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Acordo entre Sejus e Setrab vai ampliar oferta de emprego para pessoa com deficiência no DF

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O acordo foi assinado durante a solenidade que marcou o Dia D de Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho, na Estação Cidadania (Metrô -112 Sul)

Um Acordo de Cooperação Técnica celebrado nesta quarta-feira (27/03) entre a Secretaria de Justiça do Distrito Federal (Sejus-DF) e a Secretaria de Trabalho do DF (Setrab-DF) possibilitará a implementação de ações conjuntas que vão permitir a ampliação dos projetos de empregabilidade da pessoa com deficiência no mercado de trabalho do DF, com apoio na intermediação de mão de obra e a qualificação profissional.

O acordo foi assinado durante a solenidade que marcou o Dia D de Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho, na Estação Cidadania (Metrô -112 Sul).  Representando o governador Ibaneis Rocha na cerimônia, o secretário da Sejus, Gustavo Rocha, assinou o documento e, em seguida, anunciou também a reestruturação do Centro de Intérpretes de Libras – CIL. “Vamos priorizar a reestruturação e recompor a central de libras. Unir esforços e possibilitar ações que possam fomentar a empregabilidade e a inclusão de pessoas com deficiência”, afirmou. Também assinou o documento o Secretário de Estado de Trabalho do Distrito Federal, João Pedro Ferraz dos Passos.

Gustavo Rocha anunciou ainda, durante o evento, a publicação de Decreto no Diário Oficial do DF desta quarta-feira, assinado pelo governador Ibaneis Rocha, do Programa Voluntariado em Ação. “A população de Brasília é solidária, querem ajudar, querem participar. Temos 18 mil voluntários cadastrados, mas não havia um programa que possibilitasse que esses voluntários pudessem atender a comunidade, agora temos”, explicou o secretário da Sejus.

Pessoa com deficiência

Sobre as ações para as pessoas com deficiência, Gustavo Rocha ilustrou que existem aproximadamente 105 mil pessoas somente com deficiência auditiva no DF.  “A ideia é facilitar a pauta dessas pessoas, que sempre foi prioritária para mim. Elas têm uma dificuldade maior em conseguir emprego. Por isso, precisamos fomentar e facilitar o acesso dessas pessoas ao trabalho”, disse. “A intenção é que esse tipo de iniciativa seja contínua, para que elas possam ter condições de sustentar suas famílias e contribuir para o país por meio de seu trabalho”, completou.

No evento do Dia D, iniciado hoje e que continua no Metrô nesta quinta-feira, cerca de 300 vagas de emprego foram ofertadas para pessoas com deficiência e 33 empresas participaram da ação. Ao mesmo tempo que são ofertadas as vagas de trabalho, a Sejus e a Setrab fizeram o acordo de aperfeiçoamento com vistas a capacitar pessoas com deficiências para diminuir a dificuldade na busca de um emprego e oferecer maior dignidade a essa população.

O subsecretário de Direitos Humanos da Sejus, Juvenal Araújo, também destacou a importância dessa ação em benefício das pessoas com deficiência. “O Dia D é a maior ação no DF promovida pelo governo na questão da empregabilidade da pessoa com deficiência. São mais de 30 empresas que receberam nosso chamado para fazer a pré-seleção dessas pessoas”, comemorou.

Portador de deficiência auditiva, Marcos Soares está à procura de um emprego como agente de agente de portaria há dois anos. Conta que tem dificuldades de conseguir uma vaga por conta da deficiência. “Essa ação é muito boa porque nos dá oportunidade. É muito difícil encontrar um trabalho. Tem muita gente desempregada”, explicou.

 Voluntariado

Já o Programa Voluntariado em Ação é uma iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania, coordenado pela subsecretaria de Direitos Humanos. Para o secretário da Sejus-DF, Gustavo Rocha, “a ação é importante para somar forças em torno de iniciativas que permitam a redução das desigualdades sociais e a melhoria da qualidade de vida da população”.

Constitui medida a ser utilizada, não somente no âmbito da Administração Pública Distrital, como também, para somar esforços de todas as esferas do setor público, do terceiro setor e da iniciativa privada em prol de estimular e fomentar ações voluntárias de cidadania, com vistas à participação ativa da sociedade.

*Com informações da Secretaria de Justiça

Samambaia, Gama e Recanto das Emas recebem ações do SOS DF

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Equipes da Caesb trabalham na manutenção do sistema e orientam a comunidade

Criado com o objetivo de revitalizar o Distrito Federal, o SOS DF  foi lançado nos primeiros dias de gestão do governador Ibaneis Rocha. Encabeçado pela Secretaria de Obras, o programa tem como meta levar serviços emergenciais para o cidadão com  ações que atendam as principais demandas da comunidade. São operações de tapa-buracos, podas de árvores, limpezas de bocas de lobo, retirada de lixo, capina, pinturas de faixas de pedestres e de meios-fios e roçagem.

Nesta quarta-feira (27), a ação, pela Caesb, foi realizada em Samambaia, Gama e Recanto das Emas. Nos locais onde é feita a manutenção da rede de esgoto (os poços de visita) são retirados diversos tipos de material, como peças de lingerie, cabos de rodo, sacos plásticos e copos descartáveis, além de gordura.

As atividades são preventivas e corretivas, incluindo inspeções no sistema distribuidor de água e coletor de esgoto, quando são identificados os problemas que geram  prejuízos para a população, como vazamento de água e rompimento de rede. Para atender ao SOS DF, foi criada uma força-tarefa pela empresa. Em um cronograma definido pela Secretaria de Obras, são atendidas três localidades por dia.  A equipe passa uma semana em cada local.

