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General Mourão comemora 31 de Março de 1964 #31deMarçopertenceàHistória

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General Mourão
#31deMarçopertenceàHistória

General Mourão, comemorou na manhã desta terça-feira (31/3), no perfil dele no Twitter, a intervenção militar de 64, evento histórico ocorrido em 31 de março daquele ano.

O líder militar e segundo nome mais poderoso do país lembrou que as Forças Armadas atenderam a população 56 anos atrás e destacou em forma de hashtag que “31 de março pertence à história“.

“Há 56 anos, as FA intervieram na política nacional para enfrentar a desordem, subversão e corrupção que abalavam as instituições e assustavam a população. Com a eleição do General Castello Branco, iniciaram-se as reformas que desenvolveram o Brasil. #31deMarçopertenceàHistória“, tuitou o General.

 

 

General Villas Boas defende Bolsonaro e a democracia

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General Villas Boas

General Villas Boas, postou um recado nesta segunda-feira (30/3), defendendo a democracia, alertando às consequências econômicas da paralisação das atividades comerciais e elogiando o Presidente da República, Jair Bolsonaro.

“Nosso país vive um momento especial muito grave. Tenho visto com preocupação que muitos dos protagonistas não entenderam que uma crise exige sinergia, integração e esforços e a compatibilização de visões de curto e longo prazo.

Precisamos entender que ações extremadas podem acarretar consequências imprevisíveis.

Temos, num passado não muito remoto, um evento do qual se pode extrair lições úteis sobre as consequências de paralisação de serviços essenciais, a greve dos caminhoneiros.

Visões e ações extremadas, nesse momento, poderão acarretar um preço elevado a ser pago pelos desassistidos e os que vivem na informalidade.

Aprendi que a virtude está no centro, portanto, é necessária uma visão que tenha como foco a compatibilização de todas as abordagens, as técnicas e as sociais.

Conheço o presidente e sei que ele não tem outra motivação que não o bem estar do povo e o futuro do país.

Pode-se discordar do Presidente, mas sua postura revela coragem e perseverança em suas convicções.

Um líder deve agir em função do que as pessoas necessitam, acima do que elas querem.“, tuitou o General.

Bolsonaro: “Não fui passear, fui ver o povo”.

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Bolsonaro

Bolsonaro: “Não fui passear, fui ver o povo”, disse Jair Bolsonaro nesta segunda-feira (30) após ser criticado pela imprensa por sair às ruas neste fim de semana em Brasília e defender a abertura do comércio.

Na manhã deste domingo (29), o presidente saiu ruas de cidades satélites de Brasília e passou por locais como posto de gasolina, padaria, além de gravar vídeo com feirantes nas cidades de Taguatinga e Ceilândia.

Os Jornalistas, quem diria, comemoram a “Censura” .. É os fim dos tempos. Não sei se vocês sabem, só estão livres para trabalhar e circular nas ruas, porque Bolsonaro os classificou como essenciais através de decreto. 

No Twitter, Bolsonaro publicou dois vídeos em que aparece conversando com os trabalhadores informais, posteriormente apagados por supostamente “descumprir” diretrizes da rede social.

No lugar das publicações, aparece a mensagem: “Este tweet não está mais disponível porque violou as regras do Twitter”.

Em nota, o Twitter disse que anunciou recentemente em todo o mundo a expansão de suas regras para abranger conteúdos que forem eventualmente “contra informações de saúde pública orientadas por fontes oficiais e possam colocar as pessoas em maior risco de transmitir COVID-19”.

“Folha de S. Paulo, não fui passear não. Uma imprensa que não tem caráter, podia agir de outra maneira. Fui ver o povo, vocês estão todos amontoados também”, declarou Bolsonaro.

“Parece que o problema é o presidente. É que o presidente tem responsabilidade e tem que decidir. Não é apenas a questão de vida. É a economia também, do emprego. Se o emprego continuar sendo destruído da forma que está sendo, mortes virão por outros motivos. Depressão, suicídio, questões psiquiátricas”, acrescentou.

Mas o Doria pode né? Imprensa e Folha hipócrita.  

https://www.youtube.com/watch?v=g5fcvSJdPFM

 

São Paulo rompe isolamento para vaiar Doria e Rede Globo (vídeo)

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São Paulo – “O tiro saiu pela culatra”. Assim podemos definir a situação de João Doria Junior perante a população paulista. Sua carreira política parece estar vivendo os seus momentos derradeiros, de total declínio. Será difícil uma recuperação.

O rótulo de ‘traidor’ impregnou no governador de São Paulo.
Neste sábado (28), uma multidão se reuniu próximo a sede da Rede Globo para vaiar e
xingar o governador e a emissora.

 

 

Paulo Guedes garante R$ 700 bilhões para enfrentar coronavírus

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Paulo Guedes

Paulo Guedes: “Jair Bolsonaro determinou que não vão faltar recursos para defender as vidas, a saúde e os empregos dos brasileiros. Nenhum brasileiro vai ficar para trás. Nós vamos cuidar de todos e começamos justamente protegendo os mais vulneráveis”.

