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Porque aprendi a viver..

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Porque aprendi a viver

Porque aprendi a viver – Um jovem advogado foi indicado para inventariar os pertences de um senhor recém falecido.

Segundo o relatório do seguro social, o idoso não tinha herdeiros ou parentes vivos. Suas posses eram muito simples.

O apartamento alugado, uma moto velha, móveis baratos e roupas puídas. “Como alguém passa toda a vida e termina só com isso?”, pensou o advogado.

Anotou todos os dados e ia deixando a residência quando notou um porta-retratos sobre um criado mudo.


Na foto estava o velho morto. Ainda era jovem, sorridente, ao fundo um mar muito verde e uma praia repleta de coqueiros.

À caneta escrito bem de leve no canto superior da imagem lia-se “sul da Tailândia”. Surpreso, o advogado abriu a gaveta do criado e encontrou um álbum repleto de fotografias.

Lá estava o senhor, em diversos momentos da vida, em fotos em todo canto do mundo.


Em um tango na Argentina, na frente do Muro de Berlim, em um tuk tuk no Vietnã, sobre um camelo com as pirâmides ao fundo, tomando vinho em frente ao Coliseu, entre muitas outras.

Na última página do álbum um mapa, quase todos os países do planeta marcados com um asterisco vermelho, indicando por onde o velho tinha passado.

Escrito à mão no meio do Oceano Pacífico uma pequena poesia:

Não construí nada que me possam roubar.
Não há nada que eu possa perder.
Nada que eu possa trocar,
Nada que se possa vender.
Eu que decidi viajar,
Eu que escolhi conhecer,
Nada tenho a deixar
Porque aprendi a viver..

Benjamin Carson – Você pode tudo

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Benjamin Solomon Carson é um neurocirurgião pediátrico, psicólogo, escritor, professor, filantropo e político estadunidense. Filiado ao Partido Republicano, é o atual Secretário de Habitação e Desenvolvimento Urbano dos Estados Unidos.

 

Confusão e pancadaria na Câmara Legislativa encerram fórum sobre Luos

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Uma pancadaria encerrou o fórum de debates sobre a emenda substitutiva ao projeto de Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos), na Câmara Legislativa (CLDF), na tarde desta segunda-feira (26/11). A briga generalizada ocorreu entre parte do público que participava da reunião no auditório da Casa e só acabou após a intervenção da Polícia Legislativa.

A confusão começou após o professor da Universidade de Brasília (UnB) Frederico Flósculo ser retirado do local pelos policiais. Ele gritava ofensas contra o secretário de Gestão do Território e Habitação (Segeth), Thiago de Andrade, e a presidente da Comissão de Assuntos Fundiários (CAF), Telma Rufino (Pros). Após a saída dele, o tumulto cresceu. A votação da Luos foi adiada para o dia 11 de dezembro.

De acordo com testemunhas, o professor de arquitetura e urbanismo da UnB questionou o secretário sobre as mudanças na Luos. Enquanto o representante do Governo do Distrito Federal (GDF) respondia, o docente passou a ofendê-lo.

Flósculo acabou sendo repreendido por Telma Rufino, que passou a ser alvo de outras ofensas e gestos, como o de “algemas”. A presidente da CAF acabou pedindo ao professor para se retirar, mas ele se negou e disse que só sairia com a polícia. Com a chegada dos agentes, o acadêmico abandonou o local em seguida. Então, membros de grupos contrários passaram a se agredir verbalmente e chegaram às vias de fato.

“Lamento o tumulto, pois o processo democrático foi atropelado. O objetivo do fórum era escutar tanto o Executivo quanto a comunidade. Levantar as reivindicações, sanar as dúvidas relevantes. O que quero é que seja atendida a vontade da população, e, se houver grandes dúvidas, o projeto não será votado este ano”, afirmou Telma. A distrital marcará novas datas para as reuniões. Devido à confusão, a votação em plenário foi prorrogada e ficará para a última semana desta legislatura.

Ao Metrópoles, Flósculo admitiu ter dito ao secretário que ele “não era digno de confiança”. Ao ser repreendido pela deputada Telma, o professor teria replicado o comentário a ela.

“O que ela deveria ter feito era uma audiência pública, não um fórum. Eles estão dividindo a cidade toda, inflando ainda mais o número de lotes sem nenhum estudo. Queremos uma auditoria no projeto. Nós falamos sobre alguns problemas, e o secretário disse que eles estavam sanados, e eu disse que ele não era digno de confiança, como a deputada também não é”, afirmou o acadêmico.

Falta segurança
A professora Mônica Veríssimo foi uma das vítimas da briga. Durante a confusão, ela foi agredida e acabou ficando desacordada. Mônica criticou a segurança da Casa pela baixa quantidade de homens no local, mesmo diante do clima tenso.

“Pela manhã, eu já tinha avisado ao presidente [Joe Valle] sobre o clima tenso do fórum. Quando estávamos saindo, um grupo ficou provocando e um professor foi agredido. Foi quando a confusão começou. Não há nenhum controle de segurança na Casa. Se alguém quisesse entrar com uma faca ou com uma arma, entraria facilmente”, criticou Mônica Veríssimo.

Ela foi à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) para registrar um boletim de ocorrência. “Eu fui muito pisoteada, tanto que meu corpo está muito dolorido”, relatou a docente.

