança de gestão do Palácio do Buriti, no final de 2018. A medida foi uma promessa de campanha do emedebista.

De acordo com a Secretaria de Economia, no Distrito Federal são tributados 1.268.241 veículos. A previsão inicial, com as alíquotas antigas, era arrecadar R$ 1.166.577.496. O impacto das novas alíquotas nos cofres do GDF ainda não foi divulgado. O governo espera compensar a renúncia fiscal com a queda na inadimplência, que atualmente é alta.

Há dois meses, o governador afirmou que vai isentar do IPVA, por cinco anos, os consumidores que comprarem carros elétricos na capital. O GDF também estuda ampliar a isenção para os veículos híbridos (que contam com motor de combustão interna e motor elétrico). A medida depende de aprovação da Câmara Legislativa (CLDF).

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), encerra 2019 com perspectivas para o futuro, além de fazer um balanço dos trabalhos realizados no ano em que estreou na política.

Deputados Distritais vão investir R$ 468 milhões em emendas em 2020.

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No topo da lista, a Secretaria de Obras aparece como a que mais receberá recursos dos parlamentares: R$ 144 mil

Deputados Distritais, antes de sair de férias, têm o último dever de casa: a votação do orçamento, que recebe o nome oficial de Lei Orçamentária Anual (LOA).

De olho no futuro, o Poder Executivo prepara suas estimativas de receitas e despesas. Em outubro, as centenas de páginas de tabelas, gráficos e explicações chegam ao Congresso Nacional e à Câmara Legislativa para compor os orçamentos federal e do DF, respectivamente.

O endereço certo é a Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF), onde seus integrantes – especializados nos exercícios da paciência, precisão e organização – confeccionam o relatório a ser apresentado em plenário.

Na quinta-feira (12/12/2019), os distritais votaram a lei que prevê R$ 43,1 bilhões para o governo do DF utilizar em 2020. Desse montante, R$ 15,74 bi são provenientes do Fundo Constitucional (FCDF), e R$ 27,35 bilhões decorrem de recursos próprios.

Se os deputados precisam de fato discutir e votar o conjunto do orçamento, uma parte atrai particularmente a atenção dos 24 distritais: as emendas individuais. Seguindo as diretrizes fixadas na decisão do Colégio de Líderes em setembro de 2019, o valor é de R$ 19.804.636 por parlamentar, com o máximo de 30 emendas.

Confira a lista das emendas individuais dos deputados distritais para o exercício 2020:

Compromissos

Alguns distritais optaram por saldar compromissos com comunidades ou categorias assumidos durante a campanha de 2018, outros abriram canais de consulta à população, outros, ainda, particularmente os da base do governo, respeitaram as sugestões do Buriti.

De olho nesse quase meio bilhão de reais, o governador mandou um caderno de sugestões, apresentando os projetos que o Palácio do Buriti quer efetivar em 2020.

Após alguns ajustes pelos relatores parciais (Eduardo Pedrosa, Jaqueline Silva e José Gomes), o relatório apresentado pela CEOF em plenário foi de 599 emendas parlamentares individuais, por um volume de recursos de R$ 468.043.132. Para alguns deputados, o total não é exatamente o de R$ 19.804.636 em razão das modificações. No caso específico de Telma Rufino (Pros), suplente que assumiu o mandato enquanto o delegado Fernando Fernandes (Pros) estava à frente da Administração Regional de Ceilândia, o total de emendas é de R$ 13,5 milhões.

Apesar de terem sido aprovadas e integradas ao orçamento, nem todas as emendas serão executadas. Elas dependem não só da vontade do Executivo local, necessitam também da existência de projetos para viabilizá-las, em particular as que indicam obras de urbanização. Destinar R$ 100 mil para construir um prédio, por exemplo, só terá serventia caso a Novacap tenha previsto a edificação no ano.

Chama a atenção que, até junho deste ano, quem lidera a lista de emendas executadas nem mandato tem mais: o ex- distrital Cristiano Araújo (PSD).

Emendas parlamentares para 2020

Os 24 distritais devem indicar qual unidade cuidará da verba destinada. No topo da preferência, a Secretaria de Educação poderá contar com reforço de R$ 98.627.872, pouco mais do que a Novacap, que terá R$ 86.767.485 a mais para suas obras. O Fundo de Saúde (R$ 32.477.636); a Secretaria de Cultura (R$ 31.197.544) e a Secretaria de Obras (R$ 30.457.272) contemplaram o pódio das emendas parlamentares.

As obras de urbanismo foram campeãs de captação, com R$ 143.699.721, contando com o atrativo de possível inauguração festiva. A área de educação também foi plebiscitada, recebendo R$ 100.877.872.

Os eventos culturais e desportivos atraíram R$ 62.751.816, garantindo visibilidade ao autor da indicação. Já a Saúde, que figura regularmente há anos no topo das reclamações da população, deverá se contentar com R$ 34.027.636.

A maioria das emendas ou não especifica o local onde a indicação orçamentária haverá de ser realizada ou contempla várias localidades – por isso, sua localização é classificada de “DF” no fomulário preenchido pelo parlamentar. Quando há posição precisa, Planaltina, Plano Piloto e Brazlândia aparecem no topo.

Bolsonaro: Lula já é carta fora do baralho”, sobre eleições em 2022

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“Ele não é cabo eleitoral para mais ninguém”, disse Bolsonaro sobre o ex-presidente Lula

Bolsonaro em uma entrevista nesta segunda-feira (23), comentou sobre os avanços do seu governo em 2019 na área econômica e também para alfinetar o ex-presidente Lula.

“Tivemos a menor taxa Selic que se podia imaginar (4,5%). O risco Brasil lá em baixo e uma inflação na média da projeção. Isso daí estimula as pessoas a investir”, destacou o presidente ao programa

Questionado se pensa em disputar à reeleição em 2022, Bolsonaro mostrou que já pensa diferente em relação ao período eleitoral de 2018, onde deu entender que não concorreria caso ganhasse o seu primeiro mandato. “Como isso nós sabemos que não vai acontecer se eu estiver bem eu disputo”, disse ele.

Lula em 2022

Para Jair Bolsonaro, o ex-presidente Lula não representa mais uma ameaça à disputa eleitoral no Brasil. O chefe de Estado acredita que a baixa-aceitação que o líder petista vem demonstrando desde que foi solto da prisão indica isso claramente.

“Ele não é cabo eleitoral para mais ninguém. Quando eu andava pelo Brasil na pré-campanha era recebido em aeroportos por milhares de pessoas. Agora o Lula nas suas poucas andanças é criticado e vaiado. Eu acredito que o Lula já é uma carta fora do baralho”, frisou Bolsonaro.