As ações da área econômica para reduzir os danos provocados pela crise do coronavírus totalizam R$ 700 bilhões, entre antecipações de recursos, liberação de linhas de crédito e aumento de gastos públicos, disse hoje (27) o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Em vídeo postado nas redes sociais do ministério, ele declarou que apenas a medida de renda básica para os trabalhadores autônomos, aprovada ontem (26) pela Câmara dos Deputados, resultará em gastos de R$ 45 bilhões nos próximos três meses.

Nas contas do ministro Paulo Guedes, a liberação do Bolsa Família para 1,2 milhão de famílias e as antecipações do décimo terceiro salário para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), somadas à ajuda aos autônomos, garantirá praticamente R$ 100 bilhões em proteção para a população mais desprotegida.

O ministro citou ainda a liberação de R$ 200 bilhões de compulsório (dinheiro que os bancos são obrigados a deixar depositados no Banco Central), de R$ 100 bilhões da Caixa Econômica Federal e de R$ 50 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ele mencionou a ajuda de R$ 88 bilhões para estados e municípios, anunciada no início da semana.

Segundo Paulo Guedes, se forem somadas as medidas listadas, que somam R$ 538 bilhões, mais as ações a serem anunciadas em breve, a ajuda chegará a R$ 700 bilhões nos próximos três meses. O ministro não especificou o quanto desse total corresponde a recursos novos, decorrente de aumento de gastos públicos, e o quanto decorre de antecipação de benefícios ou do adiamento de pagamento de tributos, mas disse que o dinheiro ajudará o Brasil a enfrentar o que chamou de “primeira onda”, caracterizada pela pressão sobre o sistema de saúde.

“Nos próximos, três, quatro meses, esses R$ 700 bilhões vão entrar na economia brasileira para nos proteger contra esse choque da saúde que está se abatendo sobre o povo brasileiro”, destacou.

Proteção do emprego
Numa primeira versão do vídeo, o ministro Paulo Guedes tinha explicado como funcionaria a complementação de salário proposta pelo governo para evitar demissões em massa. Inicialmente, o ministro tinha informado que a empresa pagaria 50% do salário do trabalhador, com o governo completando 25%. Para setores mais afetados, cujas receitas tendam a cair a zero durante o estado de calamidade pública, o governo aumentaria a complementação para 33%. Em nenhum dos casos, o trabalhador afastado temporariamente continuaria a receber 100% do salário.

Posteriormente, o ministério subiu uma nova versão do vídeo, sem as explicações de Paulo Guedes sobre a suspensão do contrato de trabalho. A assessoria do Ministério da Economia explicou que a proposta foi atualizada para aumentar a renda do trabalhador dispensado temporariamente.

Segundo a assessoria da pasta, o patrão de empresas que tiverem de interromper ou reduzir as atividades cortará parte do salário do trabalhador, com o governo complementando um percentual do seguro-desemprego a que a pessoa teria direito equivalente ao percentual de corte sofrido. Dessa forma, caso o empresário corte o salário em 50%, o governo entraria com 50% do seguro-desemprego. Se o empresário cortar 25% do pagamento, o governo complementa 25%.

Produção
Além do choque sobre o sistema de saúde, Paulo Guedes citou uma segunda ameaça sobre a economia brasileira: o colapso do abastecimento provocado por eventuais interrupções de atividades essenciais. O ministro disse que o isolamento social é necessário para enfrentar a pandemia, mas advertiu que a população pode encontrar dificuldades em gastar a ajuda recebida caso a atividade econômica esteja desorganizada.

“Se nós não nos lembrarmos de que temos que continuar resistindo com a nossa produção econômica também, nós vamos ter aquele fenômeno onde todo mundo está com os recursos, mas as prateleiras estão vazias porque nós deixamos a organização da economia brasileira entrar em colapso. Então, o alerta do presidente é o seguinte. Sim, vamos cuidar da saúde, mas não podemos esquecer que, ali na frente, nós temos o desafio de continuar produzindo”, declarou.

Entre as atividades consideradas essenciais pelo ministro estão a saúde, a produção rural e o transporte de cargas, principalmente por caminhoneiros. Ele encerrou o discurso com uma mensagem positiva e se disse confiante de que o Brasil se unirá para superar tanto a pandemia do novo coronavírus como os impactos econômicos provocados pela crise.

“Bolsonaro, o Congresso brasileiro, o povo brasileiro, os empresários brasileiros que não vão deixar a produção ser desorganizada, os caminhoneiros que vão fazer o transporte, os produtores rurais que vão garantir o abastecimento. É o Brasil acima de tudo e o Brasil vai atravessar as duas ondas. Nós vamos furar as duas ondas e vamos sair mais fortes e unidos do lado de lá”, concluiu Paulo Guedes.