O titular da Superintendência de Operação e Manutenção de Rede do Sistema Distribuidor de Água e Coletor de Esgoto da Caesb, Paulo Roberto Vieira Caldeira, explica que as ações envolvem a lavagem de rede, durante a qual a  equipe limpa a tubulação do sistema de esgoto para retirar os dejetos que a estão obstruindo.  “O lixo, a gordura e o cascalho que entram por meio das residências para o sistema coletor de esgoto  se solidificam dentro da tubulação, e, quanto mais tempo se passar,  o tubo vai se fechando com esses sedimentos, podendo ocasionar o entupimento”, alerta. “Se houver essa obstrução, inevitavelmente esse esgoto vai vazar para a rua.”

O trabalho é feito com um equipamento chamado hidrojato.  “É introduzido na tubulação um jato de água com pressão suficiente para carrear esse material, e, num ponto específico, denominado poço de visita, são retirados todos os sedimentos”, detalha Paulo Roberto. “O trabalho é feito trecho por trecho para evitar um extravasamento de esgoto nas ruas.” Além desse serviço, são feitos consertos de tubulação de água onde há vazamentos e da tubulação de esgoto, quando são substituídos os condutores danificados.

Os problemas são identificados por fiscais, que  fazem a inspeção do sistema, e pelos moradores.  “Felizmente contamos com um grande aliado nessa identificação dos problemas no sistema de água e de esgoto, que é a população do DF. Ao identificar qualquer problema do esgoto extravasando ou algum vazamento de água, acionam a nossa central de atendimento [pelo número] 115 e já direcionamos as equipes para evitar transtornos maiores”, orienta.

De acordo com Roberto Magalhães, supervisor da área de lavagem de esgoto da Caesb, a sujeira que entope os poços de visita tem origem nas caixas de inspeção das casas. “Em algumas regiões, chegamos a retirar 400 kg  de lixo por dia. Quanto maior o tamanho dos poços, mais lixo encontramos. Em alguns lugares limpamos pela manhã e à tarde já está obstruído novamente”, adverte.

O trabalho é demorado. A limpeza de cada poço de visita pode durar até quatro horas, de acordo com a quantidade de resíduos. Em algumas regiões, a equipe, formada por quatro pessoas, leva até 30 dias para concluir os serviços.

Satisfação

A comunidade se manifesta satisfeita com as ações. O comerciante Eduardo Silva, 42 anos, morador do Recanto das Emas, lembra que o lixo acarretava um terrível mau-cheiro. “A nossa quadra estava precisando desse trabalho. Agora está nota 10″, comemora. O autônomo Antônio Miranda, 35, também elogiou os trabalhos do programa. “Está bem feito. Aconteceu em boa hora”, resumiu.

Às vezes, as equipes também encontram outras dificuldades durante as ações. Segundo o supervisor Roberto Magalhães, em algumas residências, os poços de visitas ficam dentro das casas e os moradores não liberam o acesso ao grupo de trabalho.

Confira o relatório com as ações diárias do SOS DF.

Hospital Regional de Brazlândia será ampliado

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Secretário Osnei Okumoto visitou unidade e apresentou mudanças positivas

O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, visitou, nesta terça-feira (26), o Hospital Regional de Brazlândia (HRBz), para conhecer as principais demandas da unidade, além de ouvir servidores e a população atendida no local. Na ocasião, foi possível apresentar mudanças para melhorar o atendimento prestado.

Entre as novidades, estão previstas a construção do Centro de Parto Normal (CPN), ainda em fase de projeto, e a reforma e ampliação do pronto-socorro do HRBz. Para esse último, avalia-se a readequação do espaço atual, de 1,3 mil m², que poderá receber um aumento de mais 1,2 mil m², totalizando 2,5 mil m² de área em obras.

Atualmente em fase de execução do projeto complementar e orçamentário, a reforma e ampliação do pronto-socorro está prevista para iniciar em janeiro de 2020, caso o processo licitatório siga o cronograma, que deve ser iniciado em setembro. A expectativa é que, após a conclusão das obras, o hospital ganhe espaço para comportar mais 60 leitos.

“Com isso, se melhora muito a questão do atendimento e do conforto às pessoas que chegam para serem atendidas, e isso é fundamental. Elas poderão ter o momento de aguardo de uma maneira mais confortável”, ressaltou Okumoto.

NOVA DIREÇÃO

 O secretário de Saúde também destacou a chegada do novo diretor do HRBz, que tomou posse nesta segunda-feira (25). “Esse é um novo momento. Estamos trabalhando com um novo diretor no hospital, o coronel Sérgio Cordeiro, que está recebendo todo o apoio da Secretaria de Saúde, e de todas as pessoas envolvidas na questão da melhoria do atendimento”, frisou.

De acordo com Cordeiro, a visita do secretário de Saúde ao HRBz é importante para sensibilizar o chefe da pasta na alocação de mais recursos, insumos e mais itens necessários para a unidade. “Foi essencial, porque mostra que a secretaria tem um olhar para Brazlândia. E vou estar aqui para colaborar e melhorar o atendimento do hospital, que trabalha muito para receber uma grande demanda, principalmente do Entorno”, garantiu.

Segundo o diretor, a estimativa é que, de cada dez pessoas atendidas na emergência do HRBz, oito são do Entorno.