 

Empresas portuárias pagaram propina de R$ 6 milhões para Temer, diz PF

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A Polícia Federal afirma que empresas do setor portuário repassaram quase R$ 6 milhões em propina para Michel Temer e mais R$ 17 milhões para o MDB. No inquérito, entregue na terça-feira (16) ao Supremo, a PF indiciou Temer e outras dez pessoas.

O relatório da Polícia Federal afirma que quando Temer assumiu a presidência, uma das primeiras medidas do novo governo foi criar um grupo de trabalho só para cuidar da questão portuária. E isso aconteceu “apenas dois dias depois de ele tomar posse como presidente”.

Segundo a PF, as negociações para a edição do decreto começaram em 2013, quando Temer ainda era vice-presidente. Empresários do grupo Rodrimar, que tem negócios no Porto de Santos, procuraram Michel Temer, que ainda era vice-presidente e o então assessor dele Rodrigo Rocha Loures para “receber tratamento diferenciado nos negócios”.

A Polícia Federal apreendeu fotos que estavam no celular do filho de um diretor da Rodrimar, e que seriam uma possível minuta do decreto dos portos, com comentários e sugestões de alterações. O documento é 2016, um ano antes de Temer assinar o decreto permitindo a prorrogação dos contratos de concessão em até 70 anos.

O relatório destaca um telefonema entre Temer e Loures, poucos dias antes da edição do decreto.

Na ligação, Temer diz: “Aquela coisa de 70 anos para todo mundo parece que está acertando aquilo lá”. Loures interrompe e fala: “Não. Isso equacionou. Isso equacionou”.

Para o delegado, a conversa vai no sentido contrário do que disse o próprio presidente, ao responder um questionário da Polícia Federal, em janeiro. Temer escreveu: “Não acompanhei a tramitação do decreto. Ele surgiu no Ministério dos Transportes”.

A Polícia Federal diz que os empresários procuravam o presidente Temer porque ele tem influência no Porto de Santos há mais de 20 anos, e que há indícios de que Temer participasse deste grupo criminoso desde a sua criação, quando indicou, na década de 90, Marcelo de Azeredo para a presidência da Codesp, a empresa que administra o Porto de Santos.

O inquérito indica que foi nesta época que surgiram os primeiros pagamentos de propinas, e que os “principais valores com indícios de irregularidades foram recebidos pelo coronel João Baptista Lima Filho”.

O coronel Lima já foi assessor de Temer, é amigo dele há mais de 30 anos. Segundo a PF, Lima usava a Argeplan, uma pequena empresa de arquitetura, e outras de fachada, para receber propina. A Argeplan tem 16 funcionários e desde 1998 fechou contratos com empresas do porto, como Libra e Rodrimar.

O delegado afirma que “a pequena estrutura da Argeplan contrasta com o portfólio de clientes”, e que “não parece comportar os contratos milionários firmados”. Diz ainda que “é possível notar que, sempre que Michel Temer ocupou cargos no governo do Estado de São Paulo, os contratos de serviços da Argeplan aumentaram”.

Documentos apreendidos durante a Operação Skala reforçam a ligação do coronel Lima com o Porto de Santos. Fotos de 1997 mostram o coronel, o sócio e as esposas fazendo visitas técnicas a portos europeus, representando a companhia que administra o porto.

A PF concluiu que: “o grupo não possuía vínculo de trabalho com a Companhia Docas de São Paulo nem qualificações técnicas para representar a Codesp em missões oficiais junto a portos estrangeiro”.

No relatório com mais de 800 páginas, o delegado Cleyber Malta Lopes aponta que entre 2000 e 2014, empresas do setor portuário pagaram quase R$ 6 milhões em propina para Michel Temer, e outros R$ 17 milhões para o MDB, partido do presidente.

A PF concluiu que o grupo J&F, dono da Eldorado Celulose, com negócios no Porto de Santos, entregou R$ 1 milhão para o coronel Lima na sede da Argeplan, em 2014. Segundo o relatório, esse dinheiro foi usado na reforma da casa de Maristela Temer, filha do presidente. A obra começou em 2013 e foi até 2015.

Em maio, Maristela prestou depoimento à PF e negou que tivesse contratado a Argeplan ou Maria Rita para fazer a obra. Disse que o pai, o presidente Temer, não pagou a reforma, e que ela usou o próprio dinheiro, R$ 700 mil.

O delegado, no entanto, afirma que a obra custou entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões e que “não há dúvida de que Temer acompanhou a obra”. E cita uma troca de mensagens, em julho de 2014, entre Maria Rita e Maristela. Maria Rita diz: “Olá, Maristela. Te enviei por e-mail os descontos”. E Maristela então pergunta: “Ok. Passo para o papai?”.

https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/10/17/empresas-portuarias-pagaram-propina-de-r-6-milhoes-para-temer-diz-pf.ghtml

“Lula pediu para destruir provas e eu guardei tudo” diz empreiteiro

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Um homem prevenido vale por dois …

Em depoimento à Justiça Federal ontem (9), o empresário Leo Pinheiro (executivo da OAS e amigo de Lula de longa data) reafirmou para a juíza Gabriela Hardt tudo o que já havia relatado para o juiz Sérgio Moro.

Pinheiro contou que teve uma conversa privada com o ex-presidente.

A Lava-Jato já havia iniciado suas operações e o petista o questionou se haviam registros ou documentos que pudessem levar as investigações até as reformas do sítio de Atibaia.