O ministro Paulo Guedes gravou o vídeo de sua residência, no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro. Desde o dia 20, Guedes despacha de casa, em trabalho remoto. Ele promove reuniões com o presidente Bolsonaro, com representantes do setor privado e com membros de sua equipe por meio de videoconferências. Ontem, o ministro informou que seu teste para o coronavírus deu negativo e que está em quarentena por precaução. (Agência Brasil)

Sem dinheiro e demitido: Bolsonaro estava certo

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Bolsonaro

As empresas aguardavam as medidas do governo para decidirem o que fazer, Bolsonaro tentou, mas ao lançar uma medida que aliviaria os empresários dos encargos trabalhistas por 4 meses e asseguraria os postos de emprego, foi interpretado pela lupa da oposição que convenceu muitos apoiadores do governo de que o presidente escolheu demitir milhões de pessoas por pura maldade…

Resultado: Jair recuou pela pressão dos “ALIADOS” (ou seriam alienados), bem, o que importa é que não foi a oposição quem fez Bolsonaro recuar nessa medida, foi a base!

Na sequência, haja vista que não houve alívio aos empregadores, aconteceu o óbvio: Demissões em massa e é só o começo, o pior está por vir… Mas o que está feito, está feito!

No segundo round vimos um discurso de Jair Bolsonaro que foi tão agressivo aos ouvidos da base que estremeceu o Palácio, afinal, o que eles queriam ouvir era: “fiquem em casa que eu sustento todo mundo! Todos os serviços serão mantidos e de alguma forma eu não vou deixar faltar comida para quando forem ao supermercado!’

Mas o discurso foi repleto de verdades difíceis de engolir: É uma peste chinesa, é de fácil
contágio mas mata menos do que outras pestes que já passamos, está sendo usada
politicamente para derrubar a economia e os mais fortes têm a obrigação de proteger e
sustentar os mais frágeis, trabalhem dobrado!

O sangue subiu aos olhos de quem ouviu o que não queria e acabaram criando um espaço privilegiado para um aborto político.

Mas o que estamos vendo agora?

Os governadores que montaram a resistência começam a dizer “veja bem, quem sabe
seria interessante aos empresários voltarmos a trabalhar” e a massa que gritou contra o
discurso duramente realista de Jair Bolsonaro, fez as contas e percebeu que o dinheiro está acabando, precisa realmente voltar à ativa…

Os casos do “corona vip” que atacou os famosos de todos os gêneros e idades comprovam que está todo mundo vivo, de Davi Alcolumbre, obeso, possivelmente hipertenso, com 40 e poucos anos, à General Heleno, que passou dos 70, passando por Preta Gil e outros famosos, TODOS BEM!

General Heleno vence o Coronavírus e volta ao trabalho

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General Heleno

General Heleno em menos de uma semana, desde que anunciou que estava infectado com coronavirus, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), já está curado da doença e voltou ao trabalho.

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, afirmou que está sem quaisquer sintoma causado pelo coronavírus.

Atualmente o general está com 72 anos e na teoria faria parte do grupo de risco da doença.

Na quarta-feira, 25, Heleno foi liberado pelos médicos e, segundo informações, saiu sozinho de casa por volta das 9 horas da manhã, dirigindo o próprio carro em direção ao Palácio do Planalto para participar de compromissos do Executivo.

A previsão inicial era que somente na quinta o general seria submetido a exames para receber alta, entretanto, devido sua rápida recuperação, foi liberado hoje mesmo.

O ministro estava na comitiva que viajou aos Estados Unidos junto com o presidente da República, Jair Bolsonaro, e desde que descobriu a infecção pelo Covid-19 – dia 18 de março, permaneceu em isolamento domiciliar.

Nas redes sociais apoiadores comemoraram o fato e classificaram Heleno como “raiz”, termo utilizado para descrever uma pessoa de origens fortes.

Globo leva invertida AO VIVO, de médico infectologista famoso

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Globo segue na sua insana sanha de tentar impor narrativas na escalada insaciável para tentar derrubar o governo escolhido pelo povo em 2018.

O corte nas verbas publicitárias, verdadeira fortuna que sempre jorrou abundantemente nos cofres emissora, tem sido a mola propulsora de sua incontrolável ira.

Entretanto, nessa caminhada cega, a Globo inviavelmente é desmentida dentro de seus próprios estúdios.

E isso tem colaborado decisivamente para que perca o maior patrimônio de um veículo de comunicação: a credibilidade.

Desta feita, foi a vez do renomado médico infectologista Marcelo Burattini desmoralizar a narrativa global. Ao vivo. Vergonhoso e desmoralizante para a toda poderosa emissora. Veja o vídeo:

 

Doria mente e é detonado por Bolsonaro

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Doria

Doria se vitimiza: “Estou sofrendo um ataque descontrolado”, mas é desmentido pela própria conduta (veja o vídeo)

Doria, tenta se vitimizar, dizendo que sofreu um ‘ataque descontrolado’ do Bolsonaro.
“Levamos as solicitações do Governo de São Paulo e nosso posicionamento sobre a forma como a crise deve ser enfrentada. Recebi como resposta um ataque descontrolado do Presidente!”

Doria mentiu. Na realidade ele atacou o presidente e recebeu o imediato revide. Para tanto, o governador de São Paulo fez uso de conjecturas.

Bolsonaro, por sua vez, disse verdades incontestáveis.

Doria emudeceu. A tentativa de “lacrar’ para ser considerado ‘herói’ foi em vão. A máscara já caiu. O governador ainda deturpou uma das falas de Bolsonaro:
“Não são mortos de mentirinha, presidente. E essa não é apenas uma gripezinha”, escreveu Doria.