ENTORNO

A grande quantidade de pacientes vindos para Brazlândia das áreas próximas ao Distrito Federal foi um ponto ressaltado por Osnei Okumoto, quando participou da pré-conferência de Saúde da Região Oeste, realizada hoje, com a presença de conselheiros de saúde locais e da população.

Devido à crescente demanda, no HRBz, de pessoas vindas de outras regiões, Okumoto pontuou a necessidade de entrar em contato com gestores, como o secretário de Saúde de Goiás, e o Ministério da Saúde, para equacionar a questão do atendimento ao Entorno.

“Essa conversa precisa ser iniciada com os prefeitos e o governador de Goiás também, para que a gente possa entender mais sobre os recursos que foram alocados para o Hospital de Águas Lindas, que, até agora, não está em funcionamento e comportaria essa demanda. Isso é necessário, porque praticamente 80% dos pacientes atendidos em Brazlândia são de Goiás”, declarou o secretário de Saúde.

Durante a visita, o administrador de Brazlândia, Jesiel Costa, reforçou a necessidade de uma atenção maior à unidade de saúde da cidade. “O HRBz precisava dessa atenção, e já colocamos à disposição os engenheiros da administração regional, que auxiliarão no processo de reforma e ampliação do hospital”, ressaltou o gestor.

*Com informações da Secretaria de Saúde

GDF vai aderir à Hora do Planeta

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No próximo sábado (30), às 20h30, o Palácio do Buriti, a Torre de TV e o Estádio Nacional de Brasília terão as luzes apagadas por uma hora

 

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai aderir à Hora do Planeta, movimento criado em 2007 pela WWF Austrália e adotado em todo o mundo desde então. No próximo sábado (30), às 20h30, o Palácio do Buriti, a Torre de TV e o Estádio Nacional de Brasília terão as luzes apagadas por uma hora como forma de mostrar apoio ao combate ao aquecimento global e à preservação do planeta.

O Termo de Adesão foi assinado na tarde desta segunda-feira (25) pelo governador Ibaneis Rocha, o secretário de Meio Ambiente, Sarney Filho, e representantes da ONG em Brasília. O GDF também estuda a adesão de outros monumentos, como a Ponte JK e o Memorial JK, à iniciativa. “Precisamos refletir que nossos hábitos têm interferência direta na natureza e cabe ao governo dar o exemplo”, disse o governador.

A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é um ato simbólico e voluntário no qual pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar a preocupação com o aquecimento global. É uma iniciativa mundial da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas e conta com a participação de mais de 100 cidades brasileiras e 1,5 mil monumentos.

Durante a reunião, o governador Ibaneis foi elogiado por ter sancionado a lei que proíbe canudos e copos de plástico em estabelecimentos comerciais da cidade em 30 de janeiro. A regra exige que eles sejam substituídos por descartáveis feitos a partir de material biodegradável, como amido e fibras de origem vegetal. O projeto tramitava na Câmara Legislativa desde 2016.

Administração de Vicente Pires cria curso preparatório para o Enem

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Interessados devem procurar a administração local para se inscrever em tempo hábil, pois as aulas começam em 6 de abril

Estudantes que prestarão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e residem em Vicente Pires têm uma boa oportunidade de aprimorar o preparo. Por meio do projeto Aprova VP, a Administração Regional de Vicente Pires oferece um curso, gratuito, a partir do próximo dia 6 de abril, na Faculdade Mauá.

O Aprova VP é baseado em estudos que, elaborados pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e de outras entidades ligadas à educação, identificam disparidades na relação entre universidade pública e estudantes originários de escolas públicas.

Metodologia

As aulas, sempre aos sábados, em um auditório com capacidade para 100 alunos, serão desenvolvidas por meio de abordagem metodológica interativa e contextualizadas com a resolução de exercícios a partir dos modelos de provas do Enem. O foco será em redação, linguagens, códigos e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias e ciências exatas e suas tecnologias.

Os alunos também terão acesso a ações educativas, entre as quais se destacam palestras que abordam o desenvolvimento de autoestima e autoconfiança e a importância de se preparar para o Enem. Haverá ainda videoaulas, transmitidas ao vivo por meio das redes sociais, além de dois simulados que, ao longo do ano, ajudarão a avaliar a melhor forma de preparar os estudantes para o exame.

* Com informações da Administração de Vicente Pires

TCU tira do governo arrecadação do IR de salários pagos por Fundo Constitucional

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Governador Ibaneis Rocha vai recorrer da decisão ao Supremo Tribunal Federal

O Tribunal de Contas da União (TCU) tirou do Governo do Distrito Federal (GDF) o direito de arrecadar os recursos do Imposto de Renda (IR) retido na fonte de salários e benefícios, pagos a categorias remuneradas pelo Fundo Constitucional do Distrito Federal. Pela decisão, o Executivo deverá deixar de arrecadar, por ano, R$ 700 milhões – valor dos tributos gerados com os soldos pagos às polícias Civil e Militar, além do Corpo de Bombeiros. Os ministros do TCU também determinam a devolução à União de cerca de R$ 10 bilhões, valor acumulado do que foi arrecadado pelo governo desde 2010.

A decisão da Corte do tribunal derruba a medida cautelar de 2009, dada pelo próprio órgão, que garantia ao GDF a arrecadação do IR dos servidores pagos com recursos do fundo. Além disso, abriu precedente para que o passivo em questão fosse discutido, ou seja, a União poderá cobrar os valores pagos ao longo dos oito anos e que ultrapassam R$ 10 bilhões.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, informou que irá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). “Todos sabem das dificuldades que estamos enfrentando. Isso agrava os problemas”, lamentou ele, que também pretende entrar com embargos no próprio TCU. “Infelizmente, o Tribunal de Contas tomou uma decisão, do ponto de vista jurídico, fundamentada. Mas, do ponto de vista da execução fiscal do DF, nos coloca em situação de bastante dificuldade.”