Léo disse que recebeu uma ordem de Lula: “Se tiver algo, destrua”.

Pois bem […] como diz o ditado: Um homem prevenido vale por dois!

O executivo disse que pode provar tudo o que delatou […] ou seja, ele foi precavido, não destruiu nenhuma prova e trancou tudo a sete chaves.

Se esses documentos aparecerem e a versão de Pinheiro for comprovada, Lula poderá se complicar ainda mais.

Carlos Henrique Schroder, diretor da REDE GLOBO, antes de pedir demissão do grupo

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Vídeo atribui a Carlos Henrique Schroder, diretor-geral da emissora. Não é Schroder nas imagens e ele não se demitiu.

O homem que aparece no vídeo não é Carlos Henrique Schroder, mas o jornalista James Akel, QUE DE QUALQUER FORMA SÓ FALOU VERDADES.

Como o leitor pode ver, não há sequer semelhanças entre ambos.

 

o Gramscismo que assola nossa republica

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Gramscismo, o marxismo cultural defendido por Antonio Gramsci nasceu com a crítica aos métodos insurrecionais violentos utilizados na Rússia e que para ele não seriam propícios na Europa Ocidental.

Gramscismo, Gramsci projetou a revolução cultural marxista, afirmando que antes de ocupar o Estado por meios funcionais e legais, seria necessário se infiltrar nos órgãos culturais.

Assim busca-se justamente uma mudança mental, ou seja, do ensino, que naturalmente levará a uma alteração comportamental na sociedade.

Uma vez superada a opinião que essa mesma sociedade tinha a respeito de várias questões, atinge-se o que Gramsci denominava superação do senso comum, que outra coisa não é senão a hegemonia do pensamento.

Fazendo com que as pessoas aceitassem naturalmente os fundamentos impregnados na ideologia e não oferecessem resistências a revolução.

 

Olha o BO que ficou para o Bolsonaro resolver

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Olha o BO que ficou para o Bolsonaro resolver, não sei como tem brasileiro “desinformado” que vota nessa facção criminosa o PT e PSOL.

 

Perdeu e continuou fiel à pátria e ao povo!

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Diferença dos discursos de candidatos ao perder, mas que se importam com o país  e o povo:

Discurso de McCain ao perder para Obama:
Peço a todos os americanos que me apoiaram que se juntem a mim não apenas para parabenizá-lo, mas para oferecer ao nosso próximo presidente nossa boa vontade e nossos esforços mais honestos para encontrar modos de nos unirmos a fim de efetuarmos os compromissos necessários para superar nossas diferenças e ajudar a restaurar nossa prosperidade, defender nossa segurança em um mundo perigoso, e deixar para nossos filhos e netos um país melhor e mais forte do que o que herdamos.

Discurso de Al Gore ao perder para Bush:
Gore disse que muitos dos eleitores democratas devem estar desapontados, e que ele também está. Mas que espera que o amor pelo país supere este desapontamento. O candidato derrotado também se colocou pessoalmente a disposição de Bush, e pediu a todos os americanos que façam o mesmo.
“É hora de se dar conta de que o que nos une é maior do que o que nos separa”.

Discurso de Hillary ao perder para Trump:
Eu parabenizei Trump pela sua vitória e me ofereci para trabalhar com ele em nome do nosso país. Espero que ele seja um bom presidente pra todos os americanos. Eu sei que vocês estão desapontados, porque eu também estou, assim como milhões de americanos. É doloroso. E continuará a ser por algum tempo. Mas Trump será o nosso presidente. E devemos a ele uma mente aberta e uma chance de guiar. A eleição mostrou que os EUA estão mais divididos do que pensávamos. Mas peço que o país dê uma chance para que o próximo presidente governe.

Discurso de Haddad ao perder para Bolsonaro: (esse não tá nem aí pra pátria):
Vamos lutar. Verá que um professor não foge à luta. Nós temos uma nação e nós precisamos defendê-la daqueles que de forma desrespeitosa pretendem usurpar o nosso patrimônio! Nós temos a responsabilidade de fazer uma oposição. Não fiquem com medo, daqui a quatro anos estaremos lutando pelos nossos ideais!

Glória Álvares uma das vozes insurgentes ao populismo de esquerda da América latina.

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Tire 6 minutinhos para entender EXATAMENTE o que se passa aqui na América Latina.

PT opera para dividir a população e obter seu controle.

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Entenda como o regime fascista do PT opera para dividir a população e obter seu controle.

Essa história de que “minorias” não votam em Jair Messias Bolsonaro é uma mentira inventada pela mídia e pela esquerda. Fernando Holiday é negro, gay, sua família é nordestina, e seu voto é justamente pq o candidato que se propõe a tratá-lo como igual, e não criar divisão como o PT.

O FASCISMO é de ESQUERDA

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O FASCISMO – Minha intenção é expor dois pontos principais: (1) Mostrar que a Alemanha Nazista era um estado socialista, e não capitalista. E (2) mostrar por que o socialismo, compreendido como um sistema econômico baseado na propriedade estatal dos meios de produção, necessariamente requer uma ditadura totalitária.

fascista fascismo nazismo

Fascismo – A esquerda é fascista, manipulam para acreditarem o contrário. Seguem a cartilha: “CHAME-OS DAQUILO QUE VOCÊ É, ACUSE-OS DO QUE VOCÊ FAZ. O Nazismo também é regime de esquerda, totalitarista, supremacista e ditatorial.