Você já imaginou ver um filme de Hollywood em que o mocinho encontra o vilão para desmascará-lo ao vivo, na presença de todo mundo?
Este filme aconteceu durante teleconferência entre o Presidente da República e os Governadores do Sudeste.

No papel de mocinho: o Presidente da República, Jair Bolsonaro.
No papel de vilão: o Governador de São Paulo, João Dona.
Agora imaginem a situação e o constrangimento de Dona, quando Bolsonaro, por dois infinitos minutos falou com calma e elegância (sem deixar de usar Vossa Excelência) tudo o que estava entalado em sua garganta sobre o governador falastrão.
O Governador saiu desmoralizado (que vergonha alheia! que tapa de luva!!!) e não teve coragem para reagir ou replicar em defesa própria.
Bolsonaro lavou a alma e nós, vimos o vilão ser desmascarado (que mitada!!!).
Veja este vídeo que deverá fazer sucesso até 2022.

Doria que foi contra Bolsonaro em seu pronunciamento para abertura do comércio no país, estranhamente autorizou que fábricas e seguimentos em São Paulo, seguirão operando, sejam pequenas, médias ou grandes.

“Todas as fábricas devem continuar operando com os cuidados sanitários. Os seus gestores devem seguir as normas de segurança garantindo a saúde de seus funcionários. Não podemos ter um colapso na produção do país. São Paulo tem mais de 40% da produção industrial de praticamente todos os setores. Se as fábricas pararem, teremos um colapso, não só de alimentos, mas de produtos básicos. Não apenas de São Paulo, mas de todos o país.”

 

Bolsonaro: Fechar o comércio é um crime

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Bolsonaro

Bolsonaro considerou crime o fechamento do comércio brasileiro devido ao coronavírus.

“O que os prefeitos e governadores estão fazendo é um crime, estão arrebentando o Brasil. Sem dinheiro, sem produção, vamos viver do quê?”, declarou.

Bolsonaro frisou ainda que os governadores João Dória (SP) e Wilson Witzel (RJ) estão fazendo “demagogia barata” em cima do vírus chinês. “‘Colocam o João da Mídia’ como o salvador da Pátria, que vai salvar o seu estado. Nao é esse o caminho que o Brasil tem que seguir”.

Ele ressaltou ainda que aproximadamente 39 milhões de autônomos não estão produzindo nem recebendo.

“Não tem renda, mas têm família. É uma massa considerável de trabalhadores. Empresas não estão produzindo nada. A empresa que fabrica oxigênio, não tem como produzir e mandar para os hospitais”.

Ainda de acordo com o presidente, se a economia colapsar, não haverá dinheiro para pagar os servidores públicos. “O caos está ai. Se tivemos problemas como saques a supermercados, o vírus continuará entre nós. Vamos ficar com o caos e com o vírus juntos”, disse.

Bolsonaro deve propor isolamento vertical contra a covid-19

Ao invés do isolamento horizontal, ou seja, de toda a população, deve ser proposto pelo Ministério da Saúde o isolamento vertical, direcionado apenas aos grupos de risco da covid-19.

A informação foi dada pelo presidente Jair Bolsonaro ao sair do Palácio da Alvorada nesta manhã. De acordo com ele, a mudança deverá ser oficialmente declarada após contato com o ministro Luiz Henrique Mandetta.

“Pega o idoso e isola, seja em hoteis ou em casa. Cada filho cuide do seu avô e do seu pai”, disse Bolsonaro.

“Ninguém quer que ninguém morra”, acrescentou o presidente. “Se as pessoas tivessem pego H1N1 iriam morrer também. E essas pessoas [que morrem] têm a media de idade de 80 anos. Tem comorbidades. Para quem tá são, o risco é quase zero. O problema é o risco de saúde e acima de 60 anos. O mal desse isolamento horizontal é pior do que está acontecendo com o vírus”, declarou.

Coronavírus: Bolsonaro defende fim da quarentena

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Coronavírus: Bolsonaro defende fim da quarentena, em cadeia nacional, Jair Bolsonaro defendeu o fim da quarentena da população, do fechamento do comércio e da paralisação dos transportes – medidas tomadas por vários governos estaduais.

Segundo ele, se o grupo de risco é de pessoas acima de 60 anos, “por que fechar escolas?”. “Algumas poucas autoridades, estaduais e municipais, devem abandonar o conceito de terra arrasada, a proibição de transportes, o fechamento de comércio e o confinamento em massa.”

O presidente afirmou também que o vírus chegou, “está sendo enfrentado por nós e brevemente passará” e que “nossa vida tem que continuar”.

“Os empregos devem ser mantidos, o sustento da família deve ser preservado. Devemos, sim, retornar à normalidade.”

Bolsonaro afirmou ainda que 90% da população não terá “qualquer manifestação” dos sintomas do novo coronavírus.

“Devemos sim é ter extrema preocupação em não transmitir o vírus para os outros, em especial para nossos queridos pais e avós, respeitando as orientações do Ministério da Saúde.”

Assista ao pronunciamento:

 

 

Por que Jair Bolsonaro é odiado pelo sistema político, poderosos e mídia?