Criado em 2003, o Fundo Constitucional do Distrito Federal é repassado anualmente pela União do DF. Os recursos são usados para pagar investimentos e salários dos servidores da segurança pública, além de parte da remuneração da saúde e da educação. A gestão dos recursos é feita pelo Executivo local.

Cozinha e refeitório do Hospital Regional de Santa Maria passam por reforma

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Obra está prevista para terminar em maio e foi definida após inspeção de técnicos da Secretaria de Saúde. Espaços terão novos equipamentos

A cozinha e o refeitório do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) estão passando por reformas. A realização da obra, prevista para terminar em maio, foi definida após inspeção de técnicos da Secretaria de Saúde. A reforma inclui a troca dos azulejos das paredes e das grelhas de escoamento de água, além de pintura, substituição da fiação da rede elétrica, ajustes nos canos de água e troca de torneiras. O piso estava desgastado e com infiltração para o subsolo, o que provocou curto-circuito numa caixa de energia. Já os azulejos estavam encardidos e trincados, o teto descascando e as claraboias, sujas.

“Depois da inspeção, verificamos uma série de irregularidades. A parte elétrica não suportava mais a carga dos equipamentos, provocando quedas de energia, e vários canos de água estavam aparentes”, relata o diretor administrativo da Superintendência da Região de Saúde Sul, Guilherme Albernás Nascimento.

Ele explica que o contrapiso da cozinha e das câmaras frias está sendo refeito para receber o revestimento de granitina. Haverá, ainda, troca de chuveiros dos banheiros. Segundo Guilherme, embora a obra seja substancial, não haverá mudança na estrutura do local. Após concluída a reforma, a lavação das panelas será feita em sala separada, isolada. “Antes, ficava numa área de trânsito de pessoas”, justifica.

Cozinha
Enquanto durar a obra, as refeições estão sendo preparadas no espaço conjugado ao auditório do hospital, adaptado para receber fogões, equipamentos e trabalhadores. São 90 pessoas atuando no local todos os dias.

Desde julho do ano passado, o fornecimento da comida passou à responsabilidade da Sanoli, que tem contrato de dois anos com a Secretaria, podendo ser prorrogado por mais três. Por dia, a empresa fornece 2.320 refeições, incluindo café da manhã, lanches, almoço e jantar.

A comida é entregue a pacientes e acompanhantes (de pessoas menores de 20 anos e maiores de 60 anos, ou autorizados pela Enfermagem e pelo Serviço Social), servidores em plantão de 12 horas, residentes multiprofissionais, internos (estudantes de Medicina), profissionais voluntários, policiais, bombeiros e pessoal do Samu.

Equipamentos
O novo refeitório terá equipamentos novos, como balcão térmico; o ambiente será climatizado com ar condicionado; e terá cortinas de ar nas portas, que reduzem muito a entrada de moscas no espaço.

Na cozinha, haverá, ainda, um forno elétrico novo. O equipamento já estava disponível, mas não podia ser instalado por causa dos problemas na parte elétrica, que não tinha capacidade de suportar mais essa carga.

Ceilândia terá primeira unidade do Programa de Atendimento à Pessoa Idosa do Brasil

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A primeira unidade do programa receberá a doação de oito computadores, oito webcams, projetor de imagem e impressora, que integrarão o 1º Telecentro de Atendimento à Pessoa Idosa do Brasil

A primeira unidade do Programa Viver – Envelhecimento Ativo e Saudável será entregue à população do Distrito Federal em solenidade na próxima sexta-feira, dia 29, de 11 às 13h30. O programa disponibiliza cursos para a inclusão tecnológica, prevenção à saúde, educação financeira, direitos humanos e promoção da mobilidade física e mental, além de outras atividades.

A iniciativa foi possível por meio de parceria da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), através da Subsecretaria de Direitos Humanos, e do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, com execução da Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (SNDPI).

A primeira unidade do programa receberá a doação de oito computadores, oito webcams, projetor de imagem e impressora, que integrarão o 1º Telecentro de Atendimento à Pessoa Idosa do Brasil. A maior parte dos cursos são direcionados às pessoas idosas, mas o Programa prevê outras atividades com a participação da família e das outras gerações. As inscrições podem ser feitas a partir da sexta-feira (29), no Centro de Artes e Esportes Unificados.

Objetivo

O Programa Viver – Envelhecimento Ativo e Saudável, tem como foco inserir a pessoa idosa no contexto atual da ampliação das habilidades necessárias à qualidade de vida para um envelhecimento ativo, assim como a otimização de oportunidades para a inclusão digital e social do público idoso, favorecendo a sua participação na sociedade, sua autonomia e independência.

Para o secretário da Sejus, Gustavo Rocha, “a iniciativa é muito importante e coloca em prática o Estatuto do Idoso, que preconiza que o poder público deve criar oportunidades de acesso do idoso à educação, incluindo conteúdo relativo a avanços tecnológicos, para sua integração à vida moderna”.

Telecentro

O local escolhido para abrigar o programa foi o Centro de Artes e Esportes Unificados da Ceilândia – CEU DAS ARTES, localizado na QNR 02 – Ceilândia Norte. O CEU das Artes é vinculado à Sejus e tem como proposta reunir num mesmo espaço programas e ações culturais, práticas esportivas e de lazer, formação e qualificação para o mercado de trabalho, serviços socioassistenciais, políticas de prevenção à violência e de inclusão digital, com o objetivo de promover a cidadania em territórios de alta vulnerabilidade social.