Os soviéticos que na época não admitiam que os alemães se igualassem a eles no grau de socialismo que se encontravam (comunismo) e passaram a ridicularizar os alemães chamando-os de capitalistas

https://youtu.be/YfFWbF3EPZQ

FASCISMO A caracterização da Alemanha Nazista como um estado socialista foi uma das grandes contribuições de Ludwig von Mises.

Quando nos recordamos de que a palavra “Nazi” era uma abreviatura de “der Nationalsozialistische Deutsche Arbeiters Partei” — Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães —, a caracterização de Mises pode não parecer tão notável. O que se poderia esperar do sistema econômico de um país comandado por um partido com “socialista” no nome além de ser socialista?

Não obstante, além de Mises e seus leitores, praticamente ninguém pensa na Alemanha Nazista como um estado socialista. É muito mais comum se acreditar que ela representou uma forma de capitalismo, aquilo que comunistas e marxistas em geral têm alegado.

A base do argumento de que a Alemanha Nazista era capitalista é o fato de que a maioria das indústrias foi aparentemente deixada em mãos privadas.

O que Mises identificou foi que a propriedade privada dos meios de produção existia apenas nominalmente sob o regime Nazista FASCISMO, e que o verdadeiro conteúdo da propriedade dos meios de produção residia no governo alemão. Pois era o governo alemão e não o proprietário privado nominal quem decidia o que deveria ser produzido, em qual quantidade, por quais métodos, e a quem seria distribuído, bem como quais preços seriam cobrados e quais salários seriam pagos, e quais dividendos ou outras rendas seria permitido ao proprietário privado nominal receber.

A posição do que se alega terem sido proprietários privados era reduzida essencialmente à função de pensionistas do governo, como Mises demonstrou.

A propriedade governamental “de fato” dos meios de produção, como Mises definiu, era uma consequência lógica de princípios coletivistas fundamentais adotados pelos nazistas como o de que o bem comum vem antes do bem privado e de que o indivíduo existe como meio para os fins do estado. Se o indivíduo é um meio para os fins do estado, então, é claro, também o é sua propriedade. Do mesmo modo em que ele pertence ao estado, sua propriedade também pertence.

Mas o que especificamente estabeleceu o socialismo “de fato” na Alemanha Nazista foi a introdução do controle de preços e salários em 1936. Tais controles foram impostos como resposta ao aumento na quantidade de dinheiro na economia praticada pelo regime nazista desde a época da sua chegada ao poder, no início de 1933. O governo nazista aumentou a quantidade de dinheiro no mercado como meio de financiar o vasto aumento nos gastos governamentais devido a seus programas de infraestrutura, subsídios e rearmamento. O controle de preços e salários foi imposto em resposta ao aumento de preços resultante desta inflação.

O efeito causado pela combinação entre inflação e controle de preços foi a escassez, ou seja, a situação na qual a quantidade de bens que as pessoas tentam comprar excede a quantidade disponível para a venda.

As escassezes, por sua vez, resultam em caos econômico. Não se trata apenas da situação em que consumidores que chegam mais cedo estão em posição de adquirir todo o estoque de bens, deixando o consumidor que chega mais tarde sem nada — uma situação a que os governos tipicamente respondem impondo racionamentos. Escassezes resultam em caos por todo o sistema econômico. Elas tornam aleatória a distribuição de suprimentos entre as regiões geográficas, a alocação de um fator de produção dentre seus diferentes produtos, a alocação de trabalho e capital dentre os diferentes ramos do sistema econômico.

Face à combinação de controle de preços e escassezes, o efeito da diminuição na oferta de um item não é, como seria em um mercado livre, o aumento do preço e da lucratividade, operando o fim da diminuição da oferta, ou a reversão da diminuição se esta tiver ido longe demais. O controle de preços proíbe o aumento do preço e da lucratividade. Ao mesmo tempo, as escassezes causadas pelo controle de preços impedem que aumentos na oferta reduzam o preço e a lucratividade de um bem. Quando há uma escassez, o efeito de um aumento na oferta é apenas a redução da severidade desta escassez. Apenas quando a escassez é totalmente eliminada é que um aumento na oferta necessita de uma diminuição no preço, trazendo consigo uma diminuição na lucratividade.

Como resultado, a combinação de controle de preços e escassezes torna possíveis movimentos aleatórios de oferta sem qualquer efeito no preço ou na lucratividade. Nesta situação, a produção de bens dos mais triviais e desimportantes, como bichinhos de pelúcia, pode ser expandida à custa da produção dos bens importantes e necessários, como medicamentos, sem efeito sobre o preço ou lucratividade de nenhum dos bens. O controle de preços impediria que a produção de remédios se tornasse mais lucrativa, conforme a sua oferta fosse diminuindo, enquanto a escassez mesmo de bichinhos de pelúcia impediria que sua produção se tornasse menos lucrativa conforme sua oferta fosse aumentando.

Como Mises demonstrou,  para lidar com os efeitos indesejados decorrentes do controle de preços, o governo deve abolir o controle de preços ou ampliar tais medidas, precisamente, o controle sobre o que é produzido, em qual quantidade, por meio de quais métodos, e a quem é distribuído, ao qual me referi anteriormente. A combinação de controle de preços com estas medidas ampliadas constituem a socialização “de fato” do sistema econômico. Pois significa que o governo exerce todos os poderes substantivos de propriedade.