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Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro é odiado pelo sistema político, poderosos e mídia? Há décadas o Brasil era governado pela esquerda através do PSDB ou do PT e sempre apoiados pelos partidos prostitutas (pagou, levou) do jogo político.

A “briga” entre PT e PSDB sempre foi falsa, Entre Lula e FHC, a história deles é de longa data, fundaram juntos o PT e posteriormente o PSDB e o FORO DE SÃO PAULO (aparato unificador do comunismo na américa latina e caribe), PSDB e PT são duas facções políticas renascidas de dois grupos terroristas revolucionários da esquerda marxista.

PSDB e PT são tão “inimigos” que o FHC foi depor A FAVOR de Lula em um processo da Lava-Jato.

Logo, PT, PSDB e a afins só querem a mesma coisa: o poder.

Os demais partidos políticos só querem a mesma coisa: cargos e ministérios.

Jair Messias Bolsonaro surgiu nesse cenário como a única alternativa de mudar o sistema, visto que o mesmo não esteve comprometido com ideais do PT, nem do PSDB, nem de Partido nenhum.

Quem lembra daquela eleição na eleição da Câmara dos deputados em 2 de fevereiro de 2017? Bolsonaro conquistou apenas 4 votos dos parlamentares, o que mostrou claramente que ele não tem nada em comum com ninguém da velha política.

O juiz Joaquim Barbosa e o próprio Fernandinho Beira Mar falaram que Bolsonaro não tinha rabo preso com político algum, sendo um dos poucos que se recusou a receber propina.

Jair Bolsonaro foi o ÚNICO candidato realmente de direita na disputa de 2018.

Ele seguiu toda o período eleitoral com ideais de estado mínimo, livre mercado, leis duras contra a criminalidade, defesa da família e entre outras que são política aplicadas em países de primeiro mundo.

Bolsonaro só contou com o apoio popular.

Antes, trataram ele como uma piada, assim como fizeram com o Trump nos EUA.

Agora, vendo que mesmo após eleito, Bolsonaro segue cumprindo tudo o que prometeu e arrastando apoiadores por onde passa, a mídia segue em desespero.

Por isso, PT, PSDB e outros partidos perderem aquilo que mais apreciam: o poder.

Com medo de perderem novamente em 2022, tentam desconstruir Bolsonaro como fizeram com o Enéas.

Apoiar Bolsonaro é dar uma chance ao Brasil para ser grande novamente.

O nosso povo está se livrando de uma vez por todas do ideal retrógrado esquerdista.

É por isso que o sistema político, a mídia globalista e os poderosos odeiam tanto Jair Messias Bolsonaro.

Mandetta agradece Sérgio Moro e a Lava Jato no combate ao Coronavírus

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Mandetta agradece Sérgio Moro e a Lava Jato no combate ao Coronavírus, finalmente o Supremo Tribunal Federal (STF) acatou pedido do presidente Bolsonaro e decidiu pela transferência de R$ 1 bilhão do fundo da Lava Jato para o Ministério da Saúde.

Trata-se de uma pequena parte do dinheiro roubado pelo PT, recuperado pela maior operação contra a corrupção da história, e que agora irá ser utilizado no combate ao vírus chinês.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, questionado sobre esse valor, fez questão de dirigir um agradecimento especial a Sérgio Moro :

“E aqui eu agradeço ao ‘juiz’ Sérgio Moro por todo o seu histórico combate à corrupção, que fez com que a Lava Jato, ainda hoje, esteja prestando serviços ao Brasil!’

 

Globo ataca Bolsonaro e é rechaçada por médico convidado (veja o vídeo)

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Globo
A Globo representada pela jornalista Eliane Cantanhêde, com longa trajetória na imprensa nacional, com passagens por quase todos os grandes veículos do país, tornou-se uma das mais ferrenhas algozes de Jair Bolsonaro.

A Globo representada pela jornalista Eliane Cantanhêde, com longa trajetória na imprensa nacional, com passagens por quase todos os grandes veículos do país, tornou-se uma das mais ferrenhas algozes de Jair Bolsonaro.

Sua função na Globo parece ser sempre culpabilizar o presidente da República, por tudo o que acontece.

Até mesmo no episódio em que Cid Gomes, com uma retroescavadeira tentou matar policiais militares no Ceará, Cantanhêde, num excepcional exercício de “acrobacia”, buscou atribuir a culpa do episódio a Bolsonaro.

Assim, não poderia ser diferente a sua atuação nesta última sexta-feira (20), quando a emissora Globo recebeu como convidado o médico Fábio Barbirato.

Em novo e delirante exercício acrobático, a jornalista empenhou-se em fazer com que Barbirato avalizasse suas críticas ao presidente. O médico, equilibrado e inteligente, rechaçou a maledicência de Cantanhêde.

“Talvez eu fale uma coisa que possa não agradar muito a vocês”, disse o médico, percebendo a má intenção de sua interlocutora.

Na sequência, após uma breve explanação, ele liquidou a jornalista: “Acho que agora é hora de todos nos unirmos como povo”.

A esquerda usa protagonismo do Estado na pandemia para combater propostas liberais do governo.

Se o Coronavírus tivesse chegado ao Brasil com Lula ou Dilma?