A região administrativa da Ceilândia, segundo estudo apresentado pela Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios – PDAD/2015, apresenta uma proporção de 18% de idosos em relação à população total do DF e é considerada umas das regiões com os mais altos índices de violência contra esse grupo etário.

Cooperação

Na ocasião, será assinada termo de Cooperação Técnica entre a Central Judicial do Idoso, Universidade do Envelhecer – UnB, Governo do Distrito Federal e SNDPI, com o objetivo de ofertar ações conjuntas nas áreas de educação, atendimento jurídico e direitos humanos/cidadania, com vistas à promoção do envelhecimento ativo, a melhoria da qualidade de vida e a valorização das pessoas idosas do Distrito Federal.

*Com informações da Secretaria de Justiça

Caminhada Mariana passa a integrar o calendário de eventos do DF

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Romaria, realizada há 51 anos pela Paróquia São Sebastião, do Gama, coloca Brasília nos roteiros religiosos

Desde 1984 consolidada como uma tradição, a Caminhada Mariana do Gama, agora, faz parte do calendário do Distrito Federal. A data foi instituída por meio do PL 116/2019, na terça-feira (26), em decisão aprovada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). A romaria, promovida pela Paróquia São Sebastião, do Gama, é realizada sempre no último sábado de maio.

Os milhares de fiéis que participam do evento anualmente saem da paróquia e seguem até a igrejinha Nossa Senhora de Fátima, na Asa Sul. “A caminhada é motivo de muito orgulho para a população, pois coloca Brasília nos roteiros religiosos do país”, destaca o deputado distrital Daniel Donizet.

Segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010, os católicos têm o maior número de adeptos e representam o maior grupo religioso do Distrito Federal (DF), com 1.455.134 praticantes. A seguir, vêm os evangélicos, 690.982 fiéis; e os espíritas, com 89.836.

 

 

Roriz Neto apoia inclusão de pessoas com deficiência no mercado

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Nessa manhã de terça-feira (27), o subsecretário de Assuntos Comunitários, Joaquim Roriz Neto participou do “Dia D” para Inclusão da Pessoas com Deficiência.

Durante todo o dia ocorreu seleção para 200 vagas de trabalho imediato, resultado do acordo com mais de 30 empresas. A solenidade foi promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF).

Para todos os presentes ficou claro que a partir de agora as empresas que quiserem fazer contrato com o GDF, deverão cumprir a cota de 5%, das vagas para portadores de deficiência física, sensorial ou mental

Roriz Neto parabenizou a iniciativa do secretário da Sejus, Gustavo Rocha, João Pedro Ferraz, secretário do trabalho, os deputados presentes Iolando Almeida (PSC) e João Cardoso (AVANTE). “As empresas dizem que cumprem a lei das cotas, mas não fazem na prática, isso vai mudar”, ressaltou.

“Para verdadeira inclusão precisamos repetir ao longo do ano esses eventos. Mas hoje foi um dia especial para mim e minha família, porque marca seis meses que meu avô, Joaquim Roriz faleceu. E a inclusão foi uma das marcas de seus governos”, concluiu apoiado pelos presentes.

SERVIÇO

DIAS: 27 e 28
LOCAL: ESTAÇÃO DA CIDADANIA DA 112 SUL
HORÁRIO: 8h às 17H

VAGAS (TRAGA SEU CURRÍCULO):

Analista de Estoque
Assistente administrativo
Auxiliar de Produção
Auxiliar de Serviços Gerais
Auxiliar Pedagógico
Bombeiro Hidráulico
Controle de Portaria
Eletricista
Operador de Caixa
Operador de Telemarketing
Recepcionista
Técnico em Enfermagem
Vendedor

Oferecidas pelas seguintes empresas:

World Telecomunicações; Seara; Instituto de Cardiologia; Hospital Brasília; Drogasil; Supermercado Carrefour; Empresa Ágil; Dinâmica Facility e Dinâmica Serviços; Grupo Interativa; Rede OBA; Hospital Anchieta; UCB/Centro Educacional Católica; TECAR DF; Cobrafix; JC Gontijo; Renovar Engenharia; União Química; Call Tecnologia; SOMA Desenvolvimento; Supermercado BIG BOX; Tellus; CabalSonda/CTIS; CAPES; Comando Auto Peças; FCB Transportadora; Hepta Tecnologia; AMBEV.

SOS DF em Samambaia garante melhorias nas vias de circulação

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Equipes do GDF trabalham para corrigir imperfeições e evitar novos alagamentos na região administrativa

Mais uma intervenção que integra o SOS DF fará grande diferença para a comunidade das quadras 312 Norte e 512 Sul de Samambaia. A ação do programa criado pelo GDF teve como foco a rua que faz a ligação entre as duas quadras e foi construída fora dos padrões e das normas de drenagem e engenharia viária.

“Esta rua não faz parte da malha viária executada pela Novacap [Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil], mas entendemos que a necessidade da população está em primeiro lugar”, explicou o diretor-presidente da companhia, Daclimar Castro. “Por isso, estamos corrigindo as imperfeições e realizando os trabalhos necessários para evitar novos alagamentos no local”.

O trabalho está bem adiantado do ponto de vista de drenagem. Na quadra 512 Sul, foram instalados um poço de visita, cinco bocas de lobo com meio-fio vazado e sarjeta e uma boca de lobo dupla com sarjeta. Também foi construído um ramal de 11 metros para levar a água pluvial até o sistema de drenagem.