FASCISMO Este foi o socialismo instituído pelos nazistas. Mises o chama de modelo alemão ou nazista de socialismo, em contraste ao mais óbvio socialismo dos soviéticos, ao qual ele chama de modelo russo ou bolchevique de socialismo.

O socialismo, é claro, não acaba com o caos causado pela destruição do sistema de preços. Ele apenas perpetua esse caos. E se introduzido sem a existência prévia de controle de preços, seu efeito é inaugurar este mesmo caos. Isto porque o socialismo não é um sistema econômico verdadeiramente positivo. É meramente a negação do capitalismo e seu sistema de preços. E como tal, a natureza essencial do socialismo é a mesma do caos econômico resultante da destruição do sistema de preços por meio do controle de preços e salários.

(Quero demonstrar que a imposição de cotas de produção no estilo bolchevique de socialismo, com a presença de incentivos por todos os lados para que estas sejam excedidas, é uma fórmula certa para a escassez universal da mesma forma como ocorre quando se controla preços e salários.)

No máximo, o socialismo meramente muda a direção do caos. O controle do governo sobre a produção pode tornar possível uma maior produção de alguns bens de especial importância para si mesmo, mas faz isso à custa de uma devastação de todo o resto do sistema econômico. Isto porque o governo não tem como saber dos efeitos no resto do sistema econômico da sua garantia da produção dos bens aos quais atribui especial importância.

Os requisitos para a manutenção do sistema de controle de preços e salários trazem à luz a natureza totalitária do socialismo — mais obviamente, é claro, na variante alemã ou nazista de socialismo, mas também no estilo soviético.

Podemos começar com o fato de que o autointeresse financeiro dos vendedores operando sob o controle de preços seja de contornar tais controles e aumentar seus preços. Compradores, antes impossibilitados de obter os bens, estão dispostos a — na verdade, ansiosos para — pagar estes preços mais altos como meio de garantir os bens por eles desejados. Nestas circunstâncias, o que pode impedir o aumento dos preços e o desenvolvimento de um imenso mercado negro?

A resposta é a combinação de penas severas com uma grande probabilidade de ser pego e, então, realmente punido. É provável que meras multas não gerem a dissuasão necessária. Elas serão tidas como simplesmente um custo adicional. Se o governo deseja realmente fazer valer o controle de preços, é necessário que imponha penalidades comparadas àquelas dos piores crimes.

Mas a mera existência de tais penas não é o bastante. O governo deve tornar realmente perigosa a condução de transações no mercado negro. Deve fazer com que as pessoas temam que agindo desta forma possam, de alguma maneira, ser descobertas pela polícia, acabando na cadeia. Para criar tal temor, o governo deve criar um exército de espiões e informantes secretos. Por exemplo, o governo deve fazer com que o dono da loja e o seu cliente tenham medo de que, caso venham a se engajar em uma transação no mercado negro, algum outro cliente na loja vá lhe informar.

Devido à privacidade e sigilo em que muitas transações no mercado negro ocorrem, o governo deve ainda fazer com que qualquer participante de tais transações tenha medo de que a outra parte possa ser um agente da polícia tentando apanhá-lo. O governo deve fazer com que as pessoas temam até mesmo seus parceiros de longa data, amigos e parentes, pois até eles podem ser informantes.

E, finalmente, para obter condenações, o governo deve colocar a decisão sobre a inocência ou culpa em casos de transações no mercado negro nas mãos de um tribunal administrativo ou seus agentes de polícia presentes. Não pode contar com julgamentos por júris, devido à dificuldade de se encontrar número suficiente de jurados dispostos a condenar a vários anos de cadeia um homem cujo crime foi vender alguns quilos de carne ou um par de sapatos acima do preço máximo fixado.

Em suma, a partir daí o requisito apenas para a aplicação das regulamentações de controle de preços é a adoção de características essenciais de um estado totalitário, nominalmente o estabelecimento de uma categoria de “crimes econômicos”, em que a pacífica busca pelo autointeresse material é tratada como uma ofensa criminosa grave. Para tanto é necessário o estabelecimento de um aparato policial totalitário, repleto de espiões e informantes, com o poder de prisões arbitrárias.

Claramente, a imposição e a fiscalização do controle de preços requerem um governo similar à Alemanha de Hitler ou à Rússia de Stalin, no qual praticamente qualquer pessoa pode ser um espião da polícia e no qual uma polícia secreta existe e tem o poder de prender pessoas. Se o governo não está disposto a ir tão longe, então, nesta medida, o controle de preços se prova inaplicável e simplesmente entra em colapso. Nesse caso, o mercado negro assume maiores proporções.

(Observação: não estou sugerindo que o controle de preços foi a causa do reino de terror instituído pelos nazistas. Estes iniciaram seu reino de terror bem antes da decretação do controle de preços. Como resultado, o controle de preços foi decretado em um ambiente feito para a sua aplicação.)