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Coronavírus
O Coronavírus te aflige? Medo de perder o emprego ou ter um tombo na vida? Pense um pouco, então, onde o nosso burro estaria amarrado se a epidemia tivesse chegado nos governos de Lula ou Dilma Rousseff.

O Coronavírus te aflige? Medo de perder o emprego ou ter um tombo na vida? Pense um pouco, então, onde o nosso burro estaria amarrado se a epidemia tivesse chegado nos governos de Lula ou Dilma Rousseff.

A incompetência maciça do ponto de vista administrativo dá uma ideia do pesadelo Coronavírus que estaria instalado do país.

Quem está achando que Bolsonaro é confuso, equivocado e sem preparo para enfrentar uma parada deste tamanho deveria, por cinco minutos, imaginar Dilma falando na televisão para explicar a patogenia do vírus, o sequenciamento do genoma dos organismos e as porcentagens envolvidas na evolução da doença Coronavírus  (“o 30% não é 30%, na verdade é 25% sobre 12,5% o que vai dar, no fim, algo entre 1% e 100%, ou mesmo o contrário”, etc.).

Santo Deus de Misericórdia.

Na epidemia de H1N1 no Brasil na época de Lula, onde o mesmo cagou pra doença, não alertando ou noticiando e 60 mil brasileiros foram infectados e 2,1 mil morreram,  até hoje ainda contraem e morrem.

Lula e Dilma conseguiram ter pelo menos seis ministros da Saúde diferentes. A área se transformou num espanto mundial em matéria de roubalheira selvagem: Tivemos a máfia das ambulâncias, as quadrilhas dos “vampiros” que roubavam sangue e sabe lá o que mais, sem falar nos roubos do BNDES, Petrobras, Correios, Etc, etc…..

É um milagre que alguém tenha saído vivo dos serviços de medicina do governo durante os 13 anos e meio que os dois ficaram lá.

O ministro Luiz Henrique Mandetta, cujo trabalho vem sendo avaliado com aprovação pela maioria dos profissionais de saúde do Brasil, e até pela oposição e pela mídia, dá a impressão de ser uma benção.

Coronavírus: Pânico vai deixar muita gente na miséria

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Coronavírus
osmar terra Coronavírus:

Coronavírus: “As pessoas têm medo de sair na rua, de comprar, estão sendo aconselhadas a ficar em casa e eu quero dizer que isso não vai interferir na evolução da epidemia. Suspender aula não muda a evolução da epidemia”, declarou Osmar Terra.

Osmar Terra, deputado federal, médico e ex-ministro do Desenvolvimento Social, afirmou que pânico e exagero em medidas não reduzirá a propagação da epidemia do vírus chinês.

Terra disse estar preocupado com o pânico que está sendo disseminado na população. Para ele, medidas simples de cuidados individuais e desinfeção do local de trabalho e estudo, com isolamento em caso de doença são suficientes.

De acordo com o parlamentar, os alardes transmitidos dia e noite através dos meios de comunicação está impactando diretamente na economia.

“Tenho trabalhos publicados em todas as pandemias que ocorreram, principalmente nas últimas e sobre suspensão de aulas, não adianta nada. Isso é mais para o gestor dizer que está fazendo alguma coisa, do que para ajudar a população”, acrescentou Terra.

Ainda conforme o médico, o coronavírus vai matar menos pessoas do que o H1N1. “O H1N1 só no ano passado matou 750 pessoas aqui no Brasil. Duas por dia e ninguém falou nada. Não saiu uma notícia no jornal. Não se fez transmissão 24h para assustar a população”, relembrou, afirmando que o coronavírus é uma epidemia viral que segue o mesmo padrão que as demais.

Osmar Terra também disse não ser verdade que a Itália está dominada pelo coronavírus. “O risco da Itália é apenas em uma região, a Lombardia, onde se somou a epidemia de H1N1 com a epidemia de coronavírus e onde tem uma população idosa maior que a do Japão”.

O parlamentar fez ainda um alerta importante sobre os impactos na economia brasileira:

“A economia vai quebrar. A recessão vai ser muito pior que essa epidemia. Vai causar muito mais dano à população que essa epidemia. Em 12 semanas terminou tudo, mas a recessão vai durar de 5 a 6 anos ainda e muita gente vai empobrecer, ficar na miséria, por conta do alarde e do pânico que está se instalando na população”, frisou.

Epidemia 57,4 mil casos de dengue em um mês

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Epidemia

Epidemia de dengue: Brasileiros estão preocupados com o Coronavírus, que foi classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como emergência internacional.

O que os brasileiros não sabem é que o Brasil vive uma epidemia de dengue com números alarmantes. De 29 de dezembro de 2019 a 25 de janeiro deste ano, foram notificados 57.485 casos prováveis (taxa de incidência de 27,35 casos por 100 mil habitantes) de dengue no país. O dado é do último Boletim Epidemiológico, divulgado pelo Ministério da Saúde em fevereiro.