Na quadra 312 Norte, as equipes da Novacap trabalham em serviços semelhantes aos que estão sendo feitos na quadra 512 Sul. Após as obras de drenagem, restará realizar a recuperação da camada de massa asfáltica nas vias.

“Estamos cumprindo à risca o que foi determinado pelo governador Ibaneis, que é fazer intervenções emergenciais, mas de resultados muito importantes para a vida das comunidades do DF, no menor espaço de tempo”, destacou Daclimar. “Em Samambaia, a diferença será enorme porque os alagamentos aconteciam bem na região onde há duas escolas”.

Antes

Hospital de Base reativa sétimo andar e abre 25 leitos

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O sétimo andar, inoperante desde novembro de 2018, foi reformado e recebeu novos equipamentos para abrigar pacientes da Urologia*AGÊNCIA BRASÍLIA

O Hospital de Base reativou o sétimo andar e abriu 25 leitos, nesta segunda-feira (25). O sétimo andar, inoperante desde novembro de 2018, foi reformado e recebeu novos equipamentos para abrigar pacientes da Urologia. A especialidade funcionava no 8º andar e passará a ter 25 leitos, em vez de 24.

Com a transferência da Urologia, foi possível reorganizar outras enfermarias, permitindo aumentar de 24 para 39 as vagas de internação para pacientes oncológicos, além da criação de mais nove para outras cinco especialidades, que são pneumologia, gastro, reumatologia, endocrinologia e infectologia.

Ao todo, o número de leitos de enfermaria passará de 494 para 519.  O Hospital de Base também possui 68 leitos de UTI, 88 leitos no pronto-socorro e oito na Unidade de Suporte ao Trauma Avançado (USAT) Pediátrica, totalizando 683 leitos. Para fazer as mudanças, foram contratados 39 profissionais, entre eles, dois fisioterapeutas, dois nutricionistas, um psicólogo, um assistente social, uma farmacêutica clínica, seis enfermeiro e 26 técnicos.

O sétimo andar estava inoperante desde a saída da pediatria para o Hospital da Criança de Brasília, em 19 de novembro de 2018. A ampliação de leitos é mais uma ação do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGESDF), que tem como objetivo melhorar a saúde pública para a população.

*Com informações da Secretaria de Saúde

NUNCA HOUVE DITADURA NO BRASIL

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DITADURA

NUNCA HOUVE DITADURA NO BRASIL, SÃO MENTIRAS CONTADAS POR PROFESSORES E LIVROS DOUTRINADOS E MANIPULADOS (Gramscismo) PELA ESQUERDA, 80% DOS PROFESSORES DE HISTÓRIA SÃO DE ESQUERDA.

E .. SE TIVESSE HAVIDO DITADURA COMO CONTAM OS MENTIROSOS DA ESQUERDA, LULA, DILMA, Aloysio Nunes, José Serra, Fernando Henrique Cardoso, José Dirceu, Sérgio Motta, Franklin Martins, Luiz Gushiken, Genoíno e etc. ESTARIAM MORTOS … Mas ainda ESTÃO *VIVOS E SEM UM ARRANHÃO OU MARCA DE TORTURA. *(e continuam por aí te roubando).

Zezé de Camargo não está errado! Não houve ditadura mesmo!

Essa foi uma das poucas vezes em que o cantor foi feliz em suas declarações!

O que ocorreu foi uma intervenção militar contra grupos baderneiros que queriam se apossar de propriedades públicas e privadas […] enfim, algo que já nos acostumamos a assistir durante os últimos anos. Onde já se viu uma “ditadura” sem ditadores kkkkkkkk oras os presidentes eram eleitos pela câmara dos deputados e cumpriam somente seu único mandato!

Com todo o respeito aos professores do país, mas se você aprendeu (na escola) que houve ‘ditadura no Brasil’, provavelmente você foi doutrinado por aquele docente que não gosta de trabalhar, deixa a barba crescer (nada contra homens barbudos) e gosta de ‘puxar um fuminho’.

Quem foi perseguido na época, são os que hoje estão sendo investigados, processados e presos por corrupção.

Houve confronto entre policiais e bandidos, sendo que alguns escaparam e outros até se tornaram presidentes.

 

A fila do desemprego mostra herança deixada pelo PT

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SÃO PAULO – Cerca de 15 mil pessoas formaram uma fila em busca de uma vaga de trabalho no centro de São Paulo, no Mutirão do Emprego organizado pela Prefeitura e o Sindicato dos Comerciários. Estão sendo oferecidos seis mil postos de trabalho em diversos segmentos como telemarketing, operador de caixa e atendente de loja. Pelo menos 30 empresas participam da iniciativa.

Regime Militar não foi uma Ditadura

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O regime militar brasileiro não foi uma ditadura de 21 anos. Não é possível chamar de ditadura o período 1964-1968 (até o AI-5), com toda a movimentação político-cultural.

Muito menos os anos 1979-1985, com a aprovação da Lei de Anistia e as eleições para os governos estaduais em 1982. Mas as diferenças são maiores.

Enquanto a ditadura argentina fechou cursos universitários, no Brasil ocorreu justamente o contrário.

Houve uma expansão do ensino público de terceiro grau por meio das universidades federais, sem esquecer várias universidades públicas estaduais que foram criadas no período, como a Unicamp e a Unesp, em São Paulo.

Ocorreu enorme expansão na pós-graduação por meio da ação do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), especialmente, e da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), em São Paulo.