As atividades do mercado negro exigem o cometimento de outros crimes. Sob o socialismo “de fato”, a produção e a venda de bens no mercado negro exige o desafio às regulamentações governamentais no que diz respeito à produção e à distribuição, bem como o desafio ao controle de preços. Por exemplo, o governo pretende que os bens que são vendidos no mercado negro sejam distribuídos de acordo com seu planejamento, e não de acordo com o do mercado negro. O governo pretende, igualmente, que os fatores de produção usados para se produzir aqueles bens sejam utilizados de acordo com o seu planejamento, e não com o propósito de suprir o mercado negro.

Sobre um sistema socialista “de direito”, como o que existia na Rússia soviética, no qual o ordenamento jurídico do país aberta e explicitamente tornava o governo o proprietário dos meios de produção, toda a atividade do mercado negro, necessariamente, exige a apropriação indébita ou o roubo da propriedade estatal. Por exemplo, considerava-se que os trabalhadores e gerentes de fábricas na Rússia soviética que tiravam produtos destas para vender no mercado negro estavam roubando matéria-prima fornecida pelo estado.

Além disso, em qualquer tipo de estado socialista — nazista ou comunista —, o plano econômico do governo é parte da lei suprema do país. Temos uma boa ideia de quão caótico é o chamado processo de planejamento do socialismo. O distúrbio adicional causado pelo desvio, para o mercado negro, de suprimentos de produção e outros bens é algo que o estado socialista toma como um ato de sabotagem ao planejamento econômico nacional. E sabotagem é como o ordenamento jurídico dos estados socialistas se refere a isto. Em concordância com este fato, atividades de mercado negro são, com frequência, punidas com pena de morte.

Um fato fundamental que explica o reino de terror generalizado encontrado sob o socialismo é o incrível dilema em que o estado socialista se coloca em relação à massa de seus cidadãos. Por um lado, o estado assume total responsabilidade pelo bem-estar econômico individual. O estilo de socialismo russo ou bolchevique declara abertamente esta responsabilidade — esta é a fonte principal do seu apelo popular. Por outro lado, o estado socialista desempenha essa função de maneira desastrosa, tornando a vida do indivíduo um pesadelo.

Todos os dias de sua vida, o cidadão de um estado socialista tem de perder tempo em infindáveis filas de espera. Para ele, os problemas enfrentados pelos americanos com a escassez de gasolina nos anos 1970 são normais; só que ele não enfrenta este problema em relação à gasolina — pois ele não tem um carro e nem a esperança de ter — mas sim em relação a itens de vestuários, verduras, frutas, e até mesmo pão.

Pior ainda: ele é forçado a trabalhar em um emprego que não foi por ele escolhido e que, por isso, deve odiar. (Já que sob escassezes, o governo acaba por decidir a alocação de trabalho da mesma maneira que faz com a alocação de fatores de produção materiais.) E ele vive em uma situação de inacreditável superlotação, com quase nenhuma chance de privacidade. Frente à escassez habitacional, pessoas estranhas são designados pelo governo a morarem juntas; famílias são obrigadas a compartilhar apartamentos. Um sistema de passaportes e vistos internos é adotado a fim de limitar a severidade da escassez habitacional em áreas mais desejáveis do país. Expondo suavemente, uma pessoa forçada a viver em tais condições deve ferver de ressentimento e hostilidade.

Contra quem seria lógico que os cidadãos de um estado socialista dirigissem seu ressentimento e hostilidade se não o próprio estado socialista? Contra o mesmo estado socialista que proclamou sua responsabilidade pela vida deles, prometeu uma vida de bênção, e que é responsável por proporcionar-lhes uma vida de inferno. De fato, os dirigentes de um estado socialista vivem um dilema no qual diariamente encorajam o povo a acreditar que o socialismo é um sistema perfeito em que maus resultados só podem ser fruto do trabalho de pessoas más. Se isso fosse verdade, quem poderiam ser estas pessoas más senão os próprios líderes, que não apenas tornaram a vida um inferno, mas perverteram a este ponto um sistema supostamente perfeito?

A isso se segue que os dirigentes de um estado socialista devem temer seu povo. Pela lógica das suas ações e ensinamentos, o fervilhante e borbulhante ressentimento do povo deveria jorrar e engoli-los numa orgia de vingança sangrenta. Os dirigentes sentem isso, ainda que não admitam abertamente; e, portanto, a sua maior preocupação é sempre manter fechada a tampa da cidadania.

Consequentemente, é correto, mas bastante inadequado, dizer apenas que “o socialismo carece de liberdade de imprensa e expressão.” Carece, é claro, destas liberdades. Se o governo é dono de todos os jornais e gráficas, se ele decide para quais propósitos a prensa e o papel devem ser disponibilizados, então obviamente nada que o governo não desejar poderá ser impresso. Se a ele pertencem todos os salões de assembléias e encontros, nenhum pronunciamento público ou palestra que o governo não queira não poderá ser feita. Mas o socialismo vai muito além da mera falta de liberdade de imprensa e de expressão.

FASCISMO Um governo socialista aniquila totalmente estas liberdades. Transforma a imprensa e todo foro público em veículos de propaganda histérica em prol de si mesmo, e pratica cruéis perseguições a todo aquele que ouse desviar-se uma polegada da linha do partido oficial.

A razão para isto é o medo que o dirigente socialista tem do povo. Para se proteger, eles devem ordenar que o ministério da propaganda e a polícia secreta façam de tudo para reverter este medo. O primeiro deve tentar desviar constantemente a atenção do povo quanto à responsabilidade do socialismo, e dos dirigentes socialistas, em relação à miséria do povo. O outro deve desestimular e silenciar qualquer pessoa que possa, mesmo que remotamente, sugerir a responsabilidade do socialismo ou de seus dirigentes em relação à miséria do povo — ou seja, deve desestimular qualquer um que comece a mostrar sinais de estar pensando por si mesmo.