O número é levemente superior ao mesmo período do ano passado e quase o triplo do mesmo período de 2018. A situação, que já é preocupante, ainda pode piorar, visto que historicamente o pico da dengue costuma ocorrer no mês de abril, em razão do período chuvoso.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou em entrevista ao El País que “você tem muito mais chance de morrer de dengue no Brasil, hoje, do que de coronavírus”. A pasta que ele comanda confirma nove óbitos pela doença neste ano e contabiliza 41 ainda em investigação.

A quantidade de pessoas que morreram de dengue neste ano pode ser bem maior, conforme dados mais atualizados das secretarias estaduais. O Paraná, sozinho, confirma seis óbitos somente na última semana (entre 4 e 10 de fevereiro) — eles ainda não foram contabilizados no boletim do Ministério da Saúde.

O avanço da dengue tem preocupado gestores municipais, que pedem ao Governo federal e à população que não reduzam a atenção ao enfrentamento do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, diante do pânico que tem sido gerado com a expansão do coronavírus no mundo.

O avanço de casos de dengue é comum no início do ano por conta das chuvas, que aumentaram nas últimas semanas. A diferença deste momento é que o país vive um novo surto da doença, algo que historicamente acontece entre dois e três anos por conta da recirculação de novos tipos de vírus, segundo especialistas.

Os Estados do Acre, do Mato Grosso do Sul e do Paraná são os que têm apresentado maior incidência proporcional da doença. Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, esses são os três estados que superaram 100 casos por 100.000 habitantes no país. Desde o início do ano, a pasta vem alertando para a possibilidade de surto em 13 estados.

São Paulo concentra um terço dos casos prováveis de dengue do país em números absolutos. O Estado confirmou 10.890 casos em janeiro, enquanto o Ministério da Saúde contabiliza 18.658 casos prováveis. Várias cidades do estado, como Sorocaba, Lorena e Ribeirão Preto, já decretaram epidemia.

Os principais cuidados para evitar a doença são impedir a formação de poças em casa e limpar reservatórios de água. Além disso, é recomendável que, ao visitar locais de mata, faça-se uso de repelente.

Vacina do coronavírus é desenvolvida por brasileiros

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vacina do coronavírus
Jorge Kalil, de 66 anos, está em quarentena após filho ser diagnosticado com Covid-19; ele lidera estudos em busca de vacina no laboratório de imunologia do Instituto do Coração

Uma vacina do coronavírus, contra o Sars-CoV-2, variedade  que provoca síndrome respiratória aguda grave, foi desenvolvida por cientistas do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor), da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o diretor do laboratório e coordenador do projeto, Jorge Kalil, ressalta que a vacina não deverá ficar pronta logo, uma vez que o processo envolve rigorosos testes de segurança.

O Incor ainda realizará testes em camundongos para comprovar a eficácia da vacina do coronavírus. Em seguida, buscará firmar colaborações com outras instituições de pesquisa para finalizar o desenvolvimento da substância e desenvolver uma candidata a vacina contra a Covid-19.

Jorge Kalil disse que não é possível precisar quando a vacina do coronavírus será lançada, devido à série de protocolos que devem ser seguidos à risca. Ele ponderou, ainda, que “fazer uma vacina não significa produzir a vacina”, mas sim “o conceito da vacina e como ela vai funcionar”.

“Mesmo as vacina do coronavírus que estão sendo feitas no exterior, mesmo que comecem a testar em humanos daqui a dois, três meses, dificilmente isso vai estar disponível antes de um ano e meio, dois anos, porque você tem que testar, ter a capacidade de produzir essa vacina industrialmente. Tem, primeiro, que ver se não é tóxica, depois tem que ver se ela induz, realmente, anticorpos neutralizantes em humanos, porque, às vezes, modelos animais que a gente usa não representam exatamente o que a gente encontra em humanos. Então, tem uma série de etapas que precisam ser feitas”, explicou Kalil, que foi ex-diretor do Instituto Butantan.

“É claro que, hoje em dia, nós temos várias tecnologias com as quais a gente consegue ir muito rápido, mas, mesmo assim, a gente não pode passar todos os testes de segurança, para que não cause mais problemas do que ajude as pessoas”, disse.

Proposta diferente

De acordo com o pesquisador, a proposta dessa vacina do coronavírus é diferente da que vem sendo apresentada por especialistas de outros países. A expectativa é de que o método escolhido permita que o corpo da pessoa vacinada tenha uma resposta de defesa melhor, ou seja, imunológica, a partir do reconhecimento de partículas semelhantes ao vírus (em inglês virus like particles). As VLP imitam o vírus, mas não têm, como ele, capacidade de se multiplicar, disse Kalil.

Kalil explicou que junto com os antígenos, cuja função é estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos, serão inoculadas VLPs no corpo da pessoa imunizada. “Quando nós construirmos essa partícula viral, vamos colocar nela fragmentos da proteína mais importante para neutralizar o vírus, que é a proteína da espícula viral, parte externa do vírus que parece uma flor e que é a que gruda na célula”, disse Kalil, em referência à coroa que os coronavírus possuem e que definiu seu nome.