Ou seja, os governos militares incentivaram a formação de quadros científicos em todas as áreas do conhecimento concedendo bolsas de estudos no Brasil e no exterior. As ditaduras do Cone Sul agiram dessa forma?

A Embrafilme -que teve importante papel no desenvolvimento do cinema nacional- foi criada no auge do regime militar, em 1969.

Financiou a fundo perdido centenas de filmes, inclusive de obras críticas ao governo (o ministro Celso Amorim presidiu a Embrafilme durante o regime militar). A Funarte foi criada em 1975, quem pode negar sua importância no desenvolvimento da música, das artes plásticas e do teatro brasileiros?

E seus projetos de grande êxito, como o Pixinguinha, criado em 1977, para difundir a música nacional?

No Brasil, naquele período, circularam jornais independentes -da imprensa alternativa- com críticas ao regime (evidentemente, não deve ser esquecida a ação nefasta da censura contra esses periódicos). Isso ocorreu no Chile de Pinochet?

E os festivais de música popular e as canções-protesto? Na Argentina de Videla esse fato se repetiu? E o teatro de protesto?

A ditadura argentina privatizou e desindustrializou a economia. Quem não se recorda do ministro Martinez de Hoz? Já o regime militar brasileiro estatizou grande parte da economia.

Somente o presidente Ernesto Geisel criou mais de uma centena de estatais. Os governos militares industrializaram o país, modernizaram a infraestrutura, romperam os pontos de estrangulamento e criaram as condições para o salto recente do Brasil, como por meio das descobertas da Petrobras nas bacias de Santos e de Campos nos anos 1970.

É sabido que o crescimento econômico foi feito sem critérios, concentrou renda, criou privilégios nas empresas estatais (que foram denunciados, ainda em 1976, nas célebres reportagens de Ricardo Kotscho sobre as mordomias) e estabeleceu uma relação nociva com as empreiteiras de obras públicas.

Porém, é inegável que se enfrentaram e se venceram vários desafios econômicos e sociais. É curioso o processo de alguns intelectuais de tentarem representar o papel de justiceiros do regime militar.

Acaba sendo uma ópera-bufa. Estranhamente, omitiram-se quando colegas foram aposentados compulsoriamente pelo AI-5, como Florestan Fernandes, Fernando Henrique Cardoso, Emilia Viotti da Costa, entre outros; ou quando colegas foram presos e condenados pela “Justiça Militar”, como Caio Prado Júnior.

Muitos fizeram carreira acadêmica aproveitando-se desse vazio e “resistiram” silenciosamente.

A história do regime militar ainda está presa numa armadilha. De um lado, pelos seus adversários. Alguns auferem altos dividendos por meio de generosas aposentadorias e necessitam reforçar o caráter retrógrado e repressivo do regime, como meio de justificar as benesses.

De outro, por civis (estes, esquecidos nas polêmicas e que alçaram altos voos com a redemocratização) e militares que participaram da repressão e que necessitam ampliar a ação opositora -especialmente dos grupos de luta armada- como justificativa às graves violações dos direitos humanos.

MARCO ANTONIO VILLA

Morte em Suzano

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Os meninos não mataram porque o porte de arma é um projeto do atual governo. Os meninos não mataram porque jogavam jogos violentos.Os meninos não mataram porque a escola foi omissa. Os meninos não mataram porque sofreram Bullying…

Eles mataram porque as famílias estão desestruturadas e fracassadas, porque não se educa mais em casa, não se acompanha mais de perto, a tecnologia substituio diálogo, presentes compram limites, direitos e deveres e não há o conhecimento e respeito a Deus.
Precisamos parar de nos omitir, de transferir culpas. A culpa é minha, é sua, de todos nós!
” A violência é o desdobramento de carências afetivas, da necessidade de ser visto e notado, ainda que da pior maneira”

As armas não matam, o que mata é a ausência de AMOR!!!

Ditadura à brasileira

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Ditadura

Ditadura à brasileira – É ROTINEIRA a associação do regime militar brasileiro com as ditaduras do Cone Sul (Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai). Nada mais falso.

O regime militar brasileiro teve características próprias, independentes até da Guerra Fria.

Fez parte de uma tradição anti- democrática solidamente enraizada e que nasceu com o positivismo, no final do Império. O desprezo pela democracia foi um espectro que rondou o nosso país durante cem anos de república.

Tanto os setores conservadores como os chamados progressistas transformaram a democracia em um obstáculo à solução dos grandes problemas nacionais, especialmente nos momentos de crise política.

O regime militar brasileiro não foi uma ditadura de 21 anos. Não é possível chamar de ditadura o período 1964-1968 (até o AI-5), com toda a movimentação político-cultural.

Muito menos os anos 1979-1985, com a aprovação da Lei de Anistia e as eleições para os governos estaduais em 1982. Mas as diferenças são maiores.
Enquanto a ditadura argentina fechou cursos universitários, no Brasil ocorreu justamente o contrário. Houve uma expansão do ensino público de terceiro grau por meio das universidades federais, sem esquecer várias universidades públicas estaduais que foram criadas no período, como a Unicamp e a Unesp, em São Paulo.

Ocorreu enorme expansão na pós-graduação por meio da ação do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), especialmente, e da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), em São Paulo. Ou seja, os governos militares incentivaram a formação de quadros científicos em todas as áreas do conhecimento concedendo bolsas de estudos no Brasil e no exterior. As ditaduras do Cone Sul agiram dessa forma?
A Embrafilme -que teve importante papel no desenvolvimento do cinema nacional- foi criada no auge do regime militar, em 1969. Financiou a fundo perdido centenas de filmes, inclusive de obras críticas ao governo (o ministro Celso Amorim presidiu a Embrafilme durante o regime militar). A Funarte foi criada em 1975 -quem pode negar sua importância no desenvolvimento da música, das artes plásticas e do teatro brasileiros? E seus projetos de grande êxito, como o Pixinguinha, criado em 1977, para difundir a música nacional?