É por causa do terror dos dirigentes, e da sua necessidade desesperada de encontrar bodes-expiatórios para as falhas do socialismo, que a imprensa de um país socialista está sempre cheia de histórias sobre conspirações e sabotagens estrangeiras, e sobre corrupção e mau gerenciamento da parte de oficiais subordinados, e por que, periodicamente, é necessário desmascarar conspirações domésticas e sacrificar oficiais superiores e facções inteiras do partido em gigantescos expurgos.

E é por causa do seu terror, e da sua necessidade desesperada de esmagar qualquer suspiro de oposição em potencial, que os dirigentes do socialismo não ousam permitir nem mesmo atividades puramente culturais que não estejam sob o controle do estado. Pois se o povo se reúne para uma amostra de arte ou um sarau de literário que não seja controlado pelo estado, os dirigentes devem temer a disseminação de idéias perigosas. Quaisquer idéias não-autorizadas são idéias perigosas, pois podem levar o povo a pensar por si mesmo e, a partir daí, começar a pensar sobre a natureza do socialismo e de seus dirigentes. Estes devem temer a reunião espontânea de qualquer punhado de pessoas em uma sala, e usar a polícia secreta e seu aparato de espiões, informantes, e mesmo o terror para impedir tais encontros ou ter certeza de que seu conteúdo é inteiramente inofensivo do ponto de vista do estado.

O socialismo não pode ser mantido por muito tempo, exceto por meio do terror. Assim que o terror é relaxado, ressentimento e hostilidade logicamente começam a jorrar contra seus dirigentes. O palco está montado, então, para uma revolução ou uma guerra civil. De fato, na ausência de terror, ou, mais corretamente, de um grau suficiente de terror, o socialismo seria caracterizado por uma infindável série de revoluções e guerras civis, conforme cada novo grupo dirigente se mostrasse tão incapaz de fazer o socialismo funcionar quanto foram seus predecessores.

A inescapável conclusão a ser traçada é a de que o terror experimentado nos países socialistas não foi simplesmente culpa de homens maus, como Stalin, mas sim algo que brota da natureza do sistema socialista. Stalin vem à frente porque sua incomum perspicácia e disposição ao uso do terror foram as características específicas mais necessárias para um líder socialista se manter no poder. Ele ascendeu ao topo por meio de um processo de seleção natural socialista: a seleção do pior.

Por fim, é necessário antecipar um possível mal-entendido em relação à minha tese de que o socialismo é totalitário por natureza. Diz respeito aos países supostamente socialistas dirigidos por social-democratas, como a Suécia e outros países escandinavos, que claramente não são ditaduras totalitárias.

Neste caso, é necessário que se entenda que não sendo estes países totalitários, não são também socialistas. Os partidos que os governam podem até sustentar o socialismo como sua filosofia e seu fim último, mas socialismo não é o que eles implementaram como seu sistema econômico. Na verdade, o sistema econômico vigente em tais países é a economia de mercado obstruída, como Mises definiu. Ainda que seja mais obstruído do que o nosso em aspectos importantes, seu sistema econômico é essencialmente similar ao nosso, no qual a força motora característica da produção e da atividade econômica não é o governo, mas sim a iniciativa privada motivada pela perspectiva de lucro.

A razão pela qual social-democratas não estabelecem o socialismo quando estão no poder, é que eles não estão dispostos a fazer o que seria necessário. O estabelecimento do socialismo como um sistema econômico requer um ato maciço de roubo — os meios de produção devem ser expropriados de seus donos e tomados pelo estado. É virtualmente certo que tais expropriações provoquem grande resistência por parte dos proprietários, resistência que só pode ser vencida pelo uso de força bruta.

Os comunistas estavam e estão dispostos a usar esta força, como evidenciado na União Soviética. Seu caráter é o dos ladrões armados preparados para matar caso isso seja necessário para dar cabo dos seus planos. O caráter dos social-democratas, em contraste, é mais próximo ao dos batedores de carteira: eles podem até falar em coisas grandiosas, mas não estão dispostos a praticar a matança que seria necessária; e desistem ao menor sinal de resistência séria.

Já os nazistas, em geral não tiveram que matar para expropriar a propriedade dos alemães, fora os judeus. Isto porque, como vimos, eles estabeleceram o socialismo discretamente, por meio do controle de preços, que serviu para manter a aparência de propriedade privada. Os proprietários eram, então, privados da sua propriedade sem saber e, portanto, sem sentir a necessidade de defendê-la pela força.

Creio ter demonstrado que o socialismo — o socialismo de verdade — é totalitário pela sua própria natureza. FASCISMO

Socialismo leva à pobreza extrema.

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O socialismo resulta em menos investimentos, menos poupança e um padrão de vida menor.

Resulta em escassez, ineficiências e desperdícios assombrosos.

Resulta na utilização excessiva dos fatores de produção — até o ponto em que eles se tornam completamente dilapidados e vandalizados.

Leva à redução da qualidade dos bens e serviços disponíveis ao consumidor.

Leva à politização da sociedade.