“Tem várias tipos de vacina que são utilizadas hoje em dia nos programas de saúde. Por exemplo, a vacina de sarampo é uma vacina com o vírus atenuado, ou seja, você deixa o vírus fraquinho e injeta na pessoa, que produz anticorpo contra aquele vírus fraquinho e aqueles anticorpos o neutralizam. Na vacina contra a gripe, a gente usa uma contra-técnica. A gente produz uma grande quantidade de vírus, como aqui no Brasil, no Instituto Butantan, e depois a gente mata esse vírus, inativa-o, e faz pequenos fragmentos do vírus, destrói o vírus, inclusive, e injeta nas pessoas, que produzem anticorpos contra as partículas. Esses anticorpos vão neutralizar o vírus e ele não ataca”, explicou.

“Eu posso também fazer uma vacina como a da hepatite, que é só a proteína principal do vírus que a gente injeta. E a gente pode fazer, ainda, vacina em que a gente dá a informação para o organismo da proteína principal do vírus para neutralizá-lo e, dentro do organismo, esses ácidos nucleicos se expressam, fazem a proteína e a gente faz anticorpo contra. A nossa proposta é diferente”.

Articulação de enfrentamento

Para Jorge Kalil, os países que têm encarado mais habilmente a pandemia de coronavírus são a China, Singapura e a Coreia do Sul, esta “porque fez diagnóstico de pessoas em massa e conseguiu isolar infectados”.

O pesquisador disse que o governo italiano permitiu que a transmissão se tornasse “uma catástrofe” e atingisse um “nível exponencial”, que, segundo ele, pode se repetir no Brasil, caso as autoridades governamentais não tomem providências. Já no caso dos Estados Unidos, a avaliação é de que o governo foi “negligenciando o perigo”, embora tenha chance de mitigar parte dos danos, por ser detentor de um volume expressivo de verbas.

“O que seria importante é a gente desbloquear recursos – está muito difícil recurso para a ciência, no Brasil -, para que a gente possa trabalhar e também facilitar a importação de todos os reagentes, para que a gente não perca tempo com muita burocracia e consiga trazer o que for necessário para o Brasil, para gente trabalhar, seja na vacina, seja no diagnóstico, seja para obter resultado de outras drogas, o que for”, ressaltou Kalil. (Agência Brasil)

Bolsonaro proíbe, mas povo vai em peso às ruas: #DesculpeJairMasEuVou

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Bolsonaro desencorajou a população a ir às ruas no domingo e considerou que as manifestações devem ser adiadas para outro momento, “para daqui a um ou dois meses”

Mesmo após Bolsonaro dizer, em pronunciamento oficial que as manifestações do dia 15 de março deveriam ser ‘repensadas’ em função do coronavírus, os internautas correram para o Twitter afirmando que pretendem contrariar o presidente.

Em poucos minutos, a hashtag #DesculpeJairMasEuVou ficou entre as mais publicadas nos trending topics da rede social.

“Esse movimento não fui eu que programei, é um movimento popular espontâneo. Reconhecemos a legitimidade do movimento. E o povo na rua, como sempre se manifestou, de forma pacífica, é direito dele. Obviamente, da minha parte, ninguém pode atacar parlamento, legislativo e judiciário”, frisou Bolsonaro

Veja o vídeo, as manifestações em apoio ao presidente Bolsonaro foram um sucesso, o povo foi em peso às ruas:

 

Maia e Alcolumbre criticam Bolsonaro e são convidados para as ruas

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Maia e Alcolumbre
Maia e Alcolumbre após criticas ao presidente Bolsonaro, por participar da manifestação, são convidados para as ruas: ‘Acordo tem que ser entre nós e o povo’

Maia e Alcolumbre após criticas ao presidente Bolsonaro, por participar da manifestação, são convidados para as ruas: ‘Acordo tem que ser entre nós e o povo’

Rodrigo Maia, foi um dos que criticaram o presidente. No Twitter, o parlamentar escreveu:

“Por aqui, o Presidente da República ignora e desautoriza o seu ministro da Saúde e os técnicos do ministério, fazendo pouco caso da pandemia e encorajando as pessoas a sair às ruas. Isso é um atentado à saúde pública que contraria as orientações do seu próprio governo”.

Davi Alcolumbre também se manifestou. Em nota à imprensa, o parlamentar disse ser “inconsequente” estimular aglomeração de pessoas.

“Com a pandemia do coronavírus fechando as fronteiras dos países e assustando o mundo, é inconsequente estimular a aglomeração de pessoas nas ruas. A gravidade da pandemia exige de todos os brasileiros, e inclusive do presidente da República, responsabilidade! Todos nós devemos seguir à risca as orientações do Ministério da Saúde”.

Bolsonaro criticou a ‘histeria’ causada pelo coronavírus no Brasil. “Tivemos vírus muito mais graves que não provocaram essa histeria. Certamente tem um interesse econômico nisso. Em 2009 teve um vírus também e não chegou nem perto disso. Mas era o PT no governo aqui e os democratas nos Estados Unidos”, disse.

O presidente aproveitou para convidar Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, e Davi Alcolumbre, presidente do Senado Federal, para conversar. “Gostaria que eles saíssem às ruas como eu”, afirmou o presidente.

“Saiam às ruas e vejam como vocês são recebidos. O acordo não tem que ser entre nós no ar refrigerado. Tem que ser entre nós e o povo”, disse Bolsonaro.