No Brasil, naquele período, circularam jornais independentes -da imprensa alternativa- com críticas ao regime (evidentemente, não deve ser esquecida a ação nefasta da censura contra esses periódicos). Isso ocorreu no Chile de Pinochet? E os festivais de música popular e as canções-protesto? Na Argentina de Videla esse fato se repetiu? E o teatro de protesto? A ditadura argentina privatizou e desindustrializou a economia. Quem não se recorda do ministro Martinez de Hoz? Já o regime militar brasileiro estatizou grande parte da economia.
Somente o presidente Ernesto Geisel criou mais de uma centena de estatais. Os governos militares industrializaram o país, modernizaram a infraestrutura, romperam os pontos de estrangulamento e criaram as condições para o salto recente do Brasil, como por meio das descobertas da Petrobras nas bacias de Santos e de Campos nos anos 1970.

É sabido que o crescimento econômico foi feito sem critérios, concentrou renda, criou privilégios nas empresas estatais (que foram denunciados, ainda em 1976, nas célebres reportagens de Ricardo Kotscho sobre as mordomias) e estabeleceu uma relação nociva com as empreiteiras de obras públicas. Porém, é inegável que se enfrentaram e se venceram vários desafios econômicos e sociais. É curioso o processo de alguns intelectuais de tentarem representar o papel de justiceiros do regime militar. Acaba sendo uma ópera-bufa. Estranhamente, omitiram-se quando colegas foram aposentados compulsoriamente pelo AI-5, como Florestan Fernandes, Fernando Henrique Cardoso, Emilia Viotti da Costa, entre outros; ou quando colegas foram presos e condenados pela “Justiça Militar”, como Caio Prado Júnior.

Muitos fizeram carreira acadêmica aproveitando-se desse vazio e “resistiram” silenciosamente. A história do regime militar ainda está presa numa armadilha. De um lado, pelos seus adversários. Alguns auferem altos dividendos por meio de generosas aposentadorias e necessitam reforçar o caráter retrógrado e repressivo do regime, como meio de justificar as benesses. De outro, por civis (estes, esquecidos nas polêmicas e que alçaram altos voos com a redemocratização) e militares que participaram da repressão e que necessitam ampliar a ação opositora -especialmente dos grupos de luta armada- como justificativa às graves violações dos direitos humanos.

MARCO ANTONIO VILLA

Parabéns mulheres pelo dia 08 de março

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dia da mulher

Parabéns a todas as mulheres pelo seu dia, 08 de março, às mulheres de fibra, de orgulho e empoderadas de verdade, como a economista @Clarissa Gandour, Antônia “Jovita” Alves Feitosa (1848-1867), a tenente-coronel do Corpo de Bombeiros do DF Márcia da Cunha, a tenente da reserva Liane Fernandes Costa Silva, a tenente Silvia Nobre Waiãpi, a ministra Tereza Cristina, a ministra Damares Alves, deputada Jana Paschoal, Carla Zambelli deputada, Joice Hasselmann senadora, Karla Lessa piloto de Brumadinho, Michelle Bolsonaro, deputada Tia Eron e muitas outras heroínas brasileiras que são exemplos a serem seguidas por todas nós.

A ideia de uma celebração anual surgiu depois que o Partido Socialista da América organizou um Dia da Mulher, em 20 de fevereiro de 1909, em Nova York – uma jornada de manifestação pela igualdade de direitos civis e em favor do voto feminino.

O Menino que Descobriu o Vento

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Que filme incrível! Inspirado por um livro de ciências, um garoto constrói uma turbina eólica para salvar seu vilarejo da fome. Baseado em uma história real.

É como disse o Sheikh Rashid, sobre o futuro de Dubai:

“Meu avô andava de camelo, meu pai andava de camelo, eu ando de Mercedes, meu filho anda de Land Rover e o meu neto vai andar de Land Rover; mas meu bisneto vai andar de camelo! Tempos difíceis criam homens fortes, homens fortes criam tempos fáceis, tempos fáceis criam homens fracos e homens fracos criam tempos difíceis.”

Esta geração está procurando motivos para se sentir ofendida

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O ator Dwayne Johnson atacou a geração “politicamente correta” em uma entrevista ao tabloide britânico “Daily Star”. Na conversa, The Rock afirmou que as pessoas da nova geração caçam motivos para se sentirem ofendidas.

“Eu não preciso concordar com o que uma pessoa diz, quem ela vota, pelo quê ela vota, o que ela pensa, mas preciso apoiar o seu direito de dizer ou acreditar naquilo. Isso é a democracia”, disse Dwayne Johnson. “Muita gente lutou pela liberdade e igualdade, mas essa geração está procurando motivos para se sentir ofendida. Se você não concorda com eles, eles se sentem ofendidos”, atacou.

“Nós vivemos em mundo que evoluiu nos últimos 30 ou 40 anos. As pessoas podem ser quem elas quiserem e viver como elas quiserem. Isso só pode ser uma coisa boa. Mas a geração de ‘flocos de neve’, ou seja lá como você os chame, está nos fazendo andar para trás”, continuou The Rock, usando um termo pejorativo para a atual geração.