Dificilmente pode existir algo pior para a produção de riqueza.

Tudo isso é receita certa para o empobrecimento de qualquer sociedade.

REDE Globo – Este arquivo dos anos 80 foi enterrado

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REDE Globo – Este arquivo dos anos 80 foi enterrado pela Globo, a qual conseguiu manter assim por determinação do PT. Porém, havia uma cópia “secreta” que agora merece ser divulgada!

REDE Globo Ouçam até o fim, não é Fake.

É a pura verdade que foi guardada a sete chaves pelos corruptos da verdadeira organização criminosa .

Quando você perceber…

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“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.” Ayn Rand

Não vai ter Intervenção Militar

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Não vai ter Intervenção Militar, é o que temos! E outra coisa, já estou de saco cheio de análises de “liberais” que dizem ter medo do Bolsonaro porque ele é radical.

Radical por quê??? Porque quer colocar bandido na cadeia e fazê-los trabalhar para pagarem suas despesas??
Radical por que é contra o aborto e ideologia de gênero??
Radical por que quer que as crianças aprendam o que devem aprender nas escolas e não sejam doutrinadas?
Radical por que assume que é católico, cristão e coloca Deus acima de todos???
Radical por que é contra o desarmamento e defende que as pessoas possam ter armas (se quiserem) para defender suas famílias?
Radical por que quer que índios e quilombolas trabalhem e não vivam às custas do estado?
Radical por que quer defender nossos minérios de Ongs internacionais que exploram os índios e os vendem no mercado negro??
Radical por que admite que tem coisas que não sabe e tem a humildade em reconhecer e procura pessoas certas para o ensinar?
Que raios vocês querem mais???

Uma Marina Silva eterna petista que só aparece como um fantasma de 4 em 4 anos, casada com o maior contrabandista de mogno do país. Uma abortista e demagoga???

Um Ciro Gomes, coronel do Ceará, esquerdista, lacaio de Lula e apoiado pelo Partido Comunista Chinês??

Um tal de Amôedo DONO do partido Novo (PSDB disfarçado, assim como PSOL é o PT), presidente vitalício que se diz liberal, mas só usa palavras esquerdistas como empoderamento???

Um Alckmin, falso opositor do PT, tucano ??? E lembrando que o PSDB é de esquerda e parceiro irmão do PT.

Um Álvaro Dias, esquerdista padrinho do Fachin¹³ do MST e da poligamia que está nesse lixo chamado STF???

Francamente, estou realmente de saco cheio de vocês. Provem que o Bolsonaro é corrupto, coisa que não conseguem fazer. De minha parte quero um Presidente honesto, já está de bom tamanho só para começar a limpar a sujeira que a esquerda fez nesses mais de 30 anos…

“você nem sempre é quem você pensa que sempre será, nada dura para sempre”

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O ator Arnold Schwarzenegger publicou uma foto de si mesmo dormindo na rua sob sua famosa estátua de bronze e, tristemente, escreveu “como os tempos mudaram” …
A razão pela qual ele escreveu a frase não era só porque ele envelheceu, mas porque quando ele era governador da Califórnia, inaugurou um hotel com sua estátua. A equipe do hotel disse a Arnold: “a qualquer instante você pode vir, porque tem um quarto reservado para você”.

Arnold então, deixou de ser governador da Califórnia e, quando foi ao hotel em uma oportunidade, a administração se recusou a dar-lhe um quarto argumentando que ele deveria pagar por isso, pois eles estavam em grande demanda. Ele trouxe um saco de dormir e ficou debaixo da estátua e explicou o que queria transmitir: “Quando eu estava em uma posição importante, eles sempre me elogiaram, e quando sai dessa posição, eles se esqueceram de mim e não cumpriram sua promessa. Não confie em sua posição ou na quantidade de dinheiro que você possui. Nem seu poder, nem sua inteligência vão durar para sempre”.
Procurando mostrar a todos que quando você é “Importante” aos olhos das pessoas, todos são seus “Amigos”. Mas uma vez que você não beneficia os interesses, você não importará mais.
“você nem sempre é quem você pensa que sempre será, nada dura para sempre”.

Suíça: O país com a população mais bem armada do mundo.

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“A única coisa que pode impedir um homem mau com uma arma é um homem bom com uma arma.”

A Suíça é um exemplo de desenvolvimento. Seus moradores alcançaram um nível de inteligência política e social tão grande que o país foi transformado em uma sociedade utópica do ponto de vista do resto do Mundo.

A população da Suíça é a mais bem armada do Mundo. O Governo incentiva o armamento e é obrigatório que cada homem tenha um fuzil em sua casa. Ao mesmo tempo o número de mortes por armas de fogos são tão pequenos que não é possível nem fazer estatísticas sobre o assunto.

A Suíça acredita que ser um país neutro não é desculpa para não se armar. As forças armadas suíças possuem armamentos extremamente sofisticados e o treinamento militar de 6 meses é obrigatório para todo homem do país. O Governo e a população da Suíça acreditam que um povo armado é um povo realmente livre e capaz de defender a sua casa, o seu país e a democracia.

A pergunta que se faz é: Será que um dia o povo brasileiro alcançará o nível de desenvolvimento e maturidade do povo suíço? Eu particularmente acho difícil, o desenvolvimento da Suíça é fruto de anos e anos de investimentos altos em uma educação de ponta da primeira série até a pós graduação.